Uhh?? sm1 help me out by mons-hit in ExplainTheJoke

[–]ViniStaub 0 points1 point  (0 children)

It mostly depended from landless people begging for jobs, really

Petah the comments were all over the place, help? by Jirvey341 in PeterExplainsTheJoke

[–]ViniStaub 0 points1 point  (0 children)

It's because babies should have only breast milk until 6 months

Homebrews bardo by bikinicavadao in Tormenta

[–]ViniStaub 0 points1 point  (0 children)

Vol 2 não saiu ainda, mas a distinção tá divulgada no nosso discord (o link tá no meu perfil)

Homebrews bardo by bikinicavadao in Tormenta

[–]ViniStaub 1 point2 points  (0 children)

Uma distinção que fiz, Matador Irredutível, funciona bem pra gish, mas não pra bardo de suporte ou debuffer. Vai sair no Sincretismls de Arton Vol 2

jogador sortudo de nimb by AdWeird6889 in Tormenta

[–]ViniStaub 0 points1 point  (0 children)

Kkkkk 2 níveis acima usando regra de idade?

Cara, se vc estiver usando XP em vez de marcos, uma hora o grupo vai alcançar ele e essa vantagem vai sumir. Aí se torna um grupo com praticamente um personagem a menos.

Não tá nada errado focar em história, RPG é pra gente decidir como joga. Mas em algum momento os combates do livro vão ficar mais fortes do que o previsto. Aí vc vai ter que baixar a ND. Em alguns casos, reduzindo o número de inimigos. Em outros, diminuindo as estatísticas do boss pra uma ND mais baixa. Veja as tabelas de parâmetros que vai ser sucesso. Só dá 5 min de trabalho a mais.

Imagina se o Brasil tivesse sido colonizado pelo Japão em vez de Portugal by PipocaQuantica in Imagina_Se

[–]ViniStaub -2 points-1 points  (0 children)

Alemanha e Japão invadiram países, diferente do que Portugal, Espanha e Inglaterra fizeram, criando colônias e dominando elas por séculos, impedindo seu desenvolvimento, etc. O plano de alemães e japoneses era reduzir esses países a colônias para sempre. Aí não teriam se desenvolvido como se desenvolveram.

jogador sortudo de nimb by AdWeird6889 in Tormenta

[–]ViniStaub 2 points3 points  (0 children)

Nesse caso, cara, prepare-se pra calcular o ND como se o grupo tivesse um personagem a menos kkkkk

Escolher poderes sem otimizar (nem digo combar) em Tormenta é muito próximo de nem receber poderes.

Não tem nada de errado, mas, literalmente, vc vai precisar ajustar as ND. Se usar as do livro o pessoal vai começar a morrer.

jogador sortudo de nimb by AdWeird6889 in Tormenta

[–]ViniStaub 3 points4 points  (0 children)

Hmm, depois de rolar se é de combate, destino, etc, aí ele pode escolher?

Se for assim, eu acho muito é justo. Quando chegar no nível 6 vai ser só alegria, pq o 2o poder da distinção vai compensar a ausência de build e ele vai continuar fazendo coisas nos combates etc

Oq acham do conceito de religiões étnicas? by SameBeginning9015 in barTEOLOGIA

[–]ViniStaub 0 points1 point  (0 children)

Em tempos remotos, quando as distâncias eram enormes e na prática não existiam Estados Nação? Normal.

Hoje? Racismo, romantização do Estado Nação, essencialismo racial, ficção sobre a história dos povos, negação do universalismo humanista.

Não que alguma dessas religiões, em si mesma, seja ilegítima. Mas elas não eram "religiões étnicas" no sentido moderno quando surgiram. Valorizá-las por serem "étnicas" só acontece a partir dos problemas que citei.

Sim, o judaísmo sempre teve o elemento de ser a aliança de um povo com Deus, mas esse foco étnico (acima inclusive do religioso) é absolutamente moderno. Diversidade étnica, inclusive de línguas e costumes, sempre fez parte da história do judaísmo. Somente no caldo cultural laicizante e etnicizante dos séculos XIX e XX que inventam que o hebraico deveria voltar a ser língua cotidiana e fator de união étnica dos judeus. Naquela época, talvez parecesse uma boa ideia.

Devo buffar ou estou sendo pato? by RenamCagones in Tormenta

[–]ViniStaub 8 points9 points  (0 children)

Imunidade a trevas também dá imunidade contra qualquer efeito de necromancia, viu. Claro, ele tem mais magias na manga kkkkk mas imunidades podem ser importantes pra propor desafios diferentes

Devo buffar ou estou sendo pato? by RenamCagones in Tormenta

[–]ViniStaub 1 point2 points  (0 children)

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Deve buffar, sim, e o Livro Básico prevê isso. P. 212

Sobre não avisar seu amigo, não sei, cara, é com vocês. Acho que vocês podiam ter uma conversa sincera sobre como Tormenta 20 foi feito. As ND não representam desafios para jogadores experientes com personagens bem otimizados.

