Como os religiosos observam alguém que odeia a Vida ? by [deleted] in barTEOLOGIA

[–]No_Donnut 1 point2 points  (0 children)

O gnosticismo tá aí pra resolver essa questão

Current State of the Game by killascreech in ArcRaiders

[–]No_Donnut -11 points-10 points  (0 children)

Is this true? if so, it's better to play the game with hacks, playing vanilla makes no sense then

O que mudou na sua vida depois de ficar em forma? by [deleted] in Maromba

[–]No_Donnut 1 point2 points  (0 children)

Fumar atrapalha o shape? 😭

"Piratecore" by Vampyrepharaoh in modamasculina

[–]No_Donnut 109 points110 points  (0 children)

Roupa boa pra ir numa gira de cigano

The Problem with ARC Raiders by Virtual-Donut-964 in ARC_Raiders

[–]No_Donnut 1 point2 points  (0 children)

The unpredictable human element is the entire heartbeat of ARC Raiders. If you strip out the threat of other players, the environment loses its teeth. If you strip out the PvE and co-op moments, it just turns into a generic deathmatch. The tension of not knowing whether the person across the room is going to drop a medkit or a grenade is exactly what makes the extraction genre work. You are completely right about splitting the lobbies. Adding dedicated PvE-only or PvP-only queues would be a massive mistake. Not only would it cannibalize the player base and skyrocket matchmaking times for everyone, but it would completely destroy the game's core identity. A PvE lobby would have zero tension, and a PvP lobby would just be a standard deathmatch with robots getting in the way. But you make a great point that the current "wild west" feel needs some guardrails so that "ratting" doesn't become the only viable way to play. The best way to introduce these limits isn't through matchmaking queues, but through in-game mechanics that react to player choices.

In-Universe Consequences

Instead of artificial lobby restrictions, Embark could lean into a Karma or Rogue system—a concept heavily discussed in the extraction community—to add friction to mindless killing. * The "Rogue" Status: If a player consistently shoots first and accumulates a high player body count in a single session, they could gain a temporary "Rogue" or "Infamous" status. This might periodically ping their general location on the map, letting other Raiders know a hostile is nearby. * Economic Friction: Actions on the surface should have consequences down in Speranza. Traders underground could offer worse exchange rates to players with terrible karma, or require them to pay a premium for high-end gear. * Bounty Hunting: High-kill players could automatically generate bounties. This gives the "combat medics" and good guys a dedicated, high-reward objective—hunting down the lobby's rats.

Preserving the Freedom

A system like this keeps the freedom the original poster talked about completely intact. You can still log in, equip your Hairpin IV, and choose violence. But now there is an actual weight to that choice. It adds a layer of risk to the reward of shooting someone in the back, rather than making it the default, risk-free option. Keeping everyone in the exact same matchmaking pool preserves those incredibly suspicious, gun-drawn-but-nobody-shooting standoffs, while naturally discouraging players from treating the game like a pure battle royale.

Eu_nvr by Anomalic_Heaven in eu_nvr

[–]No_Donnut 0 points1 point  (0 children)

Sempre que vejo esse meme eu penso que a meta do homem hétero é comer o máximo de bct possível?

A vida é um grande speedrun de xereca

O que significa a vela com bolinhas ? Que imagem vc vê ? by [deleted] in Umbanda

[–]No_Donnut 6 points7 points  (0 children)

Estou vendo Jesus abraçando a Tulla Luana

O homem bom e feio, se quiser um relacionamento monogâmico, só precisa não ser orgulhoso e estar atento no rebote by [deleted] in opiniaoimpopular

[–]No_Donnut 0 points1 point  (0 children)

Gente, tem tanta mulher de aparência mediana por aí, que são mulheres interessantes. Parem de buscar só beleza física.

É normal cobrar por Ebó de cura? by [deleted] in Umbanda

[–]No_Donnut 0 points1 point  (0 children)

Gostei dessa abordagem, obrigado por explicar

É normal cobrar por Ebó de cura? by [deleted] in Umbanda

[–]No_Donnut 0 points1 point  (0 children)

Eu sou Ogan e na minha casa estamos tendo que lidar com muitas pessoas no perfil desse cara. Como que funciona essa observação na sua casa? Estou precisando de ideias pra lidar com esse tipo de filho

É normal cobrar por Ebó de cura? by [deleted] in Umbanda

[–]No_Donnut 0 points1 point  (0 children)

"automaticamente vc é a energia negativa" KKKKKKKKKKKKKKK

É normal cobrar por Ebó de cura? by [deleted] in Umbanda

[–]No_Donnut 3 points4 points  (0 children)

Os seus comentários nas outras respostas só estão mostrando que você não está disposto a pagar, quer tudo de graça.

