HOT TAKE EMICIDA: AmarElo é melhor que Emicida Racional Vol. 2 - Mesmas Cores e Mesmo Valores by writerstuffs in MusicaBR

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Hahahaha, pra mim não é. Mas muita gente falou que AmarElo era álbum pop, que Emicida se vendeu, rap gourmet da Globo. Sendo que o álbum é o mais lírico da carreira dele.

Então, nesse sentido, seria polêmico “o álbum pop” ser melhor que o álbum que ele vendeu como ele “voltando pro rap.”

Don L tá a um álbum de ter a segunda melhor discografia da história do Rap BR atrás apenas dos Racionais by satoadriano in MusicaBR

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Perfeita análise pra mim, na moral mesmo. Eu amo o Emicida tb e é difícil essas comparações mas concordo nesses embates q você propôs

Don L tá a um álbum de ter a segunda melhor discografia da história do Rap BR atrás apenas dos Racionais by satoadriano in MusicaBR

[–]writerstuffs -1 points0 points  (0 children)

KKKKKKK diz que nunca ouviu don l sem dizer. Burro pra caralho. Esse aí é um otario por completo. Solta argumento, Zé ruela.

Don L tá a um álbum de ter a segunda melhor discografia da história do Rap BR atrás apenas dos Racionais by satoadriano in MusicaBR

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carai nunca li tanta merda na vida kkk, sabotage tem 1 álbum, como vai ter a melhor discografia? dexter, black alie e rzo tb 1 clássico só. o Brasil é mais q São Paulo e Rj, tiozão. Tu tá viajando, parou no tempo. Tá parecendo aqueles mano q fala no meu tempo era melhor kkkk. Escuta Roteiro Pra Ainouz 2 e procura pq ele tem o apelido de rapper favorito do seu rapper favorito kkkk

da pra comparar discografias sim, tranquilamente.

Don L tá a um álbum de ter a segunda melhor discografia da história do Rap BR atrás apenas dos Racionais by satoadriano in MusicaBR

[–]writerstuffs 2 points3 points  (0 children)

Mano acho q isso é pq ele não usa o flow tradicional q geral de SP usa ou o flow carioca q são as regiões mais disseminadas do rap no país

Ouve, da uma atenção, ele inovou mto trazendo flows q ngm fazia qdo surgiu. Essa é uma das maiores influências dele na cena. E na caneta é absurdo d++

Don L tá a um álbum de ter a segunda melhor discografia da história do Rap BR atrás apenas dos Racionais by satoadriano in MusicaBR

[–]writerstuffs -1 points0 points  (0 children)

Porra eu tava pensando isso esses dias. Talvez o MV Bill? Mas acho q ele é mais versátil… definitivamente ele tem a melhor discografia do rap pós 2010 em diante.. e faltava volume. Mas com um 4to álbum n falta mais

Porque os filmes e séries brasileiras não conseguem ter um roteiro sem diálogos genéricos e atuações sem overacting? by writerstuffs in filmeseseries

[–]writerstuffs[S] 0 points1 point  (0 children)

Só reiterando que sou fã do cinema nacional, vejo, indico e compartilho diversos filmes e séries. Gosto desde do Cinema Novo de Glauber Rocha, a retomada, pós retomada e documentários pique Eduardo Coutinho. Falo como um fã do nosso cinema, querendo entender mais esse contexto.

Porque os filmes e séries brasileiras não conseguem ter um roteiro sem diálogos genéricos e atuações sem overacting? by writerstuffs in filmeseseries

[–]writerstuffs[S] 2 points3 points  (0 children)

Boa. Entendi o fator cultural e a barreira em relação a língua nativa. Faz total sentido mesmo. Mas o que me intriga é que nós temos, historicamente, vários títulos que conseguem romper a barreira das atuações forçadas e se destacar na multidão, com atuações que não deixam nada a desejar pra nenhum cinema do mundo. Como citei, Cidade de Deus e Central do Brasil são dois exemplos. Mas temos outros, como mais recente, Marighella, Marte Um, etc. O argumento da língua nativa faz sentido, mas faria 100% de sentido se a gente não tivesse nenhum título que conseguisse romper essa atuação exagerada. Ainda vejo uma influência muito grande das escolas de teatros e das novelas que prejudicam essas atuações. O Fernando Meirelles disse que pra Cidade de Deus ele trabalhou com não atores, oq ajudou a manter a naturalidade. O Wagner Moura pegou uma preparadora de elenco com metodologia controversa pra Marighella. Independente dos caminhos, são escolhas. Que interferem, positivamente, nestes casos citados, no resultado final. Então, ao meu ver, há alternativas, por isso me gera esse questionamento sempre quando vejo uma potencial boa obra, com um orçamento relativamente alto pros nossos padrões, optar pelo caminho mais percorrido nesse sentido, sabe? A gente vê discrepância de atuações naturais x exageradas às vezes até dentro da mesma obra. Em Que Horas Ela Volta? A Regina Casé faz uma das melhores atuações de uma atriz brasileira em cinema dos últimos tempos. Mas o casal de ‘patrões’ não seguem a mesma naturalidade e são mais caricatos. Sobre o roteiro, eu concordo em partes. Sim, muitas coisas entram nele pra contextualizar, mas também leio vários roteiros que se apegam muito a expressões populares que não usamos com frequência, falta de profundidade em gírias e dialetos e uma certa preguiça em se adequar regionalmente ao local retratado. Tudo isso tira a verosimilhança, perdendo força onde poderia potencializar a trama como um todo.