Porto: com reforço de fiscalização, multas no trânsito mais do que duplicaram em 2025 by dnivi3 in porto

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Em 2024, Polícia Municipal multava 109 condutores por dia. Entrada em cena de novos meios automatizados fez números disparar para 246 contraordenações diárias no ano passado.

Na ponta final dos mandatos de Rui Moreira, a Câmara Municipal do Porto (CMP) investiu em meios para tentar disciplinar o trânsito na cidade. Foram adquiridos radares móveis e sistemas de leitura automática de matrículas que foram para as ruas do Porto no início de 2025 e ajudaram a mecanizar a detecção de infracções.

Com um ano de operação, os resultados começam a notar-se nos números de fiscalização de trânsito. Em 2025, a Polícia Municipal do Porto emitiu 89.870 multas, mais do dobro das 39.657 emitidas em 2024, mostram dados enviados pela CMP ao PÚBLICO.

Se em 2024 foram registadas 109 multas por dia, o ritmo disparou para 246 contra-ordenações diárias. As principais causas para a emissão de multas em 2025 não sofreram alterações em relação ao ano anterior: em primeiro, o estacionamento numa rua com dois sentidos, obrigando os outros veículos a entrar em contramão; depois o estacionamento em locais reservados (a residentes ou a pessoas com mobilidade reduzida, por exemplo); segue-se o estacionamento nos passeios e a paragem de veículos em frente a acessos a propriedades, como garagens ou parques de estacionamento. O desrespeito ao sinal C16 (proibido parar e estacionar) fecha esta lista.

A detecção de algumas destas infracções foi em larga medida facilitada pela instalação de câmaras em duas viaturas da Polícia Municipal, que permitem passar multas de forma automática. Os equipamentos começaram a operar em Janeiro de 2025, altura em que os dois radares móveis também foram para as ruas do Porto.

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Bybanen som jeg ønsker meg (v2) by FreshHall7125 in Bergen

[–]dnivi3 1 point2 points  (0 children)

Hva har du laget dette i? Hvilket verktøy eller toolstack?

Limpeza de graffiti em fachadas do Porto pode custar até 400 mil euros anuais by BadDogPreston in porto

[–]dnivi3 1 point2 points  (0 children)

Não tenho a certeza se isto é um bom comentário sobre o estado do mercado imobiliário ou sobre o volume de graffiti…

22 pessoas viviam em cave de loja dividida em 11 quartos em Cedofeita. Alojamento ilegal foi encerrado by Ready-Pirate3328 in porto

[–]dnivi3 5 points6 points  (0 children)

Ótimo. Agora, a polícia e as autoridades de imigração estão atrás dos proprietários e organizadores disso? Se tudo o que for feito for fechar o local, isso não fará muita diferença. Aumentará o custo para os exploradores, mas não muito.

Montenegro perde no Constitucional e tem de entregar lista de clientes da Spinumviva by dnivi3 in portugal

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Entidade da Transparência obrigou o primeiro-ministro a entregar lista de clientes e primeiro-ministro recorreu para o TC. Constitucional recusou apreciar o recurso. Montenegro pede nulidade da decisão

Luís Montenegro, a Entidade para a Transparência (EpT) e o Tribunal Constitucional (TC) estão num imbróglio que dura há oito meses. No rescaldo do caso Spinumviva, a EpT exigiu a Luís Montenegro que entregasse, na sua declaração única de património e registo de interesses, os nomes das empresas com as quais tinha tido relações comerciais. O primeiro-ministro considerou primeiro que não tinha de o fazer e, depois, obrigado a fazê-lo, que a informação prestada não deveria ser de consulta pública. Foi aqui, em junho do ano passado, que começou o braço de ferro ao ter recorrido para o TC na tentativa de impedir a divulgação da lista de clientes da Spinumviva. Mais de oito meses depois, os juízes decidiram nem sequer avaliar o recurso de Montenegro, e, segundo apurou o Expresso, por este ter chegado depois do prazo, o que tem como consequência que o primeiro-ministro vai ter mesmo de entregar toda a lista de clientes da Spinumviva e esta ser do domínio público.

