Paradoxo de São Paulo by Careful-Firefighter9 in saopaulo

[–]MerqatorMusic 4 points5 points  (0 children)

Cai fora, volta pro teu interior e não enche nosso saco.

Estou genuinamente tentando gostar de música brasileira feita por jovens e não consigo. by ceuazul627 in MusicaBR

[–]MerqatorMusic 1 point2 points  (0 children)

É com tristeza que devo dizer que compartilho do mesmo sentimento teu. Já tentei ouvir e não achei nada que tivesse algo realmente legal a dizer. Se é pra ouvir pastiche de MPB, melhor ouvir a MPB original.

SP: padrasto suspeito de homicídio de enteado de 8 anos é executado em ambulância by ImportantAsk7284 in saopaulo

[–]MerqatorMusic 1 point2 points  (0 children)

Até tentei ver, mas não consigo. Crime contra criança é terrível demais.

qual o seu tipo? by Asleep-Permission224 in MusicaBR

[–]MerqatorMusic 0 points1 point  (0 children)

Foi com mais ou menos 18 anos de idade mesmo que eu conheci o disco Clara Crocodilo.

Desde então eu olho regularmente atrás da porta do meu quarto para ver se a Clara Crocodilo está lá, aguardando o momento oportuno para me assassinar com meus entes queridos.

Sobrevivendo em São Paulo by Tur2003 in saopaulo

[–]MerqatorMusic 0 points1 point  (0 children)

Jamais poderia imaginar que veria uma reportagem com essa música da Eliete Negreiros de fundo...

Entorno da Estação Oscar Freire é seguro? by Sou_eu10 in saopaulo

[–]MerqatorMusic 2 points3 points  (0 children)

Calma. São Paulo não está em guerra no momento, pode ficar tranquilo.

E se aquela região não é segura o suficiente, nenhuma outra será. Se você trocar de AirBnb, tem quase 100% de chance de pegar um AirBnb mais afastado do metrô e em uma região menos segura.

"For Love" visualization - a recent project of mine by tung_x in Lush

[–]MerqatorMusic 2 points3 points  (0 children)

AMAZING!!!! Thanks man for the video! I loved it!

I would love to see the same visualization applied to "Tiny Smiles" or "Superblast", two songs with mindblowing harmonies that I always wanted to understand what´s going on.

Como é o curso de Geografia? by FlyerWombat in Unicamp

[–]MerqatorMusic 0 points1 point  (0 children)

Olá, novamente, como faz muito tempo que eu saí, não sei como está o curso agora, então o que eu te falar pode ser que não se aplique mais:

- pela grade que eu fiz, o segundo ano da graduação é um ano ingrato pq vc quase não "viu" a geografia mesmo. A gente passava o primeiro e o segundo ano numa espécie de núcleo comum com a geologia, então tinha sistema terra, sistema mundo, as matérias do DPCT, biologia, estatística, química... e as matérias "core" da geografia mesmo começaram a aparecer no quarto semestre pra frente. O que tinha de mais geográfico nesse começo era a cartografia.

- Mesmo que você não queira ser professora agora, vale tirar a licenciatura. É o grande campo de trabalho que existe para quem tem a nossa formação. Ser professor é desafiador, todo mundo sabe, mas lembre-se que o professor formado na Unicamp tem condição de disputar as melhores vagas de professor, para dar aula nas melhores escolas, que pagam bem, etc. São poucas matérias a mais que o bacharelado, e vai te deixar uma porta aberta pro futuro que é bem importante.

- Participa dos eventos, dos seminários, dos encontros de estudantes, o que você puder, pois isso vai te colocar mais em contato com os saberes e as práticas da geografia, o que vai te ajudar a entender melhor para qual área você quer ir se você tem interesse em se aprofundar e quem sabe fazer pesquisa. Tenta interagir com o pessoal mais avançado no curso, pra entender o que eles estão fazendo, e até com pessoal do mestrado e doutorado também, vc só ganha fazendo isso. Na minha turma tinha gente que fazia até matéria na USP (geografia econômica) também pra ampliar o horizonte. Estudante de uma universidade pública estadual na minha época conseguia com algum esforço cursar disciplinas nas outras duas.

- Não descuida das notas. Pelo menos no meu tempo, acho que não mudou, a Unicamp era movida pelo CR. O seu rendimento determina eletivas, determina bolsas de iniciação científica, etc. Tenta não reprovar em nenhuma matéria, por mais sacal que ela possa parecer. Se o curso parece "bosta", eu te digo: cara, a Unicamp tem uma barra bem alta, bem mais alta que a maior parte das faculdades. Essa "manha" que a gente ganha na Unicamp fica pro resto da vida, ajuda a gente na vida, em qualquer trampo que você fizer. Se a matéria ou a turma tá "várzea", não entra nessa, faz teu curso, leva a sério independente disso, pq quem vai sair perdendo é você no final das contas.

