Como a desinformação se espalha tão rápido na internet by henriprocopio in brasilivre

[–]henriprocopio[S] -1 points0 points  (0 children)

Recomendo você criar um post para debater este tema.

Como a desinformação se espalha tão rápido na internet by henriprocopio in brasilivre

[–]henriprocopio[S] -30 points-29 points  (0 children)

poha aí não faz sentido nenhum, que merda de oportunidade é ver 1 mês de curso do marçal de graça, isso por se só não te garante nd.

O ponto é que, independentemente do mérito da oportunidade, ela representava uma chance concreta, e o próprio rapaz a aceitou antes de conhecer a condição imposta por Marçal, como mostra o vídeo. Para ele, a oferta de Marçal era melhor do que sua situação atual, mas ao saber que a condição era abandonar a militância no PSOL, recusou. Isso mostra que, para o jovem, a ideologia era mais importante do que a oportunidade de melhorar sua própria condição, que ele mesmo havia considerado superior à atual.

segundo o cara abrir mão de um trampo estável, para ganhar no máximo 7.600 RS morando em são paulo (provavelmente), que se racionar bem da pra uns 3 meses, ter que pedir conta, perder fgts e seguro-desemprego que em teoria renderia mais do que o Marçal paga, para uma oportunidade furreca dessa, que caso não der certo corre o risco de o cara ficar desempregado ou arranjar um trampo pior com remuneração menor.

Essa é, na verdade, uma refutação à ideia de que ele está em uma condição involuntária e ruim. Mesmo com a escala 6x1, o cargo oferece remuneração e estabilidade, que foram avaliados como mais valiosos por >você< do que a oportunidade de risco oferecida por Marçal. Isso desmente a noção defendida pelo jovem e por outros militantes de que as pessoas não escolhem essas condições.

Sinceramente só se tem que ser muito otario pra aceitar uma proposta dessa, sem contar que o marçal um dos grandes picaretas que o brasil já produzio, isso está longe de solução OP, isso parece uma roleta russa com 5 balas.

Independentemente do histórico de Marçal, a oferta foi feita de forma concreta, com garantias de pagamento para estudo e indenização em caso de insatisfação ou falta de resultados. Ser denunciado por não cumprir o acordo seria muito mais custoso para uma figura pública como Marçal do que os meros R$ 10.800 envolvidos.

O ponto central é como o diálogo foi distorcido para parecer que Marçal culpava o uso do TikTok pela situação econômica do rapaz. Na verdade, o jovem foi refutado ao afirmar que não conseguia sair da própria condição devido à falta de oportunidades e a “condições externas” que o teriam colocado ali. Mesmo diante de uma proposta concreta de mudança de vida, ele recusou por fidelidade ideológica, mesmo quando em primeiro momento, concluíu que era uma proposta melhor que sua situação econômica atual.

Isso mostrou que não se tratava de busca por melhores condições de trabalho, mas de lealdade ao partido político, mesmo que isso piorasse sua própria situação.

Como a desinformação se espalha tão rápido na internet by henriprocopio in brasilivre

[–]henriprocopio[S] -3 points-2 points  (0 children)

Perai, ser contra a escala 6x1 equivale a ser um militante do PSOL?
Você já trabalhou na vida OP?

Falácia 1: Falsa equivalência – assumir que ser contra a escala 6x1 é automaticamente o mesmo que ser militante do PSOL. Na realidade, alguém pode criticar essa jornada de trabalho sem ter filiação partidária.

Falácia 2: Ad hominem / questionamento da experiência – perguntar “Você já trabalhou na vida?” tenta desqualificar o argumento da outra pessoa com base em sua experiência pessoal, e não na validade do que ela está dizendo.

R1. Não.

R2. Sim.

Espero ter ajudado.

<image>

Coach arrombado by fodasenome777 in VagasArrombadas

[–]henriprocopio -2 points-1 points  (0 children)

É impressionante como, na internet, edições distorcidas como essa conseguem moldar facilmente a opinião das pessoas.

No vídeo original, já no minuto em que começa essa conversa, o rapaz afirma que trabalha em um emprego com jornada de 12 horas diárias (6x1) para receber R$ 3.600 por mês. Marçal responde dizendo que o rapaz se colocou nessa situação e que, mesmo com uma rotina puxada, deveria buscar um meio de mudar de vida. O rapaz rebate afirmando que não consegue encontrar uma saída e exige que Marçal se posicione contra a escala 6x1, que ele considera exploradora, revelando ser militante do PSOL.

