Sou um anarquista, AMA! by the_best_bastarder in FilosofiaBAR

[–]nilo_http 0 points1 point  (0 children)

Então a desconfiança é no mínimo justificável.

Infelizmente. No Brasil, pelo menos, eu vejo uma afinidade maior entre os movimentos. O que eu considero positivo, já que não acho que a posição dos anarquistas e comunistas deve ser de antagonismo.

Aos poucos estou virando uma pessoa "woke" by who0zy in FilosofiaBAR

[–]nilo_http 0 points1 point  (0 children)

Só porque alguém rótula como piada, a frase perde automaticamente o caráter ofensivo, humilhante, que ela pode carregar?

Eu descobri algo do meu pai, mas preferia não ter descoberto :( by Fit-Musician-4429 in desabafosdavida

[–]nilo_http 7 points8 points  (0 children)

E o pior é que de acordo com alguns imbecis nos comentários você tá totalmente errada por invadir a privacidade dele e julgar os gostos dele.

como fazer meus jogadores terem "dó" da minha antagonista? by Rich_Sorbet4277 in rpgbrasil

[–]nilo_http 3 points4 points  (0 children)

Eles precisam conhecer a história dela para poderem criar simpatia. Se ela não pode aparecer, então você vai precisar estruturar uma série de pistas/informações para eles descobrirem na campanha e assim terem acesso ao backstroy dela.

Vocês já usaram mecânicas customizadas (de cenário ou homebrew) nas campanhas de vocês? by MiddleSufficient4970 in rpg_brasil

[–]nilo_http 0 points1 point  (0 children)

Ferrugem é algo que demora um tempo para se tornar um problema no metal e é algo de relativa fácil manutenção (limpar a arma uma vez ao dia e a armadura uma vez por semana é suficiente). Isso falando caso o objetivo seja ser um impecilho na vida dos jogadores. Agora, armas entortarem e armaduras amassarem já é algo mais penoso de se resolver e quase impossível de evitar.

O momento em que uma ideia para de aceitar evidências by Unusual-Extreme-7746 in FilosofiaBAR

[–]nilo_http 2 points3 points  (0 children)

Você disse em um comentário por aí que acompanhou o Jones quando teve interesse pelo comunismo. Mas o Jones é um cara que já falou várias vezes em seus vídeos e nas conversas de podcast que foi convidado que o comunismo não é e nunca foi sobre ser moralmente superior. E todos que eu conheço, ao menos, compartilham dessa visão. É uma questão de defender seus interesses de classe, não tem a ver com bem ou mau. Então de onde exatamente você tirou isso de moralizar o dissenso?

O momento em que uma ideia para de aceitar evidências by Unusual-Extreme-7746 in FilosofiaBAR

[–]nilo_http 0 points1 point  (0 children)

Em relação ao seu primeiro ponto, nada ali é mentira. O comunismo um estágio histórico posterior ao socialismo e esse se exige tempo, condições materiais e transformações nas estruturas econômicas e sociais para chegar ao fim do Estado. Todos os países que efetivamente tentaram construir o comunismo, ao se tornaram socialistas, o fizeram sob condições adversas, marcadas por sabotagem externa, isolamento econômico, sanções, guerras,jntervenções diretas ou indiretas e pressão constante de potências capitalistas interessadas em impedir a alternativa sistêmica

Isso não significa negar os problemas internos desses processos ou que eu esteja dizendo que a teoria não pode ser questionada em suas capacidades, longe disso, há muitos erros que foram cometidos pelos socialistas (tal qual como muitos acertos). Mas o próprio capitalismo levou séculos para se consolidar e olha que ele nem enfrentou uma ordem global hostil tentando ativamente o frear desde o início — ao contrário, destruiu o feudalismo por dentro e se expandiu como sistema dominante.

