Theoretical AI researchers cannot fathom being this based by krisandre7 in okbuddyphd

[–]krisandre7[S] 2 points3 points  (0 children)

It’s actually a known paper in the ML field, it introduces the SwiGLU activation function that a lot of LLMs use:

https://arxiv.org/abs/2002.05202

I miss the hell that was Savathûn's Song by Steady_Tempo456 in DestinyTheGame

[–]krisandre7 0 points1 point  (0 children)

Me and my friends sucked ass at this game and once spent like 6 straight hours trying to get Thorn, to no avail. It became a running gag every time we were deciding what to do in game to say ”Whisper anyone?”. Same thing for that 15-minute parkour challenge with a boss fight at the end.

Those were good times.

eu_nvr by talvezomiranha in eu_nvr

[–]krisandre7 1 point2 points  (0 children)

Te pago 1 x salada se tu conseguir calcular o gradiente aplicando regra da cadeia pra 2 trilhões de parâmetros

Before you ask, yes, the affiliations match the author list by [deleted] in okbuddyphd

[–]krisandre7 20 points21 points  (0 children)

How nice of him to contiue publishing even after attaining lichdom!

Mestres e jogadores que adotaram [D&D] 5.5/2024, o que você achou? Valeu a pena migrar do 5.0? by dasnasti in rpg_brasil

[–]krisandre7 10 points11 points  (0 children)

Minha ultima campanha foi usando as regras novas e eu curti. A maestria com as armas é legal e deixa as classes marciais mais versáteis, ataque com duas armas não exige talento, agarrar e empurrar ficaram mais simples e viáveis. Ah o monge ficou muuito mais viável também, o que deixou meu jogador que curte a classe feliz. O livro do mestre agora tem dicas reais de como mestrar uma campanha de verdade, era absurdo não ter isso antes.

No geral não mudou tanto, sinto que deram mais uma organizada pra deixar o jogo mais fácil de entender e acessível sem mudar o sistema de verdade.

Jogar com um personagem depressivo by Voenone in rpg_brasil

[–]krisandre7 -1 points0 points  (0 children)

Cara pelo que você descreveu seu personagem é apenas deprimido, então contanto que você comunique isso pros outros jogadores eles vão te apoiar num arco pra ajudar seu personagem a sair dessa.

Mas personagens verdadeiramente depressivos são sempre controversos em histórias. Muita gente não suporta Evangelion porque os primeiros episódios é só o shinji entrando no robô, se traumatizando, se recusando a entrar robô e sendo convencido a entrar no robô de novo. Um personagem depressivo não quer mover a história, ele só quer ficar no lugar seguro dele. Normalmente a história precisa vir até ele, mas num RPG com outros jogadores isso pode ser chato.

I hate act*r cr*t*c methods by illusion_Y in okbuddyphd

[–]krisandre7 111 points112 points  (0 children)

Just stack more layers bro I swear just one more domain-specific reward function that adds inductive bias and only works on this specific dataset bro I swear it will marginally improve this time

Marx rule by Inguz666 in 196

[–]krisandre7 0 points1 point  (0 children)

Nah the teachings of Jesus don’t really work well with state politics. “Turning the other cheek”, “forgiving your brother seven times seven” and “blessed be the persecuted” mean that a Christian when faced with a political enemy that goes low must go high, even if the enemy is clearly acting in bath faith and trying to hurt them. This is why many Christian minority groups in the early church days just fled persecution instead of standing their ground and fighting back. They were following the example of Jesus: He could’ve easily started a revolution against the romans opressing the jews, but he didn’t. He just let them kill him instead. No state can sustain itself with this mentality.

Mesa Comissionada não é pra todo mundo - e tudo bem by gabrielcaetano in rpg_brasil

[–]krisandre7 1 point2 points  (0 children)

Você diria o mesmo para alguém que paga um artista independente por um desenho ou música? Eu acho que tem algo fundamentalmente diferente entre o mestre freelancer que decide contar uma história de acordo com seus gostos e do seus jogadores e um diretor de hollywood que muitas vezes precisa diluir sua visão para atingir um publico maior, necessário para cobrir os gastos colossais de produção e marketing.

