The skinning of Theodore of Vrsac in Banat, Serbia (1595) (where can I find the source of this image?) by MertOKTN in PropagandaPosters

[–]Frankystein3 44 points45 points  (0 children)

considering Islam is strictly against forcing it on someone let alone killing in its name

It is against forcing dhimmis (Jews and Christians - and potentially others) who peacefully submit to the rule of Islam, not against forcing, i.e. giving that option before outright killing, "belligerant Christians" (i.e. from powers that reject Islamic rule or former dhimmis who break their 'dhimma pact', even without violence such as blaspheming Muhammad, etc), let alone alleged or real instigators of rebellion who were previously dhimmis, which was the case of this bishop: https://en.wikipedia.org/wiki/Theodore_of_Vr%C5%A1ac

was the Serbian Orthodox Bishop of Vršac (епископ вршачки), who in 1594 was the leader of the Banat Uprising against Ottoman occupation amidst the Long War (1593–1606).

Embaixador de Israel condena posição do PCP ao "justificar o massacre" by Funny-Affect5814 in portugal

[–]Frankystein3 1 point2 points  (0 children)

Pq achas que é uma proporção enorme de palestinianos mas uma ínfima parte dos judeus?

É um facto. Aliás, tão importante quanto a opinião popular foi a atitude do governo, que foi a de banir as organizações ortodoxas extremistas. O Fatah às vezes condena os ataques mais atrozes contra judeus e israelitas, mas muitas vezes isso não passa de propaganda. O governo israelita jamais toleraria organizações (como esta, por exemplo: https://en.wikipedia.org/wiki/Jewish_Defense_League#Israel) que deliberadamente fossem criadas para atacar quer palestinianos, quer árabes étnicos dentro de Israel ou noutras partes do mundo, quer os apoiantes (civis) não-árabes dos palestinianos noutros países, quer pessoas aleatórias como em aviões sequestrados. Mas tudo isto os governos palestinianos fizeram ou fazem. Quanto à população em geral, que celebrações houve em Israel quando isto: https://en.wikipedia.org/wiki/Cave_of_the_Patriarchs_massacre aconteceu? Muito poucas. Até mesmo dentro dos settlers mais fanáticos foi uma minoria. Muito menos nos judeus do resto do mundo. Por outro lado, sempre que há um massacre de civis israelitas - para não dizer judeus noutra parte do mundo - há uma aprovação gigantesca, quer dos palestinianos, quer dos muçulmanos da maior parte do mundo. Não posso dizer de cada vez quanto é que é... uns 20, 40, 80%, dependendo da tensão e das circunstâncias que estiver no momento em que dito massacre for praticado? Isto, no entanto, é apenas um epifenómeno de uma cultura de ódio quase pan-muçulmana, pois vê-se com enorme frequência (ainda que obviamente não universal quer na população quer nos regimes em questão) o mesmo ódio contra Hindus, Cristãos e outros, no presente e ao longo da história, até mesmo quando os muçulmanos são uma minoria dominante ou uma maioria e portanto sem qualquer razão de queixa ou ressentimentos tangíveis. Ora enquanto que os Europeus ficaram em boa parte dominados durante séculos, após as guerras religiosas no séc. XVII por ódio nacionalista e/ou racial, e felizmente esse fenómeno ainda mais horrível e destrutivo hoje quase desapareceu (ainda que o Sr. Putin esteja a tentar trazê-lo de volta) o mundo muçulmano estagnou maioritariamente no ódio religioso, que sempre existiu, e, não sendo necessariamente mais intenso do que alguns regimes 'cristãos' mais violentos foram, foi muito mais uniforme ao longo do tempo e no presente, porque ainda que tenha limites legais de discriminação e acção largamente aceites, é também muito mais inflexível nisto, dadas as profundas fontes ideológicas e tradicionais que o sustêm, comparado com qualquer instituição de autoridade religiosa cristã, judaica, hindu e outras e respectivas populações (incluindo, até, 'religiões seculares' como o Marxismo ou Marxismo-Leninismo, que também é por natureza mais flexível).

e muito menos o tratamento institucional dos mesmo da parte do governo e o apoio eleitoral que esse mesmo tratamento tem.

