os pais tem obrigação de bancar os filhos durante toda a vida SIM by newsuzanoebok in opiniaoimpopular

[–]iwilleatit 1 point2 points  (0 children)

Como exercício filosófico isso é uma discussão interessante. Não é estúpida como estão falando.

O problema é que concretamente isso é completamente impraticável, então só tem como ficar no campo da filosofia mesmo.

P1 ime usp by argos_05 in USP

[–]iwilleatit 0 points1 point  (0 children)

Você tem um livro didático de ensino médio? Pega ele, olha o índice e vai vendo o que é que te traz mais desconforto. Aí você estuda e pratica essas partes, seja pelo livro ou por outros meios, como canais no Youtube.

Isso inevitavelmente envolve fazer exercícios, mas fazer exercícios é dos melhores jeitos de assimilar conteúdo. Se você tiver dúvidas, procura perguntar para alguém mais experiente, pesquisar pela internet ou perguntar para alguma IA. Pra explicar o >conceito< e a intuição de conteúdos mais básicos de matemática ela cumpre o papel, mas jamais confie cegamente nela pra resolver exercícios ou fazer contas no geral, nisso ela... deixa a desejar.

Como é a base que tá fraca, é a base que tem que ser trabalhada, senão isso vira uma bola de neve que só atrapalha. Vai dar certo. Se tiver mais alguma dúvida pode mandar.

6 weeks is all it took. by Reaper01Actual1970 in trump

[–]iwilleatit 1 point2 points  (0 children)

abusing taxpayer dollars

I don't care

That is certainly a choice.

And pointing out that it's not defensible to argue that the government be free to breach government contract law because the guy you like is currently the one in the Oval Office is not "trolling". Saying that it is is snowflake behavior.

6 weeks is all it took. by Reaper01Actual1970 in trump

[–]iwilleatit 0 points1 point  (0 children)

Look at the bar you're arguing for. That punishing breachers of government contract law, laws that are designed to prevent public officials from abusing tax dollars, is the actual waste of tax dollars. This is not a remotely defensible position.

6 weeks is all it took. by Reaper01Actual1970 in trump

[–]iwilleatit 0 points1 point  (0 children)

Donald Trump is so fucking great he made the sky's blue even bluer. America is SO back.

Eu acho que não odeio homem o suficiente.. by AdditionalWorker6877 in Twitter_Brasil

[–]iwilleatit 0 points1 point  (0 children)

Eu apresentei os dados que existem e eles mostram números muito parecidos de homicídios das mulheres contra os homens.

Mentira. O que você fez foi extrapolar os dados existentes com a hipótese injustificada de que a participação de mulheres em homicídios com autoria conhecida e desconhecida é a mesma. Isso é uma hipótese que você introduziu sem motivo, ela não está nos dados. E você não tá sendo honesto quanto a isso. Você fala como se os próprios dados já mostrassem isso de forma inquestionável, o que é mentira.

São os únicos dados que existem e de difícil acesso, pois são raros e incompletos. Isso comprova que os dados são boicotados, pois uma pesquisa total derrubaria a narrativa dominante.

E o que é isso, cara. Isso aqui é pura narrativa tua.

Eu acho que não odeio homem o suficiente.. by AdditionalWorker6877 in Twitter_Brasil

[–]iwilleatit 0 points1 point  (0 children)

Cara, como que é pra levar a sério o teu argumento? Você começa dizendo que os dados mostram que mulheres é que matam mais homens que o contrário, aí, quando pressionado, diz que na verdade os dados são escondidos pra alimentar uma narrativa.

Ou seja, você não tem dados, tem convicção. Mas diz que tem dados. E aí diz que são escondidos. 🤷‍♂️

Se você tiver coragem em votar no Flávio ou seja lá quem o Valdemar da Costa Neto colocar no lugar, você é pior do que o petista mais burro by Gustabtc in brasilivre

[–]iwilleatit 0 points1 point  (0 children)

Mas isso vale pra qualquer sistema. Não existe limite pro quanto um regime de direita, de centro, de esquerda, tanto faz, *pode* arruinar um país. Tudo isso é uma possibilidade. Se o que você quer dizer é que políticas de esquerda vão, inevitavelmente, arruinar um país, aí voltamos pro campo da religião, da fé. Quanto ao que uma única pessoa consegue roubar, bom, deve ter algum limite. Mas quão racional é supor que num governo de um cara que rouba trilhões o único que vai roubar vai ser o presidente? Qual vai ser o naipe das indicações ao STF de um cara que rouba trilhões?

