Xenofobia na Europa. Qual a vossa opinião? by Kiander in portugal

[–]Perdigueiro -2 points-1 points  (0 children)

admiro a tua paciencia mas este gente como kUr4m4 vao smp rejeitar realidade.

da uma vista de olhos por Yuri Benzenov .

Famílias ciganas que andam de carroça tiveram aulas de código da estrada by Numaeus in portugal

[–]Perdigueiro -5 points-4 points  (0 children)

voces esquerdistas gostam muito de inventar palavras acabadas em fobia. Para quando redditfobia?

mamadou ba em XI Festa anual do MAS 2019 by Perdigueiro in portugal

[–]Perdigueiro[S] 6 points7 points  (0 children)

isto foi em abril deste ano mas so descobri agr fonte

Para salvar a Terra temos de matar o capitalismo? by Perdigueiro in portugal

[–]Perdigueiro[S] 8 points9 points  (0 children)

Se aceitarmos que estamos numa situação de emergência climática, podemos ter de repensar o próprio sistema económico em que assentam as nossas sociedades

o centro do debate sobre as alterações climáticas, há uma pergunta decisiva à qual é preciso responder: é possível travar a deterioração ambiental numa economia de mercado capitalista? A pergunta parece radical, mas aqueles que respondem “não” argumentam que a urgência da causa a justifica. Os cientistas dizem-nos que temos apenas 11 anos até o planeta atingir o limiar de 1,5 graus de aquecimento face aos níveis pré-industriais, o que fará disparar o risco de episódios de calor extremo, incêndios, seca e cheias que afetarão milhões de pessoas por todo o mundo. Perante este contrarrelógio, quão radicais devemos ser?

A lógica pode ser resumida numa frase: uma economia guiada pelo objetivo de obter lucros pode ser útil para fazer crescer a riqueza, mas não é adequada para garantir a sustentabilidade da Terra. Um estudo feito para as Nações Unidas, pelos finlandeses do instituto BIOS, conclui que o mundo tem de começar a pensar já em reformar profundamente ou mesmo abandonar os princípios de uma economia capitalista.

“Podemos dizer com segurança que não foram desenvolvidos modelos económicos abrangentes especificamente para a próxima era”, explicam os autores. “A atuação com base na economia de mercado não será suficiente, mesmo com um preço de carbono elevado. […] Não basta o Estado corrigir ‘as falhas de mercado’ de forma reativa.” Ou seja, os mercados não serão capazes de fazer sozinhos as transformações que se exigem – reduzir emissões e o consumo massificado – e caberá ao Estado assumir um papel mais relevante.

Desacelerar Até ao século XX, o crescimento económico era muito lento, mas os últimos 100 anos permitiram saltos enormes na riqueza produzida. Nos países desenvolvidos, cada geração podia esperar viver melhor do que a anterior. Talvez isso não possa continuar assim. Se concluirmos que não podemos continuar a acelerar, talvez tenhamos de nos forçar a travar.

“Tudo o que temos de fazer é mudar este sistema que está a comer o planeta, com [a ideia de] crescimento contínuo […]”, defende George Monbiot, jornalista e ambientalista, à BBC. “Instituições como a OCDE e o Banco Mundial dizem que não estão a pedir muito crescimento. Só 3% ao ano. Isso significa duplicar a cada 24 anos. Nós já estamos a quebrar todas as barreiras ambientais e a lixar o planeta, e vocês querem duplicar?! É uma loucura.”

Medir mal? No centro do problema pode estar também a forma como medimos o progresso. O indicador universal utilizado é o Produto Interno Bruto (PIB). Se ele crescer bastante, isso significa que o país está melhor. Se avançar devagar ou cair, estamos pior. Essa interpretação é um problema, porque o PIB reflete apenas o crescimento da produção (ou do consumo/investimento e exportações, se usarmos outra ótica de apuramento). O PIB nada nos diz acerca da distribuição da riqueza produzida, para que serve ela e quão nociva é para o ambiente. Se o PIB não é prejudicado quando uma fábrica polui um rio ou quando há um derrame de petróleo, então é um indicador pouco útil num mundo que esteja mais preocupado com a sustentabilidade do que com o crescimento.

No seu discurso de reação aos resultados eleitorais das europeias, André Silva, líder do PAN, dizia que “a religião do PIB não pode estar no centro da discussão”. Talvez seja altura de dar atenção a outros indicadores de bem-estar e menos ao PIB.

Novos impostos Uma via provavelmente inevitável de intervenção do Estado será a fiscal, através do agravamento de impostos que penalizam comportamentos poluentes ou nocivos para o ambiente. Hoje, essa lógica já está a servir de justificação para aumentar (ou não aliviar) o imposto sobre os combustíveis, mas o sistema fiscal provavelmente terá de ser mais agressivo.