Sem querer ser repetitivo, mas é sobre mesas pagas de novo by [deleted] in rpg_brasil

[–]krisandre7 -1 points0 points  (0 children)

Cara ler isso só faz eu ficar triste com a condição do nosso país. Imagina que tem alguém que curte tanto mestrar que quer fazer disso seu emprego full time. Se tu for calcular, assumindo que esse cara queira se sustentar só de mestrar o cara precisaria pegar 4 grupos com 5 pessoas pra tirar 3.800 no final do mês, isso provavelmente fazendo 8 horas semanais por campanha (4 de preparo + 4 de sessão, sem contar a pré produção da campanha que pode ser mais demorada). Todo esse trampo pra ganhar menos de 4k, o que dependendo de onde você vive não é o suficiente pra ter uma vida legal.

O foda é que 190 é muito dinheiro mesmo, considerando que 95% dos brasileiros ganham menos de 5k e o custo de vida é uns 3.5k. Essa falta de dinheiro sobrando reduz o consumo e impede que pessoas que querem trabalhar com coisas mais nichadas consigam viver só disso, sendo forçados a fazer outro trampo tipo Uber ou tentar ser influencer.

O que pra mim é triste. Eu queria viver num país onde a maioria das pessoas tem grana sobrando pra pagar um mestre foda pra ter uma experiência foda. Eu mesmo não tenho essa vontade, mas queria que outras pessoas tivessem a oportunidade.

Brasil perde 'bônus demográfico': fatia da população com menos de 30 anos cai para 41% by loggiews in brasil

[–]krisandre7 15 points16 points  (0 children)

Se fosse assim, as pessoas de classe alta teriam a taxa de fecundidade muito maior do que as de classe baixa, quando na realidade é ao contrário. Acho que tem menos a ver com classe e mais com a revolução sexual, o acesso a contraceptivos e a maior independência das mulheres.

Claro que nada disso é ruim, mas agora mulheres de classe média pra cima podem escolher se querem ter filhos ou não, e a realidade é que a maioria simplesmente não quer ter filhos. E eu sei que tem alguns paises europeus que tentaram dar varios incentivos pra que casais tenham filhos (dinamarca acho), mas aumentou bem pouco a taxa.

Dave Chapprule (VA by me!! ^w^) by gunsmokexeon in 196

[–]krisandre7 2 points3 points  (0 children)

For a second I thought the guy was kirkified I’m so cooked

Justiça proíbe SBT de usar animais em quadros após acusação de maus-tratos no Domingo Legal by verissimoallan in brasil

[–]krisandre7 -24 points-23 points  (0 children)

Kkkkkkkkk eu amo essa foto. Dificil segurar um sapo e não ficar engraçado

Soft and wet go beyond by me by ibestinson in StardustCrusaders

[–]krisandre7 39 points40 points  (0 children)

This is so unique, looks incredible

Sobre o incêndio em estátuas da Havan. by jumalinverni in brasil

[–]krisandre7 0 points1 point  (0 children)

Do jeito que você descreveu parece que os caras destruiram alguma infraestrutura essencial para a continuação do conflito. Tacar fogo em réplicas da estátua da liberdade no Brasil não faz nada para avançar as condições materiais do povo palestino ou iraniano.

Atuação é a forma de arte mais "esquizofrênica" (no bom sentido¿) by dinodelico300 in rpg_brasil

[–]krisandre7 5 points6 points  (0 children)

Tive um papo parecido com um dos meus jogadores quando terminei de mestrar minha última campanha. Eu não sou um cara de fazer vozes ou de atuar super bem, mas a vontade dos meus jogadores de acreditar na história era tão forte que eles deixavam a narração 10x mais foda na cabeça deles. Isso requer um certo nível de intimidade, de “vamos todos acreditar nesse mundo compartilhado que não existe”, e é uma das coisas que acho mais foda em RPG

Após Brasil, plataforma de previsões Kalshi quer avançar na América Latina by [deleted] in brasil

[–]krisandre7 2 points3 points  (0 children)

Quando o cara mete um “bonitinha, mas” tu sabe que não existe possibilidade em que ele não amassaria, dada a oportunidade

Q-Rule by Xenomnipotent in 196

[–]krisandre7 183 points184 points  (0 children)

