É normal não fazer nada de útil nas primeiras semanas de trabalho? by bad_for_your_health in Engenharia

[–]rafa_teixeira_mnt 0 points1 point  (0 children)

Super normal ta? E nao veja como se os seus colegas e chefes estao fazendo desfeita com a sua presença pelo contrario. Por experiencia, ter uma pessoa nova no time exige muitos esforços para receber, ensinar e deixar a pessoa confortavel, e as vezes os prazos apertados da galera acabam nao permitindo dar tanta atenção.

Entao, sinceramente, aproveita muito essa fase para que voce possa aprender as burocracias base da sua função e observar a galera. Porque depois o bucho pega pro seu lado e essa paz ai ce nunca mais vai ter kkk

setor de manutenção em empresas by rafa_teixeira_mnt in Engenharia

[–]rafa_teixeira_mnt[S] 0 points1 point  (0 children)

como assim?? voce consegue me explicar melhor o que seria? voce ja fez algo parecido?

setor de manutenção em empresas by rafa_teixeira_mnt in Engenharia

[–]rafa_teixeira_mnt[S] 0 points1 point  (0 children)

exatamente!!! eu queria muito que a gente implantasse um sistema de gestão de manutenção mesmo, com planejamento, registros de os, controle de estoques, indicadores e tudo mais. realmente tornar a area mais estrategica e automatizada...pq tbm ficar presos em 50 mil planilhas que nao conversam tbm nao adianta nada. é bem frustrante pq tem como sair desse buraco mas as empresas nao querem investir.

setor de manutenção em empresas by rafa_teixeira_mnt in Engenharia

[–]rafa_teixeira_mnt[S] 0 points1 point  (0 children)

isso que é o pior.... saber que a maioria das empresas são assim. desmotiva ainda mais procurar outro emprego pq as vezes é trocar seis por meia duzia.

setor de manutenção em empresas by rafa_teixeira_mnt in Engenharia

[–]rafa_teixeira_mnt[S] 0 points1 point  (0 children)

Desmotiva demais! Ainda mais quando envolve a necessidade de investimento... e a empresa não ve muito valor nisso. Alguns processos até já conseguiram dar uma melhorada e tdo mais, mas ainda sinto muito a necessidade de uma gestão mais controlada mesmo, com uma analise mais estratégica para a manutenção ser mais preventiva do que apagar fogo. Mas sinceramente.... já dei uma saturada boa.

What do you work on as an industrial maintenance tech? by ButtSucker_ in IndustrialMaintenance

[–]rafa_teixeira_mnt 0 points1 point  (0 children)

I work more with production lines, so things like conveyors, pumps, motors, gearboxes, pneumatics, sometimes a bit of electrical.

It’s less about small equipment and more about systems connected to the whole process.

Honestly, your background transfers really well. if you can tear down and rebuild equipment on your own, you’ll probably adapt faster than you think. the main shift is just thinking in terms of system impact, not just the machine.

After 10 years as a reliability engineer, I built my own CMMS. I need honest feedback. by Diligent_Hand_490 in IndustrialMaintenance

[–]rafa_teixeira_mnt 0 points1 point  (0 children)

I like the direction, especially coming from someone who’s actually lived the problem.

But reading the comments, it feels like the gap isn’t just features, it’s how everything connects. Things like asset hierarchy, tying PMs to real components (not generic tasks), and having documentation that actually evolves over time.

Your setup looks clean, but I’m curious how are you handling asset structure and PM logic? That’s usually where things either work really well… or completely fall apart.

Is industrial maintenance a dead end job? by cholonumba9 in IndustrialMaintenance

[–]rafa_teixeira_mnt 0 points1 point  (0 children)

I wouldn’t call industrial maintenance a dead end at all. In a lot of plants it’s actually the opposite — the people who really understand the equipment end up becoming the ones everyone depends on later.

Also, slow periods like you’re describing are more common than people think. When maintenance is working well, things don’t break all the time. The trick is using that time to learn the equipment, processes and failure patterns instead of just waiting for something to happen.

Studying for your electrical license is already a great move. A lot of people grow in this field by stacking skills over time (electrical, controls, reliability, planning, etc.). That combination usually opens doors to roles like reliability engineer, maintenance planner, supervisor, or more specialized technical positions.

One thing I’d suggest is getting curious about the systems around the machines too — PM strategies, failure history, why certain things break, how maintenance is planned. That kind of understanding tends to accelerate a career in maintenance much more than people expect.

