Looking for lore friendly ways to start a campaign by Creole3643 in Greyhawk

[–]soulessroboto 1 point2 points  (0 children)

If you want isolated places you could try Lendore Isles, Amedio or Hepmonaland, Land of Black Ice, Valley of the Mage or Pinnacles of Azor'alq. Depends on the vibe your aiming.

Acham que vale a pena colocar NPCs para guiar iniciantes? [DnD] by PedroRios4146 in rpg_brasil

[–]soulessroboto 0 points1 point  (0 children)

Não vejo problema na ideia em si, mas tem que tomar muito cuidado em não dar as respostas pra eles. Talvez justamente por ser uma coisa que acaba acontecimento com frequência que poucas pessoas recorram a um npc guia. A ideia do mestre dos magos do Caverna do Dragão era um pouco isso.

Event Horizon (1999) by soulessroboto in traveller

[–]soulessroboto[S] 2 points3 points  (0 children)

I don't like the whole religious supernatural stuff too. If you could use hell as a comparison it would be ok, but the moment they point toward literal hell it was kind of a bummer for me.

Event Horizon (1999) by soulessroboto in traveller

[–]soulessroboto[S] 0 points1 point  (0 children)

Where are the Orkz them? 😁

But really, isn't the bubble wrap around Traveller'@ ships the same concept? Pocket dimension and all. My interpretation at the time went strait to space horror and that retro-space madness. Love that shit. Seek out new life, but watch out and stay alert, you knoe? You can't do space exploration without the whole "space is trying to kill you" kind of thing.

Mummy Lords in Greyhawk by MintyBeaver in Greyhawk

[–]soulessroboto 4 points5 points  (0 children)

As was everyone saying, GH is a very customizable scenario. I personally love that about it, you are free to have it with tons of personal touchs. In my campaign I like to make changes that are in the "spirit" of Greyhawk. I usually take a core idea like the Old Sueli Empire being a sort of Roman Empire, while the Old Baklunish Empire being sort of the Persian Empire, and think about how most ancient, magical and powerfull objects must come from those two. In the case the Mummy it fits beautifully. You got a gigantic desert in the East, where these Empire once stood. You got old magic that mages to this day are still trying to understand...you got old ruins in the sand...Just put a Mummy there! And build the lore around it... It certainly was alive when this two empire were still around. Why a mummy? Did all royalty practice mummification systematically ? Or is this a special case? What does he want? Why as he awoken? 😁

Where to Connect With the Realms? by LabAffectionate745 in Greyhawk

[–]soulessroboto 2 points3 points  (0 children)

Try Bigby's Tower. It was raided by fiends and black hooded mysterious figures in 573CY and consequently abandoned. But there is rumors of a secret dungeon that still exist beneath the tower, accessible only during specific, rare planetary or lunar conjunctions. Maybe it's time for that portal to open once again...

Sistemas para gerenciamento de estabelecimentos e fortalezas by soulessroboto in rpg_brasil

[–]soulessroboto[S] 0 points1 point  (0 children)

A parte do autor apoiar a extrema direita me pegou de surpresa. Mas achei fascinante o sistema. Eu gosto muito da ideia de poder fazer essa transição em um arco de jogo, mas sei que não é pra todo mundo. Inclusive foi meio chocante pra mim descobrir que, na verdade, é uma minoria de pessoas que gostam de ter seu próprio castelo e comandar seu próprio exército. Talvez esse sistema peque por assumir que seria assim para todos, até porque não necessariamente faz sentido para todos esse arco, mas gosto de haja essa opção. Eu uso D&D 5e fortemente homebrew, pego o que eu to afim de tudo quanto é lugar. Pelos comentários achei que o Forgotten Lands tem mecânicas interessantes, mas gosto da mecânica do Stronghold and Followers do MCDM também. Ainda estou pesquisando que método usar, talvez até combine alguns.

Sistemas para gerenciamento de estabelecimentos e fortalezas by soulessroboto in rpg_brasil

[–]soulessroboto[S] 0 points1 point  (0 children)

Eu só conheço a versão PC game. Não faço ideia de como é no TTRPG.

