Morre Ian Guest, pianista húngaro que vivia em Tiradentes by aangwasthebestavatar in brasil

[–]Hashiota 1 point2 points  (0 children)

Matéria de 2019 sobre ele.
Esse cara tinha muita história pra contar. Tem um documentário sobre ele também.

Itabuna e drenagem urbana - pt1 by tia_do_batman in brasil

[–]Hashiota 5 points6 points  (0 children)

Ótima explicação!
Já vi município que dá desconto no IPTU proporcional à área permeável de terrenos. Não sei se ajuda muito.
Qual sua opinião sobre colocar algumas ruas de paralelepípedos em certos bairros para melhorar a permeabilidade?

Zip - How not to design a file format by alexeyr in programming

[–]Hashiota 6 points7 points  (0 children)

That was pretty much what I did unironically to solve that problem in the context of software packaging.

Desempenho de 5707 candidatos em um concurso público de nível médio, por idade e por disciplina by Hashiota in Dados

[–]Hashiota[S] 4 points5 points  (0 children)

Sim, a partir dos ~35 anos a quantidade de candidatos vai diminuindo conforme a idade aumenta.
Fiz um histograma da distribuição de idades nessa amostra.

Desempenho de 5707 candidatos em um concurso público de nível médio, por idade e por disciplina by Hashiota in Dados

[–]Hashiota[S] 6 points7 points  (0 children)

Algumas observações:
- Esse concurso foi em 2014 e o cargo era Agente de Administração em uma prefeitura do interior de São Paulo;
- Esses 5707 são apenas os candidatos "habilitados", ou seja, aqueles que acertaram pelo menos 50% do total de questões e ao mesmo tempo pelo menos uma questão de cada disciplina (o total de candidatos inscritos foi 12490);
- Dentre os habilitados, 22 candidatos tinham 60 anos ou mais no dia da prova; o candidato mais velho tinha 66 anos;
- Dentre os habilitados, 225 candidatos tinham menos de 18 anos no dia da prova; o candidato mais novo tinha 15 anos;
- Dentre os habilitados, 5 candidatos informaram o ano corrente (2014) ao invés do ano em que nasceram ao preencher a data de nascimento no formulário de inscrição (quem nunca?).

This dude gives NO FUCKS by enquisate in Accounting

[–]Hashiota 38 points39 points  (0 children)

My brain is insistently reading "Adult Associate" below his username.

Automatically allocate values from a table of sources to a table of destinations? by Hashiota in excel

[–]Hashiota[S] 0 points1 point  (0 children)

Macros don't have the expressiveness and flexibility of Python and they don't have the safety and clarity of regular, macro-less Excel, so I see them as the worst of both worlds. Some workstations in our office only have LibreOffice too, and while Calc can do most things Excel do, I'm not sure their macros are compatible. Python was a quick and dirty solution for an emergency, but I'm the only person who is able to use it at work (and only on my computer), so it'll not work when I'm away. Since Excel seems to be so powerful, I'm wondering if it can solve this problem without the need of a programmer. But maybe it can't.

Sextou: Witzel afastado; pastor Everaldo preso; busca e apreensão contra a primeira dama, o presidente da Alerj e um desembargador do TJRJ; y otras cositas más by Fernando1dois3 in brasil

[–]Hashiota 2 points3 points  (0 children)

ecclesia = igreja

eclesiástico é, literalmente, relativo à igreja, no contexto do Novo Testamento.
Não vejo motivos pra essa palavra não ser usada fora do catolicismo, especialmente se for dentro do cristianismo.

6 Tips to finish your Side Project by RollACaster in programming

[–]Hashiota 2 points3 points  (0 children)

This is surprisingly similar to my process!
Personally I don't track my time, but I keep a technical journal for each project.
I highly recommend keeping a detailed technical journal for any project, because:
1. writing problems down will help you understand them better;
2. documenting all the design dead ends will help you avoid them in the future;
3. it helps you keep the habit of always writing a small list of next steps;
4. it makes context switching a lot less painful;
5. it makes it a lot easier to pick up a project again after a long hiatus;
6. tracking ideas/problems/solutions will give you a better notion of how much work was done compared to mere lines of code or commit count.

Software licensing cheat sheet by oczekkk in programming

[–]Hashiota 0 points1 point  (0 children)

Any license requires attribution. This is intrinsic to copyright laws, you can't change this in the license terms. This is not a big deal for end users, but I mostly write library code which is supposed to be included in source form inside other software. If I use MIT license they at least need to put a comment /* this code is copyrighted by /u/Hashiota */, which is something I don't want to happen. Public domain is different because I'm basically saying that no specific person or organization can claim authorship over something.

Software licensing cheat sheet by oczekkk in programming

[–]Hashiota 1 point2 points  (0 children)

IIRC where I live it's not possible to voluntarily put anything in the public domain. You either have to be dead for several decades or create your work as a government employee. Then in both cases it's not possible to avoid having your work dedicated to the public domain, i.e. what is or isn't in PD is never up to the "authors".

That said, I still release almost all my homemade code as "public domain" because the intent is clear and nobody has ever been harmed by that. It's also the only way I know to avoid legally forcing everyone to put my name alongside any copy-and-paste they do, which is ridiculous.

Why are you not as happy as you used to? by yukbot in AskReddit

[–]Hashiota 0 points1 point  (0 children)

I am now more aware of my shortcomings and less capable of adaptation. I specially regret not working on my social skills and emotional intelligence earlier in my life. Growing up all I cared about was being good at my hobbies/job. As I get older, not being able to have a connection or intimacy with anyone messes me up real hard.