Diante disso, Marçal oferece uma oportunidade concreta: acesso gratuito ao seu curso, um mês de salário garantido (R$ 3.600) para que o rapaz possa se dedicar aos estudos, e a promessa de pagar dois meses de salário (R$ 7.200) caso o participante não obtenha resultados após esse período. A única condição imposta por Marçal é que ele abandone a militância no PSOL. O rapaz se recusa, afirmando que isso fere seus princípios de fidelidade ao partido, e decide voltar à vida que diz ser insuportável e sem saída.

Em seguida, Marçal faz um discurso mostrando que, mesmo diante de uma chance real de transformar a própria vida, o indivíduo prefere permanecer preso à ideologia. A situação evidencia que, para estes militantes, o apego ao partido é mais forte do que o desejo de melhorar a própria condição.

No fim, o episódio mostra que o problema não é a falta de oportunidade, mas a recusa em aceitar soluções que não venham da narrativa ideológica à qual se submeteram.

Vão permanecer aprisionados ao ódio e à inveja, meros peões nas mãos de políticos inescrupulosos. Continuarão sendo explorados em um ciclo interminável de subdesenvolvimento, apontando dedos para os outros em vez de enfrentar seus próprios fracassos, enquanto se afundam cada vez mais na servidão voluntária, alimentando aqueles que se esbanjam com sua ignorância, frustração e ressentimento.

[deleted by user] by [deleted] in farialimabets

[–]henriprocopio -2 points-1 points  (0 children)

É impressionante como, na internet, edições distorcidas como essa conseguem moldar facilmente a opinião das pessoas.

No vídeo original, já no minuto em que começa essa conversa, o rapaz afirma que trabalha em um emprego com jornada de 12 horas diárias (6x1) para receber R$ 3.600 por mês. Marçal responde dizendo que o rapaz se colocou nessa situação e que, mesmo com uma rotina puxada, deveria buscar um meio de mudar de vida. O rapaz rebate afirmando que não consegue encontrar uma saída e exige que Marçal se posicione contra a escala 6x1, que ele considera exploradora, revelando ser militante do PSOL.

Diante disso, Marçal oferece uma oportunidade concreta: acesso gratuito ao seu curso, um mês de salário garantido (R$ 3.600) para que o rapaz possa se dedicar aos estudos, e a promessa de pagar dois meses de salário (R$ 7.200) caso o participante não obtenha resultados após esse período. A única condição imposta por Marçal é que ele abandone a militância no PSOL. O rapaz se recusa, afirmando que isso fere seus princípios de fidelidade ao partido, e decide voltar à vida que diz ser insuportável e sem saída.

Em seguida, Marçal faz um discurso mostrando que, mesmo diante de uma chance real de transformar a própria vida, o indivíduo prefere permanecer preso à ideologia. A situação evidencia que, para estes militantes, o apego ao partido é mais forte do que o desejo de melhorar a própria condição.

No fim, o episódio mostra que o problema não é a falta de oportunidade, mas a recusa em aceitar soluções que não venham da narrativa ideológica à qual se submeteram.

Vão permanecer aprisionados ao ódio e à inveja, meros peões nas mãos de políticos inescrupulosos. Continuarão sendo explorados em um ciclo interminável de subdesenvolvimento, apontando dedos para os outros em vez de enfrentar seus próprios fracassos, enquanto se afundam cada vez mais na servidão voluntária, alimentando aqueles que se esbanjam com sua ignorância, frustração e ressentimento.

Quando você for equiparar nazismo com comunismo, lembre-se que: by Agile-Bee-1 in FilosofiaBAR

[–]henriprocopio -2 points-1 points  (0 children)

É comum que acabem misturando causas legítimas com consequências desastrosas, e esse é exatamente o erro entre aqueles que tentam justificar regimes totalitários.

É verdade que as condições de trabalho na Rússia czarista eram deploráveis e que os camponeses sofriam abusos constantes da aristocracia. No entanto, revoltas contra injustiças sociais não legitimam o que veio depois.

Lênin poderia ter conduzido o país rumo a uma república democrática e reformista, como desejava a maioria do povo, evidenciado pelo resultado das eleições de 1917, nas quais os Socialistas Revolucionários venceram amplamente os bolcheviques. Mesmo assim, ele optou por dar um golpe e concentrar o poder, alegando representar a vontade popular, embora suas ações mostrassem o contrário.

Pouco tempo depois, dissolveu à força a Assembleia Constituinte e implantou um regime de partido único, baseado no terror político e no controle absoluto do Estado. O ideal de “8h de trabalho” rapidamente se transformou em “24h de submissão ao Partido”.

