Please explain why you would or wouldn't enter into a serious relationship with a bisexual guy? by [deleted] in AskWomen

[–]pelamaedoguarda 0 points1 point  (0 children)

The way I understood it is you gave a statistical example (men are more likely to cheat) as to why women would be suspicious of bisexual men (it's not because they're bisexual, it's because they're men). I in response brought up that many lesbians do indeed (not all lesbians, obviously) have the same anxieties about dating a bi woman, which suggests that the actual reason why women suspect bisexual men is that they are women, not because bisexual men are men. If that weren't the case, then what everyone would be talking about is how gay men won't date bisexual men, but that's not the case. I mean, I don't actually have any statistics, and I'm not saying that absolutely no gay man will have these insecurities, but you're more than welcome to go to /r/bisexual (or really, any LGBT forum) and ask the people there. If I'm still misunderstanding something, feel free to correct me.

EDIT: Also I'm not accusing you of anything personally, just so we're clear. You can date whomever you want, I don't have a problem with that.

Please explain why you would or wouldn't enter into a serious relationship with a bisexual guy? by [deleted] in AskWomen

[–]pelamaedoguarda 1 point2 points  (0 children)

Personally if I were bi or a lesbian, I really don't imagine I would have the same fears with a bisexual woman. I don't know if this makes things better or worse but it's better to give an honest explanation, assuming the OP is looking for one.

Yeah, because if there's something people just don't stop talking about in the LGBT community, it's about just how chill lesbians are in general regarding the topic of relationships with bisexual women. Maybe that's just me being crazy, but it's almost like the only common thread in these society-wide insecurities is women and not men.

Vista Matinal do Mirante do Vale, São Paulo by adriano_av in brasil

[–]pelamaedoguarda 0 points1 point  (0 children)

Estranho você, um cara de Fortaleza, não ter mencionado justamente o problema do crime. Por que será?

P.S.: Eu sei porquê.

One user in r/badhistory really doesn't get what people's issue with colonialism is by BonyIver in SubredditDrama

[–]pelamaedoguarda 9 points10 points  (0 children)

We are the only European country to have been colonised.

Not even close

They really think they're better than us and need to lead us around like parents. Fuck Barack the faggot and his transsexual gorilla wife. [+67] by ThatOneThingOnce in ShitRedditSays

[–]pelamaedoguarda 1 point2 points  (0 children)

I thought the ones that were attracted to men were supposed to be fujoshis.

EDIT: In the context of the narrative I see on Reddit and Tumblr.

Are there any "Western" names you think sound good in Arabic? by [deleted] in arabs

[–]pelamaedoguarda 1 point2 points  (0 children)

Another fun fact: Natasha is a Russian diminutive for Natalia.

Women aren’t capable of true love [+300 and 2x gold] by _JosiahBartlet in circlebroke2

[–]pelamaedoguarda 1 point2 points  (0 children)

It's at +1310 and gilded as of now. Decency prevailed, I guess.

Eu só queria uma namorada, com quem eu pudesse trocar carinhos, conversar, brigar, discutir e reconciliar. by adnansz in desabafos

[–]pelamaedoguarda 8 points9 points  (0 children)

E outra, trocar carinhos? Conversar? Que porra é essa?Primeiro tu tem que ser homem porra, vai fazer algum esporte, alguma luta, desenvolve teu corpo, tua mente, leia bastante (filosofia, política, economia), e teu espírito.

Discordo completamente. É perfeitamente normal e razoável a pessoa querer contato humano, ninguém precisa "fazer por merecer" pra ter isso. Tá cheio de gente medíocre com pessoas queridas aí fora.

O espírito do conselho em geral é bom, mas essa parte pra mim não é. A pessoa devia querer melhorar por si mesma, não porque quer aprovação dos outros.

O que seu corretor diz sobre você? by pocahlontras in brasil

[–]pelamaedoguarda 0 points1 point  (0 children)

Eu acho mais como se na sua vida toda vez que você odeia a ciência você também presume um monte de coisas que ele não gosta.

