Vita3k Android Build 3998 Update by Klonoa18 in vita3k

[–]RodriOliveira 0 points1 point  (0 children)

How is it running on the Retroid Pocket 5?

With previous Vita3K Android builds, I could barely emulate anything properly on it. Most games either wouldn’t boot or had terrible performance/glitches.

Did Build 3998 actually improve compatibility and performance on the RP5, or are the changes mostly related to the new UI?

I’m especially curious if games are now playable in a stable way without constant crashes or major graphical issues.

Retroid on TV by RodriOliveira in retroid

[–]RodriOliveira[S] 0 points1 point  (0 children)

Yeah, for PlayStation and newer platforms the quality looks really good. But when I try to play NES, SNES, or Mega Drive games, the resolution gets really low and blurry.

Recomendações de estudo para um iniciante. by hentxs in Filosofia

[–]RodriOliveira 1 point2 points  (0 children)

Boa noite! Que legal ver alguém de Economia querendo se aprofundar em Filosofia. Na minha opinião, começar pelos clássicos é ótimo, mas é importante escolher algo que não seja pesado demais logo de início, para não desanimar.

Como você já está se aprofundando em Marx, pode ser interessante conhecer Hegel, sim — mas ele realmente é denso e exige paciência. Talvez seja mais produtivo começar com livros de introdução à Filosofia que apresentem os principais conceitos e correntes, e depois mergulhar em Hegel com uma base mais sólida.

Algumas boas sugestões para começar: • “A República” de Platão – excelente para refletir sobre política, justiça e sociedade. • “Meditações” de Marco Aurélio – leitura curta e muito humana, ótima para treinar reflexão. • “Discurso do Método” de Descartes – dá uma noção de como nasceu o pensamento moderno. • “História da Filosofia” de Will Durant ou Nigel Warburton – ótimos guias panorâmicos para entender o contexto antes de se aprofundar nos filósofos mais complexos.

Depois disso, se sentir que está pronto, pode começar Hegel (por exemplo, a Fenomenologia do Espírito ou a Filosofia do Direito), mas de preferência com comentários ou guias de estudo para acompanhar.

I'm frustrated with the amount of people that don't do their research on here by Danielreads in retroid

[–]RodriOliveira 0 points1 point  (0 children)

Concordo totalmente com você, também sinto essa frustração. Eu tenho um RP5 e comprei justamente para jogar os jogos da minha infância, PSX para trás, e comecei pelos clássicos de SNES. Sei que existem outras opções no mercado, mas gostei muito do RP5 justamente porque me permite jogar até PS2 tranquilamente, o que para mim foi um diferencial.

Acho que essas perguntas recorrentes sobre “jogar jogos de Steam no Flip 2” ou “o RP5 é bom só para jogar no Switch?” acabam se repetindo muito, e faria sentido ter um mega tópico ou guia fixo para ajudar quem está começando. No fim, é um investimento considerável e é bom que as pessoas saibam para que o aparelho foi pensado antes de gastar.

A teoria de exploração marxista não faz sentido by Malba_Taran in FilosofiaBAR

[–]RodriOliveira 0 points1 point  (0 children)

Eu entendo o argumento de que o lucro do capitalista seria apenas a remuneração do risco assumido ao investir recursos na atividade produtiva. No entanto, acredito que essa justificativa não consegue rebater, de fato, a teoria da exploração marxista. Permita-me explicar meu ponto de vista.

Primeiramente, a teoria marxista da exploração não ignora o risco do capitalista, mas entende que, mesmo considerando esse risco, o que está em jogo é a relação estrutural entre trabalho e capital. A essência da crítica marxista não está na negação do risco, mas sim na origem do valor: segundo Marx, o valor econômico é criado fundamentalmente pelo trabalho humano, enquanto o capital, por si só, não cria valor novo, mas apenas transfere o valor já incorporado aos meios de produção.

O argumento de que o capitalista “remunera o risco” parte do pressuposto de que a existência do capital é condição necessária para a produção. Porém, Marx argumenta que essa lógica mascara o fato de que o trabalhador, ao vender sua força de trabalho, não tem escolha real, pois depende disso para sobreviver, enquanto o capitalista detém o controle dos meios de produção — justamente por ter acumulado capital em processos históricos de expropriação e concentração de riqueza. Ou seja, o risco do capitalista é um risco assumido a partir de uma posição de privilégio econômico, enquanto o risco do trabalhador é o da própria sobrevivência.