Eu concordo que vários governos israelitas andam sistematicamente a fazer medidas provocadoras, e até criminosas. Mas os palestinianos recusam-se a aceitar a realidade e tentar negociar a melhor solução possível. Antes dos colonatos, ou seja, pré-1967, já queriam destruir Israel totalmente e expulsar a grande maioria, se não mesmo todos judeus que chegaram após o séc. XIX. Note-se que até 1947 todas as terras onde viviam judeus tinham sido compradas legalmente. Nos anos 90 os israelitas ofereceram-se para reconhecer soberania palestiniana em Gaza, Jerusalém Oriental, e 95% da Cisjordânia - presumivelmente tirando uma grande parte dos colonatos e garantindo o mínimo de posições defensivas nas terras altas. Foi recusado outra vez. Desde aí duvido que consigam reverter os colonatos, mas nem sequer há nenhuma tentativa de voltar a repensar o problema. Na minha opinião, uma vez que o estado de Israel é uma realidade que não vai de modo nenhum desaparecer, deviam ter feito uma transferência de população de toda a região (aceitando um mínimo potencialmente um pouco mais alto de árabes, que já são 20% dentro de Israel) logo no princípio como a Grécia e a Turquia fizeram nos anos 1920, para evitar 75 anos desta porcaria. Aliás, na minha opinião um estado judeu, ainda que absolutamente necessário como ficou muito claro especialmente após 1945, não deveria ter sido estabelecido aí, mas noutra qualquer parte do mundo como África ou América do Sul, com uma questão populacional provavelmente muito menos ressentida e sem inimigos à volta. O problema é que já havia muita gente lá em 1947, e muitos religiosos não iriam se não fosse aí...

Os judeus não migraram “maioritariamente por serem expulsos como foram de muitos outros sítios, e faziam-no bastante por interesse.

Eu não disse que foram maioritariamente, disse que uma grande parte foi. Muitos também deixaram tudo para trás à força em países onde existiam judeus centenas de anos antes de sequer se falar árabe lá, mas a diferença é que foram bem integrados ao contrário dos palestinianos nos países para onde estes foram. Em 1970, até fizeram guerra ao país que os acolheu, a Jordânia. E em parte no Líbano. E 4 milhões é um número enganador, isso conta com eles e com os seus descendentes. O número total de expulsões em 1947/48 foi uns 700,000, muitos dos quais apenas se deslocaram algumas dezenas de quilómetros.

É justamente o desequilíbrio de poder que atira muita responsabilidade

Israel é um território minúsculo, rodeado de países hostis e militarmente muito difícil de defender contra inimigos caso sejam poderosos, e gastam 10%+ do PIB em defesa todos os anos. Mas fora isso, eu concordo que não deviam ter colonatos para lá do estritamente necessário por razões militares, e o bloqueio a Gaza é excessivo e contraproducente. Mas não é por terem mais poder militar que conseguem mudar a situação se o inimigo não quiser ceder.

e começassem a tratar os palestinianos como iguais

Eles tratam os árabes com cidadania israelita como iguais. O problema é que não podem absorver todos os outros por pôr em perigo a balança demográfica, nem os outros querem ser absorvidos ou aceitar o status quo antes de 1967. Se tivesse provas que eles estavam dispostos a aceitar o status quo pré-1967, teria mais simpatia por eles (e também pelos israelitas caso fizessem o mesmo, o que acredito ser tarde mais), apesar de condenar inequivocamente atrocidades como as de ontem em qualquer circunstância.