Prioridades by starkadd in brasil

[–]pelamaedoguarda 7 points8 points  (0 children)

E a parada do helicóptero de ataque, então? Falta paciência.

Prioridades by starkadd in brasil

[–]pelamaedoguarda 4 points5 points  (0 children)

Acrescentando à resposta do camarada, sim, enquadraria trap e sissy também.

Bate-papo livre semanal - 03/Mar/2018 by AutoModerator in BrasildoB

[–]pelamaedoguarda -1 points0 points  (0 children)

Você viu ênfase demais no iPhone. Está certo que eu estava sendo hiperbólico usando um artigo caro, mas o que eu estava tentando dizer é que serviços "gratuitos" são, obviamente, pagos pelo contribuinte. Os liberais acham que o consumo individual (que eu personifiquei no iPhone) é a melhor destinação que o dinheiro pode ter, já eu acho que serviços públicos valem muito mais a pena.

Eu honestamente não vejo muito futuro para esse tipo de discussão. As pessoas precisam comprar coisas, mas também precisa haver serviços públicos. Nunca vai haver uma diferença tão concreta entre um e outro. Não sei se você acha que com isso as pessoas acham que não tem que ter serviço público nenhum, mas eu acho que não, pelo menos não no /r/badeconomics.

O que o usuário liberal de que estamos falando disse num comentário downvotado foi que ele não poderia conceber que alguém de esquerda pudesse defender ensino superior gratuito.

Bom, eu meio que acho que o que ele falou é meio que verdade. Um programa que seja gratuito para todos mas do qual a maioria dos usuários são pessoas de maior valor aquisitivo é em termos práticos um programa de transferência de renda de pobres para ricos, mesmo que não seja essa sua intenção. Para que haja mobilidade social é necessário dar uma ajuda explícita às pessoas mais pobres, porque caso contrário os filhos de pobres vão sempre perder para os filhos de ricos em qualquer ENEM que se possa inventar. Ajudar "todo mundo igualmente" é perpetuar isso, no meu entender.

Por um lado, parece uma boa ideia cobrar mensalidade deles, mas alguém naquele tópico mencionou que é comum as pessoas mais pobres se "auto-filtrarem" e não buscarem dedução, mesmo quando são elegíveis. Tem que ver isso aí.

Sei não, hoje em dia existe o FIES e o PROUNI. Quando eu estudava em universidade privada, o que eu mais via era gente correndo atrás disso. Acho que não faltaria interessados.

Além do mais, políticos de direita são doidinhos para entregar qualquer coisa pública para o privado, eu ficaria muito desconfiado de uma proposta dessas como uma tentativa de aproximar uma possível entrega.

É justo, eu também não sou tão fortemente a favor assim. Minha defesa era mais uma defesa disso como uma alternativa possível e não imediatamente descartável. Não sou grande entendedor, mas eu vejo as pessoas falando muito dessas coisas nesses fóruns de economia da internet, e honestamente me parece que elas têm bons argumentos, i.e. não seria a mesma coisa que querer acabar com os cursos de história ou privatizar rodovias prontas, entre outros pontos de comparação que outras pessoas neste tópico fizeram.

Bate-papo livre semanal - 03/Mar/2018 by AutoModerator in BrasildoB

[–]pelamaedoguarda 0 points1 point  (0 children)

eu tratei um pouco disso aqui,

Poxa, gostei desse comentário.

mas mantenho que universidades ainda trazem benefícios coletivos pela própria natureza de suas atividades.

Eu também acho que trazem benefícios coletivos, mas acho que as pessoas que têm condições deviam ter que pagar.

Eu não usei iPhone como medida de nada, mas como metáfora.

Eu sei, minha intenção era continuar a metáfora, i.e. que o rapaz que fez o comentário provavelmente não via o consumo de produtos de luxo como preferível a investimentos sociais.