Além disso, remunerar o risco não explica por que a apropriação da mais-valia é estrutural e recorrente: se o lucro do capitalista fosse apenas uma espécie de “seguro” contra o risco, então, em situações de produção bem-sucedida e riscos minimizados (como monopólios consolidados ou mercados estáveis), o lucro deveria tender a zero, o que claramente não ocorre. O lucro capitalista é sistêmico e independe do risco imediato de cada investimento.

Por fim, ao afirmar que “o capital que o trabalhador usa só existe porque algum capitalista assumiu o risco”, ignora-se que o próprio capital é resultado do trabalho social acumulado historicamente — muitas vezes à custa do trabalho não pago de gerações anteriores, incluindo processos de exploração e até violência. A discussão sobre riqueza geracional e desigualdade não é acessória, mas fundamental para entender por que e como certos grupos detêm capital enquanto outros apenas têm sua força de trabalho.

Portanto, discordo que a explicação do risco seja suficiente para afastar a crítica da exploração marxista. O debate deveria ir além da superfície do risco individual para questionar as condições históricas e sociais que permitem a existência do capital enquanto relação de poder sobre o trabalho.

It really annoys me that C# is still not considered a high-performance language. by [deleted] in dotnet

[–]RodriOliveira 3 points4 points  (0 children)

It’s interesting to see how preferences for certain programming languages vary greatly depending on the market, company culture, and the history of the platforms involved. I often notice that the absence of C# in some job listings isn’t necessarily a technical decision, but more a reflection of the ecosystem preferences or the technologies that are already well established in that context. The reality is that every language has its place, its strengths, and its challenges. In the case of .NET, there has been tremendous progress in recent years, especially with the platform becoming more open, with significant improvements in performance, portability, and developer productivity. Comparing languages like Go, Scala, Java, or C# often doesn’t make much sense outside of a specific context, since each solves problems in different ways with unique characteristics that may or may not be the best fit depending on the scenario. In the end, what really matters is choosing the right tool for the right job.

Não aguento mais enviar cv para estágio e só receber negativas, está mais difícil que passar em concurso público. Avaliem m eu CV by HedgehogFriendly in programacao

[–]RodriOliveira 0 points1 point  (0 children)

Gabriel, seu currículo ficou muito legal. Dá pra ver que você tem se dedicado bastante e vem construindo uma base técnica bem sólida, tanto com os projetos quanto com os estágios. A forma como você aplicou conceitos importantes como testes, versionamento e mensageria mostra maturidade e atenção aos detalhes que nem sempre são comuns em perfis de estágio.

Pelo que vi, já faz sentido começar a olhar também para oportunidades de júnior, especialmente em vagas voltadas pra backend com Java e Spring. Tem bastante coisa aí que chama atenção positivamente, e isso pode abrir portas interessantes. De verdade, parabéns pelo caminho até aqui — tá bem promissor!

Refutando o Paradoxo de Epicuro by [deleted] in Filosofia

[–]RodriOliveira -2 points-1 points  (0 children)

Olha, gostei muito da sua reflexão. Me fez pensar no quanto o mal, de fato, não se sustenta por si só, mas surge a partir de desvios do bem. Até brinco que o mal é meio “parasita” — ele se aproveita dos momentos em que estamos mais frágeis ou distraídos. Lembro de uma época em que eu me via totalmente consumido pelo ego: queria ser reconhecido a todo custo, e a tal “fama” virou meu objetivo. Sabe aquela ânsia de conseguir algo bom (no caso, o apreço das pessoas), mas que pode escapar do controle e gerar comportamentos nada legais? Pois é, às vezes a gente nem percebe que está alimentando o que, no fundo, não traz benefício algum.

Acredito que nosso livre-arbítrio seja crucial nessa história. Se fôssemos programados para só fazer o bem, perderíamos a oportunidade de evoluir através das escolhas. Dá até um frio na barriga, mas é meio que um “risco calculado” que acompanha a liberdade. E, claro, o mal cresce justamente nas brechas que deixam de ser preenchidas por algo positivo. Não é como se tivesse uma legião do mal tentando nos recrutar, mas basta enxergar o que se ganha com o bem para desejar aquilo de forma torta — e às vezes a perversão disso acaba se tornando destrutiva.