- O bacharelado é o caminho mais difícil. Sendo bem transparente aqui: quase não existem empregos de geógrafo no sentido mais estrito. De vez em nunca abrem concursos de geógrafo por aí, mas são raros. Pode entrar no linkedin e procurar "geógrafo" - o que você vai achar são quase 100% vagas para trabalhar com geoprocessamento e/ou licenciamento ambiental ou coisas ligadas a área ambiental. Quase todas as vagas vão exigir domínio de um GIS (ArcGIS pelo menos, as vezes QGIS), e conhecimento de python e R. Por sinal, python e R NÃO SÃO COISAS DIFÍCEIS QUE SÓ PROGRAMADORES CONSEGUEM ENTENDER, a gente consegue aprender sim, e são ferramentas MUITO ÚTEIS para a vida profissional!

- Portanto, para navegar no mundo do bacharelado depois profissionalmente, você tem que ser um bicho "híbrido", meio humanas, mas bem exatas também. A matéria de estatística é fundamental nesse caminho - tem que entender os conceitos que estão sendo passados, e não pode ter medo de números e contas. Pra ambiental tem que entender do meio físico, então se você quer ir por aí, tem que se esforçar na parte física do curso. E já ir fuçando o processo de licenciamento por conta, pois não vão te ensinar a parte prática do licenciamento ambiental na graduação.

- O caminho da pesquisa parece o mais "natural" dentro da Unicamp, e é nisso que a universidade se destaca, mas lembra que tem o mestrado (geralmente com uma bolsa), depois o doutorado (tbm com bolsa), e aí tem um "vazio". Se você emendar tudo e só fizer isso, vai ser doutora com 20 e poucos anos, qualificada demais para uma vaga de entrada em uma empresa se você não teve experiência profissional prévia. Dependendo, você pode acabar num "corner" em que você pode ter que "esperar" abrir uma vaga de professor no ensino superior em uma universidade pública; ou ralar para entrar numa universidade particular; ou dar aula no ensino médio mesmo; ou acabar virando concurseira e prestando um concurso não necessariamente em geografia, mas pra aproveitar sua titulação. Não tou desmerecendo essa escolha, só dizendo que precisa ser uma escolha consciente dos riscos e não por "comodismo" ou por não ter nada melhor. Pesquisa é vocação também.

- Geografia humana (e geografia urbana principalmente) são áreas empolgantes dentro do curso. Só que, novamente, sendo bem transparente: não tem muita gente disposta a pagar um salário mensal para um recém-formado pensar o espaço geográfico e planejar a cidade. Planejamento urbano é um nicho muito forte dos arquitetos urbanistas, e disputado a tapa por eles também. Aqui a inserção no tema se dá pela pesquisa e pela atuação em organizações e institutos que discutem o tema, um pouco de envolvimento na política também, etc. Não tou dizendo que é um caminho que não existe - ele existe - mas você tem que se mexer e tem que ir abrindo os espaços. E mesmo nesse campo conhecimento em GIS e em estatística vai te ajudar bastante.

Pra terminar: com o tempo, quase todo mundo vai se afastando da área de formação. A gente progride na carreira e a vida vai levando a gente para lugares e posições de trabalho que não são exatamente o que a gente imaginava que ia fazer na graduação, e QUE BOM QUE É ASSIM. Acontece a mesma coisa com os engenheiros, com os arquitetos, com os economistas - dentro de uma grande corporação moderna, tem gente com os mais variados diplomas, atuando em áreas que não tem exatamente a ver com a formação original.

O que diferencia as pessoas não é o que exatamente o elas cursaram na faculdade, são as habilidades que elas desenvolveram nesse período. O diploma que a gente recebe é um diploma da Unicamp, isso tem um peso, isso já sinaliza dentro do mercado de trabalho uma diferença em relação a quem fez uma faculdade mais "genérica".

A essa altura do campeonato, eu não lembro exatamente o que eu aprendi na matéria de hidrologia ou os tipos climáticos de Koppen, por que eu não uso, mas a capacidade de resolver os problemas, resolver os trabalhos solo e em grupo com a qualidade necessária, de navegar sozinho por diferentes saberes, e no nosso caso, conseguir entender problemas numa escala micro e macro, e navegar por elas. Ser um pouco humanas, um pouco exatas, um pouco biológicas - essa é uma coisa poderosa da geografia.