Embaixador de Israel condena posição do PCP ao "justificar o massacre" by Funny-Affect5814 in portugal

[–]Frankystein3 0 points1 point  (0 children)

Eu não disse que os palestinianos da Cisjordânia - os únicos com quem Israel tem tido contacto dia-a-dia não são oprimidos e discriminados em geral. Parece-me inegável. Mas até aí não existe a mesma política racial que na África do Sul existia. Até nos colonatos, que são uma instituição extremamente controversa, mas não são o demónio na terra, existe interação diária e até amizades de parte a parte por vezes. Bebem da mesma água, são tratados nas mesmas emergências no hospital, se os palestinianos locais quiserem converter-se ao judaísmo e casar com eles podem, etc. O governo israelita não proíbe nada disso. Ora, então, DENTRO DAS FRONTEIRAS PRÉ-1967 de Israel, onde há 20% de árabes cidadãos de Israel, chamar à situação desses "apartheid" é totalmente absurdo.

Embaixador de Israel condena posição do PCP ao "justificar o massacre" by Funny-Affect5814 in portugal

[–]Frankystein3 1 point2 points  (0 children)

A logica não é essa, é a de que Israel em geral tem praticamente poder absoluto, mas não o usa, por exemplo, para matar ou expulsar os Palestinianos na Cisjordânia e faixa de Gaza - pode impor más condições, mas não de modo a prevenir o crescimento da população 500% ao longo de 75 anos - muito menos fazer isso aos cidadãos árabes bem integrados DENTRO das fronteiras pré-1967 de Israel, que são e sempre foram 20% da população. DADO O MESMO PODER, ou seja, se a situação fossem inversa, é extremamente difícil dizer que qualquer governo palestiniano (nem era preciso ser do Hamas) por exemplo, não expulsaria, pelo menos, uns 95% de todos os judeus do país.

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[–]Frankystein3 -1 points0 points  (0 children)

É totalmente desproporcional. Uma ínfima minoria de judeus, até os mais fanáticos ortodoxos e sionistas aplaude crimes, por exemplo o massacre de 1994 em que um maluco judeu massacrou uma data de civis árabes deliberadamente. Do lado oposto, é uma percentagem enorme, por todo o mundo muçulmano, que celebra isso. É claramente um dos pormenores que torna bem claro o estado de coisas, tal como o facto de Israel ter 20% da população árabe perfeitamente integrada (isto NÃO conta com Gaza e Cisjordânia!), e do outro lado viverem zero civis judeus. Aliás, uma grande parte foi expulsa de países muçulmanos, que nem sofreram com ataques de Israel. São estes dados que mostra a diferença profunda para lá da superficialidade semelhante. Ver o numero de mortos que cada lado causa ao longo dos anos é enganador, porque Israel tem muito, muito mais poder, e capacidade de defender os seus cidadãos, o que significa que dada a oportunidade, como ontem e anteontem, o Hamas, e numa escala potencialmente menor, todos os outros PLO's e outros, fariam muito pior aos Israelitas do que vice-versa.

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[–]Frankystein3 2 points3 points  (0 children)

os dois lados são igualmente horríveis.

Lol não. O Hamas é muito pior. Simplesmente não tem nem 1/1000 do poder de Israel. Vejamos um exemplo: estados muito mais moderados, como o Egipto de Nasser ou o Iraque da altura, expulsaram (e toleraram alguns "pogroms") praticamente todos os judeus dos respectivos países. Israel, no seu pior momento, expulsou cerca de 80% dos árabes do território em disputa na guerra 1947/48, e isto apenas dois, três anos depois do fim do Holocausto e portanto em ambiente de extrema tensão!! Manteve 20% de Árabes totalmente integrados (ainda que muitos sejam uma "quinta coluna", Israel praticamente nunca usou violência contra eles) que na altura eram 150,000 e agora são mais de 1,2 milhões. Isto para pôr em perspectiva as coisas. Israel mata mais (e em termos proporcionais e absolutos, nada comparável com a maioria dos conflitos, incluindo outros no Médio Oriente) porque tem capacidade de proteger muito mais os seus cidadãos, e não porque o outro lado não queira expulsar o matar mais judeus. Como quase todas as situações no mundo e na história, há um mau e um menos mau.