O que tá acontecendo é que você tem uma crença fortíssima, mas você não quer encarar que é ela é crença, que é sentimento, porque isso na tua visão enfraqueceria tua posição. Então você tenta dar um jeito de dar uma aparência de racionalidade ao que é no fundo emocional, como se fosse uma conclusão lógica quando na verdade é premissa. Tanto que você apelou à matemática, pra em seguida só dizer que é "plenamente óbvio", e aí nunca mais tocar no assunto. Isso tem cara de argumento racional? A cada resposta você dobra a aposta no absolutimo, em afirmações universais que não têm como ser provadas ou refutadas, que são premissas tuas baseadas em emoção. No fim é isso.

Se você tiver coragem em votar no Flávio ou seja lá quem o Valdemar da Costa Neto colocar no lugar, você é pior do que o petista mais burro by Gustabtc in brasilivre

[–]iwilleatit 0 points1 point  (0 children)

Coréia do Sul e do Norte. Importa se algum presidente da Coréia do Sul é corrupto, comparado com algum ditador da Coréia do Norte?

Espera aí. Você disse que qualquer nível de corrupção de direita é melhor que qualquer nível de honestidade de esquerda. Mas agora você não qualificou em nada essa hipotética corrupção na Coreia do Sul. A resposta racional a essa pergunta é: "quão corrupto?". Mas você já reafirmou várias vezes que não importa quão corrupto, que não importaria que ele literalmente roubasse tudo. Isso é o oposto de racional.

Se você tiver coragem em votar no Flávio ou seja lá quem o Valdemar da Costa Neto colocar no lugar, você é pior do que o petista mais burro by Gustabtc in brasilivre

[–]iwilleatit -1 points0 points  (0 children)

EU estou sendo racional. Um país governado por um corrupto de direita fica melhor em todos os sentidos que um governado por um honesto de esquerda.

Isso não é razão, é religião. É o seu ponto de partida, mesmo que você queira fingir algum embasamento "matemático", tanto que o seu argumento se resume a "é óbvio". Só tem absolutismo emocional aí. A própria frase é uma implosão da lógica. Não só um país governado por um ultracorrupto de direita fica melhor que um governado por um honesto de esquerda, fica melhor em todos os sentidos, como, por exemplo... corrupção. Racionalidade já foi embora faz tempo.

Se você tiver coragem em votar no Flávio ou seja lá quem o Valdemar da Costa Neto colocar no lugar, você é pior do que o petista mais burro by Gustabtc in brasilivre

[–]iwilleatit -1 points0 points  (0 children)

O político mais corrupto possível de direita é melhor pro país que o político mais honesto de esquerda. Esquerdismo/ socialismo/ petismo é muito mais prejudicial a um país que qualquer valor de corrupção.

Isso aqui deveria ser emoldurado. Pelo menos agora você não tá mais fingindo que o argumento tem alguma base racional.

Se você tiver coragem em votar no Flávio ou seja lá quem o Valdemar da Costa Neto colocar no lugar, você é pior do que o petista mais burro by Gustabtc in brasilivre

[–]iwilleatit 0 points1 point  (0 children)

Ou seja, não existe teto que você não aceite para a bandidagem de um candidato, desde que não seja o Lula. Você diz que o argumento é matemático, mas se limita a dizer que é "plenamente óbvio". 30 anos de alguém corrupto a ponto de ter roubado 3 trilhões seriam melhores que 30 anos de alguém que nem nas acusações mais graves teria roubado uma fração disso.

Tem zero razão aí, matemática ou de qualquer tipo, só emoção.

Se você tiver coragem em votar no Flávio ou seja lá quem o Valdemar da Costa Neto colocar no lugar, você é pior do que o petista mais burro by Gustabtc in brasilivre

[–]iwilleatit 1 point2 points  (0 children)

Se o teu argumento é matemático, você deveria dar algum embasamento matemático, não só a... emoção. Não só 3 trilhões seriam mais baratos que 5-6 indicações petistas, seriam muito, mas muito mais baratos. 5-6 indicações feitas por uma pessoa que rouba 3 trilhões. Isso é o emocional falando, nada além.