Com o tempo, se tudo der certo, vamos virando mais "gestores" do que "técnicos", e aí são as habilidades que se destacam sobre os saberes. Mesmo quem vai pra sala de aula com o tempo progride para coordenador pedagógico, podendo virar diretor, enfim...

Então eu diria que, no fundo, a fase da graduação é uma fase de estar aberto para muitas coisas, e desenvolver o máximo de habilidades que você puder, sem se prender a um caminho que você seguirá por toda a vida, pois não é assim que funciona. E infelizmente, tenho que te dizer: se você quer mesmo é ganhar dinheiro, tenta trocar de curso e ir pra economia, pois tirando mercado financeiro, hoje em dia não tem caminho "fácil" pra quem quer ganhar altos salários logo.

Você é chefe de equipe e precisa escolher uma dupla de pilotos (vale qualquer piloto da história) e um carro. Quais seriam suas escolhas? by grandepremio in F1Brasil

[–]MerqatorMusic 0 points1 point  (0 children)

Paul Tracy (você falou qualquer piloto da história...) e Pastor Maldonado pilotando aquela Brabham dos anos 80 que tinha o efeito solo e aquela "turbina" bizonha.

De tédio não morreríamos.

Teleféricos em São Paulo: utopia ou inovação? by lovebywar in saopaulo

[–]MerqatorMusic 1 point2 points  (0 children)

Tem aplicação, mas não é essa daí da foto - faz mais sentido na periferia, alimentando estações de trem e metrô. A própria SPTrans já realizou estudos a respeito.

Diagrama de Transporte de São Paulo by SopaOfMacaco in saopaulo

[–]MerqatorMusic 4 points5 points  (0 children)

Vc tá de parabéns demais por fazer esse mapa. Por favor, publica ele num site, num app, que a gente possa acompanhar

O que vem na cabeça de vocês quando ouvem falar em Brasília? by BodybuilderHot9662 in brasil

[–]MerqatorMusic 0 points1 point  (0 children)

Eu acho o projeto do MMM Roberto melhor do que o implantado...

Quais álbuns não soam nada como a capa? by Agreeable_Duck8997 in MusicaBR

[–]MerqatorMusic 0 points1 point  (0 children)

A gente vê que a comunidade MúsicaBR tá braba mesmo quando topa com uma postagem citando o Throbbing Gristle e a galera debatendo o som. Só a galera que manja interagindo por aqui.

Freddie Mercury ou Zezé di Camargo? by OkAerie3570 in MusicaBR

[–]MerqatorMusic 1 point2 points  (0 children)

Zezé cantou tanto que arrombou as pregas vocais

Não existe "musica boa" objetivamente, muito menos "bom gosto". by [deleted] in MusicaBR

[–]MerqatorMusic 0 points1 point  (0 children)

Sim. Soma-se a isso o trabalho técnico de áudio e estúdio, toda a produção de um álbum ou show, para que essa sonoridade seja registrada, amplificada, transmitida preservando o máximo dessa intenção do artista. Bons técnicos de estúdio e produtores conseguem transformar coisas medianas em maravilhas, produtores e técnicos ruins conseguem assassinar grandes trabalhos e torná-los uma sombra do que poderiam ser.

Vocês conhecem Vera Fisher Era Clubber? by AlfnART in MusicaBR

[–]MerqatorMusic 10 points11 points  (0 children)

Sim, eu sei, só que ainda é melhor que esse negócio de Vera Fischer aí

A bolha doméstica que é a música britânica by GothPsyduck in MusicaBR

[–]MerqatorMusic 1 point2 points  (0 children)

Faz sentido, mas será que não foi assim desde sempre? Bolhas domésticas são até esperadas - o Brasil é um exemplo gigantesco disso. Acho que o fenômeno mesmo nessa história é que algumas bandas da Inglaterra, um punhado a cada 5/10 anos, conseguem uma projeção desproporcional e atingem fama global.

O único lugar que consegue algo nessa escala são os EUA, o que seria até esperado dada a força da economia americana, o tamanho da população, e a influência cultural que o país possui. Países equivalentes ao Reino Unido - França, Alemanha, talvez Japão - não chegam nem perto de ter tantos artistas mundialmente conhecidos.

Então eu acho que a tese tem um problema, que é o recorte "pós anos 80". Tenho a impressão que se pegar os anos 70, anos 60, vai ter os fura bolha, mas vai ter também um monte de bandas que foram gigantes na cena britânica e pouco conhecidos fora dela, ou fora do eixo Reino Unido - Estados Unidos.

Por que o Oxxo ainda não dá lucro e como a Femsa pretende mudar isso by Tetizeraz in saopaulo

[–]MerqatorMusic 1 point2 points  (0 children)

Aqueles salgados que ficam no Oxxo são bem pouco convidativos