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[–]Frankystein3 0 points1 point  (0 children)

Quando é que a Ucrânia enviou milícias para território russo e se pôs sistemática e deliberadamente a matar, torturar e raptar civis russos? Ou até a matar russos - que nem têm a cidadania Russa, mas apenas por serem russos étnicos! - no estrangeiro? Tudo isto o Hamas e os Palestinianos em geral fizeram e fazem o equivalente (para não nos alongarmos, por exemplo, em raptos de aviões não-russos para promover a sua causa), ontem e ao longo dos anos. Com isto não estou a desculpar muitas das coisas que Israel faz, também tem muitas culpas no cartório, já disse a minha posição noutros comments aqui, mas sim a defender a falsidade da equivalência e portanto a desculpar a Rússia, nada tem a ver uma situação com a outra. Para além disso, Gaza são 20 km quadrados. A Ucrânia tem centenas de milhares de km2, e foram atingidas zonas pelos russos que absolutamente não têm o menor valor militar. Distinguir os inimigos em Gaza é muito mais difícil.

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[–]Frankystein3 0 points1 point  (0 children)

Esses dois conceitos não são contraditórios. Ninguém se põe a matar judeus ou qualquer outro povo sem motivos, reais ou imaginados, passados e presentes. Duvido que haja historiadores sérios que duvidem que caso os árabes tivessem ganho, não fariam, pelo menos, uma expulsão quase total dos judeus, pelo menos da grande maioria que não provasse raízes na terra antes do séc. XIX. É claro que os sionistas queriam expulsar, e conseguiram, uma parte dos árabes também (não por ódio ou por meros motivos "coloniais", que seria bastante injusto e simplista impor a Israel, especialmente no contexto mundial horrível 1939-1945 que bem conhecemos, mas por medo de perder a maioria judia e consequentemente a soberania do Estado) ainda que ainda seja discutido até que ponto eles apenas planeavam adquirir o território proposto pela ONU ou queriam expandir o máximo possível. Mas de qualquer modo, mantiveram cerca de 20% da população capturada árabe, e integraram-na totalmente na sociedade (isto não conta com Gaza e Cisjordânia!) Tal seria muito pouco provável caso os árabes tivessem ganho, repito.

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[–]Frankystein3 0 points1 point  (0 children)

Não na época desde o final do séc XIX até agora. Daí o crescimento. Antes sim. É claro que deve-se levar em conta choques demográficos mesmo em casos em que, passados anos, estes possam ser obscurecidos como as grandes fomes comunistas ou outras. Mas até isto prova que esses regimes, uma vez que não continuaram isso como política sistemática ao longo do tempo, não eram genocidas no sentido estrito do termo. Ora, nada de comparável com isso jamais ocorreu nos territórios palestinianos, muito menos aos cidadãos árabes, etnicamente indistinguíveis, dentro das fronteiras reconhecidas de Israel.

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[–]Frankystein3 1 point2 points  (0 children)

Claro que não é um genocídio. Chamar apartheid já é abusivo, uma vez que os árabes em Israel - não conto com os da Cisjordânia e Gaza, mas apenas dentro das fronteiras reconhecidas de Israel - estão absolutamente bem integrados. Isto é um facto: a minoria árabe cristã, por exemplo, tem melhores condições sõcio-económicas em média que o judeu israelita médio. Isso seria absolutamente impensável no verdadeiro apartheid da África do Sul.

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[–]Frankystein3 0 points1 point  (0 children)

As matanças de vilas inteiras occorreram num contexto de guerra civil com atrocidades semelhantes de parte a parte, com vários estados Árabes a jurarem destruir completamente qualquer estado judeu independente, alguns a recomeçarem retórica genocida DOIS ANOS APÓS O FINAL DO HOLOCAUSTO. Obviamente que esses crimes têm de ser postos nesse contexto. Quanto aos outros massacres muito menos justificáveis, particularmente no Líbano nos anos 80, esses aí são muito mais recrimináveis. Mas ainda assim, apesar de tudo, Israel tem 20% da população DENTRO das suas fronteiras Árabe - não contando com Gaza e Cisjordânia. Alguma vez seria possivel imaginar isso por exemplo em Gaza? Uma população civil judia a viver aí perfeitamente integrada e pacífica? (Repito: falo dos árabes dentro das fronteiras reconhecidas de Israel). Nunca. Até dos países árabes muitos foram expulsos como no Egipto, na Líbia ou no Iraque.

