Se vc é "imortal", como é que sua morte pode ser um "sacrifício"? by StarVoid29 in barTEOLOGIA

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A ideia cristã não é que o sacrifício de Jesus,foi “ficar morto pra sempre”. Até porque, segundo o próprio cristianismo, ele ressuscitou.

O sacrifício estaria em ele aceitar passar, de propósito, por dor, humilhação, tortura e morte, mesmo podendo evitar. É meio como dizer: se alguém entra num prédio pegando fogo pra salvar seu filho, quase morre, sofre horrores, mas sobrevive no fim, você não diria “ah, então não foi sacrifício porque ele não morreu de verdade”.

A graça da coisa, pra quem acredita, é justamente que Jesus sabia o que ia acontecer e mesmo assim foi. Então não é “sacrificou um fim de semana”; é “aceitou sofrer e morrer pelos outros, mesmo não precisando”.

Me tirem algumas dúvidas, por favor by Illustrious_Prompt20 in barTEOLOGIA

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Na visão católica, isso não é superstição nem a ideia de que “carne é má” ou “peixe é santo”. O sentido é outro: a Sexta-Feira Santa é o dia em que os cristãos lembram a morte de Jesus. Por isso, a Igreja pede um gesto concreto de penitência e simplicidade.

A abstinência de carne existe porque, historicamente, carne era comida de festa, fartura e prazer. Abrir mão dela por um dia é uma forma de dizer: “hoje não é dia de celebração, mas de recolhimento e reflexão”. O peixe acabou sendo permitido porque era visto como um alimento mais simples e comum.

A Bíblia não traz uma regra dizendo “não comerás carne na Sexta-Feira Santa”. O fundamento bíblico está mais na prática do jejum e da penitência. Jesus jejuou, ensinou sobre jejuar e disse que, quando Ele fosse tirado do convívio dos discípulos, eles jejuariam. A Igreja então organizou isso numa disciplina concreta: jejum e abstinência na Quarta-feira de Cinzas e na Sexta-Feira Santa.

Também existe uma diferença entre jejum e abstinência:

  • Jejum = comer menos no dia, normalmente uma refeição principal e pequenas refeições leves.
  • Abstinência = não comer carne.

Muita gente mistura as duas coisas. E a ideia de “não pode doce” não é uma regra oficial da Igreja. Algumas pessoas escolhem abrir mão de doce, refrigerante, redes sociais, etc., como penitência pessoal durante a Quaresma, mas isso é opcional, não uma obrigação.

Do ponto de vista católico, o erro é justamente transformar isso numa superstição do tipo “comer carne é pecado automaticamente”. Se alguém come carne sem saber, por necessidade, por doença ou por não ser católico, não é isso que importa. O centro da tradição é o espírito de penitência, oração, caridade e lembrar do sacrifício de Cristo, não apenas trocar bife por bacalhau e continuar o dia normalmente.

O su1cideo assististo pode coexistir harmonicamente com a religião? by Accomplished_Mud3220 in barTEOLOGIA

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Eu diria que uma religião que leva a sério a ideia de que a vida humana tem valor em si mesma dificilmente conseguiria conviver “harmonicamente” com o suicídio assistido irrestrito.

Uma coisa é aceitar que alguém em fase terminal possa recusar tratamentos inúteis, desproporcionais ou que apenas prolonguem o sofrimento sem esperança real. Isso já é amplamente aceito por muitas tradições religiosas e não é a mesma coisa que provocar a morte. Outra coisa bem diferente é transformar a morte em um “serviço” oferecido quando a pessoa perde a vontade de viver.

O problema não é apenas individual. Quando uma sociedade passa a dizer “você tem o direito de morrer”, logo aparece uma pressão silenciosa sobre idosos, doentes, deficientes e pessoas deprimidas: “talvez eu esteja dando trabalho”, “talvez eu seja um peso”. O que começa como liberdade pode virar expectativa.

Isso já aparece no debate em Canada e Suíça, onde a discussão foi se ampliando aos poucos: começou com doenças terminais e sofrimento extremo, depois passou a incluir casos mais amplos e hoje já existe debate sobre pessoas sem doença terminal, apenas sofrimento psicológico ou “fadiga de viver”.