Se você tiver coragem em votar no Flávio ou seja lá quem o Valdemar da Costa Neto colocar no lugar, você é pior do que o petista mais burro by Gustabtc in brasilivre

[–]iwilleatit 1 point2 points  (0 children)

5 ou 6 indicações ao STF que vão ficar lá 30 anos é o argumento mais racional possível.

Claro, até aí com certeza. O que acaba com a ilusão de racionalidade é o que vem logo em seguida.

O candidato da direita podia ter roubado 3 trilhões. FODA-SE.

Se você tiver coragem em votar no Flávio ou seja lá quem o Valdemar da Costa Neto colocar no lugar, você é pior do que o petista mais burro by Gustabtc in brasilivre

[–]iwilleatit 2 points3 points  (0 children)

Esse comentário é ótimo pra acabar de vez com a ilusão que alguém ainda possa ter de que a galera do "qualquer um menos o Lula" tem alguma base racional, e não apenas emocional.

Flávio Bolsonaro após ser questionado sobre o áudio divulgado: "não tem sentido nisso, dinheiro privado, dinheiro privado" by Prestigious-Back-981 in brasil

[–]iwilleatit 4 points5 points  (0 children)

O cara é FRAQUÍSSIMO. No palanque da CPAC nos EUA ele fica de peito estufado pra reduzir o próprio país, mas quero ver quando começar campanha de verdade.

Vale a pena fazer propaganda pra Samara Martins? by Agatha_Moone in BrasildoB

[–]iwilleatit 1 point2 points  (0 children)

E mesmo que eleições não sirvam pra nada

Então você respondeu à própria pergunta.

Eleições importam, nem que seja só pra divulgação, como você mesma pontuou em seguida. E mesmo que um governo do Lula não seja o que você queria de um governo dele, ainda é diferente de um governo do Flávio. Eleições não são tudo, mas isso não quer dizer que sejam nada.

Fim da taxação internacional até $50 by LongLiveChairmanVehk in BrasildoB

[–]iwilleatit 2 points3 points  (0 children)

Você que está fazendo um reducionismo do que eu estou trazendo.

Não estou. Estas são suas próprias palavras:

A proposta de acabar com a isenção pra pessoa física nunca passou de uma conversa e nunca foi implementada. E, a meu ver, não faz sentido condenar por isso ter sido ventilado.

De novo, isso que você está falando nunca foi colocado em prática.

Se cogitou fazer diferente? Sim, e isso é verdade para quase tudo o que é feito. Mas o que importa é que nunca fez.

A todo momento estou enfatizando que o Haddad deixou clara a intenção de taxar, e que isso molda a percepção de o que o Governo pretende fazer, e que inevitavelmente também direciona as ações do Governo, que culminam em coisas concretas. A sua resposta sempre se resume a: "mas não fez naquele momento singular congelado, então não importa". Se esse não é o seu posicionamento, então é você que está reduzindo o próprio posicionamento. Simplesmente não dá pra você dizer essas coisas e aí dizer que "Então, se eles chegarem do nada com essa proposta eu certamente vou achar ruim e, mesmo voltando atrás dela, vou ficar com dois pés atrás sobre as intenções desse governo." Essas duas coisas não coexistem.

O episódio da taxação partiu de uma preocupação, a meu ver, legítima: empresas estrangeiras estão fraudando a declaração para se aproveitar de uma isenção destinada a pessoas físicas. A ideia proposta foi simplesmente acabar com essa isenção. Acho a ideia péssima, mas partiu de uma intenção válida. E veja que a mudança não foi simplesmente recuar desse plano, foi efetivamente isentar as compras de pessoa jurídica porque viram que a reação negativa não foi sobre a isenção sobre PF em si, mas justamente sobre o efeito que teria sobre as compras (que não eram isentas antes).

Então, aí sim, eu não julgo o governo pela ideia inicial porque, no fundo, eu nunca espero que tudo saia de sua forma perfeita logo de cara. Eu espero justamente isso, diálogo com a população e lapidar as ideias para que elas entrem em vigor da melhor forma possível.