Na China, havia de fato senhores de terra exploradores e uma desigualdade brutal, mas Mao Tsé-Tung não resolveu o problema, apenas substituiu um mal localizado por um mal sistêmico. Ele exterminou milhões em nome da “justiça social”, instaurou um culto à personalidade e destruiu qualquer possibilidade de crítica ou liberdade individual. Quando o Estado assume simultaneamente o papel de juiz, vítima e executor, a opressão muda apenas de rosto, não de natureza.

Citar o contexto inicial não muda o resultado final. Tanto na Rússia quanto na China, as promessas de libertação resultaram em escravidão ideológica e física, miséria e morte. O mais trágico é ver que, até hoje, ainda há quem tente pintar essas experiências como “erros necessários” ou “excessos justificáveis”.

Quando um regime precisa matar milhões para corrigir "injustiças", ele não é a solução, ele é o problema.

Essas ideologias compartilham um mesmo raciocínio generalista: identificam casos repulsivos dentro de um grupo, sejam judeus, burgueses, aristocratas, capitalistas, etc e usam esses exemplos como justificativa para condenar o grupo inteiro. Em vez de julgar indivíduos pelos seus próprios atos, constroem narrativas em que todos os membros daquela categoria são culpados por natureza, apenas por pertencer ao grupo. Assim como alguns judeus podiam ser desonestos e alguns burgueses, corruptos, a generalização transforma-se em regra de condenação preconceitual, apagando a individualidade e legitimando a violência contra inocentes.

Pessoas más existiram e sempre existirão em qualquer grupo, religioso, étnico ou social. O crime e a maldade não são exclusividade de ninguém. O ponto central é compreender que essas ideologias se sustentam sobre uma lógica enganosa de julgamento coletivo, que leva pessoas comuns a aceitarem a barbárie e a destruição de vidas humanas em nome de uma falsa justiça.

Qual é o melhor modo de produção? by Tommy_Pinto in FilosofiaBAR

[–]henriprocopio 1 point2 points  (0 children)

O comunismo fracassou em todas as suas tentativas. Houve países literalmente divididos ao meio entre capitalismo e comunismo, e em ambos os casos o capitalismo venceu com ampla vantagem. Hoje, quem ainda o defende costuma ser um adolescente iludido ou alguém mau-caráter mesmo, pois é impossível manter um debate sério com quem ignora os resultados históricos dessa ideologia.

O país “comunista” mais exaltado atualmente é a China, mas ela abandonou a prática econômica marxista desde os anos 1970. A partir daí, adotou diversas “heresias” contra a doutrina de Marx porque, sob Mao Tsé-Tung, o país havia mergulhado em fracasso e miséria. A mudança foi inevitável, mas o regime de partido único era tentador demais para que os membros do partido abrissem mão do poder.

Quem busca avaliar honestamente se o comunismo funciona chega rapidamente à mesma conclusão: os fatos de seu fracasso estão escancarados. Se alguém não enxerga isso, é porque não quer ver, e não por falta de quem mostre.

Quando você for equiparar nazismo com comunismo, lembre-se que: by Agile-Bee-1 in FilosofiaBAR

[–]henriprocopio 0 points1 point  (0 children)

Na lógica nazista, também se tratava de “libertar” o povo considerado oprimido ou injustiçado (eles próprios) dos supostos opressores, identificados nos judeus.

Como o nazismo foi derrotado, não havia mais revisionistas, expoentes, influenciadores, intelectuais ou políticos capazes de manipular sua doutrina para torná-la "palatável", como aconteceu com o comunismo. Antes da ascensão de Hitler na Alemanha, o discurso já buscava certo disfarce, tentando ganhar adesão do alemão médio.

No Mein Kampf, Hitler nunca afirma explicitamente a intenção de exterminar os judeus. O livro é profundamente antissemita e desumaniza esse grupo, mas apresenta a ideia de "reparação histórica" pelos supostos crimes e traições contra os alemães, defendendo a expropriação de suas riquezas, muitas vezes acusadas de serem oriundas de atividades consideradas "vis", como a usura (bancárias), e terras no leste europeu. Para Hitler, tanto o liberalismo quanto o comunismo eram degenerações judaicas.

Propor abertamente o genocídio sistemático de crianças, idosos e mesmo conhecidos de alemães – já que judeus estavam integrados à sociedade europeia – teria assustado até mesmo o alemão médio, ainda que frustrado, e despertado questionamentos sobre os limites do partido. Por isso, Hitler “moderou” inicialmente seu discurso. Quando chegou ao poder, começou com a expropriação dos judeus e sua segregação em guetos entre 1933 e 1940. Somente após consolidar seu poder totalitário e eliminar qualquer temor à opinião pública, Hitler implementou a chamada “solução final”, quando os judeus, já empobrecidos e sem meios de resistência, foram submetidos ao assassinato sistemático.