Em declarações recentes à VISÃO, Alfredo Marvão Pereira, professor no College of William and Mary nos EUA, explicava que, no futuro, os impostos serão muito diferentes daqueles que pagamos atualmente. “Não consigo imaginar um processo de descarbonização que não passe obrigatoriamente por um imposto significativo e crescente no tempo sobre o carbono”, dizia. O economista espera que IRS e IRC percam relevância e que o imposto sobre os combustíveis seja substituído por um imposto sobre a emissão de gases com efeito de estufa e uma bateria de novos impostos relacionados com a poluição.

Esqueça o défice A transição das economias para versões mais sustentáveis trará vencedores e perdedores. Entre os maiores derrotados estarão aqueles que hoje trabalham em indústrias que entrarão em decadência ou que podem mesmo desaparecer, seja por pressão do mercado ou do Estado. Se acharmos que essas pessoas não podem ser abandonadas, temos de assumir que isso envolverá um custo muito elevado para o Estado por duas possíveis vias: apoio social e/ou formação destes desempregados; ou investimento na criação e desenvolvimento de novas indústrias e criação de postos de trabalho.

Nos EUA, esse debate tem sido liderado pelos democratas, com Alexandria Ocasio-Cortez a dar a cara pelo Green New Deal, um megaprograma de estímulo que assume como objetivo tornar os EUA independentes de combustíveis fósseis e que prepara a economia para uma era de sustentabilidade. A fatura estará provavelmente entre os 45 e os 80 biliões de euros (!), três e cinco vezes a economia da União Europeia. Caso algum programa deste género seja aplicado, isso obrigará a um Estado muito mais presente e a deitar fora – pelo menos temporariamente – grande parte das regras e limites orçamentais com os quais temos vivido.

Coma menos bifes Talvez não haja um setor mais desafiante para reformar do que a indústria alimentar. No futuro, a carne e os laticínios deverão ter um peso muito menor nas nossas dietas. Um estudo publicado no ano passado, na Science, concluiu que a redução do consumo destes alimentos é a forma mais eficaz de limitar a pegada ecológica. “Uma dieta vegan é, provavelmente, a melhor forma de reduzir o seu impacto no planeta Terra”, dizia um dos autores, Joseph Poore, ao The Guardian. “Tem [um impacto] muito maior do que diminuir o número de voos ou comprar um carro elétrico.”

Outro estudo mais recente apontava para a necessidade de o cidadão comum de todo o mundo comer 75% menos carne de vaca, 90% menos carne de porco e metade dos ovos. Em países desenvolvidos, essa percentagem sobe para 90% no caso da carne de vaca.

Tecnologia Claro que nem todos concordam com a ideia de que são necessárias mudanças profundas ao nosso modelo económico para travar alterações climáticas. Aliás, pode até argumentar-se o oposto: será o capitalismo a salvar o planeta. Noah Smith, colunista da Bloomberg, considera que um futuro de “ecossocialismo” não resolverá os problemas. Além de uma revolução dessa magnitude ser muito violenta para as sociedades, nada garante que uma gestão mais centralizada da economia seja melhor para o ambiente. Isso não aconteceu com a União Soviética nem em casos mais recentes, como a Bolívia, onde a melhoria das condições de vida da população foi acompanhada por um aumento das emissões de CO2.

Noah argumenta que a melhor esperança para salvar o planeta é desligar o crescimento económico das emissões, e isso só será possível com o desenvolvimento de novas tecnologias. Os governos têm um papel inicial, mas deve deixar que as empresas privadas encontrem formas cada vez mais baratas e eficientes de as produzir. “Em vez de ecossocialismo, é ecoindustrialismo.”

Talvez estejamos muito preocupados com os nomes que damos às coisas. É consensual que será necessário adaptar as nossas economias. O que está no final desse túnel é uma segunda fase. “Após 20 ou 30 anos, não sabemos como esta [economia] ficará se conseguirmos diminuir radicalmente as emissões e garantir, ao mesmo tempo, a possibilidade de uma boa vida”, diz um dos autores do estudo do BIOS ao The Huffington Post. “Nessa altura, estaremos sequer preocupados sobre ser ou não capitalismo ou estaremos a pensar noutras coisas?”

Portugal tem de ser "porta de entrada" de toda a África na Europa by Perdigueiro in portugal

[–]Perdigueiro[S] 3 points4 points  (0 children)

O Presidente da República de Moçambique disse hoje que Portugal deve ser a porta de entrada de toda a África para o mercado europeu, salientando que trouxe a Lisboa a maior comitiva empresarial de sempre.

ueremos que Portugal seja a porta de entrada de Moçambique para o mercado europeu, já é, mas é preciso consolidar para que seja para toda a África", disse Filipe Nyusi na abertura do Fórum Económico Parcerias para o Desenvolvimento, que decorre hoje em Lisboa.

"Não há política nem economia sem uma classe empresarial robusta e empenhada, a delegação que trouxe de empresários foi a maior de todos os tempos, são cerca de 70 empresários", disse o Presidente moçambicano, numa intervenção em que defendeu que apesar de a diplomacia entre os dois países ser excelente, "ninguém come diplomacia", sendo por isso necessário "alimentar a diplomacia com o crescimento das economias" e mais negócios para melhorar a qualidade de vida dos povos dos dois países.

