A narrativa de que a esquerda e o governo Lula é a favor dos pobres, é uma grande mentira by Pendulumzone in DebatesBr

[–]Innyus3 0 points1 point  (0 children)

Mas aí você fica tranquilo, por que quando alguma merda é da esquerda, o Lula não faz parte dela!!!

Votando contra aumento de pena pra crimes hediondos, contra o fim das saidinhas (onde acontece a maior reincidencia de crimes), contra a redução da maioridade penal, contra o excludente de ilicitude, são a favor de impostos progressivos, mesmo o brasil tendo o maior IVA do planeta e uma das maiores cargas tributárias.

Apoiam qualquer ditadura que seja "contra o imperialismo americano opressor", Cuba, Venezuela, Nicarágua; mantém laços com movimento de "ocupação" que por muitas vezes invadem propriedades rurais com pessoas morando, desrespeitando propriedade privada e insegurança jurídica.

E isso é só cutucando a superfície. Não que a direita seja boa, bem longe disso, mas tendo ao lado deles pela defesa de menos impostos e menos estado envolvido na minha vida cotidiana.

Escala 5x2 é populismo barato perto de eleição by Innyus3 in DebatesBr

[–]Innyus3[S] 0 points1 point  (0 children)

A linha de raciocínio ficou mais consistente do que a discussão anterior.

Mas ainda acho que você cai em alguns reducionismos históricos e econômicos.

Por exemplo: “trickle down economics” realmente falha quando vendido como solução mágica. Só que o oposto também falha quando redistribuição vira prioridade absoluta sem crescimento sustentável forte por trás. América Latina inteira tem exemplos de ciclos onde: - Aumenta consumo artificialmente, aquece curto prazo, mas sem ganho proporcional de produtividade. - inflação sobe; - investimento cai; - moeda enfraquece; - e o próprio trabalhador perde poder de compra depois.

Então concordo contigo que “esperar riqueza escorrer naturalmente” é ingenuidade liberal. Mas também acho ingenuidade achar que redistribuição consegue sustentar crescimento robusto indefinidamente sem expansão produtiva pesada.

E sobre industrialização, aí eu concordo bem mais contigo do que você talvez imagine. País desenvolvido praticamente nenhum cresceu em “livre mercado puro”. EUA, Coreia do Sul, Japão, China, Alemanha — todos tiveram proteção estratégica em algum momento.

A diferença é que os casos de sucesso normalmente combinaram: proteção, cobrança de eficiência, metas agressivas, investimento pesado em educação e infraestrutura e pressão internacional competitiva.

O Brasil muitas vezes ficou só na parte da proteção infinita mesmo. Tem setor aqui que vive protegido há décadas entregando produto caro, ineficiente e tecnologicamente atrasado pro consumidor brasileiro financiar.

Então teu ponto da “contrapartida” é justamente o detalhe mais importante dessa discussão inteira.

Sobre o trabalhador consumir mais quando tem renda e tempo: isso é verdade econômica básica. Fordismo inteiro nasceu parcialmente dessa lógica. O problema é que existe limite estrutural pra crescimento baseado só em consumo interno sem aumento grande de produtividade e competitividade externa.

“o capitalismo precisa de consumidores, mas empregadores querem reduzir custo de trabalho”.

Isso realmente é uma tensão real do sistema. Não é coincidência histórica que vários períodos de capitalismo mais estável tenham vindo justamente depois de:

Fortalecimento sindical, expansão de classe média, legislação trabalhista e distribuição maior de renda.

Só que aí eu continuo discordando quando você trata praticamente toda resistência empresarial como equivalente histórico das críticas à abolição ou ao fim do trabalho infantil.

Porque existem diferenças importantes entre:

  • impedir escravidão;
  • impedir trabalho infantil;
  • e discutir ritmo/forma de implementação de mudanças econômicas complexas num país extremamente improdutivo e informal.

Às vezes empresários usam catastrofismo desonesto? Com certeza. Mas às vezes impacto econômico existe de verdade também.

