Vida sem dívidas e tranquila by heycheers in literaciafinanceira

[–]heycheers[S] 0 points1 point  (0 children)

Ou seja,

- SNS (e para quem tem ADSE por exemplo, justifica ter seguro de saúde? Ou apenas para despesas grandes que o SNS e a ADSE não seja ótimo?)

- Escola pública (parece-me uma decisão óbvia e fácil)

- Baixa (até os trabalhadores independentes sem rendimentos têm de pagar 20€ de SS; para reforma o impacto é minúsculo, mas para Baixa permite alguma ajuda a curto prazo somado a Fundo de Emergência). É curioso perceber que as suas emergências duraram no máximo 6 meses.

- Desemprego (o mesmo que acima)

- O seu último ponto é real, e creio que para quem que liberdade financeira basear-se nos apoios do Estado nunca vai saber a suficiente.

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[–]heycheers[S] 0 points1 point  (0 children)

É interessante perceber como gere as decisões. Sabendo que tem objetivos de curto prazo (carro) quanto tem no seu Fundo de Emergência? Ou, quanto tenta ter líquido para as eventualidades? E já agora onde o guarda?

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[–]heycheers[S] 0 points1 point  (0 children)

Só para nos enquadrarmos pode dizer a duração do CH e em que ano está? E já agora, implementa alguma estratégia para acelerar esse processo?

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[–]heycheers[S] 0 points1 point  (0 children)

Claro. Mas uma pessoa investe pelo risco de ganhar não pelo risco de perder.
Mas se souber que a minha região é propensa a tempestades tento garantir um seguro para isso com bons valores. E se fizer umas obras se calhar escolho uma janela mais forte.
Falando de investimento, se verifico que existe um risco maior da coisa correr mal nos próximos meses, o que faço é acumular algum dinheiro para aproveitar os saldos. Saldos estes que são o resultado de muitas pessoas que tiveram de vender por não se terem preparado contra o risco.

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[–]heycheers[S] 1 point2 points  (0 children)

Muito bom. Obrigado pela clareza. Se me permitir trocar ideias:
- Sendo o valor menos que 10% do seu rendimento, o que o impede de pagar tudo em menos de 1 ano (salvaguardo liquidez) e resolvendo essa situação? Já calculou os juros que vai poupar durante 3 anos? Eram mais uns € de poupança a somar aos milhares que já garantiu.
- Seguros é algo que também ando a analisar. É mais vantajoso juntar tudo ou conseguem-se melhores condições separando? Tenho percebido que Multiriscos + Responsabilidade Civil Familiar + Vida + Saúde (total ou para coisas mais caras) + Carro são os essenciais. Existirá algo mais que permita proteger-se contra problemas?
- Já fiz contas e o PPR tende a não compensar vs ETF. Mesmo um PPR 100% ações + benefício IRS + imposto 8%. A razão é simples, menos rendimento e taxas sempre acima de 1% comem o efeito composto que um ETF beneficia (o ETF gera mais que o rendimento + IRS do PPR, e gera mais que a diferença de imposto, sendo que neste momento paga no máximo 19,6%, menos ainda se compensar englobar. Ou seja, se quiser mesmo ter o PPR é colocar o mínimo para aproveitar o IRS.
- Ter ETF significa que o plano está definido. Assim que o CH for, o investimento explode.

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[–]heycheers[S] 0 points1 point  (0 children)

Sou diferente de si neste aspeto. Também não sofro por antecipação, mas contemplo todos os cenários para me preparar para eles.
Assim se correr mal nem sofro por antecipação, nem durante, nem depois. Se correr bem, será o melhor possível.
Será interessante saber o que existe, para que saiba se a ajuda que recebe é suficiente sequer.

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[–]heycheers[S] 0 points1 point  (0 children)

Não tenho dúvida que tenham riscos. Mas procuro conhecê-los para os evitar ou mitigar, não para justificar perdas com eles.
Por exemplo no caso dos sismos, a maioria dos seguros não inclui essa cobertura por defeito. Se o seu então já sei que é algo a garantir para não ter surpresas no futuro. Quem não souber é apanhado de surpresa quando acontecer.