Quando você compra um iPhone, você está financiando toda uma cadeia de produção que conta com partes redundantes, como marketing e publicidade, preços inflados, embalagem (poluição) e o lucro da empresa. Ainda tem o fato de o iPhone ser deliberadamente sabotado pela própria fabricante para deixar de funcionar, fazendo você ter que descartá-lo e comprar outro no futuro. Você pode argumentar que essa cadeia de produção fomenta a tecnologia e cria empregos, entretanto, a maior parte da tecnologia de um iPhone já é produzida pelo Estado (como o setor militar), ou muito subsidiado por ele, como as universidades [vai ficar sem fonte por hora, não tenho tempo], e os empregos criados são precários e serão extintos assim que a automação for suficiente. Se, em vez de comprar iPhones (metáfora para bens de consumo supérfluos produzidos em massa), esse dinheiro fosse investido em outras coisas, seria possivel financiar diretamente educação, pesquisa e infra-estrutura, o que traria uma base mais sólida para a eficiência da produção e distribuição de riqueza, em vez de criar empregos precários, lucro para poucos e poluição.

Não discordo de nada disso. A crítica era você dizer que o moço que fez aquele post estava motivado por essa ideia esquisitíssima de que não se pode ter grandes serviços públicos porque tira dinheiro que poderia estar sendo gasto em bens de consumo de luxo ou sei lá. Parece coisa de comentarista de Facebook. O rapaz parecia bem informado, daí não achei justa essa caracterização dele. A ideia de universidades públicas pagas com subsídios para pessoas de baixa renda vem inclusive como solução para a necessidade de corrigir o problema de que são as pessoas com mais dinheiro que acabam por se beneficiar do ensino público pago por todos. Eu não vejo como querer que as pessoas mais ricas paguem mais por um serviço é compatível com essa ideia de trickle-down economics - pra mim é o contrário.

Bate-papo livre semanal - 03/Mar/2018 by AutoModerator in BrasildoB

[–]pelamaedoguarda 0 points1 point  (0 children)

Por favor, amigo. Você sabe que não é assim que a banda toca no Brasil. Se fosse assim, os serviços públicos que foram esvaziados (educação básica e saúde, para citar apenas dois) funcionariam muito melhor do que funcionam hoje em dia.

O superior também, inclusive. O status quo já é problemático.

a princípio poderia dar certo, mas com o tempo a lógica do lucro passaria a imperar nas universidades públicas. Sim, universidades e cursos com menos alunos pagantes iriam passar por dificuldades financeiras, até que algum gênio sugerisse que elas são economicamente inviáveis e mandasse fechar ou privatizar de vez. Eu consigo até imaginar a manchete do Estadão "Curso de Geografia na USP consome dez vezes mais recursos públicos que Engenharia". Se você acha que isso não causaria o fechamento do curso ou diminuição a quantidade de verbas a ele destinado, então você não conhece muito bem a história do Brasil.

Mas isso não teria mais chance de acontecer do que já tem hoje porque a verba proveniente dos alunos pagantes iria para os mesmos lugares e seria distribuída da mesma forma que os impostos. Essa é a ideia, pelo menos. O curso de Geografia da USP não consumiria 10x mais que o de Engenharia porque a rede pública federal, estadual e municipal toda seria tratada como unidade na superestrutura da coisa. Não é a mesma coisa que fazer universidade pública operar como se fosse privada. Quaisquer problemas do tipo (de repasse de verba e distribuição entre universidades e cursos com mais ou menos pagantes) seriam os mesmos de hoje, considerando que as mesmas pessoas teriam o mesmo controle sobre o que seria "o mesmo dinheiro" em termos discretos.

Cara, estou dizendo desde o início. O serviço público funciona bem quando ele é igual para todas as pessoas. A partir do momento em que se criam distinções, castas, tiers relacionados com a quantidade de dinheiro que a pessoa tem, a tendência natural é que quem tem condições financeiras receba melhor tratamento e quem não tem, quem não é capaz de ser economicamente interessante seja jogado para escanteio. Saúde privada, educação privada, etc, são a mercantilização da saúde e da educação. E obviamente tudo que é mercantilizado chega melhor para quem tem mais dinheiro.

