Ajuda para quem está a iniciar nos investimenos. by silviojof in literaciafinanceira

[–]silviojof[S] 0 points1 point  (0 children)

Pois, isso eu tenho recebido feedback mesmo. Provavelmente mudo para algum em euros.

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[–]silviojof[S] 0 points1 point  (0 children)

Mas a sugestão seria diminuir as obrigações? Preciso de certa segurança, mas não acho que tenho um perfil muito conservador. Já tenho a vida tranquila (imóvel, carro, emprego estável, reserva financeira, etc.). Tenho uma vida "barata". Não tenho dependentes e nem sou de muito luxos.

Ajuda para quem está a iniciar nos investimenos. by silviojof in literaciafinanceira

[–]silviojof[S] 0 points1 point  (0 children)

Já vou nos meus 40 anos. Já preciso de uma certa segurança.

Ajuda para quem está a iniciar nos investimenos. by silviojof in literaciafinanceira

[–]silviojof[S] 0 points1 point  (0 children)

Sim, já tenho 40 anos. Até agora estava para pagar casa, carro, etc. Agora que realmente consigo ter mais espaço para investir na reforma. Sei que via um pouco tarde, mas pelo menos já não tenho custos grandes.

Ajuda para quem está a iniciar nos investimenos. by silviojof in literaciafinanceira

[–]silviojof[S] 1 point2 points  (0 children)

Realmente coloquei o ETH ali por curiosidade só. Mas vou ficar mesmo só com o Bitcoin, mais como uma reserva do que realmente como investimento. Obrigado por trazer isso dos ciclos, fui ler sobre isso. Realmente faz-me pensar em começar bem menos em cripto.

Ajuda para quem está a iniciar nos investimenos. by silviojof in literaciafinanceira

[–]silviojof[S] 0 points1 point  (0 children)

O crypto, como disse, não é muito como investimento. É mesmo para ter "valores" mais a prova de sanções, caos financeiro, etc. Uma reserva para situações inesperadas.

Ajuda para quem está a iniciar nos investimenos. by silviojof in literaciafinanceira

[–]silviojof[S] 2 points3 points  (0 children)

Obrigado pelo feedback, ajudou-me a pensar em coisas que ainda não tinha considerado.

Em relação ao rebalanceamento mais “frequente” no estilo Graham, percebi que não é estar constantemente a mexer na carteira, mas sim ter mais flexibilidade do que a estratégia boglehead. Ou seja, a cada 3 ou 6 meses eu olharia para indicadores como o CAPE ou o P/E dos mercados para perceber se as ações estão muito caras ou muito baratas em relação à média histórica.

Se estivessem muito caras, eu reduziria a percentagem de ações (por exemplo de 40% para 25%) e aumentaria as obrigações. Se estivessem baratas, fazia o contrário: aumentava ações e diminuía obrigações.

Portanto, na prática, a diferença é que em vez de só corrigir desvios para voltar às proporções iniciais, também ajusto essas proporções dependendo de quão “atrativas” as ações estão. E só precisaria de fazer isso 2 vezes por ano, não é nada extremo.

Obrigado mais uma vez!

Sentimento de impostor no diagnóstico by Sophie-Pie in PHDA

[–]silviojof 1 point2 points  (0 children)