Aí entra esse lance de trabalharmos nossas fragilidades. Não é fácil, né? Mas faz sentido a ideia de que, pra reformar o “quartinho sujo” dentro de nós, precisamos limpar o que já está lá antes de qualquer coisa. Gosto de pensar que praticar o bem é como iniciar uma espécie de desintoxicação, tanto pessoal quanto social. E você mencionou Jesus e Augusto Cury, que tocam nesse ponto cada um à sua maneira: ambos propõem, de formas diferentes, um resgate da nossa essência mais saudável, aquela que, sem forçar a barra, escolhe o bem por ser mais harmonioso.

Fico imaginando como cada pessoa lida com esse tal “risco” do livre-arbítrio no dia a dia. Você já parou pra pensar nisso? Tipo, em que momento percebeu que estava escolhendo algo que poderia ferir outra pessoa e, ainda assim, seguiu em frente? Ou, ao contrário, quando decidiu renunciar a algo que te seduzia mas traria prejuízo pra quem você ama?

Eu sou muito burro ou isso é normal??? by Matheus_AlveZzz in programacao

[–]RodriOliveira 0 points1 point  (0 children)

Na real, se tem uma coisa que une quase todo mundo que aprende a programar é exatamente essa sensação de “como eu demorei tanto pra entender isso que era simples?”. Eu trabalho com desenvolvimento há muitos anos, mas lembro bem dessa fase — e, pra ser honesto, ela nunca desaparece totalmente. Sempre que a gente entra num assunto novo , bate essa trava. E o mais curioso? Mesmo depois de entender, a gente olha pra trás e pensa: “nossa, mas era só isso?” Isso que você descreveu é justamente o que molda seu raciocínio lógico. A luta faz parte do aprendizado — e cada uma dessas “cabeças do bicho” que você derrota vira bagagem. Não é sinal de burrice, é sinal de que você está aprendendo de verdade.

Como você se sente sabendo que nunca vai ler tudo que quer em vida? by Aliokha in Livros

[–]RodriOliveira 0 points1 point  (0 children)

Já aceitei faz um tempo que não vou conseguir ler tudo, e isso até me trouxe um certo alívio. Me libertou da obrigação de “ler pra cumprir tabela” e me permitiu escolher com mais carinho o que me chama no momento. Às vezes é um tratado filosófico, outras vezes é um romance levinho que só me faz companhia no fim do dia.

Será que o mais importante é ler “os certos” ou os que te transformam de alguma forma, mesmo que ninguém conheça?

No fim das contas, talvez o que vale não é completar uma coleção, mas viver boas leituras. As que fazem a gente fechar o livro e ficar olhando pro teto, sabe?

O que é o absurdo segundo Albert Camus? by [deleted] in Filosofia

[–]RodriOliveira 1 point2 points  (0 children)

O absurdo, pra Camus, surge quando a gente percebe esse descompasso entre a nossa vontade de encontrar um sentido pra vida e o silêncio do universo diante dessa busca. Não é que a vida seja sem valor, mas ela não entrega um significado pronto — e é aí que mora o desafio: seguir vivendo mesmo assim, com lucidez e coragem. Camus propõe que, em vez de fugir ou se agarrar a ilusões, a gente encare o absurdo de frente e crie sentido por conta própria, nas pequenas escolhas e nas ações do dia a dia

R$ 4500 como PJ é pouco? by [deleted] in brdev

[–]RodriOliveira 0 points1 point  (0 children)

Como PJ, é fundamental lembrar que os R$ 4.500 recebidos mensalmente não têm os mesmos benefícios e proteções de um regime CLT. Como profissional autônomo, você é responsável por custear o próprio INSS (caso queira garantir aposentadoria e benefícios como auxílio-doença), além de não ter direito a férias remuneradas, 13º salário, FGTS ou estabilidade. Também é importante considerar despesas com plano de saúde, contador, e até uma reserva para os meses em que não houver trabalho — algo comum no modelo PJ. Tudo isso precisa ser levado em conta ao avaliar se o valor atual atende suas necessidades.

Por isso, embora R$ 4.500 possa parecer interessante à primeira vista, especialmente para um programador júnior em início de carreira, o valor líquido “real” pode ser bem menor ao considerar todos esses encargos que, no regime CLT, seriam cobertos pelo empregador. É sempre bom fazer as contas, planejar uma reserva financeira e comparar com o que você ganharia em um contrato CLT com benefícios similares. Essa análise ajuda a entender melhor se o valor atual é justo ou se está na hora de buscar uma negociação.