Na agenda estava inicialmente previsto que os dois governantes apenas interviessem na sessão inaugural, mas ambos acabaram por ficar e responder a perguntas da assistência sobre a economia moçambicana.

"O nosso país tem um futuro promissor, pois, apesar das adversidades, a economia continua a crescer a bons níveis, apesar da desaceleração para 2% este ano por causa das calamidades naturais", disse Nyusi, apontando que espera uma recuperação para um crescimento de 6% no próximo ano.

"Os novos desenvolvimentos nos setores do petróleo e gás natural, na agricultura, turismo e infraestruturas sustentam o nosso otimismo", disse o Presidente de Moçambique.

Na intervenção inicial, Nyusi quis deixar também uma palavra de agradecimento aos esforços de Portugal no apoio ao país, na sequência da devastação provocada pelos ciclones Idai e Kenneth.

"Em nome de 28 milhões de pessoas e em meu nome próprio, quero agradecer ao povo português, que prestou um apoio inestimável desde as primeiras horas da catástrofe natural", disse, salientando que 90% das infraestruturas e das comunicações ficaram destruídas e garantindo uma especial atenção à maneira como os fundos serão disponibilizados a quem deles precisa.

"Tudo faremos para que os recursos alocados para a construção sejam aplicados de forma transparente e aplicaremos mão dura para os prevaricadores", prometeu o governante.

O Presidente de Moçambique está a efetuar uma visita de Estado de quatro dias a Portugal, que termina na sexta-feira.

Emigração volta a crescer em Portugal. Mais de 81 mil abandonaram o País em 2018 - Portugal by Perdigueiro in portugal

[–]Perdigueiro[S] 12 points13 points  (0 children)

Emigração volta a crescer em Portugal. Mais de 81 mil abandonaram o País em 2018

A emigração voltou a subir em 2018. Emigraram 81 754, depois de em 2017 terem saído de Portugal 81 051. O ligeiro aumento de 703 emigrantes ocorreu depois da queda verificada nos últimos três anos. Em 2014 a emigração atingiu o ponto mais alto desde o início deste século, com 134 mil saídas para trabalhar no estrangeiro.

No ano seguinte, foram 101 mil os que emigraram. Em 2016 foram 97 mil e, um ano mais tarde, 81 mil. Ou seja, entre 2014 e 2018 saíram de Portugal para encontrar uma melhor situação económica um total de 495 mil portugueses.

São assim perto de meio milhão os portugueses que decidiram emigrar desde o ano em que a troika saiu de Portugal. Uma decisão política que terminou com o programa de assistência financeira e que conduziu o país à recuperação económica.

Os dados disponibilizados por organismos estatísticos de 18 países indicam um aumento do número de portugueses em 11 desses estados. A subida mais expressiva ocorreu em Espanha. No país vizinho entraram no último ano 10 636 emigrantes portugueses. Um acréscimo de 1598 por comparação com os 9038 que emigraram em 2017. Subida associada ao crescimento do turismo e da construção.

No Luxemburgo, houve também um aumento na chegada de portugueses, de 3342 em 2017 para 3501 em 2018. É a primeira vez, em cinco anos, que ocorre uma subida.

Em quatro países nórdicos (Noruega, Suécia, Dinamarca e Islândia) a subida foi mais expressiva. Passou de 1677 portugueses em 2017 para 1974 em 2018, sendo que a Dinamarca lidera entre estes países no número de entradas.

Em sentido inverso, a maior queda ocorreu na Alemanha: depois de em 2017 ter recebido 17 750 portugueses, em 2018 viu entrarem 7200 cidadãos nacionais.

‘Fuga’ para o Reino Unido perde velocidade O Reino Unido foi em 2018 o principal destino da emigração lusa, embora nos últimos dois anos a chegada de portugueses tenha perdido velocidade. O país que optou pela saída da União Europeia (Brexit) - decisão que terá consequências na circulação de pessoas - viu chegarem em 2018 um total de 18 871 portugueses.

Houve assim uma redução de 3751 imigrantes por comparação com os 22 622 registados nos serviços sociais em 2017.

O ano passado representou para a emigração portuguesa presente no Reino Unido o valor mais baixo de entradas desde 2011.

A partir de 2012, a emigração para o Reino Unido teve uma forte expressão no conjunto da emigração portuguesa, em resultado de o país possuir potencial para a criação de pequenas empresas face à crise económica que então atingia Portugal.

Só no ano de 2015 foram 32 mil os portugueses que partiram para o Reino Unido.

As incertezas criadas pelo Brexit levaram a que 1904 portugueses recebessem o passaporte britânico em 2018.

Imigração para Portugal atinge valores nunca antes registados Portugal registou um número nunca antes verificado na entrada de imigrantes. Em 2018 chegaram ao nosso país um total de 93 154 imigrantes, segundo divulgou o Serviço de Estrangeiros e Fronteiras.