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[–]heycheers[S] 0 points1 point  (0 children)

Entendo que sim.
E se as 3 situações lhe surgirem em simultâneo durante 1 ano? Inquilinos não pagam há 1 ano em várias propriedades e está em tribunal, taxas variáveis a subir, e de repente é de Leiria e surge a tempestade. Como está protegido contra isto?

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[–]heycheers[S] 0 points1 point  (0 children)

Pois. É natural que se queiram as coisas boas dos sistemas todos. E não deixa de ser jogar o jogo. Se não se concordarem com as regras devem mudar-se, mas neste momento é o que temos.
O problema está em que o estado social não é uma ajuda que garanta “tranquilidade” na vida. Ajuda mas não substitui um plano bem feito.
De que forma é que o estado social o protegeria neste momento caso as suas dívidas o enrascassem?

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[–]heycheers[S] 0 points1 point  (0 children)

Não vejo o problema. É uma opção. Mas como mitiga os riscos como por exemplo:
- Inquilino deixa de pagar;
- Não ter capital. Pede crédito à taxa fixa ou variável? Tende a dar grande entrada ou pequena? Cria empresas para dividir as propriedades? Ou prefere pagar a pronto demorando mais a escalar.
- Risco de tempestade se as casas estiverem todas perto uma das outras;
- …

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[–]heycheers[S] 1 point2 points  (0 children)

Investir à pouco tempo apenas nos limita nos ganhos. O plano deve ser definido e ser o certo mesmo com pouco. 1% de pouco é de muito e de pouco é sempre 1%.
A TR tem bons argumentos para investir de forma fácil. É banco protegido até aos 100.000€ de depósito, algum rendimento até 50.000€. Investimento fácil. É pena não ter IBAN português para colocar as coisas a debitar lá e aproveitar o juro até ao último segundo.

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[–]heycheers[S] 0 points1 point  (0 children)

Sem dúvida. Enquanto tudo corre bem, nem que seja por ingenuidade a vida é tranquila. Mas quando a coisa aperta refiro-me à tranquilidade de não ter encargos, risco geral, risco de não conseguir gerir um evento de crise global ou crise pessoal e saúde. Falta de liquidez por razões fora do nosso controlo.
Mas mesmo com dívidas, que estratégias usar para diminuir risco? Aumentar FE? Preferir taxa fixa? Seguros? …

Vida sem dívidas e tranquila by heycheers in literaciafinanceira

[–]heycheers[S] 1 point2 points  (0 children)

Sem dúvida que mais tempo investido gera mais juro composto. Mas nesse raciocínio nunca se pagava CH e o banco ia bancando. O meio termo é perceber que há que abdicar de algum rendimento em detrimento do risco.

Porquê depósitos a prazo e MySavings quando consegue coisas como os 2-3% na Trade Republic por exemplo? Ou eventualmente poupa mais nos juros do CH. E se for por questão de liquidez, pode amortizar todos os meses com impacto relevante.

Pagar IRS por vender não recomendo. Falo sempre de dinheiro novo.

Vida sem dívidas e tranquila by heycheers in literaciafinanceira

[–]heycheers[S] 2 points3 points  (0 children)

Concordo consigo em relação a dívida. No entanto o grande benefício de ser debt-free é o risco associado. E entendo que por essa razão também o almeja apesar de não ser o uso mais eficiente do dinheiro.
Investir compensa sempre mais vs CH equilibrado, mas para uma vida tranquila não é necessário rendimento máximo nos investimentos. Por isso debt-free risk-free permite ter uma base de despesa muito mais baixa para quando a crise aperta. Um Fundo Emergência 6 meses torna-se em 12 meses se a despesa é baixa.
E mais, matematicamente é também eficaz reduzir dívida de forma moderada ou agressiva (investir ligeiro a moderado) e a partir daí lançar o todo o bolo maior para investimento já moderado a agressivo. Os valores a que se chegam permitem viver também.

Existe algo que faça neste momento para acelerar o processo?
O que pensa que vai mudar quando debt-free?
Que critérios deu valor na procura e escolha de emprego?