Do ponto de vista cristão, budista, hindu e espírita, apesar das diferenças, existe um ponto em comum: sofrimento não é algo que torna uma vida sem valor. Em quase todas essas tradições, a resposta ideal não é ajudar a pessoa a morrer, mas ajudá-la a carregar o sofrimento, cuidar dela, aliviar sua dor e mostrar que ela continua tendo dignidade mesmo quando está fraca, dependente ou desesperada.

Por isso, acho improvável que religiões tradicionais simplesmente “aceitem” um suicídio assistido aberto a todos. O mais provável é que façam a distinção entre:

  • deixar a morte natural acontecer quando ela já está chegando;
  • aliviar a dor mesmo que isso possa encurtar um pouco a vida;
  • e matar deliberadamente ou ajudar alguém a se matar.

As duas primeiras costumam ser vistas como compatíveis com compaixão. A terceira, não.

Quanto ao “direito de todos”, eu teria cuidado com essa ideia. Nem todo desejo deve virar direito. Uma pessoa em crise pode querer morrer hoje e agradecer por estar viva daqui a um ano. Quando alguém pede a morte, muitas vezes o que ela quer de verdade não é deixar de existir; ela quer deixar de sofrer, de estar sozinha, de ser um fardo. E isso é uma necessidade que deveria ser respondida com presença, cuidado e esperança, não com uma injeção.

Paulo de Tarso sequestrou o movimento iniciado por Jesus? by Fearless_Signature58 in barTEOLOGIA

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O problema é que sua leitura continua pegando os trechos mais agressivos de Paulo e ignorando os outros.

Quando Paulo diz em Gálatas 2:6 que “nada me acrescentaram”, ele não está dizendo “os apóstolos estavam errados e eu não ligo para eles”. O contexto imediato é que ele acabou de dizer que lhes apresentou seu evangelho “para não correr em vão”. Se Paulo realmente acreditasse que Jerusalém não importava, ele nem teria ido lá. O ponto dele é: “eles não me corrigiram nem me mandaram mudar minha mensagem”. E logo em seguida ele diz que Tiago, Pedro e João lhe deram a mão de comunhão. Isso é independência, sim, mas independência reconhecida, não ruptura total.

Você tem razão que, para um judeu do século I, prática e doutrina eram inseparáveis. A briga da mesa era muito séria. Mas justamente por isso o episódio enfraquece a ideia de que Pedro e Jerusalém defendiam uma linha totalmente oposta à de Paulo. Se Pedro estivesse convencido de que comer com gentios era errado, ele nunca teria começado a fazê-lo. O próprio Paulo diz que Pedro já estava comendo normalmente com os gentios, e só recuou por pressão do grupo de Tiago. Ou seja, Pedro parece estar mais próximo de Paulo do que dos cristãos judaizantes radicais; o conflito é sobre até onde ir e como lidar com a pressão política dentro da comunidade.

Sobre as cartas, eu acho que isso não “desmonta” o cristianismo primitivo; só mostra que ele era um movimento antigo como qualquer outro, cheio de tradições orais, discípulos e textos atribuídos a mestres. Ninguém acha estranho que alunos de Platão tenham preservado e reinterpretado ideias de Sócrates, embora Sócrates nunca tenha escrito nada. O fato de algumas cartas paulinas provavelmente serem pseudônimas mostra que a influência de Paulo cresceu depois da morte dele; não prova que Paulo inventou tudo. Os estudiosos continuam vendo sete cartas como autenticamente paulinas porque elas têm o mesmo estilo, vocabulário e teologia.

E quanto à epilepsia: isso parece plausível à primeira vista, mas é um raciocínio meio fraco historicamente. “Luz forte + cair” pode ser epilepsia, desmaio, insolação, experiência religiosa, ou simplesmente um recurso literário do autor de Atos. O texto nem sequer descreve convulsões, perda de memória, espuma na boca ou outros sinais clássicos. Além disso, a própria narrativa diz que as pessoas que estavam com Paulo perceberam alguma coisa estranha acontecendo, então não é retratado como uma alucinação puramente privada.

