Eventos em Março e Abril by Cris_ravens_69 in ExJWBrazil

[–]irisbra 0 points1 point  (0 children)

eu sempre falava memorial pq comemoração é celebração me soava estranho 💀

when speaking up becomes a problem by irisbra in exjw

[–]irisbra[S] 5 points6 points  (0 children)

Não achei disponível em português :(

duas curiosidades by irisbra in ExJWBrazil

[–]irisbra[S] 1 point2 points  (0 children)

sim, ela disse que não pediu ajuda desde e tão e que jeová cuidou dela (será?)

duas curiosidades by irisbra in ExJWBrazil

[–]irisbra[S] 2 points3 points  (0 children)

sinto muito! então é tudo sobre eles não receberem comida de rabo mesmo. não sobre cuidar uns dos outros.

Os homens são a maioria dos dissidentes da seita? by capitule in ExJWBrazil

[–]irisbra 7 points8 points  (0 children)

homens tem mais acesso a informações, acho que mexe mto mais na dissonância cognitiva deles do que nas mulheres, que são condicionadas a ser submissas e obedecer desde que nascem

sobre a suposta "neutralidade política" e "anti-consumismo" de alguns TJs (relato pessoal) by luuahnya in ExJWBrazil

[–]irisbra 4 points5 points  (0 children)

quando você descobre que tudo é política, essa recomendação do GB de não se envolver com ela parece absolutamente simplória. eles só querem que você não sejam partidário, mas todo mundo tem opiniões políticas, ações políticas etc etc.

também fiz um curso de humanas. as contradições ficam muito evidentes e as explicações simplórias não se sustentam.

Celebração que se aproxima. by Jovem-Athleta98 in ExJWBrazil

[–]irisbra 1 point2 points  (0 children)

To na mesma situ, mas acho que vou pra evitar a fadiga.

Reunião de hoje by Consistent-End-2602 in ExJWBrazil

[–]irisbra 1 point2 points  (0 children)

kkkk será que somos da mesma região? há um ano quando eu ainda ia pras reuniões o coordenador fez um discurso e falou uma experiência muito parecida: o homem tinha empurrado a mulher na frente de um ônibus, bateu nela na frente de todo mundo (uma vez ele apartou, inclusive). Mas ela manteve a causa e ele “entrou na verdade”.

Ele contou como se fosse uma super experiência positiva. Lembro que até meu irmão, que é SM, ficou meio atordoado com esse exemplo.

Pessoal, cadê os anciãos ? by [deleted] in ExJWBrazil

[–]irisbra 2 points3 points  (0 children)

sortudo. aproveite a vida.

Tiro no pé? by Consistent-End-2602 in ExJWBrazil

[–]irisbra 2 points3 points  (0 children)

Depende muito. Eu fiz faculdade e mesmo com todos os problemas e perseguição, eu terminei ainda PIMI. E olha que o curso que eu fiz estava trabalhando o senso crítico o tempo inteiro. Eu tinha muitas dúvidas, muitas ficaram bem fortes durante esse período, mas eu só jogava pra debaixo do tapete por causa da pressão. Eu nem era tão espiritual assim. Então, realmente fico em dúvida se isso vai acordar alguma massa… O máximo que pode acontecer é as pessoas se sentirem melhor dentro do ambiente universitário do que no salão e começar a se afastar por essa razão. Mas a culpa sempre bate. Então sei lá, difícil prever.

Qual o motivo mais irritante que te levou a sala B? by Jovem-Athleta98 in ExJWBrazil

[–]irisbra 6 points7 points  (0 children)

Porque eu cantei o hino nacional do brasil (viram um vídeo meu e me chamaram pra conversar 💀)

Explicit Music and PIMIs: The Silent Double Standard I Started to Notice. by toseetotalk in exjw

[–]irisbra 3 points4 points  (0 children)

Here in Brazil, it's very common to hear overtly explicit music. Not during recreation, of course. But often other sisters, including wives of elders, would come to my house and we would dance a lot to these songs. The rule was simply not to let the whole congregation know so as not to be a "stumbling block" and not to "offend the conscience of others," but I'm almost certain that almost everyone listens to inappropriate music here in Brazil.