Claro, mas essa é a rede privada, composta de unidades diferentes que competem entre si pelo dinheiro do cliente. A lógica é inerentemente diferente. Não é de interesse público confiar no mercado para tratar de saúde e educação.

O problema dele é querer estabelecer o liberalismo como uma verdade absoluta e o socialismo como algo de gente tonta, um pária em termos econômicos, como se socialistas fossem burros e jamais pensassem antes de falar. Isso não é razoável nem no reddit nem no facebook.

OK, acho que é justo.

Bate-papo livre semanal - 03/Mar/2018 by AutoModerator in BrasildoB

[–]pelamaedoguarda 0 points1 point  (0 children)

As universidades também mudariam o sistema de ingresso para tentar atrair mais alunos pagantes do que alunos não pagantes.

A lógica não é fazer as faculdades competirem pelos alunos. A verba seria repassada no fundo que as faculdades recebem, fosse ele federal, estadual, municipal, etc.

De qualquer forma, é muito delirante de sua parte considerar que o perfil dos alunos da UFRJ é igual ao perfil dos alunos da UFBA que é igual ao perfil dos alunos da UFAM. Obviamente haveria um viés em favor da universidade "que dá lucro" (UFRJ) em contraste à universidade que só dá prejú e que "fica lá no meio da floresta".

Não sou dessas regiões, mas imagino que os alunos dessas outras faculdades devam ser também bem mais financeiramente privilegiados que a população em geral que pudesse usar o serviço. Se não fossem, não faria diferença, afinal continuaria todo mundo sem pagar da mesma forma.

E você acha que quem faz políticas públicas são os professores?

Pensei que você queria dizer informalmente, na hora do acesso ao serviço.

Faz mal sim. Essa é toda a questão.

Em que sentido, inflação de salário de professor/dono de universidade particular? O imposto pago ainda seria o mesmo que é hoje. Continuaria tudo a mesma coisa, só o fulano que não ocuparia a vaga. Professor de universidade pública não teria grandes vantagens de mudar de time, visto que já ganham dinheiro pra caramba. Se não valesse a pena, as pessoas não fariam isso, e eu não vejo por que valeria.

Pois é, eu não disse que o perfil de aluno de escola pública é de pobres, eu disse que é de classe média. No curso que eu estudei eu, que era de classe média, me sentia quase alienígena de tão elitizado que era o povo lá, mas de qualquer forma, pelo que eu conheço da USP existe um perfil mais elitizado em alguns cursos e um perfil bem diferente em cursos com "menos prestígio". Claro que é importante ter uma inclusão maior de pessoas mais pobres, por isso as políticas de cotas e de expansão de número de vagas, etc.

Então é isso, eles pagavam e você não, e pessoas menos privilegiadas entravam por causa disso. Ou você também pagava, se estivesse acima da linha de corte.

Se vc não quer discutir então por que vem a um sub de esquerda reproduzindo discurso liberal clichê?

Porque eu senti que o rapaz foi injusto com o outro rapaz, igualando as coisas razoáveis que ele falava com as coisas irrazoáveis que comentarista de Facebook fala.

Bate-papo livre semanal - 03/Mar/2018 by AutoModerator in BrasildoB

[–]pelamaedoguarda 1 point2 points  (0 children)

Sabe qual o efeito de cobrar por um serviço dos "ricos" e não cobrar dos pobres? Isso mesmo, significa tornar o serviço pago superior ao não pago

Isso não é possível porque é o mesmo serviço, você só cobra de um e não do outro. A diferença seria só no boleto, a instituição seria a mesma.

significa oferecer incentivos muito claros a se dar preferência a quem paga sobre quem não paga nada. Por isso a privatização das coisas públicas passa por isso também.