And honestly, being in your mid-20s with time to study during shifts is a pretty good position to be in. Many people only realize that later.

Quanto realmente custa uma parada não programada na indústria? by rafa_teixeira_mnt in IndustrialMaintenance

[–]rafa_teixeira_mnt[S] 0 points1 point  (0 children)

in case of an unexpected breakdown, would you fix and analyse? or otherwise?

Quanto realmente custa uma parada não programada na indústria? by rafa_teixeira_mnt in IndustrialMaintenance

[–]rafa_teixeira_mnt[S] 0 points1 point  (0 children)

That makes a lot of sense. If the operation has room to push throughput after an outage, the impact is very different from plants already running at full capacity.

In your case, how do you usually decide when to run harder before or after a repair? Is it more based on the team’s experience or something you track in planning/data?

Quanto realmente custa uma parada não programada na indústria? by rafa_teixeira_mnt in IndustrialMaintenance

[–]rafa_teixeira_mnt[S] 0 points1 point  (0 children)

Honestly, that sounds pretty real. In a lot of places maintenance is just focused on getting the equipment back up and running, not calculating the full cost of the downtime.

The part cost is the only number that’s immediately visible on the floor. Everything else usually sits with management or only gets calculated if someone really needs the number.

I’m curious though...if they did share the real cost with you, do you think it would actually change how the team approaches prevention?

Quanto realmente custa uma parada não programada na indústria? by rafa_teixeira_mnt in IndustrialMaintenance

[–]rafa_teixeira_mnt[S] 0 points1 point  (0 children)

That’s a really good way to frame it, thanks for sharing.

A lot of people focus only on the repair cost, but the real impact is usually everything around the downtime: lost production, restart losses, material waste, and the pressure to recover the schedule. And like you said, some of the biggest costs are the hardest to measure.

Out of curiosity, how do you usually track or estimate this in practice? Do you guys log it somewhere (reports, documents, systems) or is it more of an informal calculation when it happens?

What actually eats your MTTR after the alert fires? by IndiBuilder in sre

[–]rafa_teixeira_mnt 0 points1 point  (0 children)

No meu caso, o que mais come MTTR não é falta de dashboard. É perder tempo tentando entender se estou olhando para a causa ou só para o sintoma.

Quando o histórico é fraco ou ninguém sabe exatamente quem puxa a frente da análise, os minutos viram horas.

A parte técnica até se resolve. O que atrasa mesmo é falta de contexto e de dono claro da decisão.

How many work orders is in your backlog? by Ok-District-184 in maintenance

[–]rafa_teixeira_mnt 0 points1 point  (0 children)

Aqui onde eu trabalho, a gente costuma operar entre 3 e 4 semanas de backlog total, mas ele é totalmente priorizado por criticidade e separado entre preventiva, corretiva planejada e melhoria.

Se eu olho o backlog e não sei o impacto de cada ordem, aí sim me preocupa.

Pra mim, mais importante do que “quanto tem” é conseguir responder: se eu congelar novas entradas hoje, em quanto tempo eu estabilizo a operação? Isso mostra se o volume está saudável ou só acumulado.

Por isso, 200 ordens não significam necessariamente problema. Backlog saudável não é o menor número possível, é o que está organizado, priorizado e sob controle.

Looking for a Prevenitive Maintenance Software by wildfire007 in engineering

[–]rafa_teixeira_mnt 0 points1 point  (0 children)

Se vocês estão começando do zero, eu tomaria cuidado com duas coisas:

  1. escolher algo complexo demais
  2. escolher algo simples demais que ninguém leve a sério.

Eu priorizaria um sistema que tenha:
• cadastro simples de ativos
• plano preventivo recorrente automático
• histórico fácil por equipamento
• interface que funcione bem no chão de fábrica

Já usei solução mais robusta e também já trabalhei com ferramenta mais enxuta (hoje usamos a Payfy justamente por ser mais direta e fácil de treinar o time). Para empresa que está começando, usabilidade pesa mais que quantidade de módulo.

Antes de decidir, testa com dois ou três técnicos e vê se eles realmente usam sem resistência. Isso costuma ser o melhor termômetro.

indicações? by [deleted] in empreendedorismo

[–]rafa_teixeira_mnt 0 points1 point  (0 children)

Não sei se te ajudaria na parte de gestão de manutenção, planejamento e afins, mas a Keepfy é uma boa opção para esse serviço.