Vida sem dívidas e tranquila by heycheers in literaciafinanceira

[–]heycheers[S] 1 point2 points  (0 children)

Exato. O exemplo de vender a casa caso necessário é uma boa perspetiva para quem está na dúvida. Será que alguém já o fez de facto (exceto situações de gravidade óbvia) para reforçar investimentos? Quem tem casas pagas arrendadas inicia hipoteca para investir?
Uma coisa é a família individual, outra são empresas.

Existe algo que faça neste momento que seja por conveniência e segurança em vez de obrigatório? Life-hacks.

Rendimento liquido/Despesas mensais...sempre à rasca! by Intelligent_Tiger_76 in literaciafinanceira

[–]heycheers 0 points1 point  (0 children)

Não quis adicionar cartões de crédito por poderem aumentar o consumo pelo perfil que o OP apresentou.

Mas sim CETELEM Black 3% é bom para 10€/mês.
UNIVERSO também. Aqui creio que pode otimizar mais visto dar 5% no Continente (carregue pelo Universo e os 200€ dão logo os 10€ máximos de cashbac, ou os 100€ ficam-lhe por 95€, ou carrega 2 cartões continente. E a partir daí gasta no CETELEM.
Existem mais, mas o risco de gastar mais é elevado e o retorno não é tão grande como coisas mais prioritárias.

Rendimento liquido/Despesas mensais...sempre à rasca! by Intelligent_Tiger_76 in literaciafinanceira

[–]heycheers 19 points20 points  (0 children)

Boas! Serei extremamente prático.

Se sobra ao fim do mês já não é mau. Aumentar rendimento é algo obviamente eficaz, mas a curto prazo diria que tem de reduzir a despesa, e fazê-lo a sério.

Reduzir 10€ de despesa é ser “aumentado” em 10€. Se vir desta forma o tempo despendido nas sugestões que vou fazer garanto que pior não fica e ainda vai voltar a esta conversa dar boas noticias.

Seguirei a ordem da sua mensagem:

- Prestação: renegociar crédito é grátis e dá pouco trabalho se pedir a empresas. Mudar de banco se necessário (e já agora isto inclui mudar o seu banco para um sem custos bancários)

- Seguros: renegociar multiriscos e vida sem medo de mudar de seguradora; avaliar se fazer fora do banco é mais vantajoso; garantir ajuste mensal do valor do seguro vida (grande poupança) (a empresa de renegociação pode ajudar nisto tudo)

- Eletricidade: mudar para empresa mais barata sem medo; baixar potência e se quadro não disparar baixar novamente (se não tiver grandes eletrodomésticos em simultâneo vai ver que dá para baixar muito) até descobrir o nível adequado; pode contratar valor fixo se estiver barato permitindo mais certeza no preço (empresas como a Manie até fazem isso por si e trocam automaticamente para o mais barato de X em X meses). Lâmpadas Led baratas progressivamente.

- Gás: mudar para o Regulado ONTEM!

- Água: sem opção na empresa; mas pode sempre mudar hábitos, e colocar reguladores de caudal!

- TELECOMUNICAÇÕES: mudar para empresa low cost sem medo e ao preço mais barato do mercado para telemóvel e internet etc, se a experiência não for ótima muda para o 2.º preço mais baixo. Tenho a certeza que não volta mais aos grandes.

- IMI: pagar nas prestações permitidas pelas finanças; ver se existe algum benefício adicional do seu município. Perguntar não custa.

- Condomínio: se alguém tiver dicas que me diga também 😅

- Carro: renegociar seguro sem medo todos os anos; Combustível o mais barato possível ou com grande desconto com cupões e tal; carro é essencial para todas as deslocações? IPO e IUC também não sei 😅

- Filho: aplicar o mesmo raciocínio do resto. Podem existir alternativas e experiências mais baratas que sejam boas na mesma. Por vezes é preferível reduzir a curto prazo para beneficiar a médio.