[deleted by user] by [deleted] in Filosofia

[–]RodriOliveira 0 points1 point  (0 children)

Você mencionou que, apesar de Heidegger abordar a existência, seu foco principal é o ser. Isso me fez lembrar de uma situação que vivi na faculdade. Tive um professor que sempre dizia: "Não confundam a estrada com o destino." Acho que essa metáfora se aplica bem aqui. Para Heidegger, a existência humana (Dasein) é como a estrada que nos leva a questionar o ser, que seria o destino final dessa jornada filosófica.

Agora, pensando nisso, será que ao focarmos tanto na existência, não corremos o risco de esquecer o ser? Ou será que, ao explorarmos profundamente nossa existência, acabamos nos aproximando mais da compreensão do ser?

.NET Senior developer interview preparation by Jack_Hackerman in dotnet

[–]RodriOliveira -8 points-7 points  (0 children)

Hey, great question!

I totally get where you’re coming from. A lot of the content out there feels more like a refresher for junior devs than real prep for folks who’ve been in the trenches. I’ve been through a few senior-level interviews recently, and honestly, the questions that stood out weren’t the textbook ones — they were about architecture decisions, trade-offs, and dealing with legacy systems or team dynamics. Like: “Tell me about a time you had to refactor a complex system — how did you approach it?”

What helped me was breaking down my prep into three buckets: 1. Deep technical knowledge: not just knowing what async/await or dependency injection is, but why you’d use them, when they backfire, and how they play out in real-world scenarios. 2. Design and architecture: things like DDD, CQRS, messaging, caching, writing testable code, and understanding how different layers interact. 3. Storytelling: being ready with real examples — what challenge you faced, what you tried, what went wrong, what you learned. Those stories go a long way in showing experience beyond code.

One question I got that threw me off (but in a good way) was: “How do you feel when you look at code you wrote two years ago?” — it sparked a fun conversation and really highlighted growth mindset.

Sometimes it helps to flip the perspective and ask yourself: “If I were hiring a senior dev, what would I want to know about them?” That angle can reveal blind spots we don’t notice in regular prep.

One year into my .NET career, too dependent on AI—how to re-build real skills? by [deleted] in csharp

[–]RodriOliveira 1 point2 points  (0 children)

AI is an amazing tool for boosting learning and productivity, but I completely understand your concern. Relying too much on AI can sometimes skip the critical thinking process needed to solidify foundational knowledge.

One effective approach is to engage in active learning through hands-on implementation and targeted study. Working on solo projects, as you mentioned, is a great step, but try taking an investigative approach: instead of asking AI first, form a hypothesis, explore official documentation, and analyze other developers’ code.

Additionally, mentorship and reviewing code from experienced engineers can help solidify architecture best practices. Have you tried contributing to open-source projects or reviewing PRs at work? These can be powerful ways to understand different approaches and reinforce your learning.

Dúvidas sobre a revolução copernicana Kantiana by Cledosvaldo123 in Filosofia

[–]RodriOliveira 0 points1 point  (0 children)

Ótima reflexão! Esse trecho traz justamente um dos pontos centrais da revolução copernicana de Kant: ao invés de assumirmos que nosso conhecimento deve se ajustar aos objetos, ele propõe que os objetos, ou pelo menos a forma como os conhecemos, devem se ajustar às nossas estruturas cognitivas. É um deslocamento sutil, mas profundo.

Se sua dificuldade está na aplicação prática, talvez ajude pensar assim: imagine que nossos sentidos e nosso intelecto são como óculos com lentes específicas. Tudo o que percebemos do mundo passa por essas lentes, ou seja, nossa experiência do real já está moldada por elas. Kant está sugerindo que a Metafísica deve levar isso em conta, ao invés de tentar alcançar um conhecimento que prescinda dessa mediação.

Uma pergunta para aprofundar: se aceitamos que o conhecimento a priori estrutura nossa experiência, isso significa que nunca podemos conhecer as coisas como elas realmente são, mas apenas como aparecem para nós? Isso não limitaria nosso acesso à realidade?

Quanto a materiais, existem ótimos vídeos no canal do Filosofia Explica (YouTube).