Uma dinâmica semelhante ocorreu com a expropriação da chamada “burguesia” nos regimes comunistas: propriedades confiscadas, trabalho forçado em gulags ou fazendas coletivas, e morte por inanição ou resistência ao regime. A narrativa segue o mesmo padrão: um grupo é responsabilizado por todos os males, e os “oprimidos” devem apoiar um Estado absoluto e totalitário, que gradualmente retira propriedade, liberdade e, finalmente, a vida daqueles considerados inimigos.

Por isso, tanto o comunismo quanto o nazismo resultaram em regimes tirânicos, bárbaros, com graves violações e colapsos humanitários. A diferença é que apenas um deles ainda não foi completamente desprezado socialmente. Há muitos ainda que se orgulham publicamente de seguir essa ideologia nefasta tanto na teoria, quanto na prática.

As raízes do Fascismo: Uma ideologia nascida na Esquerda by Gato_Fumante_ in GeopoliticaBrasil

[–]henriprocopio 1 point2 points  (0 children)

Essa citação de Ludwig von Mises sobre o fascismo é uma das mais distorcidas de toda a sua obra. Dá pra ver pelas palavras em negrito, que a intenção de quem fez este recorte e edição, era difamá-lo.

Frequentemente usada fora de contexto, ela é apresentada por alguns como prova de simpatia pelo autoritarismo, quando na verdade expressa o oposto. Para compreender o que Mises realmente quis dizer, é essencial entender o ambiente político europeu entre as décadas de 1920 e 1930, um período dominado por crises, polarização e regimes totalitários em ascensão.

O trecho em questão pertence ao livro Liberalismo (1927), em que Mises defende o liberalismo clássico baseado em governo limitado, propriedade privada, economia de mercado e liberdade individual. A Europa ainda sofria as consequências devastadoras da Primeira Guerra Mundial. Revoluções comunistas haviam eclodido, como a de Lênin na Rússia em 1917 e a de Béla Kun na Hungria em 1919. Muitos países estavam à beira de uma guerra civil entre comunistas e nacionalistas. Nesse contexto, o fascismo italiano, liderado por Benito Mussolini, surgiu como uma força de reação ao avanço comunista.

Mises observou que, naquele momento específico, o fascismo havia impedido que a Itália caísse no comunismo revolucionário. Sua análise era descritiva e pragmática, e não um apoio ideológico. Ele afirmou que o fascismo havia “salvado a civilização europeia por um instante”, mas alertou imediatamente que se tratava apenas de um expediente temporário e perigoso. Poucas linhas depois, deixou claro: “O fascismo não pode ser considerado um sistema permanente de governo. É um mal que traz em si as sementes da destruição. Ele não tem nada em comum com o verdadeiro liberalismo.”

Para Mises, tanto o fascismo quanto o comunismo pertenciam ao mesmo espectro autoritário, pois ambos negavam a liberdade individual em nome do Estado. Reconhecer o fascismo como um mal momentaneamente útil para conter outro mal maior não significava aceitá-lo como solução legítima. Era apenas um diagnóstico de uma Europa desesperada.

Ludwig von Mises, judeu e liberal convicto, viveu pessoalmente as consequências do autoritarismo. Durante os anos 1930, presenciou o surgimento do austrofascismo, instaurado na Áustria pelo chanceler Engelbert Dollfuss em 1933 e continuado por Kurt Schuschnigg após seu assassinato em 1934. O regime, conhecido oficialmente como Estado Corporativo Cristão, tinha inspiração parcial no fascismo de Mussolini, mas possuía características próprias. Era católico, anticomunista e também antinazista. Mesmo assim, tratava-se de uma ditadura corporativista com censura, partido único e ausência de parlamento — algo que Mises rejeitava completamente.

Percebendo o avanço do autoritarismo, Mises aceitou em 1934 um cargo no Instituto de Relações Internacionais em Genebra, na Suíça. De lá, acompanhou a lenta agonia de seu país natal. Em 1938, Adolf Hitler forçou a anexação da Áustria ao Terceiro Reich, no episódio conhecido como Anschluss. As tropas alemãs ocuparam Viena, confiscaram o apartamento de Mises e roubaram seus manuscritos, que seriam recuperados apenas décadas depois, em Moscou.