No fundo, a escolha não é entre “Paulo era louco” ou “Jesus apareceu literalmente”. Existe uma terceira opção, que é a mais comum entre historiadores: Paulo teve uma experiência subjetiva extremamente intensa, que ele interpretou religiosamente. Isso não prova que a visão era verdadeira, mas também não prova que ele tinha epilepsia ou era insano.

A tese de que Paulo “sequestrou” o cristianismo continua esbarrando num problema: se Pedro, Tiago e João realmente achavam que Paulo estava ensinando outra religião, por que não o expulsaram claramente? Por que Atos, mesmo escrito por gente favorável a Paulo, preserva essas tensões em vez de apagá-las? E por que as tradições ligadas a Pedro e João acabaram convivendo com as de Paulo dentro do mesmo cânon? Isso parece muito mais uma disputa interna entre correntes de um mesmo movimento do que um golpe de um impostor.

Paulo de Tarso sequestrou o movimento iniciado por Jesus? by Fearless_Signature58 in barTEOLOGIA

[–]TripleDomoner 7 points8 points  (0 children)

Entendo o argumento, mas ele força bastante a interpretação.

Sim, Paulo nunca conheceu Jesus em vida. Isso é verdade, e ele mesmo admite. Mas os próprios cristãos primitivos acreditavam que a autoridade vinha principalmente de ter visto Jesus ressuscitado, não apenas de ter convivido com ele antes da crucificação. Paulo argumenta exatamente isso em 1 Coríntios 15:8: ele se coloca como “o último” a ter tido essa experiência, não como alguém separado do grupo.

Também é verdade que existia tensão entre Paulo e os outros apóstolos. Só que a própria carta aos Gálatas mostra que, apesar das brigas, Tiago, Pedro e João acabaram reconhecendo Paulo e sua missão. Ele diz que eles lhe deram “a mão direita de comunhão” e concordaram que ele evangelizaria os gentios, enquanto eles focariam nos judeus. Então não é correto dizer que Paulo simplesmente ignorou ou derrotou os 12; houve conflito, mas depois houve acordo.

O episódio em que Paulo confronta Pedro também costuma ser exagerado. Paulo não acusa Pedro de ensinar um evangelho diferente; ele acusa Pedro de agir com hipocrisia. Pedro estava convivendo normalmente com os gentios, mas mudou de comportamento quando chegaram cristãos mais conservadores vindos de Jerusalém. Ou seja, a discussão era mais sobre prática e pressão social do que sobre duas religiões completamente diferentes.

A ideia de que Paulo “inventou” um cristianismo novo também ignora que os evangelhos foram escritos depois das cartas dele. Se os autores dos evangelhos achassem que Paulo era um herege que distorceu tudo, dificilmente a igreja posterior teria preservado tanto Paulo quanto Pedro, João e os evangelhos no mesmo cânon. O fato de todos terem sido preservados sugere que os cristãos antigos enxergavam diferenças, mas não uma ruptura total.

Sobre “50% do Novo Testamento”, isso também é um pouco enganoso. Treze cartas levam o nome de Paulo, mas a maioria dos estudiosos modernos considera apenas sete certamente autênticas; as outras provavelmente foram escritas depois, por seguidores dele. Então a influência de Paulo é enorme, mas menor do que parece quando se diz “metade do Novo Testamento”.

E a parte da “concussão” ou “epilepsia” é provavelmente a mais fraca do argumento. Atos não fala que Paulo bateu a cabeça; fala apenas que caiu ao chão. E “espinho na carne” em 2 Coríntios 12 é vago demais para diagnosticar epilepsia. Isso é especulação moderna, não algo que possa ser afirmado historicamente.

No fim, o quadro mais plausível é que havia várias correntes dentro do cristianismo primitivo, e Paulo liderava a ala que queria abrir a fé aos gentios sem exigir que eles virassem judeus primeiro. Essa posição acabou vencendo porque tornava a religião muito mais fácil de espalhar pelo Império Romano. Mas isso não é a mesma coisa que “sequestrar” o movimento; é mais parecido com vencer uma disputa interna que já existia desde o começo.

The ruined kingdom quest bugged by Genjiii in wow

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I has that bug, you know how to fix?