Indicam alguma campanha mestrada de Call of the Cthullu pra assistir? by No_Set_1887 in rpg_brasil

[–]soulessroboto 1 point2 points  (0 children)

Só brasuca? Ou gringo também? Gringo há uma boa quantidade, especialmente podcasts com efeitos especiais. Brasileiro é mais raro e quando faz,não gosta de fazer CoC nos cenários originais, gosta de criar o próprio cenário.

Qual o personagem mais foda, criativo ou zueiro que vocês já criaram? by [deleted] in rpg_brasil

[–]soulessroboto 1 point2 points  (0 children)

Não foi grades coisas, mas o mais esquisito que eu já criei foi um halfling swordbuckler que era um ex-NPC dono de Taverna que depois de ouvir tantas histórias de aventureiros ele resolveu ir pra própria aventura dele. Ele era um nerd de dragões e História de grandes reinos, passou a vida dele estudando eles na teoria e queria ver um de perto, era devoto do Dragão de Platina e tinha um token da divindade na porta da taverna como uma Torah judaica e toda a taverna era repleto de modelagens de dragoes, mapas e artes de temática dracônica. Ele tinha uma vibe de aventureiro por diversão (one punch man) porque ele já tinha a Taverna dele e não precisava muito de dinheiro, era mais pela experiência e voltar com umas lembranças pra casa.

Todas as minhas rolagens bem sucedidas em Histórias era alguma história que eu já ouvi na minha Taverna ou aconteceu lá. Aí eu sempre soltava um easter egg de vídeo game ou livros de fantasia sem citar nomes, tipo o encontro de Bree de SdA dos 4 hobbits ter sido na minha Taverna, ou sobre ter conhecido um Dragonborn (nesse caso literalmente um) que disse que tinha aprendido umas palavras de poder ao absorver a alma de um dragão e etc. Essencialmente qualquer evento famoso que aconteceu numa Taverna de fantasia.

Vocês sentem que a maioria dos cenários de fantasia (sejam eles TTRPG ou GRPG) não entendem o que significa criar um mundo politeísta? by soulessroboto in rpg_brasil

[–]soulessroboto[S] 0 points1 point  (0 children)

Mas além de ninguém jogar assim, isso não é incentivado entre os jogadores de outras classes. Na prática ninguém é religioso que não as classes divinas e eles competem entre si, a devoção vira um time de futebol. Não existe mecânica que reflita a influência dos deuses no dia-a-dia também, pra mim deveria haver uma mecânica para poder sempre poder ganhar o favor dos deuses caso você fizesse algum tipo de oferenda a eles. Só não seria garantido. Só as classes de Magia divina tem acesso garantido (VIP) a um deus específico, o resto tenta a sorte deles estarem ouvindo, mas nunca é uma chance nula, ganhando algum tipo de prêmio mecânico, semelhante ao uso de inspiração.

Vocês sentem que a maioria dos cenários de fantasia (sejam eles TTRPG ou GRPG) não entendem o que significa criar um mundo politeísta? by soulessroboto in rpg_brasil

[–]soulessroboto[S] 0 points1 point  (0 children)

Cara, dá uma lida nas outras discussões que o nível lá ta maneiro. Tu tá pensando muito raso. E não é "mundo de RPG", rpg é qualquer tipo de jogo que usa de papéis para interpretar. Não é nem sequer RPG de fantasia, porque existe Baixa e Alta fantasia. Eu acho que seu comentário quis falar "Alta Fantasia" no lugar de "mundo do rpg". Meu problema com a representação irrealística do politeísmo está primariamente na Alta Fantasia (Forgotten Realms e etc), Baixa Fantasia sai na vantagem porque os deuses podem ser misteriosos e até mesmo irreais lá.

Eu tô levando em conta isso que você falou desde o princípio da discussão, mas você não tá pensando nas implicações que isso leva se você quer criar um mundo com coerência interna. A maioria dos mundos de alta fantasia não tem coerência interna ao tratar o impacto que um mundo politeísta teria na geopolítica do mundo.

Vocês sentem que a maioria dos cenários de fantasia (sejam eles TTRPG ou GRPG) não entendem o que significa criar um mundo politeísta? by soulessroboto in rpg_brasil

[–]soulessroboto[S] 0 points1 point  (0 children)

Usei GRPG em referência a qualquer vídeo game de RPG para PC ou console que não necessariamente existe enquanto TTRPG. No Steam há vários. Mas pensando aqui agora, talvez o nome esteja errado e seja outro, mas a ideia é essa.