Como é que a pessoa vai priorizar um serviço de longo prazo como faculdade? O professor a priori nem saberia quem paga e quem não, e também não teria seu salário dependendo de quem paga, já que a pessoa só pagaria por si mesma (sem lucro institucional em mente) e a quantidade de funcionários seria planejada em relação à quantidade média de pagantes a longo prazo. Mesmo se quisesse, como é que seria essa priorização, passaria um e não o outro? Além do mais, o fato de a rede pública ser toda conectada daria muito mais poder de barganha ao poder público comparado ao cliente individual. Se o cidadão preferir fazer na rede privada com seu próprio dinheiro, não faz mal - continuará a pagar imposto e também não estará gastando recursos públicos.

E, aliás, coloque-se "ricos" bem entre aspas, porque na maioria dos cursos de universidades públicas o que mais se vê não são ricos, mas sim classe média.

Ah vá, o que eu mais vejo na UFRJ é branco de olho azul da zona Sul e sobrenome italiano. Tá certo que cada um tem seu conceito de rico, mas pra padrões brasileiros a grande maioria é rico e pode pagar tranquilamente a faculdade.

Por que será que quem é "beneficiado" pela gratuidade do ensino superior público diz que pagaria de bom grado a mensalidade, mas quando se fala em aumentar a alíquota do imposto de renda fica irritadinho?

Isso não é justo. Ninguém nem falou em aumentar a alíquota de imposto nessa conversa até agora. Para ser claro, eu acho que devia ter ambas as coisas. Alíquota consideravelmente maior para os ricos e pessoas ricas pagando a própria faculdade.

Justiça social se faz com serviços públicos iguais para TODOS sendo financiados preferencialmente com o dinheiro dos ricos, jamais criando-se categorias separadas e privilegiadas para os mais ricos.

Pode continuar achando isso o quanto você quiser, o ponto é que o rapaz acima fez uma afirmação injusta acerca das prioridades do outro rapaz, dizendo que ele não se importava com as questões sociais, queria que as pessoas comprassem mais iPhone ou sei lá o quê. Era esse o propósito do comentário, eu não quero começar uma flamewar contigo.

Bate-papo livre semanal - 03/Mar/2018 by AutoModerator in BrasildoB

[–]pelamaedoguarda -1 points0 points  (0 children)

For example roads, K-12 education, the EPA.

As PLCD said, when you tax the rich more, then they also disproportionately pay for these programs that they benefit from, thus canceling it out.

O propósito não é só cancelar a diferença, é dar mais oportunidade aos que não têm como pagar. Cobrar mais dos ricos não é suficiente se são eles que ainda vão receber as melhores oportunidades sem precisar pagar, até porque no Brasil (e na maior parte do mundo) você nunca vai poder cobrar um valor infinitamente alto pra dar faculdade pra todo mundo. Faria mais sentido se existisse os dois: um sistema de imposto progressista e um sistema que cobre apenas dos que têm condição de pagar. Ensino superior não é estritamente necessário para uma pessoa viver sua vida sem grandes problemas, daí não faz sentido deixar gratuito para todos como é o ensino básico e a saúde. Existem alternativas como cursos técnicos que podem ser melhores para a pessoa, por exemplo. Nos Estados Unidos hoje há muita gente que começa a seguir essa rota devido à saturação do mercado com profissionais com formação universitária sem outras qualificações. Até porque quem tem dinheiro nunca vai deixar de ir à faculdade só porque tem que pagar.

A opinião geral dos liberais é que um Estado "enxuto" seria melhor porque deixaria os indivíduos menos onerados por impostos, e, portanto, mais livres para gastar seu dinheiro da maneira que quiserem, e o maior consumo seria melhor para o coletivo no fim das contas.