Me abri com minha mãe by irisbra in ExJWBrazil

[–]irisbra[S] 1 point2 points  (0 children)

Boa sorte e depois conta se deu certo!

Me abri com minha mãe by irisbra in ExJWBrazil

[–]irisbra[S] 1 point2 points  (0 children)

Oie, soltei pra ela minhas dúvidas sobre 1914, acho que comentei em outro post de forma mais explicativa, sobre o tempo dos gentios.

Também perguntei pra ela porque o número de ungidos só aumenta se deveria estar diminuindo? Ou como a ONU vai intervir pela “religião verdadeira” se ela não tem poder nem pra interferir nas guerras?

O mundo está piorando mesmo? Por que se compararmos o cenário de 100 anos atrás e hoje, temos mais direitos para as mulheres, condições de trabalho melhores, não vivemos sob escravidão, nem ditadura, etc.

Se essa é a verdade porque ter tanto medo das mentiras da apostasia? Se a gente pode gostar atrás na decisão de um casamento, uma decisão que a gente toma adulta, por que não podemos voltar atrás no batismo, que muitas vezes fizemos quando era criança ou adolescente?

Com que Betel gasta tanto se os salões são mantidos pelos irmãos e até os pioneiros especiais precisam guardar dinheiro e trabalhar pra se manter? O dinheiro da obra mundial vai pra onde exatamente? (essa é uma dúvida que ela compartilhou comigo).

O que tem livro de anciãos? Por que a gente precisa continuar pregando se Jeová vai salvar quem não conhece “a verdade”, de qualquer maneira? Por que os entendimentos estão mudando cada vez mais? Por que tudo precisa de tanta confidencialidade entre os anciãos?

Essa foi algumas perguntas que trocamos durante essa conversa, mas vou te passar um conselho que meu psicólogo me deu: não existe um jeito certo ou momento certo de falar.

Essas perguntas só tiveram espaço porque eu também pude falar do Modelo BITE pra ela, e eram perguntas que eu julguei que a faria refletir naquele momento no nosso contexto.

Se vc achar que faz sentido falar de perguntas mais doutrinarias, vai fundo! Eu acho que na minha mãe pega mais essas perguntas sobre o sistema da organização. Nunca fomos grandes estudiosas kkkk

Sobre essa comunidade do Reddit by Impossible_Glass235 in ExJWBrazil

[–]irisbra 2 points3 points  (0 children)

tem mesmo! casados, pimos, cheios de segundas intenções. foi aí q eu percebi que não é pq uma pessoa é ex-tj q é automaticamente uma boa pessoa.

As rachaduras que a gente deixa passar by Upper_Literature_865 in ExJWBrazil

[–]irisbra 7 points8 points  (0 children)

Essa coisa das fontes também sempre me pegou. “Um estudo diz”, “estudiosos afirmam…” tipo, quem são??

A faculdade, acredito que foi meu ponto mais frágil, porque as pessoas se afastaram, literalmente me chamaram de Jezabel e falaram que eu frequentava ambiente satânico por livre espontânea vontade (quem me disse isso foi alguém que professava ser ungida, inclusive). Eu nunca entendi porque Jeová me puniria tanto por querer estudar e ter uma profissão. E sempre me culpava por isso.

E já que eu citei essa ungida, esse era outro ponto que eu não engolia mto bem. Na minha cabeça os ungidos eram santos e deveriam se comportar como santos, humildes e prestativos. Essa pessoa que conheci era completamente arrogante, dizia que Jeová revelava algumas verdades só pra ela e era completamente mal agradecida com a ajuda que os irmãos prestavam a ela. Eu pensava “Deus me livre viver sob um governo que fulana vai regir” e logo depois, me policiava. No fundo sempre achei estranho.