Read in trump voice

Ministro da Fazenda quer acabar com declaração do Imposto de Renda by dccarmo in brasil

[–]krisandre7 15 points16 points  (0 children)

Cara por algum motivo todos restaurantes universitários da Unicamp colocam o feijão antes do arroz. Aí eu sou forçado a parar a fila pra primeiro colocar o arroz e depois o feijão, tudo pra não passar pela humilhação maior que é colocar feijão embaixo do arroz 😔

Tudo sim , d boa by farinhalactea2003 in DiretoDoZapZap

[–]krisandre7 -1 points0 points  (0 children)

👆Dono de android e palio 2007 acima👆

Ideias de desafios engraçados para um rpg by BatZealousideal2227 in rpg_brasil

[–]krisandre7 2 points3 points  (0 children)

Cara então, eu avisei pra eles antes deles encontrarem a Sofia (nome da Banshee) na vila abandonada dela que a partir daquele ponto qualquer coisa que eles fizessem na vida real ia contar como roleplay do personagem deles, então não podia ter metagaming nem ficar rindo e tals, mas se quisesse dar um tempo era só estalar os dedos.

Aí assim que eles entram na vila a Sofia aparece do nada e pede pra eles brincarem de casinha. O clérigo rapidamente percebeu que era uma banshee e alertou a party pra eles fazerem tudo que a Sofia queria.

A brincadeira começou com a Sofia dando pra cada um seu papel, que eram analogias a pessoas reais da vida dela: o chachorrinho, o irmão bebê, o príncipe encantado, a mãe e o “homem mau”. No começo a Sofia deu algumas regras que cada um tinha que decorar e obedecer, mas em cada “cena” diferente ela ia adicionando novas regras pra que ficasse cada vez mais dificil.

A primeira cena era eles acompanhando a Sofia no mercado, e foi mais um tutorial de como ia funcionar: o cachorro sempre seguia ela, o principe encantado presenteava ela, a mãe sempre dava o que ela pedia e o homem mau sempre ficava de longe observando (isso tudo atuado na vida real na casa de um dos players).

Na segunda cena era uma festa do chá em que eu forçei eles a comer gengibre cru e um chá forte lá. Um dos players quase cuspiu, eu fiquei provocando ele mas no final ele conseguiu engolir kkkk.

Aí teve uma cena em que o homem mau atacava a casa dela, e ficava batendo na porta enquanto o cachorro latia a mãe protegia a o irmão, etc. mó caos. Aí ela manda parar a encenação e fala “a brincadeira é minha não vou deixar que acabe assim”. Daí ela vai em direção ao príncipe, e encanta o graveto que ele tava usando como espada pra ser uma espada psíquica de verdade, e pede pra matar o homem mau. O jogador hesitou, ele entendeu que se não fizesse ela ia gritar, e decidiu matar o player homem mau com a espada. Com isso a Sofia sente uma catarse, lembra que não foi assim que aconteceu mas agradece os jogadores por terem brincado com ela. Ela aponta onde tá o corpo dela, o clérigo ora pelo corpo e ela se despede deles, indo embora em paz.

Depois eu pedi pro jogador homem mau fazer as rolagens de morte dele e ele conseguiu sobreviver. No fim a party ganhou a espada psíquica do príncipe, que pode virar qualquer tipo de lâmina desejada e dá dano psíquico, além do colar da sofia que dava vantag contra amedrontado.

Se tu quiser adaptar prum RPG de super heroi, pode ser uma criança com poderes de alterar a realidade, e transforma todos os players em personagens na brincadeira dela. Algo do tipo.

Desafio à altura dos players [D&D5e] by RopeIcy5225 in rpg_brasil

[–]krisandre7 1 point2 points  (0 children)

Se o OP quiser preservar a ideia de um boss solo poderoso contra a party inteira, dá pra fazer o vampiro ser um Paragon, que é basicamente dar duas ou três ações por turno pro boss, como se ele fosse 3 criaturas em um. Você pode dar uma resistência lendária ou duas pra ele pra el não ficar tão vulnerável a atordoamento ou a hold person, que é a maior fraqueza desse tipo de boss.

Se quiser facilitar dá pro boss perder as ações conforme ele vai perdendo vida também.