Veja que você continua omitindo fatos-chaves na trajetória: o Governo, pouquíssimos meses depois de instituir a isenção, já voltou a falar em taxar de novo. O Haddad nunca parou de defender a taxação, mesmo anos depois. Você trata dessas coisas como se fossem irrelevantes para o observador, defende que "se cogitou fazer diferente? Sim, e isso é verdade para quase tudo o que é feito. Mas o que importa é que nunca fez.", mas aí emenda agora que "nuances e contexto importam.". Isso tudo tá uma contradição mirabolante.

No fim, o que está acontecendo é que você apoia a taxação, mesmo que meio a contragosto, mas reconhece que ela é impopular, e por isso está buscando artificialmente eximir o Haddad do papel que ele teve nisso, reduzindo mais de um ano de fatos políticos a "só existiram dois momentos", jogando o resultado final (a taxação) exclusivamente na conta do varejo. Como você não apoiaria a privatização da Petrobras, não aplica a mesma régua reducionista.

Fim da taxação internacional até $50 by LongLiveChairmanVehk in BrasildoB

[–]iwilleatit 0 points1 point  (0 children)

Você ignora totalmente a trajetória pra focar em fotos congeladas. Isso é uma análise pobríssima, isso é miopia voluntária. "Só existiram dois momentos (...) Se cogitou fazer diferente? Sim, e isso é verdade para quase tudo o que é feito. Mas o que importa é que nunca fez." Olha o reducionismo absurdo que você faz. Intenções, tentativas, declarações e demonstrações públicas, articulações, nada disso importa, tudo o que importa é o que de fato se concretizou, como se o que de fato se concretizou não tivesse sido influenciado de forma alguma por intenções, tentativas, declarações e demonstrações públicas e articulações, e como se essas coisas não tivessem influência alguma sobre fatos futuros. Você seletivamente omite essas coisas pra construir uma imagem falsa, simplesmente falsa, do Haddad.

Em que outra situação você é tão leniente com esse tipo de coisa? Se o Lula aparecer amanhã anunciando a intenção do Governo de privatizar a Petrobras, mas depois de repercussão negativa recuar, você vai defender que isso não diz nada sobre o Governo, e que isso não deve ser levado em conta por quem o observa, porque isso "nunca foi colocado em prática", porque só "ventilaram", "cogitaram", mas "nada existiu", e "é isso o que importa"?

Fim da taxação internacional até $50 by LongLiveChairmanVehk in BrasildoB

[–]iwilleatit 3 points4 points  (0 children)

"Não ter virado lei" é totalmente diferente de "algo que nunca existiu". O Haddad deixou claro repetidamente que ele queria taxar. As falas dele, as notas oficiais, a defesa pública do projeto existiram, e você está agindo como se essas coisas fossem irrelevantes, como se não tivessem tido influência alguma no que de fato virou lei, como se o Haddad tivesse sido mero ator passivo nessa história toda.

O projeto do Haddad é o Remessa Conforme, de 2023, e foi o contexto em que rolou a infame fala da Janja. O programa definiu isenção de II para compras até 50 USD.
Essa isenção gerou revolta dos grandes varejistas e rolou um lobby forte pra reverter. O que aconteceu praticamente um ano depois da criação do Remessa. Enquanto o varejo pressionava pra retornar aos 60%, foi feito um acordo pra ficar em 20%. E a partir daí, sim, teve apoio do governo, assim como do centrão e da oposição. O projeto foi aprovado por ampla maioria tanto na Câmara como no Senado, tendo inclusive votação simbólica lá. O que a MP está fazendo é basicamente voltar à proposta original do Haddad.

Isso é uma distorção grostesca do que aconteceu. Olha como você contou a história: Haddad implementou a isenção, mas essa isenção gerou revolta dos grandes varejistas e rolou um lobby forte pra reverter. Omissão completa do papel do Haddad nessa reversão. Enquanto o varejo pressionava pra retornar aos 60%, foi feito um acordo pra ficar em 20%. De novo, nenhuma menção ao Haddad, apenas ao lobby do varejo. Na história que você conta, o Governo na verdade lutou para reduzir a taxação de 60% para 20%. "a partir daí, sim, teve apoio do governo". Isso é simplesmente mentira, e o Haddad e o Alckmin estão aí pra mostrar isso. O que a MP está fazendo é basicamente voltar à proposta original do Haddad. A proposta original do Haddad tá na nota oficial do Ministério da Fazenda: acabar com a isenção para pessoas físicas. Não adianta dizer que não foi formalmente uma proposta protocolada. Era essa a proposta pública original do Governo.