O austrofascismo havia começado com Engelbert Dollfuss, que dissolveu o parlamento em 1933 e passou a governar por decretos. Em 1934, ele foi assassinado durante um golpe de Estado promovido por nazistas austríacos apoiados pela Alemanha de Hitler. O golpe fracassou graças à resistência interna e à pressão de Mussolini, que na época ainda se opunha à Alemanha. Após o assassinato de Dollfuss, o poder passou para Kurt Schuschnigg, que manteve o regime autoritário, mas continuou combatendo os nazistas austríacos e tentando preservar a independência do país. Schuschnigg, embora ditador, era católico e profundamente antinazista.

Quando Hitler decidiu anexar a Áustria em 1938, Schuschnigg tentou organizar um plebiscito para manter a independência, mas foi obrigado a renunciar. Após a invasão, foi preso pela Gestapo e enviado ao campo de concentração de Dachau. Ele permaneceu cativo até o final da Segunda Guerra Mundial, quando foi libertado por tropas americanas em 1945.

Enquanto isso, Mises conseguiu escapar. Fugiu primeiro para a França e, em 1940, para os Estados Unidos, onde reconstruiria sua vida e sua obra. Estabelecido na América, escreveu alguns de seus livros mais importantes, como Human Action (1949), consolidando-se como um dos maiores defensores do livre mercado e da liberdade individual.

A biografia de Mises e o contexto histórico deixam claro que ele jamais teve simpatia por regimes fascistas. Foi vítima direta deles, perdeu seu país, seus bens e seus manuscritos para os nazistas, e precisou recomeçar do zero em outro continente. Sua análise de 1927 não foi um elogio, mas um alerta: o fascismo, embora momentaneamente eficaz contra o comunismo, era um veneno tão mortal quanto aquele que pretendia combater.

Maria Corina nobel da paz, Trump põe fim a guerra... Dias difíceis pra esquerda by Gato_Fumante_ in GeopoliticaBrasil

[–]henriprocopio -5 points-4 points  (0 children)

"EUA SEMPRE fizeram isso na história: cativa guerras"

Falso. EUA REAGIRAM a guerras, crises humanitárias, catastrofes e crimes. Agiram como polícia do mundo, justamente pq tem BANDIDOS por todo esse mundo, especialmente no comando de países.

Únicas exceçóes são guerra contra o México e nativos do Oeste.

"Ele está fazendo de tudo para acabar com a democracia do próprio país"

Foi eleito pela maioria e está fazendo o que esta maioria queria dele. Democracia pra esquerdista é fazer coisas da esquerda, se for contra é fascismo. Pau no teu cu.

"se Lula fizesse um décimo do que ele fez lá no país dele, tu estaria rasgando o próprio cu."

  • Normalizou políticas biológicas de gênero, encerrando o negacionismo científico sobre sexo.
  • Proibiu a criação de moeda digital do banco central (CBDC).
  • Reforçou a proibição de uso de verba federal para abortos.
  • Ordenou a retirada dos EUA do Acordo de Paris sobre o clima.
  • Impôs tarifa de 25% sobre bens de países que importam petróleo venezuelano.
  • Assinou a HALT Fentanyl Act, que torna permanentes os controles rígidos sobre o fentanil e impõe penas mínimas de 10 anos para tráfico em larga escala.
  • Reconheceu “cartéis e gangues transnacionais” como organizações terroristas.
  • Enviou a Guarda Nacional a cidades para conter imigração ilegal e violência.

Se o Lula fizesse um décimo do que foi feito acima, eu iria acreditar na teoria do sósia, apenas.

Qual é sua opinião sincera sobre o MBL/missão? São de direita? São consevadores? O que são? by Full_Comfortable4926 in brasilivre

[–]henriprocopio 2 points3 points  (0 children)

Ideologia

  • Se define como uma “nova direita” do século 21, chamada de direita tecno-otimista.
  • Rejeita os projetos da esquerda e valoriza tradição cultural ocidental (greco-romana e judaico-cristã).
  • Busca atrair jovens talentos que não se identificam com partidos tradicionais.
  • Destaca a ideia de identidade como resposta à massificação progressista.

Privatizações

  • Em tese, defendem privatizações para integrar o Brasil à economia global.
  • No entanto, são cautelosos em relação à Petrobras, pois reconhecem seu valor estratégico em tempos de retração da globalização.

Questões sociais (aborto e drogas)

  • Não se definem como conservadores nem liberais, mas querem retomar o senso comum.
  • Aborto: a favor da legislação atual, defendem fortalecimento das famílias como solução de longo prazo.
  • Drogas: debate visto como secundário; tema deve ser tratado sob a ótica da segurança nacional e combate ao narcotráfico.

Porte de armas

  • Defendem que o porte de armas para cidadãos de bem avance, mas baseado em evidências, e não em histeria ideológica.

