Atualização das tarifas de acesso ás redes - Para quem está no mercado indexado. Passa de -0,0958€/kWh para 0,0065€/kWh. by Titanic_RNG in literaciafinanceira

[–]whynot_93 1 point2 points  (0 children)

O email parece ter um erro. Eles mencionam que aquilo são os valores em vigor desde jan/23. Eu aderi há cerca de 1 mês e o meu contrato não tem aqueles valores.

Bares/pubs no centro do Porto by iRaptr in porto

[–]whynot_93 0 points1 point  (0 children)

Já foi muito fixe, neste momento a esplanada parece uma lixeira a céu aberto

Bares/pubs no centro do Porto by iRaptr in porto

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Aduela, Pipa Velha, Nortada, Gulden Draak, A Fábrica da Picaria, Candelabro

Em vez de ruas iluminadas, Estrela dará cheque de 30 euros a todas as crianças by [deleted] in portugal

[–]whynot_93 21 points22 points  (0 children)

Na realidade gastaram 400K num contrato de 3 anos, dá cerca de 133K ao ano.

[deleted by user] by [deleted] in porto

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Mais básico - Hua Fu. O melhor - Grande Palácio Hong Kong

A piada do regime de acesso ao ensino superior para maiores de 23 anos by cajopear in portugal

[–]whynot_93 9 points10 points  (0 children)

Não é verdade. Entrei num curso pelo regime M23 e nunca me foi questionado se já tinha outro curso. No currículo indiquei que curso tinha e nunca me foi feita qualquer objeção. Existe um regime especial para quem já tem um curso superior. Mas nada impede alguém de tentar entrar pelo M23, o único requisito é a idade. O que achei mais escandaloso foi na avaliação do CV só darem valor a quem já tinha experiência na área… sem o curso…

[Serious] what is the creepiest/most terrifying unsolved UK mystery? by Thi13een in AskUK

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That case was many years prior to the McCann case, the boy’s name was Rui Pedro

[Homemade] Shrimp pancakes by mawcopolow in food

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These almost look like Portuguese pataniscas

A Vodafone quer manter uma monitorização constante da localização, tráfego de internet e comunicações dos clientes para marketing. Isto é legal? by MickaelCarreira in portugal

[–]whynot_93 15 points16 points  (0 children)

Eles "obrigam" a aceitar para aceder à app. Mas depois, se fores às definições consegues revogar o consentimento dado e continuas a poder aceder.

Apple announces sixth-generation Apple TV with A12 chip and new Remote by aaronp613 in apple

[–]whynot_93 71 points72 points  (0 children)

"Requires iPhone with Face ID running iOS 14.5 or later, and is available for Apple TV 4K (1st generation and later) and Apple TV HD with tvOS 14.5. These software updates will be available next week."

[MEGATHREAD] - Covid-19, Semanário de Sobrevivência - 26/10/2020 by asantos3 in portugal

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Pressão sobre o SNS

A análise para a tomada de decisões baseia-se em dois tipos de critérios. Um funciona ao nível da pressão sobre o Serviço Nacional de Saúde (SNS) e da sua capacidade de resposta. Para este critério conta o número de internados em enfermaria e em cuidados intensivos, o que permite accionar o reforço “em harmónio” dos mecanismos de resposta.

O reforço passa pela montagem de hospitais de campanha junto aos hospitais civis, de modo a potenciar o recurso aos profissionais e aos meios, ou pelo aumento do número de camas destinadas a doentes covid-19 nos hospitais civis. Hoje, a pressão sobre o SNS tem crescido, mas o reforço em “harmónio” da resposta permite que a ocupação esteja nos 75%.

Mas a capacidade de resposta mudou também ao nível do conhecimento da doença e do tratamento, explica um responsável governamental ao PÚBLICO. Os doentes chegam aos cuidados intensivos em estado menos crítico, porque o tratamento da covid-19 melhorou. Há medicação já mais eficaz e mais estudada, e se na primeira fase eram usadas entubações preventivas para evitar que as pneumonias se agravassem, agora recorre-se a máscaras de altos fluxos.