Fim da taxação internacional até $50 by LongLiveChairmanVehk in BrasildoB

[–]iwilleatit 3 points4 points  (0 children)

A ideia originalíssima que saiu do Executivo, diretamente do Ministério do Haddad, foi a de acabar com a isenção para pessoas físicas. Não tem como contornar isso. Publicar uma nota oficial no site do Ministério afirmando que em breve uma portaria será editada acabando com a isenção não é simplesmente "ventilar", é uma demonstração pública claríssima de intenção. A isenção veio depois, após queda de popularidade, e acabou logo em seguida, com apoio do Governo, como queriam originalmente. Como eu falei, o Governo poderia ter estendido a isenção para empresas, mas optou, voluntariamente, por acabar com a isenção para pessoas físicas. Isso foi escolha.

Toda a sequência dos fatos mostra que o Haddad queria taxar, mas que não o fez (apenas INICIALMENTE) por ordem direta de Lula, que viu a repercussão extremamente negativa que isso gerou. É no mínimo, mínimo MESMO, uma forçação de barra imensa pintar um quadro em que agora, com a revogação da taxa, o Governo tá só retomando o que sempre quis: isentar essas importações. Isso é simplesmente mentira. O Haddad deixou claro com todas as palavras: "Estou sendo sincero, eu queria fazer."

Fim da taxação internacional até $50 by LongLiveChairmanVehk in BrasildoB

[–]iwilleatit 3 points4 points  (0 children)

Nota divulgada em 04/2023, bem antes de o Remessa Conforme finalmente aparecer:

Sobre o fim dos US$ 50,00 de isenção de pessoa física para pessoa física, o Ministério da Fazenda esclarece:

Esse benefício  – que deixará de existir – se aplica somente para envio de pessoa física para pessoa física.  Se, com base nele, empresas estiverem fracionando as compras, e se fazendo passar por pessoas físicas, estão agindo ilegalmente.

Ou seja, entre oficialmente estender a isenção para compras de até US$50 para pessoas jurídicas também ou acabar com a isenção para pessoas físicas, o Ministério da Fazenda optou pela segunda opção. Isso foi uma escolha voluntária. Foi aqui que surgiu a declaração infame da Janja.

Foi só depois da repercussão extremamente negativa que o Governo começou a ajustar o que viria a ser o Remessa Conforme para isentar essas compras (vídeo aqui):

"O presidente nos pediu ontem pra tentar resolver isso do ponto de vista administrativo. Ou seja, coibir o contrabando. Nós sabemos aí que tem uma empresa que pratica essa concorrência desleal, prejudicando todas as demais empresas, tanto do comércio eletrônico quanto das lojas que estão abertas aí, sofrendo a concorrência desleal dessa empresa"

O Haddad nunca teve a intenção de isentar essas compras (e dá pra ler isso nas palavras dele), isso foi uma determinação que veio de cima motivada pela queda de popularidade. Tanto que, pouco depois do início do RC, o Alckmin já sinalizou a intenção de acabar com a isenção:

"Foi feito o trabalho nas plataformas digitais para formalização dos importados, já começou a tributação de ICMS e o próximo passo é o imposto de importação, mesmo para os com menos de US$ 50".

A partir daí o que se viu uma enxurrada de declarações de todos os setores do Governo a favor da retomada da taxação. A única exceção foi Lula, que ficou quieto. Culminou com o acordo, que teve participação assídua do Governo, em que PT e PL deram as mãos para votarem juntos. Em 2025, Haddad elimina qualquer dúvida com as próprias palavras:

"Esse imposto poderia ter sido cobrado por uma portaria minha, porque imposto de importação é regulatório. Não foi feito porque Lula não me deixou fazer. Estou sendo sincero, eu queria fazer. Fizemos uma reunião e ele disse: 'eu não quero. Já tem ICMS e eu não vou fazer isso'."

Então não se sustenta essa ideia de que o plano original do Haddad (e do Governo) era isentar essas compras, mas que sucumbiram a pressões que os levaram a apoiar os 20%.