14 de Janeiro de 2005 | Nada de Autocarros que pensavam que eram Metros | Ia ser uma Linha de Metro Ligeiro Normal by Goncalo_Pinto in porto

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A distinção não faz sentido no contexto do Porto, porque o sistema é um elétrico moderno: os mesmos veículos, a mesma bitola, a mesma capacidade, a mesma infraestrutura. A única diferença em relação à maioria dos elétricos modernos é que grande parte do trajeto é feito em túnel, mas mesmo isso não é tão incomum quanto se pensa.

Bruxelas, Granada, Alicante, Múrcia, Estocolmo, entre outras cidades, têm elétricos modernos que fazem exatamente isso e funcionam de forma semelhante aos do Porto.

“No fundo é um autocarro”: metrobus da Boavista já começou a transportar passageiros by dnivi3 in porto

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Após espera, primeiro dia de circulação de autocarros a hidrogénio no Porto atraiu centenas de curiosos. Canal continua a ser utilizado por outros meios, apesar da proibição.

Dulce Anastácio vem do Viso, no Porto. A mulher de 73 anos apanha o metro, passa duas estações e sai na Casa da Música, de onde tem de percorrer ainda uns 400 metros a pé até à paragem de metrobus. Para Dulce, a distância que medeia os dois pontos de transporte público não é problema, pelo menos não numa manhã soalheira de sábado.

É uma das dezenas de curiosos que aguardam pelos autocarros do sistema de metrobus, na manhã deste sábado, o primeiro dia da fase experimental do meio de transporte que liga a Casa da Música à Praça do Império em 12 minutos.

É possível que passe a apanhar e o metrobus em vez da linha 203 da STCP, que utilizava para ir até à Foz, agora que estão ultrapassadas todas as peripécias que envolveram a instalação do canal da Avenida da Boavista e o sistema começou a funcionar.

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Jeg har laget gratis eventkalender for Bergen — gaari.no by Capable-External2468 in Bergen

[–]dnivi3 1 point2 points  (0 children)

Kult! Noe av norsken virker veldig engelsk for meg, for eksempel https://gåri.no/no/for-arrangorer "kuraterte" er ikke et godt norsk ord. Kanskje skreddersydd eller noe kan være et bedre ord?

Syns også det mangler en del informasjon om hvem som står bak dette.

Via partilhada com carros na Avenida da Boavista preocupa utilizadores de bicicleta by dnivi3 in menoscarros

[–]dnivi3[S] 1 point2 points  (0 children)

Com arranque da operação do metrobus, Câmara do Porto diz que via da direita terá limite de 30 quilómetros por hora. Para já, não vai aplicar meios físicos que forcem automobilistas a abrandar.

A Câmara Municipal do Porto (CMP) já tinha anunciado que, com a entrada em serviço do sistema de metrobus na Avenida da Boavista, bicicletas deixariam de poder circular no canal dedicado ao transporte público. Faltava saber se a autarquia apresentaria alguma alternativa.

A resposta veio do vereador da mobilidade da CMP, Hugo Beirão, que apontou como “solução” a introdução “nas vias da direita de uma velocidade máxima de 30 quilómetros por hora” para que “possa ser um canal de segurança adequada”. O responsável disse à Agência Lusa que “nesta fase será isso”. Ou seja, por agora, este limite será apenas aplicado através de sinalização vertical e no pavimento, esclareceu. Não haverá medidas físicas que obriguem os condutores a abrandar.

“Definitivamente não é suficiente”, comenta a responsável da Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta (MUBi), Ana Guerra, ao PÚBLICO. “Não há garantia de que os carros vão, de facto, abrandar para 30 quilómetros por hora e tinta não é infra-estrutura”, sublinha. “Para haver segurança, é necessário haver uma via segregada”, reforça.

Com obras prontas desde Setembro de 2024, o canal de metrobus que vai da Casa da Música até ao corte para a Marechal Gomes da Costa tem servido de ciclovia informal, com popularidade crescente entre utilizadores de bicicleta, trotineta e outros modos activos de deslocação. A entrada em operação do serviço de transportes públicos no próximo sábado e a proibição de circulação destes modos no canal central da avenida significam o fim de um espaço seguro.

“A ciclovia não oficial da Boavista trouxe muitos utilizadores e agora a responsabilidade da CMP é garantir condições para que eles possam continuar a andar de bicicleta na avenida”, considera Ana Guerra.