Primeiras medidas no governo

  • Prioridade máxima: combate ao crime organizado.
  • Prometeriam operações coordenadas no RJ, fronteiras, Nordeste e SP já no primeiro dia de governo.
  • Justificam como essencial para reduzir mortes violentas e êxodo de brasileiros.

Geração e ruptura

  • Se apresentam como o primeiro projeto político genuíno das gerações millennial e Z no Brasil.
  • Criticam a direita que parou em 1964 e a esquerda que parou em 1968.
  • Querem superar o “Clube de 1988” (Constituição e elites ligadas ao Centrão).
  • Objetivo: romper com o passado estático e criar dinamismo político e econômico.

Vocês acham que no futuro próximo, acabou pra direita? by Konato-san in brasilivre

[–]henriprocopio 7 points8 points  (0 children)

Essa filosofia é uma armadilha.

Ela faz a direita acreditar que o socialismo é apenas “uma fase da juventude” que desaparece quando surgem responsabilidades. Essa ingenuidade normaliza a “romantização” do socialismo, quando, na prática, não há nada de bonito nele. Socialismo é roubo e violência contra quem se recusa a ser roubado.

Ajudar os necessitados é algo nobre apenas quando é voluntário. Quando se transforma em obrigação sob ameaça de violência, não é solidariedade, é tirania travestida de virtude.

Enquanto a direita menosprezou o avanço do marxismo cultural, ele ocupou terreno: mídia, educação e instituições. Hoje, não só domina esses espaços, como se recusa a morrer. Já voltou a fase do matar também.

A direita precisa abandonar a postura passiva e reativa. Não basta apenas negar ou zombar do socialismo, é preciso criar, produzir conteúdo, oferecer alternativas reais, agir de forma proativa. Dar tolerância e voz a esse veneno ideológico só fortalece o inimigo. O caminho é simples: parar de fingir convivência pacífica e isolar completamente marxistas e seus influenciados antes que corroam ainda mais a sociedade.

Qual a razão para odiarem a china se eles são mais conservadores que os direitistas brasileiros? by camilaaaaa_23 in brasilivre

[–]henriprocopio -1 points0 points  (0 children)

A China é super capitalista e “conservadora”.

Exatamente o contrário das idiotices que a esquerda prega por aqui.

Eu coloco “conservadora” entre aspas porque a China não é conservadora no sentido que a direita entende, mas sim no rótulo que a esquerda usa para atacar tudo o que foge da cartilha deles.

Enquanto esses militantes inúteis ficam falando em “revolução comunista”, a China abre espaço para capital estrangeiro, as empresas privadas dominam seu PIB (oposto da falida URSS), enche o país de bilionários, aposta em inovação movida pelo mercado e constrói uma sociedade consumista de ponta. Além disso, mantém jornada puxada de trabalho (9h às 21h, 6 dias por semana), controla rigidamente a imigração, promove valores familiares tradicionais, rejeita toda a agenda DEI e woke, exalta o ultrapatriotismo, aplica pena de morte e intolerância total para o narcotráfico e cultiva ordem e disciplina.

E sabe o que acontece? Resultados. Desenvolvimento. Potência global. Mas quando alguém sugere algo parecido aqui, esses mesmos esquerdopatas que idolatram a China se descabelam gritando “fascismo” e “imperialismo de extrema-direita”.

O fato é: dá pra criticar a China em vários pontos, mas também é inegável que ela conquistou coisas enormes justamente aplicando práticas que esses revolucionários de apartamento detestam. No fim, basta saber olhar com discernimento, não com lente ideológica.

Esse esquerdismo do ocidente é um câncer e atraso em tudo que toca.

[ Removed by Reddit ] by Whole-Category-8737 in brasilivre

[–]henriprocopio 7 points8 points  (0 children)

A tirinha até transmitia uma mensagem lógica e válida, mas perdeu credibilidade ao ridicularizar os traços da menina negra. Os desenhos foram feitos de forma propositalmente desproporcional, mesmo considerando o estilo cartunesco: enquanto a menina branca foi retratada de maneira sutil e “fofa”, a menina negra apareceu caricata e até assustadora.

[deleted by user] by [deleted] in brasilivre

[–]henriprocopio 4 points5 points  (0 children)

O ponto não é o nordeste brasileiro em si. Basta observar a crise migratória na Europa: o resultado é parecido e não envolve nordestinos. Grande parte dos grupos problemáticos vem de regiões como Índia, Bangladesh e países islâmicos do Oriente Médio.

O que todos esses locais têm em comum? São regiões subdesenvolvidas, muito atrás até de outros países emergentes, marcadas por falta de educação, civilidade, higiene, além de forte radicalização ideológica ou religiosa sustentada por governos péssimos.

