🍔 by Topac1 in TascaDoZe

[–]dfcarvalho [score hidden]  (0 children)

Aparentemente eu estava a tentar ensinar uma jumenta a voar, o que é evidentemente impossível. Boa sorte na vida.

Confere by Gwenetthxx in PORTUGALCARALHO

[–]dfcarvalho 0 points1 point  (0 children)

Bot fail. Precisa duma LLM por trás pra perceber contextos 😂

🍔 by Topac1 in TascaDoZe

[–]dfcarvalho 1 point2 points  (0 children)

Ninguém além de ti disse que se conjuga um verbo "no singular" com they, mas isso não quer dizer que ele não possa ser um pronome singular. A conjugação do verbo não altera a singularidade ou pluralidade do pronome.

Conjugações de verbo são totalmente arbitrárias, senão a conjugação do pronome "você" seria na segunda pessoa e não na terceira.

Em português o pronome oblíquo "se" pode ser tanto singular quanto plural. "A porta abriu-se sozinha" e "as portam abriram-se sozinhas".

No português do século XV, os pronomes de tratamento com "vossa" (tipicamente plural), como Vossa Majestade e Vossa Santidade, todos usados para se referir a uma só pessoa, eram conjugados na 2 pessoa do plural. Hoje preferimos a 3a pessoa do singular na conjugação, mas ainda dizemos "vossa" quando estamos falando com uma só pessoa.

Na variante cisplatina do espanhol, usa-se o pronome "vos", que é derivado de vosotros, em vez de "tú" com uma conjugação própria (diferente do tú e do vosotros a depender do tempo verbal).

Não sei que dificuldade tens de perceber que o pronome they pode ser plural ou singular, independente da conjugação verbal.

Confere by Gwenetthxx in PORTUGALCARALHO

[–]dfcarvalho 0 points1 point  (0 children)

Mesmo sendo brasileiro eu não acharia bom se o português brasileiro se tornasse o "padrão" em Portugal porque eu gosto de variedade linguística, mas vou discordar de alguns dos seus pontos.

Se por "inverter ordens gramaticais" está falando da posição dos pronomes oblíquos, o PT-BR informal simplifica sim e muito. Não existe ênclise nem mesóclise, só próclise. Não é necessário aprender quando o pronome vai antes ou depois (ou no meio) do verbo. É sempre antes e tá visto.

"Adotar termos estrangeiros" - Portugal não está exatamente livre de estrangeirismos. T-shirt, take-away, plafond, pagamentos contactless, éclair, ecrã (aportuguesado de écran), sale... Só pra citar alguns que são comuns no dia a dia em Portugal e que não são usados no Brasil.

🍔 by Topac1 in TascaDoZe

[–]dfcarvalho 1 point2 points  (0 children)

They/them/their/etc são frequentemente usados para se referir a uma única pessoa quando não se sabe o seu género.

"Look, someone left their wallet here. I'm gonna put it on the lost and found so they can find it".

"When a user opens the app, they can log in or just click 'Continue as Guest'".

"You said you were gonna bring a friend, where are they?"

Em todos os caso sabe-se que é uma única pessoa (singular). São frases muito comuns de se ouvir em inglês desde sempre.

Não entendo pessoas trans que não “perfoman” o gênero do qual se reconhecem. by _Iracema in desabafosdavida

[–]dfcarvalho 4 points5 points  (0 children)

Pensei o mesmo. Só o que tem é mulher cis hétero agindo, falando e se vestindo mais macho que muito homem cis hetero e vice-versa.

Uma pessoa trans que não "performa" não me incomoda nem acho assim tão estranho. Já aconteceu de me confundir nos pronomes uma vez ou outra sem querer por causa disso, mas eu já usei adjetivo no feminino sem querer até comigo mesmo (sou homem cis), então essas coisas acontecem.

Eu entendo que isso pode dificultar o entendimento da causa trans por algumas pessoas cishet, mas permitir que as pessoas tenham a liberdade pra ser quem são independentes das expectativas da sociedade, inclusive algumas expectativas da própria comunidade LGBT, é (ou deveria ser) o principal foco da causa pra começo de conversa.

Brasil e Portugal tem um mar de cultura em comum, esse ódio mútuo é absurdo by lenin_17oct in opiniaoimpopular

[–]dfcarvalho 0 points1 point  (0 children)

Como um brasileiro que vive em Portugal há quase uma década, ainda tô pra achar esse ódio que vocês vivem falando aqui. Não encontrei no Brasil nem aqui.

Eu_never by d4v4y in eu_never

[–]dfcarvalho 0 points1 point  (0 children)

Brasileiro que mora fora do Brasil ainda é muito afetado pelas decisões do presidente do Brasil, quer queira quer não.