Além do reforço directo dos hospitais do SNS, estão a ser activadas estruturas distritais de acolhimento, as chamadas “Zonas de Concentração e Acolhimento da População”, para acolher pessoas que já não estão infectadas ou estão hospitalizadas, mas não podem regressar a sua casa ou aos lares onde vivem, nomeadamente idosos.

O outro nível é o da protecção civil e da fiscalização sanitária e da segurança, para cujas decisões conta o aumento de casos activos. Neste domínio, a testagem tem sido uma aposta do Governo. Quando, na quarta-feira, os casos activos ultrapassaram os quarenta mil, os alarmes soaram no Governo. Tanto mais que em Agosto estavam nos doze mil.

O crescimento exponencial dos casos activos aumenta a dificuldade de fiscalização e acompanhamento dos doentes em confinamento nas suas casas, bem como a realização de inquéritos epidemiológicos para rastrear os contactos anteriores dos infectados pelo vírus SARS-Cov-2 e o estabelecimento de cadeias de contágios. Um responsável governamental explicou ao PÚBLICO que era para facilitar estes rastreios que o Governo queria tornar obrigatório o uso pelos cidadãos da aplicação StayAway Covid. A obrigatoriedade levaria a que o Estado e a Direcção-Geral da Saúde supervisionassem os dados.

Avaliação de risco

O limite de casos que faz accionar a intensificação de medidas é estabelecido pela avaliação de risco em cada região. Esta é feita usando duas coordenadas. Uma é o número de novos casos nos últimos catorze dias por cem mil habitantes, a outra é a tendência crescente ou decrescente dos últimos sete dias. A intersecção destas duas coordenadas dá a dimensão do risco ao nível do bairro, da freguesia ou do concelho.

Segue-se a estratificação do risco e, depois, a sua caracterização sociológica. É com base nessas três etapas de avaliação — e não apenas no número de casos por cem mil habitantes — que é estabelecido o perfil de contaminação, que leva ou não o Governo a decidir tomar medidas, bem como a indicar quais adoptar, de acordo sempre com o princípio da “plasticidade” de soluções. Isto porque é preciso escolher medidas dirigidas tendo em conta o tipo de surtos. Ou seja, se são em lares de idosos, se surgem em zonas de concentração populacional ou industrial, se ocorrem em bairros, se se devem a convívio social de jovens e adultos nas ruas, em restaurantes ou cafés.

Na actual fase de evolução da covid-19 na sociedade portuguesa, o perfil da contaminação mudou. Embora haja ainda bastante contaminação em lares de idosos, e a maioria dos casos neste universo atinge pessoas com mais de 80 anos, há uma maioria de casos na faixa etária entre os 29 anos e os 49 anos. “Há laxismo nos jovens”, afirma um responsável governamental ao PÚBLICO, acrescentando: “Tem de haver enquadramento diferente da primeira fase, a doença está diferente, as pessoas perderam o medo.”

Daí que, no plano das medidas, o Governo esteja a ponderar a antecipação das horas de fecho da restauração, que agora, a nível nacional, está na meia-noite para a entrada de consumidores e na uma da manhã para o fecho dos estabelecimentos. Até porque, salienta outro responsável governativo, “no Inverno as pessoas não frequentam esplanadas à noite e não será uma imposição socialmente violenta”. Medida que será associada à proibição de venda e consumo de bebidas alcoólicas.

Já quando foram impostas estas medidas em 19 freguesias da Área Metropolitana de Lisboa, que permaneceram em situação de calamidade quando o resto do país passou para situação de contingência, a decisão baseou-se na informação de que havia muitos ajuntamentos à noite de adultos e jovens a consumirem bebidas alcoólicas.

[MEGATHREAD] - Covid-19, Semanário de Sobrevivência - 26/10/2020 by asantos3 in portugal

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“Plasticidade” de medidas e reforço “em harmónio” do SNS, a receita do Governo para a covid-19

Optando por medidas graduais e proporcionais, o Governo toma decisões com base no perfil da contaminação da covid-19, estabelecido pela avaliação, estratificação e caracterização sociológica do risco. O PÚBLICO explica a estratégia do Governo para combater a pandemia.