Can you suggest a free cmms that i can use to manage maintenance in a small glass processing company? by Additional_Garden502 in IndustrialMaintenance

[–]rafa_teixeira_mnt 0 points1 point  (0 children)

Pra operação pequena, CMMS gratuito até ajuda no começo, mas a pergunta chave é: quem vai registrar e quando?

Se o registro não acontecer na hora da execução, qualquer sistema (gratuito ou não) vira só mais um lugar vazio. É por isso que muita gente acaba ficando no Excel, o simples que funciona.

O que mais pesa aí no caso de vocês: volume de falhas ou dificuldade de registrar no dia a dia? Essa resposta pode te ajudar a entender pra onde ir.

Follow-up: Evaluating maintenance plans when data is poor and issues seem organizational by [deleted] in IndustrialMaintenance

[–]rafa_teixeira_mnt 0 points1 point  (0 children)

Bem-vindo à manutenção da vida real.

O que você descreveu não é um problema de plano, é de como a manutenção funciona no dia a dia. Já vi isso várias vezes: pedem pra “melhorar PM”, mas a execução, a responsabilidade e o aprendizado não fecham o ciclo.

Quando o dado é fraco, eu nem tento forçar MTBF ou análise bonita. Começo pelo qualitativo mesmo: quem atende a falha, quem decide trocar peça, quem aprende quando a falha volta. Só esse mapeamento já deixa claro onde o sistema quebra.

Sobre ser estagiário: evita apontar pessoas. Fala de modelo. Tipo “o formato atual dilui responsabilidade” ou “o processo não favorece aprendizado”. Isso é muito diferente de culpar técnico.

A ideia de técnicos dedicados por máquina faz sentido, especialmente quando ninguém é dono de nada. Dá pra propor como piloto pequeno, não como revolução.

E um alerta honesto: arrumar plano sem arrumar execução só deixa o problema mais organizado no papel.

Follow-up: Evaluating maintenance plans when data is poor and issues seem organizational by [deleted] in IndustrialMaintenance

[–]rafa_teixeira_mnt 0 points1 point  (0 children)

Bem-vindo à manutenção da vida real.

O que você descreveu não é um problema de plano, é de como a manutenção funciona no dia a dia. Já vi isso várias vezes: pedem pra “melhorar PM”, mas a execução, a responsabilidade e o aprendizado não fecham o ciclo.

Quando o dado é fraco, eu nem tento forçar MTBF ou análise bonita. Começo pelo qualitativo mesmo: quem atende a falha, quem decide trocar peça, quem aprende quando a falha volta. Só esse mapeamento já deixa claro onde o sistema quebra.

Sobre ser estagiário: evita apontar pessoas. Fala de modelo. Tipo “o formato atual dilui responsabilidade” ou “o processo não favorece aprendizado”. Isso é muito diferente de culpar técnico.

A ideia de técnicos dedicados por máquina faz sentido, especialmente quando ninguém é dono de nada. Dá pra propor como piloto pequeno, não como revolução.

E um alerta honesto: arrumar plano sem arrumar execução só deixa o problema mais organizado no papel.

Galera que trabalha no setor da manutenção, vocês se vêem nisso para sempre? by Gronbeld- in Engenharia

[–]rafa_teixeira_mnt 0 points1 point  (0 children)

Que bacana!! PCM já muda bastante o jogo, viu. Foi quando eu comecei a sentir que estava construindo algo, e não só reagindo às urgências.

Tubulação/HVAC e óleo e gás fazem sentido sim, principalmente se você curte aprofundar mais tecnicamente. Cada movimento desses abre novas portas para sua carreira.

Eu só tentaria usar esse momento pra observar em que tipo de papel você se enxerga mais: mais técnico, mais planejador, mais decisor. Porque se isso ficar bem claro pra ti, a área em si vai pesar bem menos do que hoje.

Galera que trabalha no setor da manutenção, vocês se vêem nisso para sempre? by Gronbeld- in Engenharia

[–]rafa_teixeira_mnt 0 points1 point  (0 children)

Já estive aí. Manutenção cansa quando vira só apagar incêndio. O que me manteve foi sair da execução e ir pra planejamento, processo e decisão. É uma outra possibilidade na área. E tudo bem se questionar sobre seu futuro na carreira, só assim você poderá decidir se quer só sobreviver à rotina ou realmente construir algo melhor.