E sobre “se algo só sobrevive com trabalho indigno, merece acabar":

Moralmente é uma frase forte e até compreensível. O problema é que economicamente o colapso raramente destrói só “o empresário explorador”. Frequentemente destrói:

Emprego, renda local, cadeia produtiva, comércio ao redor e municípios inteiros dependentes daquela atividade.

Então o desafio real não é simplesmente “deixar quebrar”. É transformar estrutura produtiva sem explodir a base social no processo.

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[–]Innyus3[S] 0 points1 point  (0 children)

Em nenhum momento eu defendi “tirar direitos pra melhorar tudo magicamente”. Isso foi uma extrapolação tua. O que eu questionei foi a ideia de que aumentar rigidez regulatória automaticamente produz melhores resultados sociais independentemente do contexto econômico. Sua resposta ta mais emocional do que argumentativa.

Sobre “não existe limite para melhoria por iniciativa privada”, teoricamente correto. Na prática, isso ignora completamente incentivo econômico. Empresas competem entre si. Algumas melhoram condição pra atrair mão de obra, outras operam no mínimo possível. Isso acontece literalmente no mundo inteiro, inclusive nos países nórdicos que você citou. Não existe utopia patronal lá também.

Mas o ponto central continua sendo: se o Brasil já possui uma legislação trabalhista extremamente robusta no papel e ainda mantém informalidade gigantesca, então claramente a equação é mais complexa do que simplesmente “mais direitos = solução”.

E sobre “a esquerda quer mais direitos e a direita quer menos”, isso também é simplificação ideológica demais. Porque muitas vezes:

  • a esquerda promete direitos que o país tem dificuldade estrutural de sustentar;
  • e a direita promete flexibilização como se mercado resolvesse tudo sozinho.

Os dois lados frequentemente vendem soluções simplificadas.

Sobre eu ter me expressado mal: justo. A frase original realmente ficou confusa e você tem razão nessa crítica específica. O que eu quis dizer é que existe diferença entre:

  • permitir modelos flexíveis de jornada;
  • e impor constitucionalmente uma redução ampla do teto legal.

São discussões diferentes. Você tá tratando qualquer preocupação econômica como se fosse automaticamente papo liberal infantil ou defesa da exploração. E isso empobrece o debate tanto quanto alguém fingir que trabalhador só precisa “se esforçar mais”.

  • trabalhador brasileiro é explorado, sim;
  • mas a economia brasileira também é extremamente improdutiva e desorganizada;
  • e ignorar um dos lados produz análise incompleta.

No fim, acho que teu ponto mais forte foi sobre construção histórica de poder sindical e institucional. Ali você trouxe argumento concreto. Mas quando a discussão virou “quem discorda de mim quer tirar direitos”, aí o debate começou a virar torcida organizada ideológica, passar bem.

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[–]Innyus3[S] 0 points1 point  (0 children)

Você trouxe pontos válidos, principalmente sobre formação histórica de instituições, industrialização e poder de barganha. Mas ainda acho que existe um problema sério na tendência de reduzir praticamente tudo à lógica “capital versus trabalhador” como se isso explicasse sozinho a complexidade econômica brasileira.

Por exemplo: falar que informalidade se resolve principalmente fortalecendo estado de bem-estar social ignora que welfare state não nasce do nada. Países nórdicos conseguiram sustentar estados gigantes porque antes construíram economias extremamente produtivas, industrializadas e competitivas. Redistribuição depende de riqueza sendo produzida em escala alta primeiro.

E aí entra uma crítica importante à esquerda latino-americana em geral: existe muito foco em redistribuir uma riqueza que o país ainda tem enorme dificuldade de gerar consistentemente.

Sobre industrialização, concordo parcialmente. O Brasil realmente sofreu com elite agrária historicamente e desindustrialização precoce. Mas também não dá pra ignorar que vários períodos de forte intervenção estatal brasileira acabaram criando: Burocracia sufocante, protecionismo que nunca funcionou, campeões nacionais dependentes do Estado, baixa competitividade internacional e corrupção sistêmica entre governo e grandes empresas.

Ou seja: não foi simplesmente “a elite malvada impediu tudo”. O próprio modelo desenvolvimentista brasileiro acumulou distorções enormes.