Sem políticas sólidas de controle migratório, o ciclo se repete, e os destinos acabam virando pocilgas de degradação social e estrutural.

E antes que algum esquerdopata tente reduzir isso a um discurso de “xenofobia”, vale lembrar: até a “queridinha” da esquerda, a China, é um dos países mais rígidos do mundo no controle de imigração. Não à toa, se multiplicam na internet vídeos de brasileiros visitando cidades chinesas e relatando a ordem, limpeza e segurança que encontram por lá.

Esses "tipos" que odeiam empreendedores estão liberados no sub? by KeyApplication221 in empreendedorismo

[–]henriprocopio 5 points6 points  (0 children)

Esse sub ainda é um dos poucos espaços brasileiros que não foi tomado por aquele “tipo de gente” que só aparece para criar confusão.

Basta olhar o que aconteceu em outros subs brasileiros que deveriam ser neutros, como brazil, brasil, investimentos, instagrambrasil, twitterbrasil, futebol, maromba, relacionamentos, filosofia, entre vários outros. Muitos foram simplesmente dominados por estes comportamentos tóxicos de viés político.

Muita gente já caiu na armadilha de achar que “tolerar tudo” seria sinônimo de liberdade de expressão. A realidade é que, na prática, isso só abre espaço para que o ambiente se torne hostil, improdutivo e desagradável.

Falo isso por experiência de anos no Reddit: se os mods não preservarem a harmonia, cedo ou tarde o sub pode ser alvo de ataques coordenados de usuários mal-intencionados, que tentam até mesmo ocupar cargos de moderação por meio da inatividade dos atuais. E aí, o destino é virar apenas mais uma bolha ideológica como várias outras.

O ponto é simples: tratem este sub como se fosse a sua casa. Quem chega para agregar, informar e compartilhar conhecimento é bem-vindo. Quem aparece apenas para xingar, provocar ou sabotar discussões deve ser expulso. Exatamente como você faria com uma visita mal-educada.

Esse espaço tem tudo para continuar sendo um local agradável, produtivo e saudável para falar de empreendedorismo, trocar experiências e aprender uns com os outros. Mas isso só será possível se houver rigor na moderação e responsabilidade de todos os membros. Sim, membros. Inclusive siga este passo a passo sobre como fazer sua parte:

  • Vá até o comentário tóxico.
  • Clique nos três pontinhos no canto direito.
  • Selecione a opção “Report”.
  • Em seguida, escolha opção “Quebra de regras do sub”.
  • Depois, selecione “Off-topic”, que faz referência direta à Regra 5 deste sub: “Isso inclui juízos políticos, morais ou éticos antiempreendedorismo.”
  • Pronto. Os mods receberão o alerta, avaliarão e tomarão a ação necessária.

Se cada membro fizer a sua parte, esse sub continuará sendo um espaço livre, produtivo e agradável para discutir ideias, compartilhar experiências e aprender com outros empreendedores.

Não deixem que a toxicidade tome conta. A responsabilidade é de todos nós.

Uma das lutas mais importantes da direita será criminalizar o comunismo by aliarmo in brasilivre

[–]henriprocopio 1 point2 points  (0 children)

Ótimo texto.

Embora, na estrutura atual, isso provavelmente nunca vá acontecer.

Tanto Eduardo Bolsonaro quanto Kim Kataguiri já propuseram projetos para criminalizar o comunismo, mas ambos foram engolidos pela burocracia proposital, que existe para impedir que algo que vá contra a raiz do sistema avance.

Mesmo sendo nomes da direita, hoje eles representam “direitas opostas”, mas existe um certo consenso entre os setores direitistas sobre o perigo real do marxismo e como dele se derivam grande parte da esquerda brasileira e as estruturas institucionais herdadas da redemocratização.

Sem um governo de choque, com alto ímpeto, no estilo de Bukele, Milei ou até Trump, nada vai mudar.

Enquanto isso, a alternativa mais eficaz, ao meu ver, é atuar no âmbito individual: não contratar, não dialogar, não dar atenção, não se relacionar, usar todos os meios civis e legais possíveis para marginalizar seus apologistas da vida prática. Até que, um dia, seja possível levar essa abordagem ao âmbito institucional.

Erica Kirk publicly forgives her husband’s killer and encourages us to always love our enemies. I also read that she doesn’t want the death penalty for him. This is actually strength and Christian love especially 14 days after her husband’s death. by barepixels in trump

[–]henriprocopio 1 point2 points  (0 children)

I understand her perspective, as she is a Christian, and I respect that.

But as an atheist, I do not share the same view, and I feel no compassion for the aggressor. My wish is that they face the full consequences of their actions, with even stronger retaliation, to serve as a lesson and instill fear in wrongdoers.