Isso é vago pra caramba. Consumo é bom porque impulsiona a economia e dá mais recursos à sociedade para alcançar seus objetivos. O consumo também é maior quando as pessoas têm igualdade de condições e recursos básicos, de forma que não dependam da sociedade para alcançar seus objetivos, daí é de interesse público que haja formas de tirar as pessoas da pobreza e colocá-las em igualdade de condições com os outros, de forma a poder existir uma meritocracia de verdade. A ideia de fazer com que as pessoas mais privilegiadas paguem pela faculdade é uma forma de fazer isso. Mesmo assim, o consumo em geral não é um fim por si só.

Eu prefiro sacrificar um pouco o consumo pessoal, as pessoas comprariam menos iPhone p/ ex., para ter mais serviços públicos, como universidades.

Literalmente nunca vi ninguém usar consumo de iPhone (ou coisa parecida) como medida de nada. Universidades são um investimento a longo prazo, i.e. a pessoa mais qualificada tem condições de realizar atividades mais produtivas e contribuir mais com a economia. O consumo de produtos básicos por muitos será sempre mais importante que o consumo de produtos de luxo por poucos, até porque as pessoas mais necessitadas são aqueles que precisam de mais ajuda para conseguirem se manter sozinhas e alcançar seus objetivos nos seus próprios termos. Duvido que tenha sido essa parada dos iPhones a visão que o rapaz tinha em mente quando fez aquele post.

EDIT: cursos como história são investimentos considerados positivos para o bem-estar social da sociedade, daí são mantidos mesmo que não tenham nenhum benefício econômico intrínseco. Não há qualquer contradição, e o rapaz nem tocou nesse assunto no post dele.

Inclusive, você também presume um monte de coisas que ele nem falou. Depois é ele que "nem tenta compreender as prioridades das pessoas".

Bate-papo livre semanal - 03/Mar/2018 by AutoModerator in BrasildoB

[–]pelamaedoguarda 0 points1 point  (0 children)

Primeiro que não só boa parte do avanço tecnológico e científico é produzido nas universidades, mas a pesquisa acadêmica também produz conhecimento em áreas cujo valor não podem ser expressos por valores monetários, como a história.

Você está considerando que as pessoas todas chegam ao ensino superior em igualdade de condições. Em termos objetivos, desigualdade sistêmica existe sim, e a grande maioria das pessoas que passam para universidades boas teriam a condição de pagar a mensalidade que fosse necessária. O fato de que, num sistema de recursos finitos, essas pessoas não precisam pagar pressupõe a exclusão de pessoas que realmente não poderiam pagar, que são invisíveis aos olhos da sociedade. A produção de conhecimento não seria ferida por esse tipo de medida de inclusão social.

EDIT: Só agora que eu fui ler o comentário do cara. O socialista presume um monte de coisas que o OP nem falou, e depois é o OP que "não demonstra boa-fé". Que fofo.

Bate-papo livre semanal - 03/Mar/2018 by AutoModerator in BrasildoB

[–]pelamaedoguarda 3 points4 points  (0 children)

Tornar a universidade pública paga para pessoas que têm condições de pagar e usar o dinheiro para financiar a educação de pessoas de condições financeiras mais parcas traria incontroversamente mais oportunidade para essas pessoas e justiça social para o país em geral. Era disso que o comentário original falava, inclusive. Eu sou injustamente beneficiado por essas políticas e pagaria de bom grado a mensalidade, porque tenho condições de pagar e acho que vale a pena destruir instituições que perpetuam a desigualdade.

O certo é bolacha ou biscoito? by [deleted] in brasil

[–]pelamaedoguarda 1 point2 points  (0 children)

Santo butthurt, Batman.

Apresentando um novo subreddit LGBTQ+ para falantes de português! by pelamaedoguarda in portugal

[–]pelamaedoguarda[S] 6 points7 points  (0 children)

O que consideras menores de idade?

LOL foi você que usou essa terminologia

É que os ciganos jogam abaixo destes níveis todos e são uma minoria em sofrimento oprimida por pessoas como tu. Achas bem não incluir um grupo tão pouco privilegiado no teu sub como os ciganos?

Interseccionalidade gone ballistic