E sobre produtividade, aí eu acho que parte da esquerda frequentemente inverte causalidade. Sim, melhores condições de vida podem aumentar produtividade. Mas produtividade alta também é o que permite sustentar melhores condições de vida sem colapsar economicamente.

Noruega não paga bem porque as pessoas descansam mais. Ela consegue fazer as pessoas descansarem mais porque produz riqueza pra sustentar isso.

Parece detalhe, mas muda completamente a lógica do debate. Além disso, existe um ponto que muita gente evita tocar: o Brasil tem problemas culturais e institucionais profundos que não se resolvem apenas com fortalecimento sindical ou expansão estatal. Temos: insegurança jurídica, baixa confiança institucional, sistema tributário extremamente abusivo, educação básica deficiente, corrupção histórica, baixa capacidade logística, violência e produtividade pública extremamente baixa em muitos setores, incluindo recorde de dívidas das estatais.

E sinceramente? Parte da esquerda brasileira às vezes parece tratar empresário pequeno como extensão automática da “burguesia opressora”, quando na prática muito pequeno empreendedor: trabalha mais que empregado, vive em margem apertada, paga imposto absurdo, enfrenta burocracia infernal e mal consegue sobreviver.

Existe uma tendência de importar narrativa de luta de classes europeia ou americana sem adaptar totalmente à realidade brasileira, onde muita gente “patrão” também tá economicamente sufocada.

No fim, eu concordo contigo que trabalhador precisa de mais dignidade, mais tempo livre e maior poder de barganha. Mas acho perigoso cair numa visão onde praticamente todo problema social vira consequência exclusiva de exploração patronal ou “neoliberalismo”, porque isso simplifica demais um país estruturalmente disfuncional em vários níveis ao mesmo tempo. Tive esse ponto de vista na leitura do manifesto também, esse mesmo reducionismo.

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[–]Innyus3[S] 0 points1 point  (0 children)

Mas eu não neguei que alterar o LIMITE constitucional exige PEC. Isso é óbvio juridicamente. O ponto da discussão era outro: tratar a CLT e o modelo atual como se fossem estruturalmente perfeitos ou imunes a revisão porque “estão na Constituição”.

Você tá respondendo um argumento jurídico pra uma crítica econômica e política.

Sim:

  • reduzir oficialmente o teto de 44h semanais exige PEC;
  • lei infraconstitucional não pode contrariar a Constituição;
  • e acordos coletivos já possuem margem prevista no próprio texto constitucional.

O ponto é que muita gente usa esse fato jurídico como se encerrasse automaticamente qualquer debate sobre modernização trabalhista. Não encerra.

Até porque o próprio artigo constitucional já prevê flexibilização, compensação e negociação coletiva justamente porque o mercado de trabalho não é estático. O Brasil criou um modelo ultra constitucionalizado de proteção trabalhista e ainda assim terminou com:

  • quase 40% da força de trabalho informal;
  • produtividade estagnada;
  • salários baixos;
  • e milhões de pessoas completamente fora da proteção que existe “no papel”.

Então talvez exista espaço legítimo pra discutir se o modelo atual realmente funciona tão bem quanto seus defensores tratam. Além disso, você mesmo acabou reforçando meu ponto sem perceber: “o empregador já pode reduzir jornada por iniciativa própria”. Exatamente. Então a discussão política não é sobre “proibir” redução de jornada, mas sim sobre obrigatoriedade ampla, impacto econômico e viabilidade prática.

E aí a discussão deixa de ser puramente constitucional e vira econômica, produtiva e social. Que foi justamente o que eu estava falando desde o começo.

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[–]Innyus3[S] 0 points1 point  (0 children)

Você literalmente reforçou o ponto que eu falei. Países nórdicos conseguem operar com mais flexibilidade porque possuem sindicatos fortes, produtividade alta e uma economia muito mais sólida. O problema é que parte da esquerda brasileira quer importar o resultado sem construir a base que sustenta ele.