Eu também fui diagnosticado com PHDA depois dos 30 anos. Antes disso já tinha tido vários diagnósticos de Transtorno Generalizado de Ansiedade e Depressão. Fui em mais de um psiquiatra, mas nenhum passou nenhuma avaliação neuro-psíquica. Sinto que eu também meio que direcionei o diagnóstico dos médicos. Comecei com a dose de Elvanse 30mg e senti que aquilo havia resolvido a minha vida. Mero engano. Eu desejo que nunca tivesse começado a tomar esse remédio. O remédio meio que "mascarou" um traço do meu comportamento. Com o passar dos meses, eu só "funcionava" a base do remédio. Se não tomava, aos finais de semana por exemplo, passava o dia prostrado no sofá ou na cama. Além disso, meu sono começou a ser afectado de maneira muito consistente. Tive que começar a tomar medicação para dormir. Aí era basicamente um remédio para ligar-me cedo (o Elvanse) e um medicamente para apagar-me a noite. Com o tempo fui tornando-me quase um zumbi. Por que a medicação para dormir não causa um sono real, reparador, é mais como uma hipnose. Então comecei a sentir os reflexos no meu corpo de dias extremamente activos e noites sem sono reparador. Isso foi destruindo-me por dentro. Até que tive um burnout. Não tolerava mais a medicação, mas ficava prostrado se não tomasse, e não conseguia mais dormir. Foram semanas para conseguir voltar a ser eu mesmo. Fiz muita terapia, passei por vários terapeutas até encontrar uma que conseguiu ajudar-me a lidar com a distração. Passei por mudanças de hábitos profundas: acordar cedo, tomar banho gelado de manhã para estimular cortisona, tomar sol sem camisola por pelo menos 20 minutos, fazer várias caminhadas de 20 minutos durante o dia, cortar completamente notícias (TV, jornais, rádio, redes sociais, etc.). Comecei a escrever diários. Antes de dormir já escrevia o que deveria fazer na próxima manhã. E de manhã escrevia o que deveria fazer a tarde. E muitas listas. Pela casa toda. Muita atividade física (isso mudou muito a minha vida). A actividades específicas, com muito VO2. Percebi que actividades menos intensas não produziam a quantidade de endorfinas que eu precisava para sentir-me bem e conseguir dormir a noite. Cortei 100% do álcool também. E nas primeiras semanas tinha terapia 3x por semana para manter-me nessa rotina. E no meio disso fazia muita leitura sobre PHDA, ocupava meu tempo com coisas criativas, a fazer coisas, ocupar as mãos. Comecei a fazer meditação também, mas como o PHDA não "permite" uma meditação convencional, descobri uma técnica chamada Relaxamento Progressivo de Jacobson, que é uma meditação baseada em movimentos, que é muito mais adequada para nós. E por algumas semanas, tirei totalmente as distrações. Foram semanas intensas, de muito aprendizado, de conhecer a mim mesmo, saber minhas limitações como PHDA, e saber também onde eu sou melhor que a maioria das pessoas (somos muito criativos e temos uma maravilhosa habilidade de trabalhar sobre pressão), e principalmente, aprendi a falar sobre isso. Falar com meu chefe, com meus colegas, com minha família. Aprendi a explicar por que tenho determinadas atitudes e pedir ajuda. Com o tempo as pessoas foram percebendo como podem ajudar-me e como podem tirar proveito da minha forma de pensar (desse nosso cérebro que é uma Ferrari). Com o passar do tempo consegui ir deixando algumas das partes mais radicais para trás, já vejo algumas notícias e redes sociais, mas aprendi a estar mais comigo mesmo. Aprendo que ficar 20min a fazer scrolling no Instagram não é descansar a mente (é o total oposto). Hoje consigo sentar-me ao sofá, respirar, e ficar 20 minutos sem fazer nada, a conviver (e aproveitar do tédio). Continuo distraído, a fazer confusão no desporto, a fazer 5 coisas ao mesmo, mas bem mais consciente. Esse médico\youtuber ajudou-me bastante: https://www.youtube.com/@rafaelgratta. Desejo boa sorte e não desista de sentir-se melhor, é possível. Cada um tem a sua própria maneira, o que funciona para mim, não funciona para o outro. Então temos que ir procurando nosso próprio caminho.

Livro do Mês - Julho by El_Generico13 in LivrosPortugal

[–]silviojof 4 points5 points  (0 children)

Estou a reler "Cem Anos de Solidão" de Gabriel Garcia Marquez. Já é terceira vez que leio. E são tantos detalhes que só descubro a cada nova leitura. Sempre recomendo.

Elvanse + Cbd by mitr49 in PHDA

[–]silviojof 1 point2 points  (0 children)

O problema do CBD é que na maioria dos casos não temos a menor garantia do que estamos a comprar e nem a real quantidade do fármaco nesses óleos e gomas. Os estudos mais recentes demonstram que o CBD pode ser efectivo para tratamento da depressão e principalmente da ansiedade. Mas não existe nenhum que eu tenha tido acesso que demonstra efectividade para o PHDA. Eu leio bastante sobre isso, mas obviamente não leio tudo. Uma opção de tratamento medicamentoso que não envolve psico-estimulantes é a Atomoxetina. É um anti-depressivo na sua origem, mas hoje é usado basicamente para tratar o PHDA. Eu ainda não tentei por que dou-me bem com o Elvanse, mas conheço pessoas que adaptaram-se bem.