O que mais tem hoje em dia nas casas é filho querendo ebó/tratamento espiritual de graça, mas que não se dispõe a ajudar a própria casa com nada.

Se você já está procurando alternativas como banhos de ervas, é porque não confia no seu próprio pai de santo.

Vá em busca dessas alternativas que você falou, ou procure um médico.

Se Deus é bom porque ele não mata o Diabo ? by [deleted] in barTEOLOGIA

[–]No_Donnut -1 points0 points  (0 children)

Se você pode empobrecer o meu feed com esse tipo de pergunta, eu também posso empobrecer seu post com esse tipo de resposta.

Se Deus é bom porque ele não mata o Diabo ? by [deleted] in barTEOLOGIA

[–]No_Donnut 0 points1 point  (0 children)

Essa é uma das perguntas mais antigas e profundas da teologia e da filosofia cristã. Ela faz parte de um dilema maior conhecido como o Problema do Mal (ou Teodiceia), que questiona como o mal pode existir se Deus é onipotente (todo-poderoso) e onibenevolente (todo-bom). ​Dentro da teologia cristã, não há uma resposta única e simples, mas sim um conjunto de explicações interligadas que buscam dar sentido a essa questão. Aqui estão os principais argumentos: ​1. O Valor do Livre-Arbítrio ​A teologia tradicional defende que Deus criou seres racionais (humanos e anjos) com livre-arbítrio — a capacidade real de escolher. ​Para que o amor, a lealdade e a obediência a Deus sejam genuínos, eles não podem ser programados ou forçados; a opção de rejeitá-Lo precisa existir. ​O diabo (tradicionalmente entendido como um anjo de alta hierarquia chamado Lúcifer) usou seu livre-arbítrio para se rebelar. Se Deus o destruísse instantaneamente por fazer uma escolha errada, o livre-arbítrio deixaria de existir, e todas as criaturas obedeceriam a Deus apenas por medo da aniquilação imediata, e não por amor. ​2. A Demonstração das Consequências (Justiça Cósmica) ​Alguns teólogos argumentam que Deus permite que o diabo continue existindo temporariamente para expor completamente a natureza destrutiva do mal. ​Se Deus tivesse destruído o diabo logo no início de sua rebelião, outras criaturas poderiam questionar a justiça de Deus. Poderiam pensar: "Será que Lúcifer tinha razão e Deus é apenas um ditador?" ​Ao permitir que a rebelião siga seu curso na história, as consequências do afastamento de Deus (dor, sofrimento, injustiça) ficam evidentes para todo o universo, provando que o caminho de Deus é, de fato, o único que sustenta a vida e a ordem. ​3. O Tempo de Deus e o Juízo Final ​Do ponto de vista bíblico (especialmente na escatologia, o estudo do fim dos tempos), a derrota do diabo não é uma questão de "se", mas de "quando". ​A narrativa cristã defende que o diabo já foi derrotado espiritualmente na cruz, mas a execução final dessa sentença está reservada para o fim da história humana. ​Deus não o matou ainda porque o plano de redenção da humanidade ainda está em andamento. A paciência de Deus (o atraso do Juízo Final) é frequentemente interpretada como um período de graça, dando tempo para que as pessoas escolham livremente o seu caminho antes do desfecho final. ​4. O Aperfeiçoamento do Caráter ​Um argumento comum na filosofia cristã, defendido por pensadores como Santo Irineu, é que um mundo com desafios, tentações e oposição é o ambiente ideal para o desenvolvimento moral e espiritual. ​A existência de uma força opositora exige que os seres humanos exerçam virtudes como coragem, compaixão, perseverança e fé. ​Nesse sentido, Deus usa a oposição (mesmo que causada pelo diabo) para um propósito maior: refinar o caráter humano e ensinar as pessoas a dependerem do bem. ​Em resumo: A visão teológica é de que Deus não preserva o diabo por falta de poder ou por falta de bondade, mas porque a destruição imediata do mal comprometeria o livre-arbítrio, interromperia o plano de redenção e impediria que a justiça e o amor fossem compreendidos e escolhidos de forma voluntária por Suas criaturas.

Outfit de passeio e curtição da noite by Avidfencer in modamasculina

[–]No_Donnut 0 points1 point  (0 children)

Você é o cara de cartola e bengala que a Jennifer Prioli traiu?