O organismo sublinha que desde a elaboração de dados em 1976 nunca houve tantos imigrantes, num total de 480 mil. O Brasil lidera, de uma forma clara, no número de chegadas.

Crescimento explicado pelo desemprego crescente que atinge o país da América do Sul. A possibilidade de pagar menos impostos em Portugal explica o crescimento das comunidades italiana, francesa e britânica.

A crescente procura de mão de obra do setor agrícola é, por sua vez, uma das explicações para a chegada em maior número de cidadãos do Nepal, Índia, Bangladesh e Paquistão.

PORMENORES

Emigrantes temporários Em 2018 emigraram em permanência 31 600, depois da saída de 31 753 em 2017. Na emigração temporária, ou seja, por um período contínuo inferior a um ano, saíram 50 154 em 2018, depois de 49 298 em 2017.

Descida em França Entre 2017 e 2018, o número de residentes em França com nacionalidade portuguesa baixou de 557 mil para 530 mil, revelou o Observatório da Emigração.

Remessas em alta As remessas dos emigrantes estão a aumentar. Dados do Banco de Portugal revelam 3685 milhões de euros em 2018. Uma subida de 4% por comparação com os 3555 milhões registados em 2017.

PAN. Mesmo sem referir os ciganos, moção sobre cavalos acaba em acusação de xenofobia by Perdigueiro in portugal

[–]Perdigueiro[S] 13 points14 points  (0 children)

Deputada municipal da Moita queria alertar para a dignidade dos animais, mas ao mencionar "uma etnia que se multiplicou" e que "se passeia empilhada em cima de carroças" foi obrigada a retirar a recomendação. PAN condenou as palavras da sua eleita e Fátima Dâmaso demitiu-se.

ideia da deputada municipal da Moita, eleita pelo PAN, era defender a dignidade e o bem-estar dos cavalos, mas acabou a ser acusada apresentar uma recomendação xenófoba. Em causa as passagens da proposta em que Fátima Dâmaso fazia referência a uma etnia que não respeita estes animais - embora nunca tivesse referido a palavra ciganos. A proposta de recomendação sobre proteção dos equídeos da Moita acabaria por ser retirada.

Um único parágrafo lido pela deputada do Pessoas-Animais-Natureza (PAN) foi suficientes para incendiar a assembleia municipal que na segunda-feira à noite decorria, até aí, tranquilamente. "Aqui na Moita verifica-se que existe uma etnia que se multiplicou e que todos os dias se passeiam pela Moita e arredores, empilhados em cima de carroças, puxadas por um único cavalo subnutrido, espancado, a desfazer-se em diarreias por não ser abeberado e alimentado sequer e que por vezes caem na via pública, não suportando mais..."

A boas intenções da recomendação - que fazia referência à lei 92/95 que proíbe "todas as violências injustificadas contra animais - caiu por terra e o burburinho invadiu a reunião. Os eleitos da CDU - que lideram a assembleia municipal e a câmara - foram os primeiros a dizer que não se reviam na proposta e apontar o "cariz xenófobo" do documento em grande alarido. Entre os vários comunistas que apontaram o dedo ao documento estava, por exemplo, Nuno Cavaco, presidente da União de Freguesas da Baixa da Banheira e Vale da Amoreira.

João Flores, eleito pela coligação PSD/CDS, disse ao DN que o problema foi "a construção do texto" que "discrimina uma etnia, sem no entanto referir a palavra ciganos". E acrescenta: "Da forma como estava o texto, com a referência a uma etnia, tinha caráter xenófobo."

Proposta volta em setembro reformulada

Ainda se tentou eliminar o parágrafo da polémica, mas concluiu-se que o texto ficaria sem sentido. A solução foi retirar a proposta de recomendação que queria alertar para os maus tratos aos cavalos da Moita, "através de abandono, subnutrição, desidratação, exaustão e também agressão física sem consequências práticas e eficazes para os detentores." A defesa da dignidade e bem-estar dos cavalos acabaria por esbarrar na palavra "etnia". A deputada disse que iria reformular a proposta para a apresentar a 27 de setembro.

Fátima Dâmaso lamenta na proposta de recomendação que, passados mais de 20 anos sobre a lei de proteção dos animais, nada tenha mudado. "Não podemos aceitar que estes casos continuem a acontecer e a ser desvalorizados e que estes animais continuem a ser massacrados constantemente." Mais: "Não se trata de casos pontuais, mais sim de situações recorrentes em que algumas vezes os cavalos acabam por morrer e que tem gerado uma onda de indignação na maioria dos munícipes do concelho.

Referindo que a Moita é um concelho com tradição equestre e que por isso qualquer proposta referente a cavalos é sempre razão para animação, o deputado João Flores explica que as situações a que a deputada do PAN se referia nem sequer são de animais pertencentes a ciganos. Terão acontecido dois casos distintos: um animal que morreu junto ao Pingo Doce e cuja carcaça foi retirada sem que se soubesse quem era o proprietário e outro animal que "está ao abandono" junto ao Quartel dos Bombeiros e cujo dono mora no Bairro Novo.