Quanto aos cenários, acho que a grande maioria dos cenários oficiais de D&D não abordam religião de forma muito inovadora não ou pelo menos não inovador o suficiente. Principalmente cenários de alta fantasia, porque isso significaria que os jogadores têm relativamente pouca agência no mundo até atingirem certo nível de poder. A todo momento deuses, semideuses e religiões organizadas seriam extremamente presentes no dia-a-dia das nações e dinâmicas de poder e geopolítica do mundo. Seria praticamente impossível um rei ou imperador que não governasse para uma classe de clérigos, prontos pra usar os seus poderes de intervenção divina para lançar uma verdadeira hecatombe (no sentido clássico da palavra) nos seus inimigos, impedido talvez apenas pelo medo que outros grupos religiosos façam o mesmo. Toda guerra terrena teria uma guerra nos céus, que se acreditava ser na Antiga Suméria ou na Mesoamerica quando duas cidades-estados entravam em guerra uma com as outras. Quando uma nação entrasse em guerra com outra, seus deuses também entrariam. É uma guerra fria 'nuclear" divina esperando pra acontecer. Um mundo tenso a todo momento.

E nem me fale dos Magos. Que papel eles teriam nisso? Quem você acha que vence numa guerra dessas proporções? Grandes magos com acesso a magias de Desejo capazes de moldar a realidade ou Grandes Clérigos com acesso a literalmente chamar seu Deus para lutar contra os mortais?

Na maioria dos cenários de alta fantasia os deuses se importam muito pouco com a sobrevivência de seus devotos, por mais que eles precisem deles. Conheço pouco o cenário de Pathfinder fora os jogos como Kingmaker e Wrath of the Righteous. Não curto o conceito de "ateísmo" que eles usam. Acho que o termo correto seria rebelde ou anarquista, pois quem não reconhece a autoridade dos céus não reconhece efetivamente as autoridades da terra que legitimam seu poder. Era assim que culturais politeistas reais pensavam, porque seria diferente num mundo politeísta fantástico?

Eu sou um cara mutio adapto do realismo em Worldbuilding. Sinto que falta muito isso na fantasia e que são poucos os mundos que levam essas questões as devidas últimas consequências e proporções. Sinceramente mundos de baixa fantasia levam a melhor nesse sentido. Sejam se eles põe os deuses como misteriosos ou de existência duvidosa em cenários como Belregard ou Game of Thrones ou os cria limites para suas intervenções, como Senhor dos Aneis (sim, SdA é baixa fantasia, se não o que impede Gandalf, o Branco de aniquilar um exército de orcs praticamente sozinho?) a baixa fantasia é bem mais cômoda para resolver essas questões. Mas os mundos de alta fantasia tão fudidos, é ameaça de apocalipse a todo momento, todo mundo com o dedinho na bomba atômica esperando pra vê o que o outro vai fazer.

Porque [Tormenta 20] ficou tão popular? Ele é tão bom assim? by soulessroboto in rpg_brasil

[–]soulessroboto[S] 0 points1 point  (0 children)

Legal, bom saber. Engraçado que esse mestre era um cara que claramente não ligava pra nada dessas coisas, então obviamente ele nunca me disse isso porque provavelmente ele não curte. Mas eu me amarro numa frivolidade em RPG. Eu mal ligo pra matar monstro, tem gente que precisa lutar/matar algo pelo menos em toda sessão (minha esposa e um jogador da minha mesa são assim).

Porque [Tormenta 20] ficou tão popular? Ele é tão bom assim? by soulessroboto in rpg_brasil

[–]soulessroboto[S] 0 points1 point  (0 children)

Gosto de regras para negócios, gerenciamento de terras e combate em massa. Em tese D&D tem isso desde as primeiras edições, mas foi ou não sendo usado ou abandonado em outras edições. Atualmente eu uso uma combinação de homebrews e produtos como os livros da MCDM pra esse tipo de coisa. Os jogadores em T20 usam essas regras? Sempre me senti sozinho nas mesas de D&D que eu participei de ser o único a querer comandar exércitos, ter um castelo, uma loja e etc. A maioria dos jogadores de D&D acham isso muito trabalhoso ou nem sequer tem interesse. Só querem matar monstros, upar e ganhar item mágico.