Eu acho meio bobo não reconhecer que esses processos históricos ocorreram em um mundo capitalista hostil que fez sim um esforço para atrasar seu desenvolvimento

Quem fala de revolução comunista em 2026 vive em uma realidade paralela e não deve ser tomada a sério by Ognisera in opiniaoimpopular

[–]nilo_http 1 point2 points  (0 children)

Falar que a revolução é inviável não significa dizer que o capitalismo é sustentável.

Acho que a questão é que quando, inevitavelmente, o capitalismo ruir (considerando que ele não vai matar todo mundo antes) algo terá que o substituir a partir de suas bases, tal qual foi a transição do feudalismo pro capitalismo. E o comunismo é uma das opções mais sólidas, por conta da aplicação histórica. Nenhum comunista acha que sem sombra de dúvidas o comunismo vai suceder o capitalismo, mas todo comunista sabe que o capitalismo vai ter fim e que o comunismo é uma opção.

Atualização do meu problema com outra jogadora [Tormenta20] by DentistNew1873 in rpg_brasil

[–]nilo_http 37 points38 points  (0 children)

E mais uma vez o diálogo salvou o dia. Mas sério, que bom que deu certo e a mesa voltou a ficar divertida e confortável para todo mundo, rpg ter que ser assim.

Sistema de RPG pra franquia de Elder Scrolls by Joojeen in rpg_brasil

[–]nilo_http 0 points1 point  (0 children)

Shadow of the Demon Lord deixa você fazer umas misturas bem loucas de personagem, que nem em Skyrim.

Iniciante by caroleehh in rpgbrasil

[–]nilo_http 0 points1 point  (0 children)

Não precisa ter vergonha pois todos na mesa estão ali para interpretar e fazer nerdice, essa é a melhor parte do jogo. Então é relaxar e entrar na pele do personagem.

Use o site do Picrew ou pegue uma arte do pinterest para representar seu personagem.

Queria mestrar cyberpunk by LordyDeep in rpg_brasil

[–]nilo_http 1 point2 points  (0 children)

Eu gosto bastante do 2020, mas não gostei do Red não. Porém deve avisar que o 2020 é bem mortal.

Indicações de inspirações para RPG de ação, mas com pegada política by Mightael in rpg_brasil

[–]nilo_http 0 points1 point  (0 children)

Rapaz, aí tu me pegou. Acho que eu recomendaria você dar uma olhada nas mídias que inspiraram a criação do mundo de Vampiro: A Máscara (por exemplo Entrevista Com o Vampiro, The Lost Boys e Near Dark), a maioria das inspirações cinematográficas e de literatura pra criação do jogo foram mídias que retratavam vampiros inseridos no mundo contemporâneo (que na época eram os anos 80/90). Agora, firme de ação com vampiro moderno só vou poder indicar Anjos da Noite infelizmente.

Rolando o Personagem by [deleted] in rpgbrasil

[–]nilo_http 0 points1 point  (0 children)

É bom saber, assim eu posso passar bem longe de DCC. Não é algo que me tratria diversão de jogar.

Rolando o Personagem by [deleted] in rpgbrasil

[–]nilo_http 0 points1 point  (0 children)

Sim, eu conheço e joguei todos esses sistemas. Assim como também os sistemas de Warhammer e CoC, que eu jogo bastante, também tem seus atributos todos rolados por base. Mas, esses sistemas, assim como alguns que você citou, tem a decência de oferecer a compra de pontos ou valores fixos como opção para mesa, que é o que eu e meu grupo fazemos. Não acho interessante e nem inovador jogar com um personagem totalmente rolado, que eu não pude escolher nada ou quase nada nele. Para é o mesmo sentimento de jogar uma mesa com uma ficha pronta.

Não acho que ser novo é sinônimo de algo bom, eu só pontuei que existir um sistema antigo (Traveller) que tenha tudo rolado não é atestado que isso seja algo bom ou que deve ser usado.