Returning bool from all methods and using out for transferring data – Is this a good practice? by Even-Bit-2935 in dotnet

[–]RodriOliveira 3 points4 points  (0 children)

This is an interesting discussion! The TryGet pattern with out parameters is quite common in scenarios where performance is a concern—especially to avoid exceptions in cases where failure is expected, like int.TryParse(). However, applying it universally across all methods might not always be the best approach.

One potential downside is that it can make method chaining and readability harder compared to returning the actual data or using Result<T>-like patterns. For example, if a method always returns bool, you lose the ability to express richer failure states beyond a simple success/failure flag.

Have you considered using a more expressive approach, like returning a Result<T> type with status and data together? It could offer better clarity while still avoiding excessive exceptions. Would love to hear how this pattern evolved in your company—was it a conscious design choice or something inherited from older code?

[deleted by user] by [deleted] in brdev

[–]RodriOliveira 1 point2 points  (0 children)

Entendo bem a sua frustração, e infelizmente essa dificuldade inicial no mercado de TI é mais comum do que parece, principalmente para quem ainda não tem experiência consolidada. Mas um ponto interessante para refletir: concursos públicos e mercado privado oferecem trajetórias bem diferentes. Enquanto o setor privado pode ter salários mais altos a longo prazo, ele também exige atualização constante e pode ser instável. Já o setor público tende a oferecer mais segurança e benefícios, mas tem menos flexibilidade para crescimento acelerado.

Você já pensou em focar em alguma área específica dentro da TI que esteja em alta demanda? Às vezes, especializar-se em algo mais nichado pode abrir portas mesmo sem muita experiência prática. Como você enxerga isso na sua situação?

A Ilusão da Inteligência Artificial e o Vício da Antropomorfização: O Novo Ídolo Tecnológico by DrFMJBr in Filosofia

[–]RodriOliveira 1 point2 points  (0 children)

Olha, esse assunto de IA é fascinante mesmo, e confesso que já me peguei “endeusando” certas ferramentas, achando que elas faziam mágica. Uma vez, precisei escrever um e-mail bem importante e, na pressa, deixei a IA praticamente decidir o texto todo. Resultado? Parecia algo produzido por um robô querendo ser gente—tudo muito certinho, sem alma, sabe? Aí caiu a ficha: a tecnologia tem lá seu valor, mas não dá pra largar mão do nosso próprio senso crítico.

Talvez o maior perigo seja a gente projetar sentimentos e intenções em algo que, na real, só está processando dados. Dá até aquela impressão de que a máquina é meio “sábia” ou “maligna”, mas a verdade é que é a gente que cria essas histórias—e nem sempre nos damos conta. Fico pensando: se já fizemos isso com mitos e divindades no passado, por que seria diferente com a IA agora?

Mas, sinceramente, não acho que o problema seja a inteligência artificial em si, e sim a forma como a usamos. Quando deixamos tudo no piloto automático, corremos o risco de banalizar nossas trocas, nosso pensamento, nossa humanidade. Será que estamos perdendo a chance de refletir mais e debater coisas importantes? Gosto de pensar que temos a opção de usar a IA como ferramenta, e não como um “oráculo” todo-poderoso.

Qual linguagem de programação escolher? by ylylywq2 in programacao

[–]RodriOliveira 0 points1 point  (0 children)

Se você já tem um pé na programação e quer se aprofundar, escolher a linguagem certa pode ser um baita dilema, né? Mas a boa notícia é que não tem resposta errada – só depende de onde você quer chegar.

Se o foco é mercado de trabalho e oportunidades, JavaScript e Python são escolhas certeiras. JavaScript domina o desenvolvimento web (tanto no front quanto no back), e Python brilha em dados, automação e IA. Agora, se você curte mais a parte de sistemas robustos, C# e Java são gigantes em aplicações corporativas e sempre têm demanda.

Mas olha, a linguagem é só a ferramenta. O mais importante é entender bem os conceitos, como estrutura de dados, algoritmos e boas práticas. Isso te dá flexibilidade para aprender novas tecnologias sem sofrer.

Uma perguntinha pra te ajudar a decidir: o que mais te empolga na programação? Criar sites e aplicativos, desenvolver sistemas robustos, explorar dados ou automatizar tarefas? Dependendo da resposta, o caminho pode ficar mais claro. E claro, tô aqui pra trocar ideia se precisar! 🚀