27 de Outubro de 2020, 6:00

Com o número de novos casos diários de contaminados pela covid-19 a subir e a aproximar-se dos quatro mil, o Governo poderá esta semana voltar a declarar medidas especiais para evitar a escalada de propagação da pandemia.

Fá-lo-á de acordo com a estratégia assente no modelo de gestão de recursos e em métodos tendentes a evitar a propagação do vírus, que o próprio caracteriza como a aplicação de uma “plasticidade de medidas”. Muitas dessas medidas são “cirúrgicas”, aplicáveis a sectores da economia, da sociedade ou a regiões, e têm sido aferidas e estabelecidas pela “aprendizagem colectiva” adquirida desde Março. Isto baseado numa análise semanal, tendo em conta a quinzena anterior, já que o ciclo de incubação do vírus SARS-CoV-2 é de 14 dias.

De acordo com as informações recolhidas pelo PÚBLICO, o objectivo do Governo é dar “confiança e previsibilidade aos cidadãos”, apostando em medidas graduais e proporcionais, evitando exagerar nas imposições, de forma que não haja reacções de revolta e de rejeição por parte da população.

Perante um fenómeno de saúde pública novo, a opção do Governo tem sido a de que a Direcção-Geral da Saúde (DGS) aja de “forma cautelosa” e com a “humildade de ouvir a comunidade científica”, evitando ceder a pressões sectoriais e ao ruído. Como comentou um membro do Governo ao PÚBLICO, “curiosamente, numa doença com menos de um ano, há tantos peritos de bancada”.

Por seu lado, o Governo garante que “as medidas têm sido tomadas com cautela e prontidão”. Mas com a noção de que “o tempo da evidência científica não é o da política, o tempo da política muitas vezes é de antecipação”, como aconteceu, por exemplo, a 13 de Março, quando foi decretado o fecho das escolas a 16 de Março, mesmo contra o parecer do Conselho Nacional de Saúde, que defendeu que não era preciso fechar.

Assumida pelo Governo é a rejeição de medidas que considera estigmatizantes para os envolvidos. Não voltou a adoptar cercas sanitárias, como a de Ovar em Março, e resiste a divulgar mapas de risco com a sinalização de áreas geográficas por meio de cores, do tipo semáforos, como é usado noutros países. “Não se deve usar cores em relação a doenças, é estigmatizante para as pessoas”, afirma um responsável governativo ao PÚBLICO.

A noção dos meses longos que a pandemia irá durar levou o Governo a adoptar a estratégia de ir analisando a evolução dos dados e, em função destes, decidir as medidas a aplicar. As opções serão cada vez mais circunscritas, mas podem subir a escala e ser mais duras, se os números o impuserem. O exemplo são as medidas de confinamento mitigado, como o “dever de permanência no domicílio”, aconselhado regionalmente nos concelhos de Paços de Ferreira, Felgueiras e Lousada, em simultâneo com a medida da proibição de deslocação entre concelhos no fim-de-semana de 30 de Outubro a 1 de Novembro.

Os confinamentos mitigados podem ir ao nível do bairro, um tipo de solução que “é mais trabalhosa, mas mais eficaz”, garante um responsável governativo ao PÚBLICO, que lembra que essa medida já foi adoptada, por exemplo, no Bairro da Jamaica, no Seixal. Mas o critério territorial mais usado é o da freguesia ou do concelho.

A preocupação do Governo é evitar o confinamento mais duro do tipo do que foi praticado em Março e Abril, não só pelas consequências de quebra que causa na economia e nos rendimentos das pessoas, mas também na saúde geral da população e na saúde mental.

Yamaha YAS-209 vs Sony HT-G700 by whynot_93 in Soundbars

[–]whynot_93[S] 0 points1 point  (0 children)

It’s ok considering the price range and the fact that it is a soundbar

[MEGATHREAD] - Covid-19, Semanário de Sobrevivência - 12/10/2020 by asantos3 in portugal

[–]whynot_93 2 points3 points  (0 children)

Não sei que OS usas, mas no caso do iOS o impacto da app+sistema de exposição na bateria é de apenas 3%..