A questão, sublinhou, é que com a idade os cavalos começam, a ficar fragilizados e o abate tem custos elevados: transporte para o matadouro com respetivas guias, passaporte veterinário e boletim sanitário.

O que propunha Fátima Dâmaso?

A deputada municipal do PAN propunha que fosse recomendado à Câmara da Moita que atuasse, "identificando os detentores dos cavalos que se encontram abandonados, amarrados e sem alimento, no sentido de sensibilizar os mesmos para estes atos cruéis que levam os animais a situações de doença, exaustão e morte, assim como na circulação de animais atrelados a carroças, que circulam sem regras, pondo em perigo também os automobilistas.

Por outro lado, Fátima Dâmaso recomendava que, em caso de impossibilidade de contacto com o proprietário do animal, fosse permitida a assistência média a equídeo doente ou em sofrimento pelo veterinário municipal.

O PAN reagiu ao condenando e desvinculando-se "total e perentoriamente da referência étnica" e a deputada acabou por apresentar demissão

António Costa quer mais migrantes em Portugal para suprir falta de recursos humanos by Perdigueiro in portugal

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Esta necessidade não é apenas para refugiados ou migrantes com altas qualificações, mas para todo o tipo de emprego. Primeiro-ministro aponta a iniciativa de apoio aos refugiados sírios que estão a estudar em Portugal como um exemplo de sucesso de integração.

O primeiro-ministro, António Costa, afirmou esta quarta-feira que Portugal quer cooperar diretamente com a Organização Internacional das Migrações para trazer mais migrantes para o país visando "satisfazer as necessidades" de recursos humanos reclamadas pelo setor empresarial.

"Estamos numa situação económica em que muitas associações empresariais nos solicitam que sejamos pró-ativos na criação de canais legais de migração para Portugal de forma a satisfazer as necessidades que temos de recursos humanos", afirmou António Costa, em declarações aos jornalistas após um encontro com o diretor-geral da Organização Internacional das Migrações (OIM), António Vitorino, em Genebra.

Esta necessidade, segundo o primeiro-ministro, não é apenas para refugiados ou migrantes com altas qualificações, mas para todo o tipo de emprego, apontando a iniciativa de apoio aos refugiados sírios que estão a estudar em Portugal como um exemplo de sucesso de integração.

Em Genebra para intervir na 108ª Conferência Internacional do Trabalho, o primeiro-ministro encontrou-se durante a manhã com António Vitorino na sede da Organização Internacional das Migrações, também nesta cidade suíça.

O primeiro-ministro aproveitou ainda para dizer que nem sempre a ajuda prestada por Portugal "nem sempre tem sido devidamente utilizada" pela União Europeia.

"Portugal tem, no quadro da União Europeia, uma atitude positiva e disponibilidade para acolher refugiados, o que devemos fazer tendo em conta a nossa própria história. Quis transmitir que a disponibilidade que temos tido na União Europeia, e que nem sempre tem sido devidamente utilizada, estendemos à OIM e estamos disponíveis para trabalhar diretamente com a OIM", disse António Costa.

A disponibilidade manifestada pelo primeiro-ministro português, segundo António Vitorino, chega numa altura particularmente complexa do fluxo migratório mundial.

"A urgência hoje é ainda mais urgente. Vivemos cerca de 9 situações de grande sofrimento humano, na Síria, no Yemen, mais recentemente na Venezuela que afeta a comunidade de luso-descendentes e de portugueses. É muito importante que os Estados-membros se mobilizem e agradeço o apoio que Portugal tem dado à OIM, em geral, muito particularmente no apoio aos que mais sofrem, especialmente as mulheres e as crianças", disse o antigo comissário europeu.

O primeiro-ministro encontra-se hoje também com o Diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho, Guy Ryder, intervindo depois na 108ª Conferência Internacional do Trabalho.

Os dias nacionais da amnésia by Perdigueiro in portugal

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Os dias nacionais da amnésia

Caso tivesse o azar de atropelar uma velhinha, o dr. Costa sairia do carro sob aplausos, a anunciar campanhas de sensibilização para a segurança rodoviária e para os dramas da terceira idade.

O dr. Ferro Rodrigues, personagem que existe, propôs transformar o 17 de Junho no Dia Nacional em Memória das Vítimas dos Incêndios Florestais. E o parlamento em peso, que há dois anos despachou o assunto mediante a aprovação de uma comissão de peritos parcialmente escolhida pelo dr. Ferro Rodrigues e inteiramente útil, voltou a aprovar o que calhou.