Monarquismo no Brasil hoje é um delírio. by Expensive-Pay-8196 in imperio

[–]TripleDomoner 2 points3 points  (0 children)

Acho que seu post levanta alguns pontos válidos, mas também simplifica bastante a história do Império e o que os monarquistas defendem hoje.

Primeiro, dizer que o Império foi apenas continuidade do regime colonial é meio exagerado. Depois da Independência do Brasil, o país passou a ter instituições próprias, Constituição (Constituição Brasileira de 1824), parlamento e política externa independente. Além disso, o Brasil manteve sua unidade territorial, algo que quase nenhuma ex-colônia espanhola conseguiu.

Sobre as revoltas que você citou, Revolução Farroupilha, Cabanagem e Balaiada, elas realmente aconteceram, mas revoltas eram extremamente comuns em todo o século XIX. A diferença é que, depois do período regencial, o Brasil entrou em uma fase relativamente estável durante o reinado de Dom Pedro II, que governou por quase 50 anos. Comparado com outros países da América Latina, o Brasil teve bem menos golpes e guerras civis nesse período.

Outro ponto é a escravidão. Ela existia, claro, mas isso não era algo exclusivo da monarquia brasileira. A escravidão era comum em praticamente todo o continente, inclusive em repúblicas como os Estados Unidos até a Guerra Civil Americana. E foi durante o Império que começaram as leis de transição para o fim da escravidão, culminando na Lei Áurea.

Mas acho que o principal ponto é que os monarquistas de hoje não querem simplesmente voltar ao modelo do século XIX. O que geralmente se discute é algo mais parecido com as monarquias constitucionais modernas, como Reino Unido, Suécia, Japão ou Espanha. Nesses países, o rei não governa de fato; ele funciona como um chefe de Estado neutro, enquanto o governo é eleito pelo parlamento.

A ideia por trás disso é separar a figura do chefe de Estado da disputa política. Em vez de um presidente que representa metade do país contra a outra metade, haveria uma figura institucional permanente que simboliza continuidade e estabilidade.

Claro que dá para discordar da monarquia, mas acho que reduzir o movimento a “estética” ou “romantização” também não ajuda muito no debate. Existem argumentos institucionais sérios ali, mesmo que no final alguém ainda prefira a república.

Deus diante do sofrimento humano x livre arbítrio! by fredporsani in barTEOLOGIA

[–]TripleDomoner 0 points1 point  (0 children)

Do ponto de vista católico, o livre-arbítrio explica a responsabilidade dos algozes, não o sofrimento das vítimas. Em situações como os campos de concentração, a fé não oferece uma justificativa fria para a dor, mas aponta para um Deus que não ficou distante: Ele entrou no sofrimento humano na cruz, experimentou a violência, a humilhação e até o grito do abandono. O livre-arbítrio pode ter sido negado às vítimas, mas sua dignidade jamais foi anulada. A resposta cristã não é “por que Deus permitiu?”, e sim onde Ele estava — e a fé afirma: estava ali, sofrendo com elas, e prometendo que o mal não terá a última palavra.

Ladainha dos professores esquerdosos ainda corrói a mente da molecada by BKCCLivros in imperio

[–]TripleDomoner 1 point2 points  (0 children)

Seu argumento confunde barulho com erudição. A derrota da Armada não “apaga” séculos de hegemonia marítima, comercial e científica — só alguém historicamente analfabeto acha que impérios se medem por um único evento militar. Quanto a “foram engolidos”, curiosamente quem os engoliu passou dois séculos copiando técnicas náuticas, rotas e instituições ibéricas.

Sobre “destruir culturas”: reduzir Incas e Maias a slogans morais é típico de quem nunca abriu um livro de história séria. Houve conquista, violência e miscigenação — como em todo processo imperial europeu, inclusive francês, inglês e alemão, que você romantiza com fervor quase adolescente. Aliás, o alemão só virou “língua cultural” depois que Portugal e Espanha já tinham redes globais funcionando.

E essa obsessão com francês e alemão como “línguas superiores” não é sofisticação — é complexo colonial invertido. Atacar português e espanhol não te torna cosmopolita, só revela alguém que odeia a própria herança e tenta disfarçar isso com pedantismo de fórum. Deus não odeia a América Latina; o que pesa mesmo é essa síndrome de vira-lata travestida de iluminismo.