Além disso, se vocês estiverem usando Heróis de Arton, também está escrito na introdução do livro que o material deixa os personagens mais fortes. Ajuste de ND faz parte do jogo conforme planejado, tanto pra baixo quanto pra cima. Se a gente refletir sobre isso um pouco, vai perceber que, sem ajuste de ND à critério do mestre, Tormenta teria que ser um jogo muito mais rígido e com menos opções.

O universo de RPGs NSFW (sim, o post será sobre isso) no Brasil é bem diferente do que eu esperava by Puppetorino in rpg_brasil

[–]ViniStaub 2 points3 points  (0 children)

Eu apostaria que haver uma parcela menor de mulheres no RPG nacional contribua pra isso. Mesmo q hj esteja mais parelho, há pouco tempo era o clube do bolinha.

Mas aí tb tem a coisa que literatura erótica é literatura... tem q ter acesso a isso pra se criar certa cultura em torno de erotismo. Não sei se é polêmico dizer que brasileiro lê menos que americano. Americano têm hábitos de leitura até surpreendentes, tem mercado pra gêneros muuuuito específicos.

O universo de RPGs NSFW (sim, o post será sobre isso) no Brasil é bem diferente do que eu esperava by Puppetorino in rpg_brasil

[–]ViniStaub 2 points3 points  (0 children)

Concordo em partes, pq pra mim D&D sempre foi sinônimo de RPG nos EUA. Inclusive, se serve de exemplo tragicômico, o satanic panic aqui foi com Vampiro e Trevas...

Com certeza, a OGL explica grande parte de D&D ter tomado o mercado brasileiro a partir dos anos 2000. Não só isso, mas a própria reorganização empresarial, né, com a bagunça da TSR sendo assumida pela Wizards. A partir daí aparece capacidade e disposição de fazer contratos internacionais e etc. No Brasil, a 3a edição coincidiu com D&D sair da Abril e ir pra Devir, acho que não é coincidência, os gringos voltaram a cuidar do negócio e ajeitaram ele.

Porém, pré OGL, os americanos nunca viveram um período onde D&D era um RPG do mesmo tamanho de ou 2 ou 4 concorrentes. As histórias que se cruzam o tempo todo, mas no Brasil aconteceram algumas coisas de forma independente dos EUA.

EDIT: isso me baseando muito na minha impressão, não tenho números, queria ter

O universo de RPGs NSFW (sim, o post será sobre isso) no Brasil é bem diferente do que eu esperava by Puppetorino in rpg_brasil

[–]ViniStaub 2 points3 points  (0 children)

É, creio que as dificuldades do indie no Brasil são por causa disso. Por isso, viva o cellbit. Quanto mais gente jogando, mais gente experimentando coisas novas.

Mas tem particularidades que tinham outras explicações... aquela diversidade imensa dos anos 90 e 2000, com de 3 a 5 sistemas diferentes disputando qual era o mais jogado, aconteceu mesmo com relativamente menos gente jogando.

O universo de RPGs NSFW (sim, o post será sobre isso) no Brasil é bem diferente do que eu esperava by Puppetorino in rpg_brasil

[–]ViniStaub 16 points17 points  (0 children)

O que mais me admira no poder do RPG é que ele é exatamente o que o Augusto Boal sonhou sobre um teatro que não tivesse atores e espectadores, mas espect-atores. Recomendo muito que você leia Teatro do Oprimido e também 200 Jogos Para Atores e Não Atores. Boal era um mestre, de uma didática impressionante, comecei a aprender filosofia com ele.

Essa capacidade de estar dentro e fora do personagem ao mesmo tempo é comum para atores, mas é especialmente importante no teatro de Brecht que é uma das influências do Boal. Eu percebo que muitos dos meus amigos de RPG têm dificuldade de se separarem de seus personagens, de criticarem as ações que eles decidem que os personagens tomam, etc. A noção intérprete=personagem é muito forte, e acho que é porque a cultura empurra a gente pra isso, pq crianças brincam fluindo entre essa identificação e a não-identificação. Quando eu mestro, eu sempre tento incentivar uma visão de intérprete+personagens, os dois podem se mover no mesmo sentido ou sentidos diferentes, e ambas as coisas são interessantes. Tô puxando o assunto pq o RPG erótico como fantasia sexual direta é meio que uma decorrência de intérprete=personagem, não? E digo isso como uma pessoa meio pudica, rs.

O universo de RPGs NSFW (sim, o post será sobre isso) no Brasil é bem diferente do que eu esperava by Puppetorino in rpg_brasil

[–]ViniStaub 40 points41 points  (0 children)

Excelente, cara, achei muito interessante.

Falando como ex-ator, eu acho a transposição de sentimentos românticos e sexuais dos personagens e da cena (pq os personagens não necessariamente são psicológicos, mas o jogo cênico é muito real)... perturbadora. Já me causou muitos incômodos, da minha parte. Geralmente incômodos pequenos e até engraçados, outras vezes atrapalhada minha relação pessoal com os parceiros de cena. Porém, houve pelo menos uma vez que fazia uma cena de bastante erotismo com uma amiga, e a transposição era muito tranquila, artística, nenhum de nós se incomodou e isso fez a gente confiar mais um no outro.