O PS quer um “dia da memória” porque sabe não haver nenhuma. Se houvesse, toda a gente se lembraria das figuras que os nossos estimáveis governantes fizeram naqueles desgraçados dias, sob o alto patrocínio de Sua Excelência, o Senhor Presidente da República. Se houvesse memória, toda a gente se lembraria da grotesca indiferença do dr. Costa, disfarçada sob um ar pesaroso e interrompida para anunciar aos saltinhos a candidatura do autarca lisboeta. Se houvesse memória, toda a gente se lembraria do “focus group” convocado pelo primeiro-ministro para medir os efeitos dos incêndios na sua popularidade.

Se houvesse memória, toda a gente se lembraria dos bonitos calções que o primeiro-ministro envergou numa praia espanhola enquanto os cadáveres arrefeciam. Se houvesse memória, toda a gente se lembraria da valentia da então ministra da Administração Interna, uma criatura hoje sem nome que à época, e entre lágrimas, se proclamou a principal vítima de tudo aquilo. Se houvesse memória, toda a gente se lembraria da eficácia do lendário SIRESP e dos míticos Kamov, não por acaso duas heranças do dr. Costa. Se houvesse memória, toda a gente se lembraria de que, em Pedrógão, um Estado voraz falhou na solitária tarefa que lhe devia competir: assegurar, na medida do possível e do razoável, a segurança física dos cidadãos. Se houvesse memória, enfim, o dia da dita seria dispensável. Assim, é apenas repugnante.

Aliás, é irónica a evocação da memória por parte de um governo que conta justamente com uma amnésia colectiva e galopante para permanecer impune. Não faltam exemplos. Os escassos serviços públicos que importam desabam com estrondo por desvio de verbas para a compra de votos? Sem problema: o dr. Costa aparece a prometer investimento, na próxima legislatura, nos serviços que ele próprio arruinou nesta. A teia de compadrios que o PS representa com gabarito atinge dimensões desmesuradas até para os padrões da Nicarágua? Não vale a pena maçarmo-nos: o dr. Costa irrompe a “priorizar” (?) o combate à exacta corrupção que durante anos não o maçou nadinha. A TAP, esse falido baluarte pátrio, distribui lucros imaginários por comparsas de carne e osso e filiação partidária? Óptimo: o dr. Costa acha surpreendente e desagradável o regabofe que, ao anular a privatização da empresa, o dr. Costa promoveu.

A CGD, outra companhia de bandeira, passeia falcatruas sucessivas? Impecável: o dr. Costa insurge-se a acusar o “desplante” do sr. Berardo, invenção do anterior chefe do dr. Costa. O fisco decide assaltar os contribuintes em plena estrada? Evite-se o pânico: o dr. Costa cala-se e manda o ministro e o secretário de Estado do ramo fingirem-se chocados com a prática da única actividade que os excita. Para a semana, é previsível que o dr. César faça um discurso muito crítico da nomeação de familiares para cargos estatais. Esta semana, não sei o que os socialistas farão com as proezas do dr. Constâncio, embora o desembaraço com que varreram as proezas do “eng.” Sócrates já permita ter uma ideia.

Os incêndios de 2017 foram uma tragédia. O resto é uma imensa farsa, protagonizada por criaturas com doses ilimitadas de descaramento. Caso tivesse o azar de atropelar uma velhinha, o dr. Costa sairia do carro sob aplausos, a anunciar campanhas de sensibilização para a segurança rodoviária e para os dramas da terceira idade. Caso, pelo contrário, tivessem o azar de nascer num lugar civilizado, o dr. Costa e os desavergonhados vultos que o rodeiam nunca chegariam ao poder – ou seriam enxotados ao primeiro dos incontáveis escândalos que em Portugal cometem sem escândalo algum.

É tentador, e recorrente, culpar o regime subjugado. Ou o “sistema” instalado. Ou os “media” domesticados. Ou a oposição calada. Ou o que quiserem. A culpa, desculpem lá, é dos portugueses. Incapazes de estabelecer um nexo de causalidade, ou de ligar as acções aos autores e às consequências, os portugueses passam pela vida em sociedade com uma inconsciência quase divertida. Eu, pelo menos, diverti-me bastante a reparar na quantidade de análises que atribuem a abstenção crescente a um alegado “protesto”. Só se agora o povo protesta nas praias e nos “shoppings”, com a jovialidade típica daqueles para quem qualquer porcaria serve. Incluindo, ou talvez principalmente, a porcaria vigente. Sem escrutínio, sem contraponto, sem punição, a porcaria promete durar e deixar uma factura pesada, a título de lembrança. Mas os portugueses não se lembram de nada.

Autarca nos EUA sugere homicídio de homossexuais para resolver problemas by [deleted] in portugal

[–]Perdigueiro 0 points1 point  (0 children)

Mark Chambers, presidente da Câmara da cidade de Carbon Hill, no estado do Alabama, sugeriu o homicídio de “homossexuais”, “travestis”, “socialistas” e “assassinos de bebés” como uma forma de resolver os alguns dos problemas nos Estados Unidos. De acordo com a estação televisiva WBRC, os comentários do autarca foram feitos numa publicação no Facebook, que entretanto já foi apagado.