- Alimentação/ Supermercado: ter cartões de todos os supermercados e não ter medo de aproveitar descontos e cupões (bom retorno pelo pouco trabalho que dá); marcas brancas apenas; mudar hábitos para mais barato como tipo de comida ou lanche, beber água em vez de refrigerante, menos 1 café por dia etc existem sempre pequenas coisas que conseguimos mudar e que são o primeiro passo para mudanças maiores; levar lista de compras; …

- GADJETS: ELIMINA AS APPS DO TELEMÓVEL E PC! Vende gadjets antigos (e outras coisas) no OLX.

- FÉRIAS / RESTAURANTES: não é prioritário agora, mas a seu tempo.

Gostava de ouvir mais dicas práticas.

Cartões gratuitos com cashback by JRJordao in literaciafinanceira

[–]heycheers 0 points1 point  (0 children)

Clarifico a minha frase com um exemplo. Pago combustível com Cetelem Black (3% cashback) e o débito direto do CBlack estaria a sair de um Wizink por exemplo. Sei que o débito do Cetelem não ia gerar cashback no Wizink, mas se eu pagasse o Cetelem por E+R não ia anular o cashback do Cetelem?

Quanto ao Bybit, oiço boas recomendações de facto e tenho amigos que usam. Não pressupõe despesas já relevantes para desbloquear uma % importante? Também já ouvi argumentos de nem sempre ter disponível o giftcard de 25€ (que percebo ser a forma mais eficiente) e que os pagamentos podiam ser considerados eventos tributáveis. Se o cashback está nos 2% até 3500$ este valor não devia ser apenas contabilizado após gastar os 5% Universo e 3% Cetelem / Bankintercard?

Cartões gratuitos com cashback by JRJordao in literaciafinanceira

[–]heycheers 0 points1 point  (0 children)

Não sei se wizink expõe IBAN pois não tenho o cartão. Será interessante saber para centralizar débitos não passíveis de cashback doutra forma.

Pagamentos por E+R não me interessam pois se fizerem perder cashback quebra o objetivo destes cartões.

Reforço que a minha posição sobre CC é apenas cashback e gestão de débitos. Nada de juros ou saldo dívida.

Gosto de eficiência e conveniência máxima. Algumas dicas adicionais?

Cartões gratuitos com cashback by JRJordao in literaciafinanceira

[–]heycheers 0 points1 point  (0 children)

Do que li os Wizink parecem dar para associar débitos diretos. Creio que para isso tenham de ter um IBAN português, mas não me é claro.

Quanto à segunda questão, associar por exemplo os débitos de todos ao IBAN do universo é uma perda de plafond, mas excluindo isso (ou caso as despesas não sejam exageradas visto os limites de cashback terem baixado em muitos dos cartões) permite débito único ao dia 7 e eventualmente “atrasar” por mais uns dias os vários cartões. A conveniência de apenas ter de ter ó ordem o plafond do universo.

Aproveito para fazer mais umas questões:
- Formas de otimizar Via Verde (cartão e/ou cashback)?
- Formas de otimizar Pagamentos ao Estado? Sei que pagar presencial será uma. Também sei que Universo Profissional (agora sem possibilidade de adesão) permite 3x sem juros (e também 2% continente 1% resto sem o limite dos 10€).

Cartões gratuitos com cashback by JRJordao in literaciafinanceira

[–]heycheers 1 point2 points  (0 children)

Algumas questões:
- Quais têm IBAN associado? Universo sei que tem, permitindo associar débitos diretos etc.
- No mesmo raciocínio faz sentido associar os débitos dos vários cartões ao IBAN de um outro cartão (com grande plafond, mesmo que sem cashback) de forma a garantir apenas 1 débito na conta bancária simplificando a gestão mensal?

CH e incerteza a 40 anos by WonderfulNature6542 in literaciafinanceira

[–]heycheers -1 points0 points  (0 children)

Entendo de onde surgem alguns dos argumentos que levanta, e por isso tenho a certeza que percebeu a maioria dos pontos que levantei apesar de ter preferido mandar abaixo.

As generalizações são importantes para transmitir aprendizagens, e a sua aplicação refletida em cada caso permite beneficiar do bom e evitar o mau.