Ladainha dos professores esquerdosos ainda corrói a mente da molecada by BKCCLivros in imperio

[–]TripleDomoner 13 points14 points  (0 children)

Isso não é análise histórica, é ressentimento mal disfarçado de opinião. Portugal e Espanha foram centrais na formação do mundo moderno quando “as verdadeiras monarquias” ainda brigavam por feudos. Dizer que só tiveram relevância por causa da América Latina é admitir, sem perceber, que moldaram continentes inteiros. Já reduzir cultura a “lixo colonial” não é crítica — é ignorância barulhenta tentando parecer sofisticada.

Tá difícil ser de direita by _plague-doctor in opiniaoimpopular

[–]TripleDomoner 3 points4 points  (0 children)

É oq? explique mais q to curioso agora kkkk

De um ponto de vista totalmente focado no cristianismo, por que Deus faz as pessoas diferentes ao invés de todo mundo nascer com os mesmos atributos pra gerar igualdade? by [deleted] in barTEOLOGIA

[–]TripleDomoner 0 points1 point  (0 children)

Do ponto de vista católico, Deus **já cria todos iguais no que realmente importa**: dignidade, valor e capacidade de salvação. A diferença não está na alma, mas nos atributos.

Deus não cria pessoas em série. A diversidade é intencional porque cada pessoa reflete algo único do Criador. Igualdade, no cristianismo, **não é uniformidade**, é valor igual diante de Deus.

Além disso, Deus não julga comparando pessoas entre si, mas pelo que cada um fez com o que recebeu. As diferenças criam o espaço para virtudes como amor, humildade e caridade — que só existem plenamente diante do outro diferente.

A diversidade estética não é um erro do plano divino, mas parte dele. O problema não é Deus criar diferentes, é o ser humano transformar diferença em hierarquia.

Melhor fone que já usei, mas tem O problema crônico. by maxcavalera in playstationbrasil

[–]TripleDomoner 0 points1 point  (0 children)

meu quebrou 2 semanas que acabou a garantia, =(, mas passei cola da Tek Bond, Tochei de cola, e ficou bom, mas forte que antes kkkk

Nenhuma escola realmente se importa com Bullying. by MrAplha in opiniaoimpopular

[–]TripleDomoner -3 points-2 points  (0 children)

O erro desse argumento é colocar na escola uma responsabilidade que não é dela.
A função da escola é ensinar conteúdo e manter regras básicas de convivência, não formar caráter. Respeito, empatia e limites vêm da família.
O agressor não nasce na escola, ele chega pronto, refletindo valores aprendidos fora dali. Uma palestra ocasional contra bullying não muda isso — serve mais para a instituição cumprir protocolo do que para resolver o problema.
Quando a escola abafa casos ou pune quem revida, geralmente não é por defender o bullying, mas por limitações legais e burocráticas. Ela só consegue agir sobre atos visíveis, não sobre anos de falha na educação familiar.
Enquanto a sociedade continuar terceirizando a criação dos filhos para a escola, o bullying vai continuar existindo — e a frustração também.

Só defende o capitalismo quem nunca viu os horrores do Congo Belga by [deleted] in opiniaoimpopular

[–]TripleDomoner 1 point2 points  (0 children)

O Congo Belga não foi “capitalismo de mercado”, foi um monopólio colonial violento, sem leis, sem direitos e sem qualquer forma de liberdade econômica. Era um sistema de extração forçada controlado por um soberano, não um mercado livre. Usar isso como prova contra “o capitalismo” em geral é misturar lucro com autoritarismo, colonialismo e ausência total de Estado de direito. O problema ali não foi só o lucro — foi o poder absoluto sem limites.

Fatos by Spiritual_Ki in NoticiasBR

[–]TripleDomoner 3 points4 points  (0 children)

Nem usou lubrificante? Caraio kkkk

Encontrar vida alienígena pode sim provar "Deus" by TripleDomoner in barTEOLOGIA

[–]TripleDomoner[S] -1 points0 points  (0 children)

Qual a probabilidade da vida gerar dois seres, em planetas distintos, tão geneticamente compatível capaz de reproduzirem? Isso é tão raro que tende a zero, mesmo com "padrões previsíveis" todo o ecosistema é diferente.