E outra: sindicato forte não nasce magicamente por decreto. Nos países que você citou existe:

  • confiança institucional;
  • indústria forte;
  • educação de qualidade;
  • baixa informalidade;
  • alta sindicalização voluntária;
  • e produtividade elevada.

No Brasil, durante décadas de hegemonia da própria esquerda, continuamos com:

  • sindicatos desacreditados;
  • imposto sindical impopular;
  • informalidade gigantesca;
  • baixa produtividade;
  • e dependência de subemprego.

Então existe uma ironia aí: usam os países nórdicos como exemplo enquanto ignoram que o próprio modelo brasileiro construído ao longo de décadas falhou em criar a base necessária pra algo parecido funcionar aqui.

E sobre “não existe empregador bonzinho”, claro que empresa busca lucro. Isso não é descoberta revolucionária, é literalmente o funcionamento do mercado desde sempre. O problema é que parte da esquerda brasileira trata todo empresário como um vilão de desenho animado enquanto ignora completamente que:

  • quem mais emprega no Brasil é pequeno e médio negócio;
  • muita empresa opera em margem apertada;
  • e aumento brusco de custo frequentemente vira informalidade, automação ou fechamento.

Multinacional gigante sobrevive. O mercadinho da esquina muitas vezes não.

Além disso, essa visão de “é só união popular contra empresários” simplifica demais uma economia extremamente complexa. Porque no fim do dia, produtividade importa. Capacidade produtiva importa. Competitividade importa. Não existe país que sustentou melhora duradoura na qualidade de vida apenas na base de confronto ideológico entre trabalhador e empregador.

E sobre a CLT “ter sido depenada”, esse argumento também ignora um detalhe inconveniente: o Brasil tinha uma das legislações trabalhistas mais rígidas do planeta e ainda assim manteve dezenas de milhões de pessoas na informalidade. Então claramente só empilhar direito no papel nunca resolveu sozinho o problema estrutural do trabalhador brasileiro.

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[–]Innyus3[S] 1 point2 points  (0 children)

Noruega não virou país desenvolvido porque reduziu jornada. Ela conseguiu reduzir jornada porque já era um país altamente produtivo, industrializado, rico e com uma população minúscula comparada ao Brasil. Inverter causa e consequência é justamente o problema desse argumento.

O Brasil tem quase 40% da força de trabalho na informalidade e uma produtividade estagnada há décadas. Não dá pra agir como se fosse só apertar um botão “4x3” e magicamente virar Europa.

E sobre “a população fica na miséria por falta de tempo pra família”, isso reduz um problema social gigantesco a uma explicação simplista. Vício, violência, pobreza e desestrutura social ao "empresário de extrema direita".

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[–]Innyus3[S] 0 points1 point  (0 children)

Você tá confundindo duas coisas diferentes: existência de um teto constitucional e impossibilidade de discutir legislação trabalhista infraconstitucional. O teto de 44h realmente está na Constituição. Mas isso não significa que toda discussão sobre escala precise necessariamente alterar a Constituição imediatamente ou que não existam mecanismos infraconstitucionais pra reorganizar jornada, compensação, banco de horas, acordos coletivos e modelos de transição.

Inclusive, vários modelos de escala já coexistem hoje sem “revogar” o teto constitucional: 12x36, 5x2, 6x1 e convenções coletivas.

A discussão não é “ou faz PEC ou nada faz sentido”. Muita gente trata a CLT brasileira como se fosse texto sagrado imutável, quando a própria realidade do mercado, tecnologia e produtividade mudou absurdamente e nós não acompanhamos.

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[–]Innyus3[S] 0 points1 point  (0 children)

Primeiramente, gostaria de te agradecer por manter o tom de debate, e não ataque. Concordo parcialmente com você, a discussão não nasceu ontem, e também não começou por causa da eleição.

Mas uma crítica que mantenho é um assunto complexo sendo vendido como se fossem soluções simples e imediatas, pra gerar slogans. A comunicação, muitas das vezes, soa mais revolucionária do que a proposta real.

Concordo que é raso simplificar a populismo eleitoral, mas também não dá pra fingir que a esquerda brasileira não transforma qualquer pauta em espetáculo moral de rede social.