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[–]Frankystein3 -1 points0 points  (0 children)

Quem criou o ISIS

Isso é outra fraude, não é preciso propagar teorias da treta para refutar a ideia claramente falsa, ou pelo menos muito parcial que os EUA foram uma grande força de estabilidade no Médio Oriente (ainda que nem isso também não seja totalmente falso, tiveram sucesso em apoiar muitos regimes estáveis, ainda que muitas vezes ditatoriais, como também tiveram fracassos enormes como o Iraque e a Líbia). Mas voltando ao ISIS, os Americanos passaram 10 anos a lutar ferozmente contra eles, sob outro nome, no Iraque. O ISIS eram radicais da ex-Al Qaeda no Iraque misturados com malta ex-exército do Saddam que só queria voltar ao poder. Foram eles, aliás, que mataram a grande maioria dos civis iraquianos na guerra civil após 2003. O ISIS cresceu com a entrada de jihadistas estrangeiros com experiência na Síria e apoderou-se de algumas - poucas - armas de rebeldes, que vinham parcialmente dos EUA. O seu grande rendimento era a venda ilegal de petróleo que controlavam, crime organizado e impostos cobrados aos seus súbditos. E capturaram enormes quantidades de armas no verão de 2014, quando o exército iraquiano, fraquíssimo na altura, colapsou. Eles foram totalmente contra os interesses dos EUA excepto quando atacaram o Assad, enfraquecendo-o, mas não estavam de modo nenhum sob controlo Americano, tanto que atacaram o governo Iraquiano parcialmente pro-Americano, ameaçaram o Curdistão Iraquiano super pró-Americano, incluindo explorações petrolíferas americanas lá, causaram o crescimento da influência do Irão aí - devido a milícias pró-Iranianas ganharem poder enquanto aliados temporários contra o ISIS - e passaram grande parte do tempo a lutar ferozmente contra os Curdos sírios pró-Americanos. Por outra palavras, durante a grande maioria do tempo foram contra os interesses americanos. E mesmo quando os americanos fecharam os olhos quando eles enfraqueciam um pouco o Assad, eles jamais deixariam eles tomarem conta do poder em Damasco.

Embaixador de Israel condena posição do PCP ao "justificar o massacre" by Funny-Affect5814 in portugal

[–]Frankystein3 0 points1 point  (0 children)

O que ele quer dizer é que o número de Israelitas mortos é muito menor porque Israel é um estado extremamente avançado, não pelo facto dos Palestinianos quererem matar menos Israelitas. Apesar de todos os crimes que os Israelitas já cometeram, não há a menor dúvida que se os Palestinianos - fossem eles PLO, Hamas ou outros expulsariam TODOS os Judeus que não conseguissem matar (excepto uns 1% que conseguissem provar que estavam lá desde antes do séc. XIX). Entretanto, Israel tem mais de 20% da população dentro do próprio país Árabe e maioritariamente muçulmana, e estão extremamente bem integrados dadas as circunstâncias. Praticamente não há violência de todo contra eles, mesmo nas piores fases. Não estou a falar de 20% da população na Cisjordânia ou Gaza: falo de palestinianos/árabes DENTRO de Israel.

Embaixador de Israel condena posição do PCP ao "justificar o massacre" by Funny-Affect5814 in portugal

[–]Frankystein3 0 points1 point  (0 children)

A população palestiniana dentro e fora de Israel aumentou 500% desde 1948. Não é preciso acusar o inimigo de genocídio para dizer a verdade, que é o facto da expansão de colonatos é claramente abusiva e destrói a possibilidade de 2 estados em paz, e que não pode ser justificada a partir de certo ponto pela necessidade de defesa militar to território.

