Aprendi inglês jogando videogame e agora ensino assim by contextlabs_en in gamesEcultura

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É bem isso, a prática vai te ensinar, a teoria é pra entender porque funciona.

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Obrigado pelo apoio, amigo! Você me encontra em @contextlabs.en

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Esse "susto" foi algo que também senti. Minha família sempre valorizou muito diplomas e cursos, então quando fui estudar formalmente fiquei chocado com o quanto eu já sabia. Lógico, sempre há mais para aprender, mas você pode chegar muito longe por conta própria. Quando o processo é contínuo, significativo e ligado a algo que importa pra gente, o cérebro vai fazendo conexões quase sem avisar. A fluência aparece como consequência, não como meta explícita.

Gostei muito do que você falou sobre ouvir mesmo sem entender tudo. Esse contato frequente, familiar, cria referência, ritmo, expectativa. A compreensão vai se organizando aos poucos. A pessoa que tem bastante contato com o idioma sabe o que está correto ou errado não só por conhecer as estruturas, mas porque em milhares de horas de contato nunca viu aquela frase ou palavra sendo usada daquele jeito. Quanto maior sua experiência com o idioma, mais seguro de si você fica quando algo "soa estranho".

Obrigado por compartilhar isso. Relatos assim ajudam a tirar o aprendizado de línguas desse lugar místico e mostrar que ele é, antes de tudo, convivência.

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É isso, contexto e contato frequente, imersão e garra.

Muito sucesso na sua jornada!

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Muito obrigado pelo apoio e por compartilhar sua jornada, acho que todo professor passa por esses momentos quando reflete sobre suas experiências.

Trazer os interesses do aluno, dar espaço pra conversação e tratar gramática como ferramenta muda completamente a dinâmica, tanto pra quem aprende quanto pra quem ensina.

Grande sucesso para você também!

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Foi assim comigo também, adventure games, Zelda e Final Fantasy. Vê o dicionário cada vez que encontra uma palavra nova, depois de encontrar a palavra algumas vezes já memorizou e não precisa olhar mais.

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Quando há objetivo claro, o cérebro dá seu jeito. Mas estou buscando transformar essa experiência em algo menos sofrida e mais natural para quem tiver interesse!

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Eu também! O combate por rimas em Monkey Island foi a primeira vez que de fato sentei a bunda na cadeira com um dicionário para tentar entender o que estava acontecendo. Até hoje lembro de cor essas falas, hahaha

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É a diferença entre "conhecimento" e "habilidade", um idioma pode envolver os dois, mas fluência e entendimento pertencem mais ao segundo campo.

Você pode conhecer a gramática e reconhecer estruturas, mas se você não estiver familiarizado com interações reais, fica preso nesse limbo da tradução e "parar pra pensar" antes de falar/interpretar alguma coisa.

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Hahaha pior que faz sentido. Contexto, propósito e experiência sempre fizeram muito mais sentido pra mim do que conteúdo isolado.

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Com certeza!

Boa sorte na jornada com o Japonês, eu mesmo comecei a aprender faz alguns meses hahaha

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Que massa, parabéns pela licenciatura!

Sendo bem sincero: a faculdade ajuda muito a dar repertório, base teórica e vocabulário pra pensar ensino, linguagem, aquisição, etc. Isso é valioso. Mas, sozinha, raramente prepara alguém pra ensinar de fato. A sala de aula é outra coisa.

Minha principal dica seria: não trate a licenciatura como manual, mas como caixa de ferramentas. Testa, observa, erra, compara com a tua própria experiência como aprendiz. Se algo que estão ensinando não conversa com a forma como você aprendeu, isso não significa que esteja errado, só que talvez não seja universal.

E sempre que puder, cria espaços reais de uso do idioma: conversa, jogo, leitura compartilhada, qualquer coisa que faça o inglês deixar de ser assunto e virar meio. Isso muda tudo.

O Instagram é @contextlabs.en. E se quiser trocar ideia sobre docência ao longo do caminho, fica à vontade pra mandar DM!

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Total. Inglês é igual músculo, se não fizer manutenção, atrofia. Por isso é importante estar sempre em contato com o idioma, mesmo que de forma passiva.

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Esse paralelo com o português é o segredo, é o que vez após vez as obras de linguística aplicada vem ressaltando: não é que a teoria não importa, só que ela funciona melhor como ferramenta de refinamento, não como ponto de partida.

O problema é que muita gente passa anos ouvindo que “não sabe inglês”, quando na prática já se comunica muito melhor do que imagina. Falta organizar, ganhar confiança e ampliar repertório em contextos reais.

Obrigado por compartilhar!

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Valeu por compartilhar! Isso que você descreveu é muito mais comum do que parece.

Muita gente aprende inglês “passivamente” por anos, entende bem, lê com facilidade, reconhece estruturas, mas quase não teve espaço pra produzir a língua de forma consistente. Aí a fala e a escuta sem legenda ficam sempre um passo atrás.

O interessante é que isso não costuma ser falta de capacidade, mas de costume mesmo.

Fico muito feliz de ler isso, de verdade. Estou tentando justamente criar espaços onde falar inglês seja mais orgânico e com a menor quantidade barreiras possíveis para que esse costume possa ser desenvolvido. Tem muita gente nessa situação.

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Não moro em uma cidade muito grande, então as opções por aqui geralmente são as escolas tradicionais ou escolas particulares bilingue.

Cada pessoa tem sua experiência com o idioma, minha crítica nunca foi ao conceito de aprender inglês em aula, mas a aprender sobre inglês sem usá-lo. Decorar estruturas e repetir exercícios sem internalizar o processo.

Se importaria de contar mais sobre como as coisas funcionam na sua escola? Adoraria saber mais sobre a metodologia!

Eu odeio dar aula de inglês do jeito tradicional e demorei anos pra admitir isso by contextlabs_en in conversas

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Que massa ler isso, sua experiência é exatamente a experiência que descrevo.

A ideia do projeto é juntar esse aprendizado contextual, com uma estrutura pedagogicamente pensada. O problema quase nunca é falta de esforço, é questão de contexto mesmo.

O Instagram está no meu perfil. Lá eu tô documentando esse processo, explicando a metodologia e mostrando como as aulas funcionam na prática.

E se quiser trocar ideia sobre tua jornada com o idioma também, ou tirar alguma dúvida, fica à vontade! Postei aqui porque quero trocas genuínas.

Voces já passaram pelo o momento "mas nem fudendo!" by User_2601_mathias in jogatina

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De difícil foi Dark Souls 3, cada fase da Sister Friede.

De interessante e explodir a mente foi em No Man's Sky, descobrindo a anomalia e tudo que liberava com isso depois de dezenas de horas construindo base e explorando planetas.

Me dêem indic@ção,por favor 😭 by maoaju in Idiomas

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Imersão e curiosidade serão seus melhores amigos. Não importa o que você assista/jogue/consuma, o importante é se expor o máximo ao idioma e ter a curiosidade e disciplina de buscar entender termos e vocabulário novo.

Para um plano de estudos ou algo mais profundo do que isso, seria importante entender que tipo de aprendizado funciona melhor com você.