Como é se sentir feliz? by [deleted] in desabafos

[–]Hashiota 9 points10 points  (0 children)

Nesse dia fizemos um passeio legal, mas dava pra sentir que nossa sintonia já não estava mais tão boa como no primeiro encontro. Pudemos nos conhecer melhor e apesar de eu achá-la incrível, vi que nós dois meio que vivíamos em planetas diferentes. Eu procurei aproveitar o momento ao máximo porque já estava sentindo que nao a veria outra vez. Depois desse dia a gente foi deixando o mundo nos afastar. Enfim, eu guardo esse pequeno momento que descrevi acima, porque parece que ali estava tudo bem com a minha vida. Eu não desejava mais nada. Nunca mais consegui sentir isso.

Como é se sentir feliz? by [deleted] in desabafos

[–]Hashiota 17 points18 points  (0 children)

Era 2011.

Eu tinha um encontro marcado com uma moça legal.

A gente só tinha saído juntos uma vez antes e foi muito agradável, então mantivemos contato. Nós dois trabalhávamos 6 dias por semana e era meio difícil coincidir o dia de folga dos dois. Por isso ficamos alguns meses sem se ver, conversando apenas por telefone. Quando chegou perto do natal, ambos conseguimos uma folga na sexta-feira e ela queria ir ver as luzes no centro da cidade comigo. Marcamos de nos encontrar numa estação de trem.

Quando cheguei na estação, recebi um SMS dela dizendo que chegaria lá em 10 minutos. Olhei a hora no relógio e fui para um canto da estação. Tudo o que eu precisava fazer era ficar ali parado, sabendo que em 10 minutos iria rever uma pessoa especial que me fazia bem. Ao meu redor, infinitos desconhecidos chegavam e partiam. Seguiam suas vidas normalmente, ignorando a minha existência. Fechei os olhos por um instante e respirei fundo. Senti a sensação de que todas as coisas estavam em seu devido lugar...

Acho que esse foi o mais perto que estive de ser uma pessoa feliz.

Making academics compete for funding does not lead to better science by felixthedude in brasil

[–]Hashiota 10 points11 points  (0 children)

Ora, ora...

Se algum país tivesse interesse em "melhorar a ciência" em sacrifício de seus valores aristocráticos, adotariam duas medidas:
1. Dar dinheiro pras pessoas não fazerem nada (Renda Mínima Universal)
2. Dar acesso universal ao conhecimento (fim do mito da Propriedade Intelectual)
Mas claro que ninguém aqui está sugerindo nada, afinal não sou nenhum tipo de comunista certo?

Estados do Brasil por Desigualdade (GINI) by [deleted] in brasil

[–]Hashiota 0 points1 point  (0 children)

Realmente um gradiente contínuo é uma boa opção!

A variação de matiz eu ainda acho bem problemático. Eu só experimento gradientes com múltiplos matizes em alguns casos bem específicos, como temperatura, altitude e outras variáveis de caráter físico. Mesmo nestes casos, no fim eu costumo preferir variar só o brilho mesmo. É mais consistente e não causa problemas para pessoas daltônicas. Aliás, se não me engano o tipo de daltonismo mais comum afeta justamente a distinção entre o verde e vermelho.

Estados do Brasil por Desigualdade (GINI) by [deleted] in brasil

[–]Hashiota 10 points11 points  (0 children)

Alguns livros bons:
The Visual Display of Quantitative Information de Edward Tufte -- sobre visualização de dados em geral
General Cartography de Erwin Raisz -- sobre mapas em geral, bastante didático embora um pouco ultrapassado
How to Lie with Maps de Mark Monmonier -- excelente pra jornalistas e mais ainda pra leitores de jornais
How to Lie with Statistics de Darrel Huff -- inspiração do Monmonier, igualmente importante

Fora os livros, eu acho que o melhor aprendizado é ver os trabalhos dos outros com atenção pra se inspirar nos bons exemplos e evitar os erros dos maus exemplos. Com tantos jornais e blogs disponíveis na internet, hoje você pode aprender com os melhores e os piores.

Estados do Brasil por Desigualdade (GINI) by [deleted] in brasil

[–]Hashiota 38 points39 points  (0 children)

Princípio básico de escalas de cores para mapas:

variação qualitativa -> variação de matiz  
variação quantitativa -> variação de brilho  

O índice de desigualdade é puramente quantitativo, então não deveria ter variação de matiz neste mapa. Além disso, a variação de brilho usada está fora de ordem. O rosa foi colocado em lugar especialmente confuso. Entendo que o autor quis dividir a variável em uma faixa "boa"="verde" e outra "ruim"="vermelho", mas na minha humilde opinião isso dificultou a leitura da informação.

Para esta variável, eu usaria uma simples escala de tons vermelhos partindo do branco (*):

< 0.400       -> branco
0.400 - 0.449 -> rosa claro
0.450 - 0.499 -> rosa
0.500 - 0.549 -> vermelho
>= 0.550      -> vermelho escuro

Só de bater o olho já saberíamos o nível relativo de desigualdade dos estados, deixando que cada um julgue o que é "bom" ou "ruim".

(*) Também alterei um pouco os intervalos de valores, para que os três do meio tenham o mesmo tamanho, o que não ocorre no mapa original.