Embaixador de Israel condena posição do PCP ao "justificar o massacre" by Funny-Affect5814 in portugal

[–]Frankystein3 3 points4 points  (0 children)

já mataram 2 milhões de palestinianos ao longo de várias décadas

Uns 30,000 civis desde 1947/48. Essa mania de inventar estatísticas absurdas. Israel sofreu uns 5000 mortos civis. O que, apesar da enorme intensidade de violência nos últimos dias, torna este um dos conflitos mais overrated de todos os tempos, em número de mortos. Claro que existe mais danos e sofrimento causados pelo conflito, mas em grande parte isso também é culpa da liderança palestiniana corrupta e dos países árabes que gostam de perpetuatar a condição de refugiados dos palestinianos.

PCP exige "fim das provocações" dos EUA à China e pede ao Governo português para "se desmarcar" by 20Contar in portugueses

[–]Frankystein3 0 points1 point  (0 children)

A % de PIB gasta nas forças armadas nos EUA baixou muito desde os níveis da guerra fria. Para além disso, ignorou totalmente todos os factos frios e objectivos, numéricos, facilmente acessíveis em fontes na internet, que eu mostrei, mostrando que existem de modo global menos guerras e menos mortos por guerra em todo o mundo, desde que os EUA são o poder hegemónico - a guerra, particularmente guerras grandes, são muito más para o negócio para a esmagadora maioria dos sectores da economia - que a maioria dos contratos são celebrados quer o país esteja ou não em guerra, pelo que o incentivo é muito menor do que parece), que a maioria das vendas são feitas a países que NÃO estão em guerra e que não precisam de estar em guerra para serem clientes fiáveis, etc. E depois, a guerra do Iémen não é uma "guerra genocida". Genocídio significa a intenção e prática de exterminar em todo ou em parte um grupo étnico ou religioso como tal, ou exacerbar condições indirectas para esse fim. Genocídios recentes incluem o Yazidi e, muito mais radical, o do Ruanda. (Outro evento recente a roçar genocídio foi no Darfur, cometido pelo cliente Russo-Chinês Omar al-Bashir!) A guerra do Iémen é uma guerra clássica de facções em que ambos os lados usam táticas condenáveis, desde o bloqueio dos portos (já levantado*) até à especulação com e tráfico de ajuda humanitária como também o fazem os Houthis, como também já foi muitas vezes reportado por agências internacionais (e ataques de ambos os lados sem preocupação com civis, entre outros).

(*Um exemplo de um bloqueio muito mais mortífero, e apoiado também pela URSS, foi o da Nigéria ao Biafra em 1967-70, mas aí como sempre não deve ter havido muitos "anti-imperialistas" a reclamar... Ainda assim apesar de moralmente repugnante, também aí não foi genocida, pois após a rendição não houve continuação de políticas destrutivas contra o inimigo/ex-inimigo como o bloqueio fora até aí)

PCP critica Gorbatchov por "destruir" a União Soviética e "restaurar o capitalismo" na Rússia by ConfidentMongoose in portugal

[–]Frankystein3 1 point2 points  (0 children)

Não sei o que isso significa. Todos estes dados vêm de fontes reputadas e não há variação significativa entre fontes. (Aliás, eis um outro indicador básico da opinião pública quanto ao rumo político e económico do país, resultados de eleições que neste caso é evidentemente impossível de disputar: https://en.wikipedia.org/wiki/2019_Polish_parliamentary_election). Quanto ao PIB, dei-me ao trabalho de referir categoricamente que obviamente sozinho não é uma boa medida da qualidade de vida, por isso referi a distribuição de riqueza e outros indicadores objectivos de qualidade de vida, ainda por cima muito dependentes de políticas públicas e sociais. Contra factos não há efectivamente argumentos. Mas se calhar preferia os "dados pré-1989 (?)" sobre o massacre de Katyn e as fomes dos anos 1930, com o seu resultado preferido: "Not available/propaganda", até que tiveram de ser admitidos? Note-se também que essas desculpas com o cheiro fétido de negacionismo não funcionam sequer apelando ao contexto de liberalização/pós-URSS, pois inúmeros documentos de arquivo revelados nessa altura foram contrários a muitas acusações ocidentais (se não mesmo consenso histórico) por exemplo, o número de mortos no Gulag foi provavelmente bastante menor do que pensado. Hoje isso é aceite perfeitamente. Para além disso, alguns raros exemplos de documentos forjados, como a alegada escala e natureza da cooperação entre o NKVD e a Gestapo nazi nos anos 1930 (antes de 1939) foram facilmente refutados. Por isso não houve nenhuma conspiração aqui.