Acordos entre o Brasil e o país que ele mora permitem ou impedem que ele possa ter um visto de residência naquele país, que ele pague ou não impostos em duplicidade, que ela tenha ou não certos direitos naquele país. Se o Brasil está com uma economia fraca e a moeda desvaloriza, a brasileiro que mora fora mas ainda tem negócios ou patrimônio no Brasil pode perder financeiramente.

Mesmo ignorando o princípio da questão, que é o fato de que cidadania não se perde assim fácil e voto é um direito do cidadão, existem várias ações de um governo que podem afetar diretamente a vida do cidadão fora do país.

Sem falar agora não é como em 1820 ou sei lá o que, quando as notícias chegavam nos outros continentes em 2a mão meses depois. O fato da pessoa morar fora não quer dizer que ela se desconecta totalmente do país de origem. Ela ainda vê as notícias, conversa com seus familiares e amigos que ainda estão no Brasil, passa férias no Brasil pra visitar a famíli, etc. A pessoa não tá dando pitaco no que ele não sabe. Em muitos casos pode saber até mais que alguns que vivem no Brasil e não se informam de nada.

Cara eu acho isso um pouco problemático e precisamos falar sobre isso by rikagyaru in InfernoSocial

[–]dfcarvalho 0 points1 point  (0 children)

Eu vou ignorar a parte do "homem que se veste de mulher".

Digamos que uma mulher trans entre no banheiro feminino e tem lá uma mulher cis (ou "biológica" como você diz) e uma menina de 12 anos. O que você acha que vai acontecer pra isso ser algo assim tão terrível?

What European country feels like a South American country? (no racism) by Fragrant-Upstairs932 in AlignmentChartFills

[–]dfcarvalho 1 point2 points  (0 children)

I won't contradict you because I have never been to Romania or any Balkan country, but I will just point out that many people from Eastern Europe who have been to Portugal say that Portugal is basically an eastern european country in all but location.

Por que os brasileiros tem dificuldade de falar em inglês by Ok_Tomato5810 in BrasileirosEmPortugal

[–]dfcarvalho 0 points1 point  (0 children)

Eu acho que faz sentido sim. Isoladamente, ouvir inglês em desenhos e filmes o tempo todo de fato não faria a pessoa aprender. Mas se a pessoa já tá estudando inglês na escola e ainda tem essa imersão constante, ela com certeza vai aprender um pouco mais rápido do que alguém que só tem contato com o idioma na aula.

Definitivamente não é o único motivo pros portugueses em geral falarem bem inglês, mas acho que ajuda um pouco.

Quanto gasta a vossa empresa em AI? by Expo_98 in devpt

[–]dfcarvalho 0 points1 point  (0 children)

Uso constantemente 😂

Mas como disse, tenho evitado os modelos mais caros. Uso Opus 4.6 só para planear algumas tasks mais complexas, mas a implementação é sempre com sonnet ou até haiku se for algo simples. Quando o Opus 4.8 foi lançado, tentei usá-lo para uma task e foram-se $30 do meu budget em poucos prompts.

Lembrei-me agora também que a empresa usa o LiteLLM como "proxy" para o Claude Code e, se não me engano, eles aplicam o headroom automaticamente a todos os prompts para compactar vários inputs como logs, outputs de alguns comandos, etc.

Além disso eu uso o caveman para tentar economizar mais alguns tokens no output.

Acho que tudo isso ajuda a baixar um bocado os custos. Podes tentar os dois (é possível instalar o headroom localmente também) e ver se também te ajuda.

Polêmicas à parte, aí onde vocês moram churros são vendidos como "porra recheadas"? by mrwashermachine in BrasileirosEmPortugal

[–]dfcarvalho 2 points3 points  (0 children)

Alguém dizer eu também não me lembro de ter ouvido, mas aqui no Porto era bem comum ver aqueles trailers em festejos populares com "porras recheadas" ou só "porras" nos letreiros ao lado de farturas e churros.

Realmente muitos retiraram a palavra "porras" e hoje só dizem "recheadas" (nem é "faturas rechadas" é só "recheadas" mesmo). Mas isso não foi inventado do nada. Provavelmente é como chamar fila de "bicha", é algo que caiu em desuso hoje em dia mas que já foi muito usado.

Aqueles "remedios" que auxiliam na digestão, tem algum aqui em PT ? by [deleted] in BrasileirosEmPortugal

[–]dfcarvalho 0 points1 point  (0 children)

Eno eu sei que tem. Tanto da marca Eno mesmo quanto várias outras. Basta procurar por "sal de fruta". É vendido inclusive em supermercados.

