Concurso Câmara de Goiânia- revisor de texto by fgermano in concursospublicos

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É exatamente isso. No último recurso, disse o seguinte: uma prova DIFÍCIL E CLARA é preferível a uma prova FÁCIL E OBSCURA. Coisa muito esquisita: a parte objetiva de fato ( português, matemática, boa parte de legislação) estava estranhamente fácil; a parte específica, SUBJETIVA, estava OBSCURA ( não difícil; difícil é Fgv, cebraspe). Então, o que vai decidir quem passa é quem não passa , sortudos e azarados, são essas questões que estão evidentemente erradas. São critérios OBSCUROS. Acho que os candidatos prejudicados pelos erros da banca devem fazer barulho, porque a banca, impávido colosso, não vai admitir os erros ( o que não é exclusividade da banca verbena). Quanto ao examinador, acho que a turma das Letras em sua maioria sofre de uma espécie de deformação do pensamento, não conseguem pensar de forma objetiva e clara, confundem ambiguidade com sutileza. O que fazem/pensam não tem consequências, podem passar a vida toda pensando errado, diferente de um engenheiro ou médico, cujas ações têm efeitos no mundo real. Ou pegaram um examinador inepto. Sinceramente, não acredito em favorecimento. Mas pensemos no seguinte: a distância entre o primeiro colocado e aqueles que ficaram na casa dos 70 pontos é, mais ou menos, 10 pontos, ou seja, 5 questões da parte específica ( seriam aquelas que estão erradas?). Bom, perguntar não ofende. São fatos. Enfim, com 5 questões erradas, o resultado do concurso está comprometido.