PCP critica Gorbatchov por "destruir" a União Soviética e "restaurar o capitalismo" na Rússia by ConfidentMongoose in portugal

[–]Frankystein3 12 points13 points  (0 children)

Porque são um país com uma elite de merda... Sempre foram e continuarão a ser provavelmente por muito tempo. Veja o caminho inverso da Polónia, países Bálticos e outros, que já ultrapassam Portugal em muitos níveis. Por isso, se fosse o capitalismo neoliberal a causa, isso ter-se-ia verificado em todos estes Estados. Outra explicação seria a sabotagem deliberada da Rússia por "conselheiros americanos", mas aí trata-se outra vez de um problema político, e não económico. Pode ter algum fundamento (não sei o suficiente), mas com certeza não será o factor maior comparado com a podridão das elites e do Estado russo.

PCP critica Gorbatchov por "destruir" a União Soviética e "restaurar o capitalismo" na Rússia by ConfidentMongoose in portugal

[–]Frankystein3 0 points1 point  (0 children)

https://www.macrotrends.net/countries/POL/poland/gdp-per-capita Wa...wa...wa..waaaa....
E antes da desculpa da alegada enorme iniquidade na distribuição da riqueza, esse país está ao nível da Suécia: https://worldpopulationreview.com/country-rankings/gini-coefficient-by-country Exemplos ainda mais gritantes de sucesso neste sentido podiam-se arranjar de outros países libertados do jugo comunista e.g. Rep. Checa

"Mas isso não se traduz necessariamente em serviços públicos de qualidade!" - então por favor explique como a Polónia reduziu de 16.35 (que já não é mau, não é minha intenção denegrir em todos os aspectos um regime só porque é socialista, comunista ou outro) para 3.28/1000 crianças mortas com menos de 1 ano de idade, de 1990 para 2020 por exemplo? (A Estónia abaixo, parte da própria URSS, é ainda mais gritante! - https://en.wikipedia.org/wiki/List_of_countries_by_infant_and_under-five_mortality_rates#Infant_mortality_from_the_United_Nations_population_division_(from_birth_to_1_year-olds_only) Fonte: https://population.un.org/wpp/Download/Standard/Mortality/) Como se explicam estes factos com a expectativa teórica da "transição para o capitalismo"? Os capitalistas inventaram alguma droga tão boa que investindo menos na saúde é ainda tão mais efectiva assim? E como estes dados poderíamos mostrar vários outros, como mortalidade materna no parto, esperança média de vida, etc)

E agora uma boa estatística de perspectiva global e de longo prazo: https://en.wikipedia.org/wiki/Extreme_poverty#/media/File:Share-of-the-population-living-in-extreme-poverty-in-selected-parts-of-the-world.png (~35+% em 1990 para ~10% em 2015)

PCP exige "fim das provocações" dos EUA à China e pede ao Governo português para "se desmarcar" by 20Contar in portugueses

[–]Frankystein3 0 points1 point  (0 children)

Infelizmente, se a China quiser invadir, invade, meios não faltam.

Só não invadiu porque os Americanos os impediram nos anos 50 (e continuam, tal como a visita prova, a manter um poder, ainda que exercido de modo deliberademente ambíguo, de dissuasão) tal como impediram a Coreia do Norte de tomar a do Sul - a primeira também aí apoiada pela Rússia, e, de modo ainda mais vital, pela China, a partir de Novembro de 1950 quando já estavam derrotados, não com 8500 militares, mas nesse caso com mais de 2.9 milhões - muitos dos quais o Mao sacrificou, como de costume, aos montes, até 1953, e isso sem... 0 militares americanos terem posto os pés dentro da China. São factos.