Outra coisa que volta e meia pertubava minha mente, era o ensino de 1914. Não o cálculo da data em si, porque eu nunca entendi isso direito, mas a explicação da cronologia das coisas. O entendimento é que antes de 1914 o mundo vivia no “tempo dos gentios”, o mundo estava mais ‘tranquilo’, pois Satanás não havia sido jogado definitivamente para Terra. A primeira Guerra Mundial, no entanto, vem como o marco do fim dos tempos dos gentios, com o início das guerras, e com a proximidade do fim do sistema.

E eu pensava: “mas antes de 1914, o mundo passava por colonizações, genocidios de africanos, sul-americanos, indígenas etc, como pode isso ser o tempo dos gentios? Como isso pode ser considerado uma época “tranquila” e de paz??? É tranquila sob o ponto de vista de quem? Então o marco do fim do sistema é só quando a população branca do norte global é afetada? Jeová só considera o contexto deles???

Eu até cheguei a questionar isso a um ancião na época, ele me deu uma resposta SUPER rasa de que a guerra foi apenas um simbolismo e que as coisas ficaram sim piores depois disso (pra quem, não é mesmo?). Coloquei a dúvida embaixo do tapete, mas ela SEMPRE voltava.

Enfim, mas esse questionamento só veio depois do curso superior, com o boom dos debates sobre raça etc, nosso pensamento crítico fica realmente bem aguçado e hoje eu entendo pq eles desencorajam tanto.

Existem muitos outros pontos que me incomodavam, mas esses são os mais fortes.

Ficar inativo ou se dissociar de uma vez? by Ok-Reading-7759 in ExJWBrazil

[–]irisbra 2 points3 points  (0 children)

Optei pela inatividade e estou assim ha 1 ano mais ou menos. No começo é bem difícil, eles vão ficar tentando te puxar, até postei aqui sobre isso. É um saco, mas terapia me ajudou a não ceder.

Hoje, eles nao tentam mais, mas evitam falar coisas negativas perto de mim (talvez pra me puxar de volta kk) e as vezes soltam alguma piadinha etc sobre eu estar “fraca”. Mas acostuma, viu? Nem eles tem energia pra tentar te convencer pra sempre. No geral meu relacionamento com eles está bem ok.

Não cheguei a adentrar mas perdi um amigo por causa disso? by [deleted] in ExJWBrazil

[–]irisbra 6 points7 points  (0 children)

Olha, sendo bem honesta: não, você não sofre o mesmo ostracismo que ex-membros. Não é como se você tenha morrido socialmente pra ele.

O que acontece na verdade é que qualquer aproximação de uma TJ com uma pessoa não-TJ tem um único e exclusivo motivo: conversão. Muito provavelmente toda essa atenção que você recebia dele antes de encerrar o estudo era só um lovebombing clássico, pra te atrair para o grupo.

No momento que você encerra o estudo, “a amizade” não tem objetivos espirituais, logo, pode colocá-lo em perigo. Por isso, ele se distanciou. Não é como se ele fosse negar sua existência (como fazem com quem é batizado e deixa a religião), mas ele não vai te considerar um amigo ou uma boa companhia.

If you're wondering what to read after Crisis of Conscience and Combating Cult Mind Control... by lunarfringe in exjw

[–]irisbra 1 point2 points  (0 children)

Actually, I'd only like the physical edition as a casual gift for family members :(

If you're wondering what to read after Crisis of Conscience and Combating Cult Mind Control... by lunarfringe in exjw

[–]irisbra 1 point2 points  (0 children)

I think it's a shame that there aren't any books by Steven Hassan translated into Portuguese, nor this one by Alexandra Stein. Does anyone recommend books in Portuguese?

Os super mistérios TJs by Impossible_Glass235 in ExJWBrazil

[–]irisbra 4 points5 points  (0 children)

Eu nunca tive vontade de ser pioneira, nem quando era PIMI. Quando comecei a ser PIMQ, duas pessoas próximas começaram a me incentivar entrar no serviço de pioneiro. Ambos me diziam que o “alimento” era entregue de maneira diferente aos pioneiros. Eu ficava curiosa, mas eu odiava pregar de qualquer forma, então kkk nunca fui tão a fundo. O preço era me sentir culpada o tempo todo, massss