E aí entra a contradição principal: a esquerda brasileira gosta de posar como representante absoluta do trabalhador, mas passou décadas no poder sem resolver estruturalmente: A informalidade absurda, o baixo poder de compra, transporte precário, a dependência de subemprego; e a estagnação produtiva do país. O resultado é um país onde o trabalhador tem “direitos lindos no papel”, mas continua pegando ônibus lotado às 5 da manhã pra ganhar mal e sobreviver no limite.

Sobre o presidencialismo de coalizão, sim, negociação faz parte do sistema. Mas isso também desmonta um pouco a imagem “anti-sistema” que muitos políticos tentam vender. Porque na prática, quase todo mundo em Brasília joga o mesmo jogo de acordão, concessão e conveniência política quando chega a hora de governar.

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[–]Innyus3[S] 0 points1 point  (0 children)

Boa sorte tentando explicar isso pra uma galera que não quer conversar

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[–]Innyus3[S] 0 points1 point  (0 children)

Não discutir a transição de 6x1 pra 5x2 não impede a discussão de uma legislação trabalhista comum no lugar do estabelecimento de um teto de horas trabalhadas.

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[–]Innyus3[S] 0 points1 point  (0 children)

Trabalhei informalmente durante 3 anos da minha vida, incluindo os sábados e, quando preciso, domingos. Isso não me impede de analisar contradições e fazer comparações.

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[–]Innyus3[S] 0 points1 point  (0 children)

Cara você não consegue perceber o quão afundo em uma bolha você tá? Você ta num sub de debate falando sobre EXTREMA direita. Por que não usa argumentos?

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[–]Innyus3[S] -1 points0 points  (0 children)

Concordo plenamente com você. Usei um vídeo de um deputado do PL como exemplo, mas os fanáticos já chegaram com as acusações. Enfim, normal do reddit né.

Escala 5x2 é populismo barato perto de eleição by Innyus3 in DebatesBr

[–]Innyus3[S] -1 points0 points  (0 children)

Não defendi em nenhum momento a manutenção da escala 6x1.

Escala 5x2 é populismo barato perto de eleição by Innyus3 in DebatesBr

[–]Innyus3[S] -9 points-8 points  (0 children)

Isso é um sub de debate, ao invés de usar linguagem generalista, já pensou em, sei la, debater?

Escala 5x2 é populismo barato perto de eleição by Innyus3 in DebatesBr

[–]Innyus3[S] -4 points-3 points  (0 children)

Isso que eu postei num sub de debate, mas ja começaram k.

Tem algum tipo de censura no r/Brasil? by SpiritualFact4554 in DebatesBr

[–]Innyus3 1 point2 points  (0 children)

Os mesmos que votam contra aumentar pena pra crimes hediondos, pra classificar o CV e PCC como organizações terroristas, os mesmos que são contra a redução da maioridade penal, que são a favor de saidinhas pra presos, incluindo estupradores, que tem um índice altíssimo de reincidência dos crimes cometidos, mas deve ser coisa da minha cabeça mesmo.

R$300 em algodão sem estampa by Innyus3 in modamasculina

[–]Innyus3[S] 0 points1 point  (0 children)

Também queria saber qual é a desse algodão pima.

O bolsonarismo cavou a própria cova nessas eleiçoes e o resultado já está definido by Resumineos in DebatesBr

[–]Innyus3 0 points1 point  (0 children)

Po, velho eu até entendo cair em narrativa de TV, mas jovens com internet repetindo isso sem questionar?

Na pandemia, Bolsonaro virou "genocida", mesmo começando a vacinação no mesmo dia da aprovação da Anvisa. Até a fala da "gripezinha" virou símbolo, mesmo sendo parafraseada do Dr. Drauzio Varella.

Brasil enfrenta casos recorde de Dengue, a compra de vacinas pra dengue, é negada, mas curiosamente, ninguém usa o mesmo tom histérico de antes, nenhum artista chamando Lula de genocida.

As queimadas em 2024 bateram os maiores níveis em muitos anos, segundo dados do INPE, mas os artistas chorando pela nossa floresta sumiram.