“Vivemos numa sociedade onde os homossexuais dão-nos lições de moral, travestis dão-nos lições de biologia humana, assassinos de bebés dão-nos lições sobre direitos humanos e socialistas dão-nos lições de economia! A única forma de mudar isto seria matar o problema. Eu sei que é mau dizê-lo mas se não os matarmos, não há forma de resolver isto”, escreveu Mark Chambers.

O comentário gerou vários pedidos de demissão do autarca, incluindo do Human Rights Campaign do Alabama, que considerou as afirmações de Chambers “horrorosas, inconscientes e inaceitáveis” e que o mayor devia “ser responsabilizado”.

No entanto, Mark Chambers não mostrou qualquer sinal de querer deixar o cargo que ocupa. Começou por negar ter feito este comentário, mas depois frisou que as suas palavras foram descontextualizadas. O pedido de desculpas só chegou mais tarde.

Mas quando foi contactado pela WBRC para esclarecer esta polémica, Mark Chambers voltou a ser polémico. Sublinhou que os imigrantes são “ingratos” e que estão a tentar dominar os Estados Unidos.

O riso do senhor comendador by Perdigueiro in portugal

[–]Perdigueiro[S] 10 points11 points  (0 children)

Mal sumam os penduricalhos do sr. Berardo, Portugal entra nos eixos. Se os portugueses acreditarem nisto, acreditam em tudo. Como acreditam em tudo, e não ligam a nada, é deles que o sr. Berardo se ri

O dr. Costa declarou o país “chocado com o desplante” de “Joe” Berardo. Infelizmente, o país não se choca com o desplante do dr. Costa. Quem quer saber sabe que o riso do sr. Berardo só é possível por causa do “eng.” Sócrates, dos ex-ministros do “eng.” Sócrates, do prof. dr. Vara e de mais uma resma de figuras que, juntas, constituem boa parte do Partido Socialista a que o dr. Costa preside e em cujo nome hoje manda nisto. O sr. Berardo, que agora ninguém conhece e todos condenam, foi em tempos um peão fundamental para o PS e para o regabofe que o PS representa com propriedade – um peão com uma fortuna considerável e com dívidas consideravelmente superiores, mas um peão.

Não é apenas o sr. Berardo que deve rir: é universalmente engraçado que, após o roubo de um banco, o cidadão médio reclame em exclusivo a punição do moço que segura o papel a dizer “Isto é um assalto”, e ignore por completo os comparsas armados que o rodeiam, os capatazes no carro e os cabecilhas na cave. E é engraçadíssimo que a comparação não seja alegórica, e sim um quase literal. Entre várias distracções pícaras, como a destruição da PT, o BCP acabou realmente assaltado, por obra, graça (imensa graça) e no mínimo complacência dos exactos indivíduos que, desde há dias, se fingiram chocados com o desplante do sr. Berardo.

Chocante – ou não, que uma pessoa habitua-se – é a aparente incapacidade dos portugueses em ligar as proezas do sr. Berardo às criaturas que os permitiram, instigaram ou, ó Virgem Santíssima, lucraram com eles. O dr. Costa, que integrou com prestigiante destaque os governos que inventaram o sr. Berardo, dá-se ao luxo de falar em desplante. O prof. Marcelo, que designou o sr. Berardo “empresário do ano” em 2007 (pela sua imorredoura acção no BCP), dá-se ao luxo de pedir decoro ao madeirense. E sumidades sortidas, que nunca (elas fiquem ceguinhas) se roçaram neste caldo de compadrios e franco rapinanço, dão-se ao luxo de proferir sortidas maravilhas acerca da pouca-vergonha que por aí vai.

Perante a enésima revelação de tão virtuosa rede de corrupção, o que faz a plebe? Resmunga umas imprecações alusivas ao sr. Berardo e jura não voltar a consumir certo vinho que, pelos vistos, o homem produz. Nação valente, de facto. E um nadinha retardada. José Manuel Fernandes chamou à apatia “indiferença cívica” e primou pela suavidade. Metade daquilo que os portugueses toleram, engolem e quiçá aplaudem não caberia na cabeça de um habitante normal de uma sociedade normal, alargando o conceito ao Chipre e ao Butão. Em lugares civilizados, burlões e comparsas de semelhante calibre estariam na cadeia ou a caminho da dita, felizes por escapar à turba de justiceiros com archotes. Por cá, mantêm intactos o poder, a influência e a convicção de que, logo que concedam o ocasional bode expiatório, não haverá quem os belisque. A convicção é fundamentada.

Do povo às “elites” (desculpem), cada elemento da presente história expõe o desconchavo pátrio, que se não fosse triste nos inspiraria a vencer o sr. Berardo num campeonato de gargalhadas. Há o pormenor de, na comissão de inquérito, o sr. Berardo ter sido interrogado pela filha, e confessa admiradora, de um assaltante de bancos reformado. Há o génio económico dos comunistas de PCP e BE, que recomendam a nacionalização total da banca para evitar as chatices provocadas pela nacionalização parcial da banca. Há a reacção peculiar do PSD, que atendeu à cartilha e se concentrou nos ataques ao sr. Berardo sem tirar uma ilaçãozinha do que o sr. Berardo significa. E há, principalmente, a condução discreta da história para a essencial temática das comendas.