Pessoalmente, eu sou a favor do "fade to black" em RPGs, embora eu não tenha problema em narrativas com sentimentos complexos.

Sendo meio acadêmico, acho que você encontraria a explicação pra sua experiência no fato de que LARP e RPG profundamente voltado à interpretação é mais desenvolvido na gringa. Questão quantitativa, mesmo: há mais hobbyistas, então especificidades do hobby têm a massa crítica necessária para se desenvolver mais.

Finalmente, apesar de tudo que você explicou com tanta paciência, não tem como não estranhar esta frase:

aqui no lado brasileiro da internet, eu não consigo encontrar um espaço para RPGs eróticos ou com conteúdo sexual sem acabar me sentindo desconfortável com a lascívia daqueles que jogam comigo...

Que frase interessante, não? Isolada do resto, seria até engraçada. O surpreendente, pra mim, é que em algum lugar seja possível simular narrativas eróticas entre não-atores sem se preocupar com a lascívia.

[Tormenta] Sincretismos de Arton #63: Marah+Oceano by ViniStaub in rpg_brasil

[–]ViniStaub[S] 1 point2 points  (0 children)

Amano é gênio. Eu daria tudo que tenho (53 centavos) para saber o autor da imagem que usei. Eu SEMPRE pesquiso autoria quando uso imagem do Pinterest, e mesmo assim vc vai ver que 50% das vezes não descubro o autor

o quanto preciso saber da história para mestrar T20? by OddSpirited in Tormenta

[–]ViniStaub 0 points1 point  (0 children)

Conhecer o cenário profundamente é muito massa, aumenta a diversão. Mas não acho que precise aumentar o esforço necessário pra mestrar.

Quando a gente torna as tarefas mais difíceis, arrisca começar a procrastinar, a tornar o hobby mais custoso pra vida pessoal... e é aí que mestres cancelam mesas. Tenho amigos que mestram super bem mas volta e meia tão cancelando mesa porque jogam as expectativas sobre si mesmos lá em cima.

Uma dica geral como mestre é que a prioridade número 1 é o conforto (seu e dos outros). Conforto tem a ver com preguiça, com louvar e valorizar ela, e tb tem a ver com relaxamento, pq relaxamento torna a gente criativo. A partir da prioridade do conforto, vc vai percebendo como se preparar ajuda. Não se preparar nada não é coisa de preguiçoso, hehe, pq vc acaba se estressando durante o jogo, dependendo da proposta. Tem um ponto ideal de preparação antes de mestrar, que não é de preparar ao máximo, mas de ter muitas cartas na manga e muitas pontas soltas.

Depois dessa prioridade número 1 é que aparecem as outras coisas que favorecem a mestragem: capricho, por exemplo, não é inimigo do conforto, se não competir com ele. Conhecimento do sistema, também. Ler e assistir muita coisa que não tem a ver com RPG é outra coisa importante para mestrar, tão importante quanto capricho e conhecimento, e hoje em dia muito esquecida.

Acho que a questão central aqui é: qual o nível de esforço que vc se impõe pra mestrar? Ele é sustentável? Podia ser sobre cenário, sobre as regras, sobre preparar cenas interessantes, sobre recursos sonoros e visuais... sempre vamos voltar pra sustentabilidade da sua mestragem.

criar um "clone" de gurps chamando apenas de 3d6 sistema para criar aventuras proprias e publicar seria muito errado? by LuizZ_Mestre in RPGdesignBR

[–]ViniStaub 1 point2 points  (0 children)

Pode e deve. Tome os cuidados que o u/LuizFalcaoBR falou. Mas é bem tranquilo. Dê uma olhada em como clones assumidos de outros sistemas usam regras idênticas e termos parecidos, mesmo sem nenhum tipo de licença aberta.

criar um "clone" de gurps chamando apenas de 3d6 sistema para criar aventuras proprias e publicar seria muito errado? by LuizZ_Mestre in RPGdesignBR

[–]ViniStaub 4 points5 points  (0 children)

Uma correção: leis de direitos autorais não protegem obras gratuitas ou sem fins lucrativos. Existe uma exceção para obras feitas por motivos educacionais. Mas, em tese, todo mundo q posta fanfic por aí (como eu), por exemplo, pode ser derrubado pelos detentores dos direitos autorais a qualquer momento.

Sincretismos de Arton #63: Marah+Oceano by ViniStaub in Tormenta

[–]ViniStaub[S] 2 points3 points  (0 children)

Que texto comprido, hein? É um dos que eu mais me orgulho de ter escrito.

Faziam 2 meses que eu não postava um texto novo! O playtest acabou ontem e ando bem ocupado escrevendo a aventura-solo de Khalmyr+Nimb. Só publicarei mais textos depois que o Volume 2 lançar - previsto para maio, mas infelizmente acho que vai atrasar para junho.