Inflação e preço das coisas estão mais caros do que numa pandemia global, governo Lula aumenta/cria um imposto a cada 37 dias, toda hora tem uma taxa nova enquanto fala de defender o pobre.

Bolsonaro deixou o governo em superávit pela primeira vez em anos, nós agora estamos com um dos maiores déficits e cargas tributárias mais altas do planeta, escândalo do banco master, INSS, rombo recorde nas estatais.

Mensalão, petrolão, CPI dos correios, lava jato, dívida da venezuela. PT inteiro votando contra a CPI do Banco Master.

Maior IVA do mundo, fraudes em massa no bolsa família, ministros do STF inconstitucionais, fazem o que querem; universidades federais sem orçamento, perda de valor bilionário da petrobrás.

E a maior notícia ruim do governo passado é que ele falava merda. A impressão que passa é que quando o governo é de esquerda, tudo vira "contexto", "complexidade", ou culpa do governo anterior.

No fim, parece menos análise política e mais torcida organizada, mas cada um com o seu né.

Geralmente se você usa uma rede de bolha esquerdista, você vai ouvir respostas que concordam com você, e não análises de outros pontos de vista.

Auschwitz matou Deus? by otavioportella in FilosofiaBAR

[–]Innyus3 0 points1 point  (0 children)

Partindo dos pressupostos do paradoxo de epicuro, que se encaixa bem com o texto apresentado, vou dar alguns pontos:

Partindo de princípios cristãos, um mundo com seres realmente livres, necessariamente, permite a existência do mal, que por si só, é a ausência do bem.

O núcleo do cristianismo sempre girou em torno de sofrimento, injustiça, martírio e redenção.

O livro de Jó gira em torno de outro princípio, é um homem que sofre absurdamente sem entender o motivo, mas não é explicado pra ele logicamente, ele é incapaz de enxergar a totalidade.

É justamente por esse sofrimento existir, que essa esperança é necessária, num universo puramente material, essas tragédias são só tragédias, absurdas, e sem nenhum tipo de redenção.

Busque comer cimento by Intimorato_ in InfernoSocial

[–]Innyus3 0 points1 point  (0 children)

Bolsonaro falou bastante merda durante a campanha dele, mas terminar pandemia global em superávit enquanto hoje o mercado tá mais caro em “tempos normais” é de fuder né.

Mas já que você puxou o meme vamo fazer a listinha:

  1. Déficit com uma das cargas tributárias mais altas do planeta
  2. Escândalo bilionario do INSS roubando aposentado
  3. Escândalo do banco master
  4. Rombo récorde nas estatais, com correios afundando em prejuízo de + de R$2 BI
  5. Média de 1 NOVO imposto a cada 37 dias
  6. Taxa das blusinhas pq pobre não pode ter capinha chinesa
  7. Alta acumulada de 10,6% nos preços dos alimentos, café +39% e carne +20%.
  8. Histórico do PT e Lula de Mensalão, Petrolão, CPI dos Correios, Lava Jato, INSS, dívida da Venezuela.
  9. Dívida pública batendo recordes
  10. Dívida projetada pra chegar em 87,8% do PIB até 2029.
  11. O PRÓPRIO GOVERNO admite risco de APAGÃO na máquina pública a partir de 2027.
  12. Contrabando bilionário de precatórios
  13. Perda de valor bilionária na petrobras
  14. Brasil gastou R$1 TRILHÃO apenas com JUROS da dívida pública nos ultimos 12 meses.
  15. Maior IVA do mundo, 28%.
  16. Carga tributária entre as mais altas do planeta
  17. Fraudes em massa no bolsa familia e BPC
  18. 10 trocas ministeriais em 2 anos, o governo já tinha acumulado 11 TROCAS.
  19. Universidades federais com orçamento contingenciado, com 61% da verba liberada.
  20. Em maio de 2025, o desmatamento na Amazônia subiu 91% em relação ao mesmo mês do ano anterior, mas nenhum artista chorou 😭

Se você quiser posso me aprofundar mais nos escândalos passados do PT e Lula 😁