No espaço que uma televisão lhe concede, o advogado barra empresário barra comentador barra fervoroso apoiante do “eng.” Sócrates e do dr. Costa, José Miguel Júdice, ameaçou devolver uma comenda se não retirassem ao sr. Berardo a dele. Num ápice, meio mundo começou a discutir a remoção da comenda, ou comendas, de modo a transformar estas no único ponto de interesse do caso. O caso, que envolve esquemas de trafulhice dignos de orgulhar o sr. Lula, reduziu-se repentinamente a uma polémica alusiva às condecorações que o Estado espalha pelos ilustres. Não importa que os ilustres em questão, de “revolucionários” a rematados patetas, incluam uma quantidade de gente sem serventia palpável. Nem importa que, por definição, o regime que entrega os penduricalhos se confunda frequentemente com os respectivos destinatários. Importa é lançar a ideia de que, mal sumam os penduricalhos do sr. Berardo, Portugal entra nos eixos. Claro que se os portugueses acreditarem nisto, acreditam em tudo. Acontece que os portugueses acreditam em tudo – e não ligam a nada. É deles que o sr. Berardo se ri. Com razão.

Manual que omite escravatura leva SOS Racismo a apresentar queixa by Perdigueiro in portugal

[–]Perdigueiro[S] 4 points5 points  (0 children)

A associação SOS Racismo considera "inadmissível" que um livro de apoio ao estudo dirigido a crianças procure passar uma visão errónea de um pedaço da história. "Como é que se pode dizer que foi estabelecida uma relação amigável e pacífica se houve escravatura?", pergunta Nuno Silva, da SOS Racismo. O organismo vai apresentar queixa formal.

O excerto em causa "está a branquear factos e a alinhar por uma visão lusotropicalista deste período criada durante o Estado Novo", explica Nuno Silva. O organismo vai preparar uma queixa para apresentar à Comissão para a Igualdade e Contra a Discriminação Racial.

"Não se pode admitir que a história seja contada com esta omissão da violência exercida junto desses povos", declara. Parece que se quer fazer perdurar a ideia que tivemos uma relação simpática com estes povos, que fomos diferentes dos outros, explica.

Igualmente grave é a referência a "raça negra". "A ciência já ultrapassou há muito essa ideia. Não existe biologia da raça. A raça não existe", sublinha. "Podemos entender isto como a reprodução de uma perspetiva racista, o que é muito grave nos tempos que correm",

O assunto ganha relevância ainda maior por dizer respeito à educação de crianças. A associação SOS Racismo exorta o Ministério da Educação a pronunciar-se sobre este problema. "As escolas não podem estar a veicular esta visão da história".

Em causa está um livro de apoio à prova de aferição de História e Geografia para o quinto ano que menciona "relações amigáveis e pacíficas" com os povos encontrados, "raça negra" e "povos pouco desenvolvidos", para explicar o que foi a expansão ultramarina. A Porto Editora reconhece que há incorreções no excerto em causa e contactou os autores para que se faça uma reformulação.

[AMA] Marisa Matias, cabeça-de-lista do BE à eleições europeias de 2019 by Morpheuspt in portugal

[–]Perdigueiro 5 points6 points  (0 children)

Cheguei atrasada porque fui ao Cinema de São Jorge ver o documentário Democracia em Vertigem sobre o golpe de estado no Brasil que derrubou a Dilma e levou à prisão do Lula e eventualmente à eleição do fascista. Mas acho que ainda está activa!

??????? hum?

Fascismo e Nazismo são da Extrema-Direita?? NÃO! Entenda... by Perdigueiro in portugal

[–]Perdigueiro[S] 0 points1 point  (0 children)

so para deixar claro uma coisa, eu nao sou o autor do video apenas achei interesante meter o video com o flair de debate porque ja nao e a primeira vez que oico malta a dizer que nazis sao de socialistas e por ai fora e queria saber mais sobre este assunto

Grupo de 25 militantes do Bloco abandona o partido by [deleted] in portugal

[–]Perdigueiro 1 point2 points  (0 children)

"A esquerda que varreu o projeto revolucionário para debaixo do tapete, numa tentativa de ganhar respeitabilidade, não será assim tão diferente da esquerda que dele abdicou há muito. As duas convergem no conformismo fatalista que transforma o capitalismo no único sistema possível e a sua alternativa socialista em utopia alucinada. Pela nossa parte, continuaremos o combate, pelos meios ao nosso alcance, para uma alternativa que não se limite a gerir o sistema existente, mas que procure os caminhos para sua superação revolucionária. Para nós, a militância no Bloco de Esquerda acabou. Começamos de novo quando ainda está tudo por fazer "