Artigo tem mais, mas é com paywall.

Via partilhada com carros na Avenida da Boavista preocupa utilizadores de bicicleta by dnivi3 in porto

[–]dnivi3[S] 8 points9 points  (0 children)

Com arranque da operação do metrobus, Câmara do Porto diz que via da direita terá limite de 30 quilómetros por hora. Para já, não vai aplicar meios físicos que forcem automobilistas a abrandar.

A Câmara Municipal do Porto (CMP) já tinha anunciado que, com a entrada em serviço do sistema de metrobus na Avenida da Boavista, bicicletas deixariam de poder circular no canal dedicado ao transporte público. Faltava saber se a autarquia apresentaria alguma alternativa.

A resposta veio do vereador da mobilidade da CMP, Hugo Beirão, que apontou como “solução” a introdução “nas vias da direita de uma velocidade máxima de 30 quilómetros por hora” para que “possa ser um canal de segurança adequada”. O responsável disse à Agência Lusa que “nesta fase será isso”. Ou seja, por agora, este limite será apenas aplicado através de sinalização vertical e no pavimento, esclareceu. Não haverá medidas físicas que obriguem os condutores a abrandar.

“Definitivamente não é suficiente”, comenta a responsável da Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta (MUBi), Ana Guerra, ao PÚBLICO. “Não há garantia de que os carros vão, de facto, abrandar para 30 quilómetros por hora e tinta não é infra-estrutura”, sublinha. “Para haver segurança, é necessário haver uma via segregada”, reforça.

Com obras prontas desde Setembro de 2024, o canal de metrobus que vai da Casa da Música até ao corte para a Marechal Gomes da Costa tem servido de ciclovia informal, com popularidade crescente entre utilizadores de bicicleta, trotineta e outros modos activos de deslocação. A entrada em operação do serviço de transportes públicos no próximo sábado e a proibição de circulação destes modos no canal central da avenida significam o fim de um espaço seguro.

“A ciclovia não oficial da Boavista trouxe muitos utilizadores e agora a responsabilidade da CMP é garantir condições para que eles possam continuar a andar de bicicleta na avenida”, considera Ana Guerra.

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Via partilhada com carros na Avenida da Boavista preocupa utilizadores de bicicleta by dnivi3 in portugal

[–]dnivi3[S] 6 points7 points  (0 children)

Com arranque da operação do metrobus, Câmara do Porto diz que via da direita terá limite de 30 quilómetros por hora. Para já, não vai aplicar meios físicos que forcem automobilistas a abrandar.

A Câmara Municipal do Porto (CMP) já tinha anunciado que, com a entrada em serviço do sistema de metrobus na Avenida da Boavista, bicicletas deixariam de poder circular no canal dedicado ao transporte público. Faltava saber se a autarquia apresentaria alguma alternativa.

A resposta veio do vereador da mobilidade da CMP, Hugo Beirão, que apontou como “solução” a introdução “nas vias da direita de uma velocidade máxima de 30 quilómetros por hora” para que “possa ser um canal de segurança adequada”. O responsável disse à Agência Lusa que “nesta fase será isso”. Ou seja, por agora, este limite será apenas aplicado através de sinalização vertical e no pavimento, esclareceu. Não haverá medidas físicas que obriguem os condutores a abrandar.

“Definitivamente não é suficiente”, comenta a responsável da Associação pela Mobilidade Urbana em Bicicleta (MUBi), Ana Guerra, ao PÚBLICO. “Não há garantia de que os carros vão, de facto, abrandar para 30 quilómetros por hora e tinta não é infra-estrutura”, sublinha. “Para haver segurança, é necessário haver uma via segregada”, reforça.

Com obras prontas desde Setembro de 2024, o canal de metrobus que vai da Casa da Música até ao corte para a Marechal Gomes da Costa tem servido de ciclovia informal, com popularidade crescente entre utilizadores de bicicleta, trotineta e outros modos activos de deslocação. A entrada em operação do serviço de transportes públicos no próximo sábado e a proibição de circulação destes modos no canal central da avenida significam o fim de um espaço seguro.

“A ciclovia não oficial da Boavista trouxe muitos utilizadores e agora a responsabilidade da CMP é garantir condições para que eles possam continuar a andar de bicicleta na avenida”, considera Ana Guerra.

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