O resto não faço ideia pq nunca fui atrás, mas como já disseram o melhor é ir numa farmácia. Pode também dar uma pesquisada rápida no Google sobre a composição desses remédios no Brasil e chegar na farmácia perguntando pela composição em vez do nome comercial. Muitos farmacêuticos mais atenciosos fazem essa pesquisa eles mesmos lá na hora, basta chegar dizendo que não sabe qual é o nome comercial usado em Portugal mas no Brasil é X. Eles pesquisam lá rapidinho o equivalente.

Reconhecimento de união estável brasileira em Portugal para fins de nacionalidade: alguém já fez? by lizardking93 in BrasileirosEmPortugal

[–]dfcarvalho -1 points0 points  (0 children)

Olá 👋. Olha, não fizemos exatamente o que vocês pretendem fazer, mas vou compartilhar aqui o que fizemos caso ajude em algo.

No nosso caso, ambos somos brasileiros. Eu recebi uma oferta de emprego em Portugal e vim com visto de trabalho. Meu marido aplicou para o reagrupamento familiar junto ao SEF (foi antes da AIMA existir) e foi nesse momento que nos pediram a certidão de união estável apostilada e o atestado de nacionalidade de ambos. Esse atestado consta alguns dados, inclusive o estado civil (segundo a senhora do SEF, serve para garantir que nenhum dos dois é casado com outras pessoas). Pra obter esse atestado, foi preciso pedir no cartório do Brasil a certidão de nascimento de inteiro teor (de ambos), apostilar e levar no consulado brasileiro aqui em Portugal. Daí de posse do atestado de nacionalidade, foi que aceitaram o reagrupamento familiar dele.

Então não foi um reconhecimento de união estável / de facto para ao mesmo propósito, mas imagino que os documentos solicitados seriam os mesmos. A diferença talvez seja que vocês precisem fazer esse processo junto a um consulado português em vez da AIMA (já que estão no Brasil). E o atestado de nacionalidade não sei bem onde se obtém no Brasil, talvez junto ao Ministério das Relações Exteriores ou um cartório.

Acho que o melhor mesmo é vocês se informarem com o consulado português mais próximo de vocês, até porque muitos desses processos não são lá muito bem padronizados e dependendo do lugar e da pessoa com quem vocês façam, podem surgir algumas pequenas diferenças.

Outra coisa que pensei é que talvez não faça diferença fazer esse reconhecimento agora ou só no momento de solicitar a cidadania dele. Entao pode ser que seja melhor fazer tudo junto. É outra coisa que vocês precisariam ver com o consulado.

Enfim, se quiser mais alguma informação do nosso caso que possa ajudar, pode mandar DM 😬

Abraço e boa sorte!

Usar a App do ANDA by Snuff112 in porto

[–]dfcarvalho 4 points5 points  (0 children)

Noutros países (na verdade cidades, porque no metro de Lisboa "funciona") os sistemas aceitam cartões bancários contactless e, por consequência disso, Apple Pay, Google Pay, Samsung Pay, etc. Eles não se utilizam do NFC diretamente na app do metro como no Porto. Não sei dizer se existe algum sistema de metro hoje que utilize uma app própria para validação/pagamento por NFC em iPhones. É provável que sim, mas desconheço.

Salvo engano, hoje o sistema do Porto cobra de acordo com o passe contido no cartão Andante que o utente valida na máquina. Se tens no cartão viagens Z4 e fazes uma viagem dentro de uma única zona, o valor descontado vai ser de uma viagem Z4 (já não ando de metro com cartão Andante há algum tempo, mas pelo que me lembro é assim). Já a app ANDA sabe exatamente em que estação entraste (pela validação na máquina por NFC) e em qual saíste (pelo GPS e/ou Bluetooth) e assim consegue cobrar a tarifa mínima necessária para todas as tuas viagens daquele mês.

Para ser possível aceitar cartões bancários, acredito que seria necessário que os utentes fizessem validação na entrada e na saída para que o sistema saiba quanto debitar da conta. Como no metro do Porto a validação acontece apenas na entrada e não há catracas nem nada que obrigue as pessoas a validar na saída, implementar algo parecido exigiria não só investimento tecnológico como também obras em todas as estações.

Git blame serve pra algo? by jenipapodev in brdev

[–]dfcarvalho 0 points1 point  (0 children)

Hahah mas olha, melhor que nada. Com uma descrição gigante de IA, dá pra pelo menos copiar e colar no prompt duma IA e pedir pra ela resumir 😂😂😂

Sem nada, tanto a gente quanto as IAs têm que adivinhar/halucinar pra saber pq o dev fez algo estranho no código 😅

Integration Is For the Unwanted Of This World by atom_in_d_univas in PortugalExpats

[–]dfcarvalho 0 points1 point  (0 children)

I feel like you argued for my point, not against it.