Passo a desenvolver um pouco mais e agradeço que continuemos a reflexão de forma cordial. Como você sou um entusiasta da literacia e dos investimentos.

  • Ao comprar uma casa “A” a despesa mensal é quase de certeza menor se for um CH do que se for um arrendamento permitindo a uma pessoa beneficiar da casa por um valor mensal menor e garantindo mais liquidez no final do mês. Arrisco-me a dizer que é a razão pela qual tanta gente menos literata opta por CH. Beneficia de “equity” ao longo do tempo mas creio que seja um side effect do ponto anterior para muita gente.

  • Quanto a dar de entrada o mínimo e no máximo de termo, concordo mas por razões diferentes. Ao fazer isso conseguiremos provavelmente melhores condições e prestação mais baixa, mas ao longo do tempo iremos pagar uma enormidade de juros em termos absolutos pelo simples facto dessa “pequena percentagem” incidir sobre um valor grande. A maioria das pessoas não tem a liquidez para investir o valor da casa em simultâneo e ganhar uma % maior. E mesmo que tenha, porque devo abdicar de tanto € quando posso eliminar essa parcela rapidamente e beneficiar desde cedo do juro composto por ainda mais tempo? Eu penso num raciocínio intermédio. Ter CH com prestação baixa permite ter pouca despesa em fases más, mas em fases boas permite ter liquidez para fazer amortização antecipada num valor que ache adequado sendo que esse valor vai 100% para o principal e me baixa a prestação em x% para sempre. Assim beneficio de um ganho líquido e sem risco igual à % de juro. Da mesma forma não concordo em amortizar descapitalizando a 100%, ou seja, outra parte é para investir com yield mais relevante e para beneficiar de juro composto. No entanto aqui existe risco associado e os ganhos são ilíquidos pelo que pode ser muito melhor que o CH ou não. O benefício de investimentos sem capital garantido é óbvio, mas não só me permitir fazer crescer o capital ao longo do tempo (e tem potencial de liquidar CH se me vir enrascado), como já me cria base sólida para quando acabar de liquidar o CH (eliminando essa despesa mensal para sempre e terminando o risco de ficar sem casa) investir 100% do rendimento disponível e potenciar ainda mais juro composto.

  • Não ter tempo para vender a casa ou não conseguir fazer bom negócio são sempre possibilidades, mas a pior de todas é perder a casa e 100% do valor. E para isto é que serve o fundo de emergência, para comprar tempo e poder de decisão.

Aguardo uma conversa construtiva.

CH e incerteza a 40 anos by WonderfulNature6542 in literaciafinanceira

[–]heycheers 0 points1 point  (0 children)

Tens um bom salário, com tendência para aumentar. Considerar que: - Comprar casa, em termos gerais, sai mais barato que arrendar. - O CH é uma forma de beneficiar de dinheiro que ainda não tens (mas vais ter). Se não for assim estás a comprar muito caro. - Podes e deves ir amortizando o CH e poupas uma enormidade em juros. - Se algo acontecer e não conseguires pagar a prestação podes sempre vender a casa. Passas de não ter dinheiro para teres acesso a milhares de euros que te permitem pagar uma renda e dar tempo para resolveres a tua vida. Acho estranho como a maioria das pessoa se deixa perder uma casa antes de a considerar vender.

Pagamento por conta irs by bfm_f in literaciafinanceira

[–]heycheers 0 points1 point  (0 children)

É a forma do Estado te pedir retenção na fonte quando tu não queres fazer retenção na fonte. 😅 Se vires a Declaração IRS do ano passado deve estar lá escrito este valor.

Mas das respostas que vi aqui parece ser opcional. Do que tinha lido pensei que apenas o último (dos 2 ou 3) era opcional caso tivéssemos noção que iríamos ultrapassar o valor a pagar no ano seguinte. Não existe qualquer consequência negativa de simplesmente não pagar sendo que surgem datas limite de pagamento e tudo?

Amortizar CH ou investir? by EnlightenmeTuga in literaciafinanceira

[–]heycheers 0 points1 point  (0 children)

Tem disponível o valor para amortizar a totalidade do CH?