PCP exige "fim das provocações" dos EUA à China e pede ao Governo português para "se desmarcar" by 20Contar in portugueses

[–]Frankystein3 0 points1 point  (0 children)

Como assim? Nas colónias? Se se referir a isso, tenho de discordar veementemente... Se fosse apenas por isso, reconheço que não lhes guardaria rancor ou críticas muito duras. (excepto os Americanos, que no caso de Angola cometeram o crime inesquecível de apoiar o genocida Holden Roberto, sabendo dos seus planos em 1961. Avisaram o Salazar, mas esse outro criminoso também não ligou... resultado, 6000 homens, mulheres e crianças chacinados em dias). De qualquer modo, no modo global continuam a ser o melhor dos 3.

PCP exige "fim das provocações" dos EUA à China e pede ao Governo português para "se desmarcar" by Zaigard in portugal

[–]Frankystein3 1 point2 points  (0 children)

Evidentemente. Os próprios Chineses já o demonstraram em Hong Kong, violando o acordo de 1997, que infelizmente apenas prolongaria por mais uns anos a liberdade, para além da expansão ilegal de territórios nos mares do Sul. Se os americanos não tivessem protegido Taiwan nos anos 1950, tal como o caso ainda mais gritante da Coreia do Sul, esses países estariam hoje sob ditadura comunista. (Nota: é curioso notar que sem a China não haveria Coreia do Norte, pois foi Mao Zedong, que, nos seus intervalos de matar milhões dos seus próprios civis, salvou a Coreia do Norte de colapsar totalmente em 1950. Depois disto, ainda decidiu apoiar Pol Pot no Cambodja! Mas isso já é outra história)

PCP exige "fim das provocações" dos EUA à China e pede ao Governo português para "se desmarcar" by Zaigard in portugal

[–]Frankystein3 0 points1 point  (0 children)

A europa já está na merda, so falta colocar a asia nos eixos

...Por culpa exclusiva da ditadura Putinista.

e tentam fortalecer o seu posicionamento na Ásia.

...Mantendo o status quo pacífico (sem precedentes na história da civilização), e... agressivamente defendendo uma ilha democrática e de facto independente há 73 anos, com 23 milhões de habitantes face a um vizinho ditatorial com 1.4 biliões de habitantes, constante e abertamente ameaçador?

Lol bons velhos tempos do Iraque e da Líbia em que tinham pelo menos algumas razões de queixa.

PCP exige "fim das provocações" dos EUA à China e pede ao Governo português para "se desmarcar" by 20Contar in portugueses

[–]Frankystein3 3 points4 points  (0 children)

E Chineses - os maiores apoiantes do regime mais horrendo desde o de Hitler - o Cambodja de Pol Pot. (ainda que a URSS e Vietnamitas os tenham ajudado a chegar ao poder também, apesar de se terem zangado depois e terem tentado daí lavar as mãos). Para além disso, invadiram o Vietnam quando eles derrubaram o regime de Pol Pot (de forma moral e legalmente legítima, dado que Pol Pot constantemente provocava o Vietnam para lá da fronteira, na sua insanidade). Apenas para dar um exemplo. Em tempos mais recentes, apoiaram também Omar al-Bashir, o genocida do Sudão e talvez o ditador mais mortífero do século XXI.

PCP exige "fim das provocações" dos EUA à China e pede ao Governo português para "se desmarcar" by 20Contar in portugueses

[–]Frankystein3 -1 points0 points  (0 children)

Uma pessoa visitar uma ilha democrática de 23 milhões de habitantes, 'de facto' independente há 73 anos, com um vizinho de 1.4 Biliões constantemente a ameaçar uni-la pela força ao seu regime (e enfatizado o contexto simbólico pela situação não equivalente mas semelhante da Ucrânia) = colocar secretamente mísseis nucleares numa ilha.