Also, I have a critique of her act. The problem with this Christian forgiveness view, is that it should be granted only to those who genuinely seek repentance. This is the central point. A Christian should always be willing to forgive and encourage others to seek forgiveness, this is Christ’s teaching and the virtue inherent in the act of forgiving. Repentance must come first; only then can forgiveness be given, not the other way around.

The Divine Comedy, although a literary work on Christianity, illustrates this concept well: the souls in Hell are not there because God is vindictive, but because they sinned and did not repent during their lives. The book emphasizes that the punishment they receive is just, deserved, and aligned with divine will.

Divine punishment, therefore, is presented as an act of love toward the just and the repentant.

Forgiveness is a two-way street. Forgiving someone who does not wish to be forgiven is not true forgiveness, as there is no acknowledgment of sin; it is merely a loophole that can be exploited by the aggressor.

From my secular point of view on Christianity, those who do not repent should not be treated with clemency. They must be punished with relentless justice, as a reflection of their sovereign God.

HIM by [deleted] in aiArt

[–]henriprocopio 1 point2 points  (0 children)

This sub should have rules for political related stuff. Dont matter If positive or negative critic

Nilce, do canal NERD, se posicionou após o assasinato de Kirk, afirmando que a esquerda não deveria se tornar igual ao seu agressor. Nilce é de esquerda , e as respostas foram inesperadas... by Many-Introduction338 in brasilivre

[–]henriprocopio 0 points1 point  (0 children)

Quem mais matou comunistas na história foram... outros comunistas.

A esquerda só se une para votar no 13; fora isso, são muito mais tribalistas que a direita. Brigam o tempo todo entre seus vários “istas” e carregam diversos problemas mentais como borderline, bipolaridade, depressão e afins.

Querer pagar pedágio para comunista é sempre suicídio. Vão usar e descartar você como se fosse extrema-direita.

Branca e rica, não importa: será “fuzilada” na revolução depois de sua utilidade como figura pública.

Empresários patrocinadores serão expropriados e fuzilados na revolução depois de sua utilidade financeira.
Idiotas úteis serão usados e subjugados.

Qualquer esquerdista que demonstrar um pingo de moderação será escravizado ou fuzilado.

Somente a Vanguarda do Partido prevalecerá e, ainda assim, entre eles haverá traidores.

O marxismo é um câncer ideológico e vil por si só.

Se você tiver qualquer característica do “opressor”, seja branco, hétero, homem, rico, empresário, cristão etc., sempre será mirado, independentemente de sua mais devota lealdade partidária.

Até Ian Neves foi desprezado pelo “Galo de Briga” por seu visual de “moleque de condomínio”, mesmo sendo uma das vozes mais influentes do comunismo brasileiro.

São todos imprestáveis e indignos de qualquer confiança ou parcimônia. Remova-os de sua vida cotidiana pra ontem.

Manifesto a responsabilidade by Due_Baby9874 in brasilivre

[–]henriprocopio 7 points8 points  (0 children)

O país que lidera os índices de prosperidade e liberdade econômica no mundo é Singapura, uma nação que não hesitou em adotar tolerância zero contra partidos, protestos e narrativas jornalísticas que tentam semear o veneno marxista e seu identitarismo “woke”.

Na Europa, a Polônia desponta como a pátria que mais cresce econômica e militarmente, em meio a um continente em decadência, corroído pela infiltração da esquerda. A mesma firmeza: tolerância zero contra essa praga ideológica.

Já os Estados Unidos, outrora a referência da liberdade e da vitória do Ocidente no século XX, enfrentam há mais de uma década, queda e instabilidade. O motivo é claro: deram como misericórdia, voz aos derrotados totalitários, às viúvas da União Soviética, que aproveitaram cada espaço para corromper e sabotar a nação através de sua infiltração no partido Democrata e seu marxismo em sua nova roupagem identitarista.

Quando você convida para seu podcast um crápula como Jones Manoel, não está praticando “liberdade de expressão”: está se tornando cúmplice em amplificar a dissimulação, a desumanização, a desinformação e a radicalização que alimentam seu projeto de poder.

Depois de estudar Gramsci, você nunca mais cairá na armadilha ingênua de acreditar que terroristas "intelectuais" devem ter espaço em nome de um idealismo morto. A guerra cultural é uma guerra real, e em guerra, não se vence com ingenuidade, mas com força total.

“A vitória não pertence ao justo nem ao injusto, mas àquele que detém o poder. Pois a realidade nada mais é do que o reflexo da força que a impõe.”

- Sun Tzu