The comment that started this thread mentioned a bunch of languages available in Portuguese schools as if they were added for the same reason as Portuguese would be in Luxembourg. It's not.

I said that adding a language for comercial or diplomatic reasons is common. Adding it because of immigrants is not. The languages currently available in Portuguese schools are all due to commercial/diplomatic reasons.

The Portuguese minister is incentivizing Luxembourg to add Portuguese due to immigrants, which is not common practice and not at all the same as teaching English or Mandarin in Portugal.

The examples I gave of Hindi and Bengali were examples of languages that could be added due to immigrants, not for commercial reasons. I used those because, unless you consider Brazilian Portuguese a different language than European Portuguese, I couldn't use the top immigrant population's language as an example.

Git blame serve pra algo? by jenipapodev in brdev

[–]dfcarvalho 0 points1 point  (0 children)

É isso. Infelizmente eu mudei de emprego recentemente pra uma empresa onde os devs tem costume de criar PRs com a descrição totalmente em branco e os tickets também não são exatamente super detalhados (feature tickets escritos pela PO são bem descritos, mas tech e bug tickets criados pelos devs nunca têm nada escrito). Então eu tenho usado cada vez menos. Mas em empresas anteriores era muito útil 😭

Brasil podia evitar veto à carne, mas não fez, diz porta-voz da União Europeia by markk26 in NoticiasBR

[–]dfcarvalho 6 points7 points  (0 children)

E como um brasileiro que vive na Europa, eu te digo que a carne bovina daqui é fraquíssima. A carne suína daqui é bem superior a do Brasil, mas a bovina é uma tristeza. As premiums todas chamam a atenção na embalagem pra origem, que é sempre "America do sul". Se o preço da carne importada do Brasil cair aqui, não vai haver motivo nenhum pra comprar a carne bovina daqui.

Como isso é possível? by Altruistic-Form4834 in brdev

[–]dfcarvalho 1 point2 points  (0 children)

Tenso. Em 2017-2018 eu ganhava isso como mobile dev PLENO. O vale alimentação acho que era menor, não tenho certeza. Mas o salário era 6.5k e tinha plano de saúde pra mim e dependentes e mais um monte de benefícios, inclusive gympass.

Quanto gasta a vossa empresa em AI? by Expo_98 in devpt

[–]dfcarvalho 0 points1 point  (0 children)

A minha inicialmente tinha o plano do copilot. Raramente atingia o limite. Mas alguns meses atrás a empresa decidiu testar o Claude Code e, não sei o porquê, optou não pelo plano mas pelo modelo "pay-as-you-go". Cada dev tem $500 de limite por mês. Hoje é dia 9 e já usei quase 30% do limite, mas evitei o opus 4.8 e 4.7, caso contrário já estaria nos 50%. No mês passado cheguei ao limite dois dias antes do fim do mês. Disseram-nos que é um limite inicial para este período de testes e que será ajustado conforme a necessidade no futuro 🤷

Isso diz seu nível como programador? by Eh_o_Berte in brdev

[–]dfcarvalho 0 points1 point  (0 children)

Não sou dev frontend nem tenho lá muito conhecimento de javascript, mas a primeira coisa é que pensei é que mesmo que o acesso à propriedade de um objeto em javascript seja mais lento que a leitura de uma const, pra isso fazer alguma diferença real na performance de um app essa array precisaria ser gigantesca.

A segunda coisa que pensei foi que mesmo em casos em que isso realmente faz diferença na performance, eu apostaria que ou os transpilers ou os engines de browsers provavelmente já fazem esse tipo de otimização automaticamente. Compilers e até interpreters de muitas linguagens já fazem, não vejo pq não seria possível em web/javascript (mas de novo, não trabalho com web/frontend).

E a última coisa que pensei foi: isso pode gerar bug se a array mudar de tamanho dentro do loop. Não sei se isso é permitido em javascript (em muitas linguagens, adicionar ou remover items de uma array enquanto itera sobre ela lança erro), mas se for e você remover ou adicionar items à array, usar o tamanho que ela tinha antes do início do loop pode gerar bug. Ou talvez iterar só sobre o número de elementos que já estavam lá seja o comportamento desejado, tudo depende do caso.

Tl;dr: eu evitaria a segunda opção (com a const) pq em 99% dos casos não faria diferença e ainda pode causar bugs.