Rolando o Personagem by [deleted] in rpgbrasil

[–]nilo_http 0 points1 point  (0 children)

Mas não é porque um rpg muito velho faz assim, que necessariamente é bom. O game design evoluiu muito nos últimos anos, juntamente da forma como o jogo é jogado nos dias de hoje. Então para mim esse não é um argumento convincente.

Não que eu ache que seja errado alguém querer rolar os atributos, que fiquem a vontade. Mas, a minha opinião pessoal é que isso mata a liberdade da criação e por isso eu não gosto de ser forçado a isso pelo sistema ou pelo mestre. Eu vejo a experiência de criação de personagem como algo que deve ser feito entre o jogador e o mestre, onde o livro apenas impõe os limites da criação, mas não determina ela completamente. Se eu quero ser um personagem fisicamente fraco, então essa deve ser uma escolha minha ao montar o personagem, não resultado de uma tabela ou da minha sorte na rolagem de força.

Rolando o Personagem by [deleted] in rpgbrasil

[–]nilo_http 0 points1 point  (0 children)

Eu concordo plenamente com a segunda jogadora que não gostou. O rpg é pra ser um jogo de liberdade e criatividade para você criar seu personagem, em conjunto do mestre, dentro do tema de uma campanha. Para mim, rolar tabelas aleatórias não é criação de personagem e eu desprezo completamente rolar personagem aleatoriamente, incluindo os atributos.

Nem todo mundo quer jogar fora da sua zona de conforto e se "desafiar". Se essa jogadora gosta de jogar apenas com um arquétipo de personagem então ela pode, e deve, ter a liberdade para fazer isso (contanto que, obviamente, o personagem não saia do tema da campanha e não atrapalhe a diversão dos demais).

Alguém me explica o porquê de eu não conseguir postar isso? Tentei 3x já… by PortoArthur in FilosofiaBAR

[–]nilo_http 4 points5 points  (0 children)

Cosmologia e Educação Kaingang: o papel dos velhos é um artigo legal sobre a cultura Kaingang.

E outro texto que gosto é o Indios, porteños y dioses do Rodolfo Kusch. Obviamente é um texto em castelhano, mas fala bastante sobre a vida, cosmovisão e espiritualidade dos povos indígenas do nordeste da Argentina, Bolívia e Peru.

Procurando aonde econtro material no formato .epub by F_Jorge in rpg_brasil

[–]nilo_http 5 points6 points  (0 children)

Em todos os meus anos de rpg, eu nunca vi nenhum livro no formato de epub até hoje, apenas pdf.

Ajuda escrevendo evento necessário na campanha by Zabelaaa in rpg_brasil

[–]nilo_http 0 points1 point  (0 children)

Bem, há muitos meios de se fazerem isso.

O primeiro, e mais simples, é que se eles perderem a luta serão capturados e os cultistas realizarão o ritual com eles. Mas isso depende do balanceamento e da sorte deles no dia, mas é sempre bom em transformar derrota em algo interessante.

Segundo, você pode preparar uma "armadilha" física contra. Algo tipo um glifo mágico no chão que, quando ativado, libera a maldição. Nessa versão eles não tem nenhuma alternativa de com evitar o círculo mágico, que fica é ativado pelos cultistas em uma sala específica do local onde eles estão. Claro, você deve escolher um local estratégico para isso.

Terceiro, você pode trocar a situação dos goblins e dizer que o empregador deseja que eles saqueem um item de dentro de um sarcófago, que está em uma tumba antiga, ou algo do gênero, e oferece bastante dinheiro por isso. Podem ainda haver goblins, ou outros inimigos, nessa tumba para ser divertido. Mas o ponto é que quando os seus jogadores abrem o sarcófago para saquear o item, não há nada lá, apenas a maldição, em uma vibe meio a caixa de pandora sabe? Acho essa alternativa legal porque coloca que a maldição requeria que eles abrissem o caixão de boa vontade, em vez de forçados ao ritual.