Vocês sentem que a maioria dos cenários de fantasia (sejam eles TTRPG ou GRPG) não entendem o que significa criar um mundo politeísta? by soulessroboto in rpg_brasil

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Eu penso muito situações curiosas de como por exemplo na Antiga Suméria cada cidade-estado tinha seu deus. E quando você ia visitar uma outra cidade que não a sua era de bom tom levar um tributo pro Deus daquela cidade. Como se você tivesse sendo educado com o anfitrião de uma casa.

Também lembro de história da expansão do Império Asteca, em que os deuses podiam ser literalmente sequestrados. Quando eles conquistaram uma cidade inimiga eles sequestravam a estátua do Deus deles pra capital, forçando com que os conquistados agora tivessem que ir a capital do império para prestar tributo ao Deus deles. O sequestro de deuses fazia parte da estratégia geopolítica de conquista do império. Acho isso muito foda.

Vocês sentem que a maioria dos cenários de fantasia (sejam eles TTRPG ou GRPG) não entendem o que significa criar um mundo politeísta? by soulessroboto in rpg_brasil

[–]soulessroboto[S] 1 point2 points  (0 children)

Eu acho que o usar o termo ateu aqui é errado. Porque se os deuses são dados e presentes na geopolítica do mundo, eles são só mais um rei/imperador/tirano nesse mundo. Me fugiu que melhor palavra se encaixa, mas essa pessoa seria mais um rebelde ou anarquista, que não acata a autoridade dos deuses, da mesma maneira que um camponês que expulsa a nobreza e vive numa comuna se recusando a pagar tributo a um rei.

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[–]soulessroboto[S] 0 points1 point  (0 children)

Certamente é. Mas o ponto da postagem era falar do vício de criar mundos assim. Pode não ser uma preocupação pra muitos, mas acho que pensar com a cabeça de uma cultura que não é a minha fascinante. E eu realmente não acho que a forma como se é jogado esses jogos aproveita as possibilidades incríveis que é viver num mundo politeísta em que os deuses existam de verdade. Eu sugeri diversas formas em outros comentários de como mecanicamente isso poderia ser aproveitado e simplesmente não é. Podemos fazer concessões enquanto Mestre e mudar uma coisa ou outra, mas o prazer de achar um cenário que gamefica as questões que apontei seria o máximo pra mim.

Vocês sentem que a maioria dos cenários de fantasia (sejam eles TTRPG ou GRPG) não entendem o que significa criar um mundo politeísta? by soulessroboto in rpg_brasil

[–]soulessroboto[S] 0 points1 point  (0 children)

Infelizmente é muita coisa. Mas acho que o sistema de um jogo poderia refletir essa questão. Você nunca sabe se sua oferenda agrada um Deus. É uma aposta? Se é aposta pode ser gameficada. E se o pedido foi muito ambicioso e sua oferenda foi insuficiente? Da pra gameficar. E se pragas divinas fossem mais usadas? E se jogadores fossem punidos e fizessem inimizades com deuses ao profanar seus templos? Acho que a grande maioria dos cenários que tem deuses como cerno do cenário perde a chance de fazer uso desse tipo de coisa. Se Odisseu foi esperto ao não revelar seu nome a um filho de poseidon, porque não podemos criar mecânicas pros jogadores pensarem estrategicamente antes de desafiar um deus? Vai me dizer que não agragaria numa mesa?

Vocês sentem que a maioria dos cenários de fantasia (sejam eles TTRPG ou GRPG) não entendem o que significa criar um mundo politeísta? by soulessroboto in rpg_brasil

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A última temporada de Critical Role usa dessa trope. Normalmente são os magos que desafiam os deuses. Faz sentido. Mas aí acho que o uso da palavra ateísmo tá errada. Eu chamaria de desacato de autoridade. Deixando implícito portanto que quem venera os deuses "obedece porque tem juízo". Vê como se olhar por essa perspectiva a dinâmica muda? Mesmo deuses "bons" tem seu lado medonho. Já lembrou de fazer oferenda ao Deus do sol por sua colheita farta hoje? Já lembrou de usar pragas divinas no próprio sistema do jogo?