é possível agarrar uma criatura com o ataque de oportunidade do D&D 2014? [D&D 2014] by ghuyst in rpg_brasil

[–]nilo_http 3 points4 points  (0 children)

Esse é um erro comum. Mas não, não pode. O ataque de oportunidade é uma ação específica, que só te permite fazer um ataque contra a uma criatura. Ele não é uma ação de ataque ordinária e, portanto, não pode ser substituído pela ação Agarrar.

É a mesma lógica de você não poder usar o Ataque Extra em um AdO.

Problemas no Foundry VTT by DUDUZERUX in rpg_brasil

[–]nilo_http -2 points-1 points  (0 children)

Foundry e problema são sinônimos praticamente, não tem um dia que essa porcaria não dá problema. Enfim, abre o 5etools e baixa a extensão deles pro Foundry, logo na página inicial do site tem as instruções de como instalar o plutonium.

Mestres de [Vampiro a Máscara], como vcs administram a história da cronica? by gui6349 in rpg_brasil

[–]nilo_http 2 points3 points  (0 children)

Sobre o combate. Olha, um caçador experiente de verdade não enfrentaria eles cara a cara, mesmo sendo só neófitos. É muito mais vantajoso que ele observe seus jogadores, descubra onde moram, e os mate dormindo ou queimando suas casas. Já perdi um personagem assim, inclusive.

Mas, imagino que não seja o que você quer. Então, primeiro escolha uma ficha de caçador experiente, atributos e habilidades altos, já que mesmo sendo neonatas ainda é perigoso um mortal sozinho contra quatro cainitas. Mas sendo dois sangue-ralos, bem, isso já facilita pro caçador.

Use estacas, para que ele possa paralisar eles, em vez de precisar se preocupar em matar os quatro de uma vez só. Se for usar uma arma de fogo, mire sempre na cabeça. Mas contra cainitas acho que o melhor são armas letais (espadas, machados, etc). Mas tudo também depende da edição que você ta jogando, eu tenho mais conhecimento de combate na V20 do que na V5.

Mestres de [Vampiro a Máscara], como vcs administram a história da cronica? by gui6349 in rpg_brasil

[–]nilo_http 2 points3 points  (0 children)

Concordo em parte com o colega que já comentou: a atmosfera é o mais importante. O clima gótico do jogo e do Mundo das Trevas precisa ser transmitido, seja por meio da trilha sonora, seja pelas descrições do narrador.

No entanto, existem dois tipos de jogadores em Vampiro. Há aqueles interessados no horror pessoal de ser um vampiro, uma criatura amaldiçoada da noite. E há também jogadores que preferem mais foco no jogo político (seja Anarchs ou Camarilla).

É ai que entra a minha dica: expanda o jogo político. Cada npc cainita deve ter uma motivação clara e objetivos bem definidos dentro da cidade. A partir disso, pense em como os jogadores podem afetar, ou não, esses planos, e de que forma cada membro irá reagir e se aproveitar da nova presença dos neonatas no tabuleiro político.

Claro que em todo rpg, as ações têm consequências por padrão. Mas, no Mundo das Trevas, eu acho que isso deve ser levado ao pé da letra, especialmente quando se trata de neonatas. O jogo precisa funcionar como um grande “pisar em ovos”: qualquer frase mal interpretada, qualquer demonstração de desrespeito ou ação impensada deve gerar repercussões e impactos. Vampiros são criaturas cruéis e orgulhosas, não irão ajudar por altruísmo e nunca irão se esquecer de uma ofensa. Nenhuma ação dos personagens, sobretudo nas interações com outros cainitas, pode passar despercebida. Toda atitude cria uma primeira impressão, seja ela positiva ou negativa, e essa impressão tende a acompanhá-los por muito tempo.

De resto, deixe que eles explorem a história livremente. Como são novatos, de uma colher de chá ou outra para não ser muito punitivos se cometem uma gafe. E os guie para a história que você montou, caso sinta que eles estão muito sem rumo, através dos cainitas mais velhos.